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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Curtas notícias da Guiné-Bissau

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Movimento da Sociedade Civil pediu ontem no parlamento a participação do partido de Gomes Júnior no processo político

Civis querem voz do PAIGC

Representantes de mais de 100 organizações da sociedade civil guineense reunidos ontem no Parlamento apelaram ao PAIGC, maior partido do país, para participar nas conversações com os militares no poder desde o golpe de Estado de dia 12.
"Sem o PAIGC, será impossível encontrar uma saída para a crise", disse aos jornalistas Filomeno Cabral, porta-voz do Movimento da Sociedade Civil.
O PAIGC, recorde-se, recusa--se a dialogar com os militares que tomaram o poder enquanto estes não libertarem o líder do partido e PM, Carlos Gomes Júnior, e também o presidente interino, Raimundo Pereira.

Guiné-Bissau: TAP retoma voos

O voo da TAP TP3221 com destino a Bissau partiu esta segunda-feira de Lisboa às 9h33, segundo o "site" da ANA -- Aeroportos, retomando uma ligação aérea interrompida desde 12 de Abril devido ao golpe de Estado na Guiné-Bissau.Setenta e oito pessoas seguiram viagem nesse voo.
O espaço aéreo da Guiné-Bissau está aberto desde quinta-feira, depois de um anúncio feito pelo chefe do Estado-Maior da Força Aérea, o general Papa Camará.
Na mesma altura, Papa Camará afirmou que as condições de segurança para qualquer companhia voar para a Guiné-Bissau "estão garantidas", sublinhando que o golpe de Estado de 12 de Abril não impede ninguém de entrar ou sair do país.
O general destacou que desde que o Comando Militar (instituição que na prática controla o país desde o golpe de Estado) emitiu uma nota autorizando a reabertura do espaço aéreo, não faz sentido solicitar medidas excepcionais de segurança.
Nelson Dias Alves, oficial de informação aeroportuária, disse que todas as companhias que operam no aeroporto internacional Osvaldo Vieira de Bissau receberam, via electrónica, a informação da reabertura do espaço aéreo da Guiné-Bissau.

Ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco

Guiné-Bissau: Portugal segue a "par e passo" situação política

O ministro da Defesa assegurou este domingo que o Governo continua a acompanhar a "par e passo" a situação na Guiné-Bissau, salientando que as tropas portuguesas estão preparadas para executar uma operação de evacuação caso seja necessário.
"É uma situação que nós acompanhamos a par e passo, com o cuidado de ter as condições para, se for necessário, fazermos a operação de evacuação que esperamos não aconteça", disse Aguiar-Branco.
Desde há uma semana que a Guiné-Bissau está sob controlo de um Comando Militar que executou um golpe de Estado, prendendo o Presidente da República e o primeiro-ministro. O golpe está a ser condenado pela comunidade internacional e Portugal já enviou uma fragata e uma corveta, que compõem a Força de Reacção Imediata (FRI) das Forças Armadas portuguesas, para preparar a eventual retirada de cidadãos nacionais daquele país.

Guiné-Bissau: Apelo ao PAIGC para ajudar a negociar saída crise

Elementos que representam mais de cem organizações da sociedade civil, que este domingo reuniram-se no Parlamento da Guiné-Bissau, apelaram ao PAIGC, maior partido do país, para participar nas conversações com militares de modo a ultrapassar a crise política.
Os apelos foram feitos à saída de uma série de reuniões que estão a decorrer no Parlamento guineense para tentar encontrar uma saída para a crise criada com o golpe de Estado. Em nome do Movimento da Sociedade Civil (plataforma que junta mais de 100 organizações), Filomeno Cabral disse aos jornalistas que "sem o PAIGC será impossível encontrar-se uma saída à crise" existente.
"Condenamos o golpe, apelamos o regresso à normalidade democrática e constitucional através do Parlamento e da devolução do poder ao PAIGC", disse Filomeno Cabral, salientando que esta é o posicionamento das organizações da sociedade civil.
O PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde) recusa-se a participar nas reuniões com os militares autores do golpe de Estado alegando que só aceita dialogar após a libertação do seu líder e primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, bem como Raimundo Pereira, Presidente interino do país, ambos detidos, em parte incerta, pelos militares.
De acordo com este activista, o Movimento da Sociedade Civil vai procurar "fazer a ponte" entre o PAIGC e os autores do golpe no sentido de convencer o partido de Carlos Gomes Júnior a aceitar vir para as conversações.
"A sociedade civil vai fazer a ponte e chamar o PAIGC à razão para vir à mesa das negociações, para que possa colocar as suas condições, isto é, a exigência de libertação dos seus líderes. Será necessária a presença do PAIGC nas negociações para a saída desta crise", observou Filomeno Cabral.
fonte: Correio da Manhã







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