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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

África do Sul: Visita Estado à África do Sul - Uma agenda carregada do Presidente Senegalês Macky Sall.

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Cidade do Cabo (África do Sul), (APS) - O chefe de estado, presidente Macky Sall, está na Cidade do Cabo, na África do Sul, desde ontem, para uma visita de três dias ao estado, disse o enviado especial da Aps.

O Presidente Sall é acompanhado pelos Ministros do Interior e da Segurança Pública, Aly Ngouille Ndiaye, Forças Armadas, Dr. Augustin Tine, Infra-estrutura, Transportes Terrestres e Desenclavamento, Abdoulaye Daouda Diallo, Transporte Aéreo, Sra. Maimouna Ndoye Seck, Tourismo, Mame Mbaye Niang e do Comércio, Os Pme, Alioune Sarr.
A agenda do Chefe de Estado estará carregada durante sua visita de Estado à África do Sul.

Durante essa visita de três dias, o presidente Macky Sall participará, entre outras coisas, de um fórum de negócios e da assinatura de um memorando de entendimento, a APS registrou.
O Senegal e África do Sul assinam um memorando de entendimento no campo do turismo antes da realização do fórum de negócios, informa a presidência da República do Senegal. Durante esta visita de estado, várias audiências também estão previstas. Assim, o Chefe de Estado receberá, em audiência, o grupo Transmet, a maior empresa sul-africana de construção e reabilitação das ferrovias, o grupo Mkp South Africa, um investidor na construção de moradias e centros sociais, a companhia Denel Land Systems, especializada na venda de equipamentos militares e cães detectores, e o grupo Nautic e Paramount, especializado em transporte marítimo.

O Chefe de Estado também se reunirá com a comunidade senegalesa

fonte: lesoleil.sn

A política externa americana e suas ações para com a União Soviética e a Rússia.

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24.10.2017 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
A política externa americana e suas ações para com a União Soviética e a Rússia. 27548.jpeg

Ensaio introdutório à política externa americana e suas ações para com a União Soviética (no passado) e a Rússia (atualmente)

  
Fred Leite Siqueira Campos (professor e pesquisador da UFSC)
Beatriz Marcondes de Azevedo (pós-doutoranda da UFSC)
Sérgio Roberto Gouveia Lopes (egresso do curso de Relações Internacionais da UFSC)
Os principais formuladores da política externa dos Estados Unidos, durante os últimos anos da Segunda Guerra Mundial e, posteriormente, na Guerra Fria, estipularam diretrizes à ação do seu país no cenário do pós-guerra. Dentre esses cenários, o principal, em torno do qual giravam todos os demais, dizia respeito à União Soviética. Além disso, convencionou-se, entre os estudiosos do tema, denominar de "estratégia de contenção", o conjunto de políticas e ações levadas a cabo pelos Estados Unidos contra a potência socialista. Esse agregado de políticas seria guiado, principalmente, pelo artigo "The Sources of Soviet Conduct", escrito pelo diplomata estadunidense George Kennan, em 1947, e pelo documento "NSC-68" redigido pelo Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, em 1950.
Mas, mesmo com o fim da Guerra Fria e da bipolaridade no sistema internacional, esse conjunto de estratégias e políticas teve continuidade e, apesar da mudança de cenário, sua lógica essencial parece não ter mudado. As disposições táticas e as diretrizes de política externa dos Estados Unidos para a Europa Oriental e países da extinta União Soviética possuem traços semelhantes àqueles da antiga "estratégia de contenção", dessa vez tendo como alvo a Federação Russa. Apesar da mudança sistêmica, a política externa dos Estados Unidos naquela região demonstra profunda semelhança com as teorizações geopolíticas do período anterior (DUGIN, 2014).
Em relação à política externa dos Estados Unidos, na Guerra Fria, é possível afirmar que no seu início, os americanos buscavam compreender a natureza da ameaça soviética e, para tal, o documento "NSC 68" foi um dos primeiros e mais importantes instrumentos para o entendimento das motivações sobre as decisões tomadas pelos norte-americanos sobre essa questão (WELLS, 1979).
O documento começa com uma breve reflexão sobre o período anterior àquele no qual era escrito. Na sequência, faz-se uma distinção entre o propósito precípuo dos Estados Unidos e a configuração fundamental do Kremlin. Neste sentido, diz-se que o objetivo essencial da potência norte-americana é descrito como o de assegurar a segurança e vitalidade da "sociedade livre" e da dignidade do indivíduo. Além disso, defende-se a ideia de que os Estados Unidos estão determinados a defender as "liberdades individuais, criar as condições para que floresça o sistema democrático" e, se necessário, lutar para defender esse estilo de vida. Sendo assim, se a luta se delineava nesses parâmetros, caberia então aos Estados Unidos se colocarem na posição de liderança mundial, ajudando outros povos do "mundo livre" no desenvolvimento de capacidade militar e moral para que seja resguardada a segurança nacional norte-americana e para que a União Soviética tomasse conhecimento da "falsidade de suas crenças" e se acomodasse ao sistema internacional, convivendo de forma pacífica com os demais países e abandonando os seus desígnios. O documento revela, ainda, que a política externa norte-americana não objetivava a subjugação do povo russo, o que poderia fazê-lo apoiar ainda mais o "governo que os oprimia", mas, auxiliá-lo a conseguir uma nova chance de seguir rumos diferentes na sua comunidade nacional.
Ao prosseguir na estratégia delineada para os Estados Unidos, o documento propõe o fortalecimento econômico e defensivo da Europa Ocidental e, sobretudo, da Grã-Bretanha. Assim, seria de suma importância que os aliados ou potenciais aliados dos americanos não caíssem em condições de neutralidade, o que potencializaria o perigo do domínio soviético. Entende-se que se isso viesse a acontecer com a Alemanha, as consequências para a Europa e, posteriormente para os Estados Unidos, seriam catastróficas. Em relação à Ásia, seria recomendado o fortalecimento dos governos "moderados" daquele continente e, também, o fortalecimento social, das instituições e economias para que os recursos materiais e humanos daquela região pudessem ser melhor utilizados.
Assim, resumindo-se a prática da política externa dos Estados Unidos (no passado e atualmente), têm-se os seguintes pontos: a defesa dos valores da "democracia e liberdade do indivíduo contra o totalitarismo"; o auxílio dos Estados Unidos ao desenvolvimento militar, econômico e moral do "mundo livre"; a insuficiência da vitória militar; a necessidade de reeducar os povos segundo os valores Ocidentais, para que a União Soviética (no passado) e a Rússia (atualmente) não se expandisse; o fortalecimento da Europa Ocidental, especialmente Reino Unido e Alemanha, já que, se o país germânico se tornasse neutro ou aliado da União Soviética (Rússia), essa teria predominância na Europa, produzindo uma "grande catástrofe" à segurança nacional norte-americana.

