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terça-feira, 17 de março de 2020

Chegam a 29 os países africanos com Covid-19

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O surgimento de casos na Tanzânia, Somália e Benin elevou para 29 o número de países africanos afectados pela pandemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus.


Além da Tanzânia, So-mália e Benim, foram detectados, desde sexta-feira, casos na Libéria, Etiópia, Quénia, Guiné-Conakry, Namíbia, Essuatíni, Guiné Equatorial, República do Congo, Seychelles, República Centro Africana, Mauritânia e Sudão. No total, são 29 os países africanos afectados, onde se somam mais de 350 casos confirmados.  O director-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, recordou que o novo coronavírus resulta "numa doença séria" e que não é possível vencer a pandemia se não se souber quem está infectado, daí a necessidade dos países testarem todos os casos suspeitos.
A África do Sul vai revogar cerca de 10 mil vistos emitidos este ano a cidadãos chineses e iranianos devido ao novo coronavírus, passando a exigir também vistos a pessoas oriundas de países afectados. O Governo marroquino anunciou o encerramento de todos os cafés, restaurantes, cinemas, teatros, clubes, academias e locais de lazer, como prevenção contra a epidemia de Covid-19.
Casos na China
Dos 16 novos casos de coronavírus confirmados, ontem, no território chinês, 12 são importados do exterior e os restantes 4 diagnosticados em Wuhan, anunciaram as autoridades de saúde do país. A queda do número de infecções que se observa na China nas últimas semanas contrasta com o aumento de casos em outras regiões do planeta, especialmente na Europa.
Europa o novo epicentro
Na Itália, país que registou nas últimas 24 horas 3.590 casos da doença e 368 mortes, a Ferrari encerrou as suas duas fábricas, juntando-se a uma série de outras que fecharam ou reduziram a produção em resposta à emergência do vírus.
Em Portugal, um homem com 80 anos, infectado com Covid-19, morreu, ontem, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, tornando-se na primeira morte vítima da doença em Portugal. A vizinha Espanha registou, até ontem, 9.191 pessoas infectadas com o novo coronavírus (mais 1.438 do que domingo) e 309 mortos devido à doença (mais 21), de acordo com os dados actualizados pelo Ministério da Saúde espanhol. A região mais atingida é a de Madrid, com 4.165 infectados e 213 mortos, seguida da Catalunha (903 e 12), País Basco (630 e 23).
A França registou nas últimas 24 horas mais de 900 novos contágios e 36 mortes, elevando o total para 5.400 infectados e 127 óbitos. Mais de 400 pessoas estão hospitalizadas em estado grave.Já a Alemanha começou a impor controlos nas fronteiras com a Áustria, Dinamarca, França, Luxemburgo e Suíça,para travar o avanço da pandemia.
Ásia avança
O Irão alertou que o seu sistema de saúde, alvo de fortes sanções norte-americanas, está à beira da ruptura devido ao surto de Covid-19, um dos piores fora da China - segundo os números oficiais. Até domingo, existiam quase 14 mil casos registados, que já causaram mais de 700 mortos, mas o número real pode ser mais alto.
Na Coreia do Sul, um novo foco de infecção do novo coronavírus foi registado na Igreja Grace River de Seongnam, 29 quilómetros a sul de Seul. Quarenta e seis pessoas, das 135 que participam da congregação, apresentaram resultado positivo de Covid-19, incluindo o pastor e a sua mulher.
América do Sul
O número de infectados no Brasil já chegou aos 200 e ainda há 1.913 pacientes suspeitos espalhados por todos os estados. Outros 1.486 casos foram descartados.  A Argentina decretou, domingo, o encerramento das fronteiras como medida de precaução diante da pandemia de coronavírus que assola o mundo. O Paraguai vai encerrar as suas fronteiras por 15 dias, segundo o Departamento de Imigrações. A medida vale apenas para estrangeiros não residentes.
EUA e a vacina
Enquanto isso, nos Estados Unidos iniciou a fase de testes para encontrar uma vacina que permita combater o Co-vid-19. A informação é avançada pelo Governo norte-americano que assume, contudo, que pode demorar um ano, ou mais, até que a vacina seja concluída.
fonte: jornaldeangola

Rei Felipe renuncia a heranças do pai e retira-lhe a pensão.

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O rei de Espanha, Felipe VI, anunciou, ontem, que renuncia a qualquer futura herança a que tenha direito do pai, o rei emérito Juan Carlos, depois de serem reveladas supostas irregularidades financeiras envolvendo o ex-monarca.