Presidente da federação guineense de futebol em liberdade.

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Na Guiné-Bissau depois de seis adiamentos por falta de comparência de Manuel Nascimento Lopes, "Manelinho", que é o presidente da federação guineense de futebol, o tribunal regional da capital iniciou hoje o julgamento do dirigente desportivo que é acusado de agressão e lesões corporais a um cidadão idoso.




O caso remonta a 2011 e só agora vai ao julgamento depois de Manelinho ter sido detido, ontem, pela policia judiciaria em cumprimento da ordem do tribunal.
O julgamento de Manuel Nascimento Lopes, Manelinho, preencheu a actualidade informativa esta terça-feira na Guiné-Bissau, com dezenas de pessoas a afluírem ao Tribunal Regional de Bissau, lotando por completo a sala para acompanhar ao vivo a sessão.
Conduzido sob custódia das celas da polícia judiciária onde passou a noite de segunda para terça-feira para a sala do julgamento, "Manelinho" como é conhecido, chegou tranquilo e sentou-se no banco dos réus, mas não respondeu às questões da juíza titular do caso.
O advogado que o acompanhava, um estagiário, apenas disse que o dirigente federativo poderia responder na presença do seu representante legal, o advogado Basilio Sanca, que é também o bastonário dos advogados da Guiné-Bissau.
Basílio Sanca encontra-se em viagem no estrangeiro.
A sessão do julgamento que acabou por ser preenchida apenas com apresentações dos factos por parte do agredido e do seu advogado, foi interrompida, quase três horas depois, para ser retomada no próximo dia 03 de novembro.
Mas, até lá, o tribunal decidiu aplicar algumas medidas de coacção a "Manelinho": Apresentação no tribunal duas vezes por semana, impedimento de viajar e retenção do passaporte.
fonte: RFI

Secretário-geral da ONU na RCA com mensagem de estabilidade.

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O secretário-geral da ONU, o português António Guterres, está em visita à República centro-africana, para se inteirar sobre a situação de segurança local, devido à instabilidade e também aos desafios humanitários, naquele país, donde saíram há um ano soldados franceses, mas, que dispõe, duma missão das Nações Unidas, MINUSCA.




O secretário-geral das Nações Unidas, o português, António Guterres, chegou esta terça-feira, 24 de outubro, a Bangui, capital da República centro-africana, no quadro da sua primeira visita, àquele país, desde que assumiu funções, em janeiro.
Mas, António Guterres, está em terreno conhecido, pois, visitou no passado, a RCA, quando era Alto Comissário da ONU para os refugiados.
Foi assim recebido por uma efusiva multidão à sua chegada hoje ao aeroporto, no norte da capital, Bangui, nesta sua operação de manutenção da paz, na República centro-africana.
Durante 4 dias, António Guterres, vai inteirar-se da situação naquele país, onde as milícias voltaram a criar uma situação de instabilidade, com cenas de violência, em Bangassou, no sudeste, que nas últimas semanas, fizeram dezenas de mortos.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, encontrar-se-á, com as autoridades do país, as diferentes partes no conflito, a sociedade civil e visitará, a MINUSCA, missão das Nações Unidas na Centro-africana, mas também, com militares da União europeia, que formam o exército nacional centro-africano.
A chegada de António Guterres, à RCA, coincide com o dia ONU, organização mundial, proclamada, em 1947, portanto, há 70 anos.
O caboverdiano, Vladimir Monteiro, porta-voz da MINUSCA, missão das Nações Unidas, em entrevista à RFI, comenta esta visita do secretário-geral da ONU, que vai inteirar-se da situação de "segurança, devido à instabilidade" naquele país.
fonte: RFI

Brasil: Por que o Presidente Temer deve vencer mais uma vez?