Casa Real escandalizada com as irregularidades
Fotografia: DR
A Casa Real espanhola pu-blicou um comunicado em que informa que, para além de renunciar à sua herança, Felipe VI também retira a Juan Carlos as ajudas de custo anuais que este recebia, segundo a agência Lusa.
Esta decisão foi tomada numa altura em que várias notícias publicadas no fim-de-semana davam conta de que Filipe VI é o beneficiário de uma empresa “offshore”, criada por Juan Carlos quando ainda era soberano, através de uma doação de 65 milhões de euros da Arábia Saudita.
O Ministério Público suíço investiga o envolvimento de Juan Carlos na intermediação em vários negócios, entre eles um contrato ganho por um consórcio espanhol para construir a ligação de comboio de alta velocidade que liga Meca a Medina, na Arábia Saudita.
Perante as notícias, a Casa Real recorda as palavras de Felipe VI no discurso de proclamação de 19 de Junho de 2014, quando afirmou que a Coroa devia zelar pela dignidade da instituição, preservar o seu prestígio e observar uma conduta correcta, honesta e transparente, como convém à sua função institucional e responsabilidade social.
Na semana passada, a mesa do Parlamento espanhol rejeitou os pedidos de criação de uma comissão de inquérito para investigar se o rei emérito espanhol, Juan Carlos, de 82 anos, recebeu as comissões de que é suspeito, por parte da Arábia Saudita.
As propostas de abertura da investigação foram feitas pela formação de extrema-esquerda Unidas Podemos, que está coligado no Governo minoritário com o PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), e por outros partidos regionais mais pequenos, incluindo dois independentistas catalães.

fonte: jornaldeangola

Guiné-Bissau: Úmaro Sissoco Embaló - João Lourenço é "um ingrato" que persegue quem lhe deu o poder "de bandeja"

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Úmaro Sissoco Embaló
Úmaro Sissoco Embaló


O auto proclamado presidente da Guné Bissau, Úmaro Sissoco Embaló, lançou duras críticas ao presidente de Angola, João Lourenço, acusando-o de interferir nos assuntos internos do seu país e de perseguir a família do ex presidente angolano José Eduardo dos Santos.
O jornal “ O Democrata” disse que Embaló falava a jornalistas no seu regresso de uma visita ao Senegal, Níger e Nigéria e reagia a declarações de Angola sobre a situação política na Guiné Bissau
O presidente eleito da Guiné Bissau, lamentou as declarações mas disse não ter ficado surpreendido com as atitudes dos dirigentes angolanos, criticando depois as acções do governo angolano contra os filhos de Eduardo dos Santos.
“Imaginem, eu Úmaro Sissoco Embaló, mandar prender o filho de José Mário Vaz ou qualquer membro da sua família”, disse Sissoco Embaló citado por aquele jornal.
“Eu não sou ingrato… mas o meu homólogo angolano está a perseguir a pessoa que lhe entregou o poder de uma forma gratuita. Eu fui eleito pelo povo guineense. Ao João Lourenço foi dado o poder de “bandeja” pelo Presidente José Eduardo Santo, um homem que lutou pela paz em Angola e que merece respeito”, acrescentou, afirmando ainda que João Lourenço “deve pôr a mão na consciência e lembrar que o Presidente José Eduardo dos Santos lhe deu tudo”.
“O cão não morde a mão que o alimenta, portanto lamento ouvir críticas a partir de Angola sobre os problemas da Guiné-Bissau”, disse Úmaro Sissoco Embaló para quem Angola “é o país mais violento no século XX e XXI”.
“A Guiné-Bissau é um país que já se ergueu e a caminhar-se. Vou encontrar-me com o meu amigo angolano no fórum próprio e dir-lhe-ei que não podia ter essa conduta. Lamento o seu comportamento”, acrescentou o auto proclamado presidente da Guiné Bissau.

fonte: VOA

Guiné-Bissau: Morreu Serifo Nhamadjo, ex-Presidente de transição

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O ex-Presidente de transição, entre 2012 e 2014, morreu esta terça-feira (17.03), aos 62 anos, em Lisboa, vítima de doença. Serifo Nhamadjo, que também liderou o PAIGC, opôs-se a alguns correligionários na Presidência.
Serifo Nhamadjo, ex-Presidente de transição da Guiné-Bissau
Serifo Nhamadjo, ex-Presidente de transição da Guiné-Bissau

Serifo Nhamadjo assumiu a liderança no período de transição na Guiné-Bissau, na sequência de um golpe de Estado, protagonizado por militares. Antes, desempenhou as funções de primeiro vice-presidente do Parlamento guineense. 
Nhamadjo concorreu para as eleições presidenciais, tendo alcançado 15,75% dos votos na primeira volta, um processo eleitoral que viria a ser interrompido pelos militares. A 12 de Abril de 2012, próximo do início da campanha eleitoral visando a segunda volta das eleições presidenciais, os militares tomaram o poder. A operação seguiu-se ao conflito militar em 2010 e a um golpe de Estado falhado em 2011.
Na altura, foi designado Presidente da República de transição, e embora tenha dito ter recusado devido a ilegalidade da nomeação
Mas em abril de 2012 o seu próprio partido, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), chegou a acusá-lo de “traição” e de “irresponsabilidade” por estar a negociar o fim da crise política com os golpistas à revelia do partido. Por isso, o partido retirou mesmo a confiança política a Serifo Nhamadjo.
fonte: DW África






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