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Falta de pressão popular, desorganização da oposição e ausência de alternativa devem garantir mais uma vez na Câmara a sobrevida de um presidente denunciado criminalmente e que amarga recordes de desaprovação.
fonte: DW África
O presidente Michel Temer: gravidade do caso não deve influenciar cálculos da maior parte dos deputados
O presidente Michel Temer: gravidade do caso não deve influenciar cálculos da maior parte dos deputados
Michel Temer deve sobreviver mais uma vez. Pouco antes de a Câmara votar a segunda denúncia criminal contra presidente, o Planalto não esconde sua confiança em mais uma vitória. Entre os oposicionistas, são poucos que apostam que um número mínimo de 342 deputados vai aceitar as acusações e votar pelo afastamento do presidente.
Nesta quarta-feira (25/10), a dúvida parece ser apenas se Temer vai ser capaz de repetir os 263 votosreunidos na primeira denúncia, em agosto.    
Mesmo amargando uma taxa de apoio popular que mal alcança 3%, digna de decretar a morte de um governo, Temer deve conseguir costurar a nova vitória graças aos mesmos fatores que prevaleceram na primeira votação: a ausência de pressão popular, a distribuição da favores aos deputados, a falta de uma alternativa e a fraqueza da oposição.
Nenhum desses fatores mudou de agosto até a data desta segunda votação. Em alguns casos, eles foram até mesmo reforçados, ainda que as acusações desta vez sejam mais severas.
Enquanto a primeira denúncia por corrupção focalizava em dois episódios - a conversa entre Temer e o empresário Joesley Batista e a prisão de um ex-assessor do presidente flagrado com uma mala de dinheiro -, a segunda leva de acusações detalha um grande esquema de desvios que se estendeu por 15 anos.
"É um caso bem mais grave, e diz muito sobre o caráter do presidente", afirma o professor de direito constitucional Rubens Glezer, da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.
Mas a gravidade do caso não deve influenciar substancialmente os cálculos da maior parte dos deputados. São vários os motivos por que Temer deve sobreviver.
A falta de uma alternativa
Nas semanas que antecederam a votação da primeira denúncia, a imprensa e o mundo político especularam possíveis nomes que poderiam substituir Temer. Eram figuras como presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) ou até mesmo o ex-ministro Nelson Jobim. Nenhum desses nomes gerou concesso entre a classe política e as próprias figuras não se mostraram muito interessadas.
Desta vez, nem sequer houve uma discussão sobre possíveis substitutos e nenhum nome se apresentou para suceder Temer. No caso do impeachment de Dilma Rousseff, a presença de um vice e o comportamento ambicioso de Temer ofereceram ao mundo político uma alternativa para colocar no lugar da petista. Temer simplesmente não tem um Temer como adversário.
"Não aparecem alternativas no meio político, nas lideranças sociais e na sociedade civil para substituir Temer", afirma o cientista político suíço Rolf Rauschenbach, do Centro Latino-Americano da Universidade de St. Gallen.  
A distribuição de favores e agrados
Temer mais uma vez repetiu o que já havia feito em junho e julho: distribuiu emendas parlamentares (verbas que são pedidas pelos deputados para uso em suas bases eleitorais) e ofertou cargos para garantir apoios de deputados. Na véspera da primeira denúncia, o presidente distribuiu 4,4 bilhões de reais. Desta vez, os valores foram um pouco mais "modestos", totalizando 1,8 bilhão em setembro e outubro.
E assim como ocorreu na primeira votação, Temer voltou a atender a pedidos de bancadas da Câmara, em especial a ruralista, que reúne mais de 200 votos. Em agosto, uma primeira leva de agrados já havia garantido 146 votos da bancada.
A oposição simplesmente não conta com uma máquina semelhante. Ela também não desenhou um plano de divisão das áreas do governo em uma eventual nova administração, ou uma espécie de "cheque pré-datado" para conquistar deputados interessados em favores, como Temer e seu círculo haviam feito ainda na articulação para afastar Dilma.
A reação do mundo político contra a PGR
Na sua derradeira distribuição de "flechadas", o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot também apresentou duas novas denúncias contra os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, além de outros nomes do PT, do PMDB e do PP. Isso ampliou o discurso de vitimização que já vinha sendo usado por parte da classe política.
"O universo político em geral não gostou do que Janot fez", afirma o cientista político Rodrigo Prando, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, sugerindo que parte da oposição também atingida pelas denúncias não deve se empenhar pela aprovação de "mais uma denúncia do Janot".
Essa leva de denúncias foi apresentada depois de concluída a segunda votação, o que deve dificultar mudanças de posição entre deputados que votaram a favor de Temer e que temem ser alvos da Justiça.
O comportamento da oposição  
A fraqueza da oposição em pressionar pelo afastamento de Temer ficou evidente na primeira votação. Vários deputados conseguiram bastante exposição ao discursar contra o presidente, mas nenhum deles emergiu como um grande articulador ou estrategista para reunir votos contra o Planalto, tal como Eduardo Cunha no caso do impeachment de Dilma.
Dois meses depois da vitória do Planalto, a oposição só tem oferecer mais uma tentativa de articular um esvaziamento da sessão de votação para pressionar por um adiamento. Em agosto, a tática fracassou quando vários deputados simplesmente ignoraram o plano.
E mais uma vez a oposição não apresentou uma proposta para a substituição de Temer. Nos bastidores, muitos rejeitam uma eventual ascensão de Maia, que poderia fortalecer o DEM e mudar o xadrez eleitoral de 2018.    
A linha de frente contra Temer também continua sendo ocupada pelo PSOL e a Rede, que, apesar de barulhentos, não têm influência suficiente. A fraqueza e falta de empenho de parte da oposição, em especial dos deputados do PT, já levantou acusações de que alguns deputados estão apenas interessados em deixar Temer "sangrar" até 2018.
Silêncio das ruas
Temer pode ser o presidente mais impopular da história recente do Brasil, segundo algumas pesquisas, mas nos últimos meses as ruas não refletiram esse quadro. Na votação da primeira denúncia, apenas um manifestante solitário ocupou a Esplanada dos Ministérios para pedir a saída do presidente. Simplesmente não ocorreram protestos como na derrocada de Dilma.
E mais uma vez os deputados vão votar sem qualquer pressão das ruas. Os grupos de direita que organizaram as convocações contra Dilma decidiram novamente não convocar manifestantes. Entre a esquerda, apenas algumas poucas manifestações localizadas devem ocorrer nesta quarta-feira, em contraste com os atos rotineiros em apoio ao ex-presidente Lula.   
E assim como ocorreu na primeira denúncia, nenhuma grande entidade empresarial se manifestou a favor da saída de Temer. "Com sinais, embora ainda tímidos, de recuperação da economia, o incentivo para que o empresariado deseje a saída de Temer é ainda menor", afirma o cientista político Prando.
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Termina mais uma fase do julgamento dos angolanos acusados de pertencerem ao Estado Islâmico.

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Os seis muçulmanos angolanos ensinavam o Islão nas ruas e nas redes sociais. Segundo a defesa, não se pode fazer uma acusação baseando-se em provas virtuais.
fonte: DW África
Provinzgericht in Luanda (Tribunal Provincial de Luanda) (DW/N. Sul d'Angola)
Tribunal Provincial de Luanda
Terminou na noite desta terça-feira (24), a  fase de produção de provas do julgamento dos seis jovens angolanos acusados de jurar fidelidade ao grupo extremista Estado Islâmico (EI). O tribunal questionou a relação dos declarantes com os réus, assim como o objetivo da página do Facebook "Predicar Angola". Segundo os acusados, a página tem a finalidade de pregar a fé Islâmica.
Provas virtuais
À imprensa, Ismael Campos, um dos declarantes, disse que a acusação que pesa sobre os seis muçulmanos angolanos não tem nenhum fundamento, somente porque os arguidos ensinavam o Islão nas ruas e nas redes sociais. "Acho que é uma acusação basicamente vaga. Não se pode fazer uma acusação dessa dimensão baseando-se em provas virtuais. Não se pode fazer uma acusação baseando-se num livro muitas vezes comprado em livrarias públicas”, explicou.
Campos disse ainda que o Islão não compactua com o extremismo. O muçulmano angolano afirmou que os seus "irmãos” estão a ser acusados de pertencerem à organização terrorista por causa de uma suposta "diabolização contra a religião, que alega ser criada pela imprensa”.
Crime ou preconceito?
Angola - Gericht (DW/B. Ndomba)
O jovem declarou que os crimes dos cidadãos não devem ser associados às suas crenças. "Em todo sítio, onde há criminosos, podemos encontrar pessoas de diferentes denominações e confissões religiosas. Porquê é que se um muçulmano comete um crime, é sempre associado à religião?”, questionou.
De acordo com a acusação, datada de 26 de abril, os suspeitos criaram em 2015, em Angola, o "Grupo muçulmano radical denominado 'Street Da Was'".
Para o presidente da Comunidade Islâmica em Angola, Mateta Nzola, que também foi constituído declarante,  o grupo pregava apenas o evangelho. Ele desconhece, no entanto, a informação de que seus fiéis se tenham aliado ao Estado Islâmico.
A próxima sessão foi marcada para o dia 8 de novembro, e será o dia das alegações finais.

«AFINAL QUEM MANDOU MATAR AMÍLCAR CABRAL?» "BEM, ESTAMOS TRAMADOS", RESPONDEU ANTÓNIO SPÍNOLA AO SABER DO ASSASSÍNIO DE AMÍLCAR CABRAL.

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A reação de António de Spínola ao saber da morte do líder do PAIGC, Amílcar Cabral, assassinado em circunstâncias nunca totalmente esclarecidas a 20 de janeiro de 1973, em Conacri, foi clara: "bem, estamos tramados".

A reação do na altura comandante militar na então província portuguesa da Guiné consta do livro "A PIDE no Xadrez Africano" da historiadora espanhola María José Tíscar, saída de uma conversa com o também então inspetor da polícia secreta do regime português António Fragoso Allas, em que dá conta de ações e subversões praticados por Portugal para manter o império em África e abafar os movimentos independentistas (1961/74).

Segundo Allas, não foram os portugueses que mataram o então líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) - o inspetor nega que tenha havido "mão da PIDE" -, atribuindo responsabilidades aos "guineenses dissidentes" do movimento de Amílcar Cabral.

Conosaba/Lusa

Spínola


CASO "MANELINHO":: JULGAMENTO ADIADO PARA 3 DE NOVEMBRO E TRIBUNAL DECIDIU APLICAR ALGUMAS MEDIDAS DE COAÇÃO.

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Na Guiné-Bissau depois de seis adiamentos por falta de comparência de Manuel Nascimento Lopes, "Manelinho", que é o presidente da federação guineense de futebol, o tribunal regional da capital iniciou hoje o julgamento do dirigente desportivo que é acusado de agressão e lesões corporais a um cidadão idoso.

O caso remonta a 2011 e só agora vai ao julgamento depois de Manelinho ter sido detido, ontem, pela policia judiciaria em cumprimento da ordem do tribunal.

O julgamento de Manuel Nascimento Lopes, Manelinho, preencheu a actualidade informativa esta terça-feira na Guiné-Bissau, com dezenas de pessoas a afluírem ao Tribunal Regional de Bissau, lotando por completo a sala para acompanhar ao vivo a sessão.

Conduzido sob custódia das celas da polícia judiciária onde passou a noite de segunda para terça-feira para a sala do julgamento, "Manelinho" como é conhecido, chegou tranquilo e sentou-se no banco dos réus, mas não respondeu às questões da juíza titular do caso.

O advogado que o acompanhava, um estagiário, apenas disse que o dirigente federativo poderia responder na presença do seu representante legal, o advogado Basilio Sanca, que é também o bastonário dos advogados da Guiné-Bissau.

Basílio Sanca encontra-se em viagem no estrangeiro.

A sessão do julgamento que acabou por ser preenchida apenas com apresentações dos factos por parte do agredido e do seu advogado, foi interrompida, quase três horas depois, para ser retomada no próximo dia 03 de novembro.

Mas, até lá, o tribunal decidiu aplicar algumas medidas de coacção a "Manelinho": Apresentação no tribunal duas vezes por semana, impedimento de viajar e retenção do passaporte.

Conosaba/RFI.

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