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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Crise política na Guiné Bissau: Comunidade residente em Cabo Verde organiza manifestação em apelo à paz.

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Crise política na Guiné Bissau: Comunidade residente em Cabo Verde organiza manifestação em apelo à paz

Cerca de 100 guineenses residentes em Cabo Verde fizeram no final da tarde desta sexta-feira, 07, uma manifestação que terminou à frente do Consulado-Geral da Guiné Bissau em Palmarejo, Cidade da Praia. Foram entregar uma carta a pedir paz. O presidente da associação dos guineenses residentes em Cabo Verde, Fernando Baldé, explicou à nossa reportagem que a carta endereçada ao Presidente da República, José Mário Vaz, leva um pedido de diálogo “no sentido de se evitar mais instabilidade naquele país”. Mais pede: caso “realmente tiver a intenção de demitir o Governo, que reconsidere”. Garantiu ainda que o objectivo não é culpar ninguém, mas sim pelar à tranquilidade.
Nó kre paz; o povo é soberano; estamos contra a queda do Governo; ningém ka sta riba di lei; Presidente I promotor di paz” foram algumas das palavras de ordem que o grupo de cerca de 100 guineenses residentes na Cidade da Praia disseram no trajecto da Várzea ao Palmarejo.
O destino estava à partida traçado: Consulado-Geral da Guiné Bissau onde foram entregar uma carta endereçada ao Presidente daquele país, José Mário Vaz, num desesperado apelo à paz. Os pedidos iam estampados nos cartazes com frases apelativas e cantados ou gritados quase em unissom.
Após percorrer perto de dois quilómetros, o presidente da associação dos guineenses residentes em Cabo Verde, Fernando Baldé, explicou (no Consulado) a ideia da manifestação, realçando que foi uma marcha pacífica focada na manutenção da paz na Guiné Bissau e “evitar uma crise que faça cair o Governo” - visto o “país estar a andar num bom caminho”. Baldé afirmou que a comunidade guienense residente em Cabo Verde está "apreensiva”, após saber o que se está a passar no seu pais. Pelo que apelou aos governantes guineenses que coloquem acima de tudo o bem-estar do povo.
Na carta entregue ao Cônsul-Geral da Guiné-Bissau em Cabo Verde, com a incumbência de o fazer chegar o quanto antes ao Presidente da Republica Guineense vai um apelo. “Se realmente tiver a intenção de demitir o Governo, que reconsidere porque não queremos que o povo sofra”, pontuou Baldé.
Fernando Baldé garantiu entretanto que “a manifestação não tem a intenção de culpar ninguém”. Outrossim: “baseia-se no diálogo como o único caminho para resolver os problemas”.
Não obstante a apreensão e as incertezas, afiançou ainda que a comunidade guineense está optimista que “tudo isso vai passar e que vão chegar a um consenso”, desabafou num angustiado apelo ao diálogo entre os órgãos de soberania guineenses.
O cônsul-Geral da Guiné-Bissau, Cândido Barbosa, recebeu a carta com a promessa de a fazer "chegar apidamente”. Enalteceu a forma ordeira como decorreu a manifestação e realçou que a peocupação mostrafa é de todos os guineenses espalhados pelo mundo. Além de receber parte dos manifestantes no Consulado, Barbosa , saiu à rua para passar uma mensagem de conforto e esperança aos patrícios.
De realçar que actual crise política guineense ganhou proporções preocupantes com as recentes acusações do Primeiro-ministro daquele país, Domingos Simões Pereira, em como o Presidente da Republica quer derrubar o Governo. Isto numa altura em que os guineenses e a Comunidade Internacional já começavam a acreditar que na paz duradoura e na prosperidade na Guiné Bissau.
Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em Cabo Verde residem cerca de 5500 guineenses.
Sanny Fonseca
#asemana.publ.cv

Costa do Marfim: Presidente Alassane Ouattara anunciou o início dos trabalhos de Metrô de Abidjan para este ano.

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Conférence

Boa notícia para as populações de Abidjan. É iminente. O Presidente Alassane Ouattara anunciou durante a sua tradicional mensagem à nação como parte da comemoração do Dia da Independência da Costa do Marfim, esta quinta-feira, 6 agosto, o início das obras do Metrô Abidjan para este ano. '' Finalmente, para permitir que centenas de milhares de cidadãos viagem em melhores condições, vamos começar este ano o trabalho de Metrô de Abidjan '', garantiu o Chefe de Estado no primeiro canal de televisão da Costa do Marfim. O presidente aproveitou este fórum para falar dos esforços consentidos para o bem-estar dos marfinenses e as pessoas que vivem na Costa do Marfim. Estes incluem a auto-estrada do norte, a junção da ponte Henri Konan Bédié, as mudanças na Riviera 2, redirecionamento de Boulevard de France, as pontes de Bouaflé e Jacqueville. A margem desse avanço de infra-estruturas, ele discutiu reformas educacionais com a adoção da nova política de "escolaridade obrigatória" para crianças de 6 a 16 anos a partir do ano 2015-2016. No âmbito das reformas, o sistema de saúde não foi ocultado. '' Nós trabalhamos para definir os padrões de nosso sistema de saúde, foram feitos esforços financeiros consideráveis ​​para reabilitar nossas universidades e hospitais regionais '', observou ele. Ele disse que, na mesma dinâmica que recursos significativos foram liberados, para abertura do Hospital Geral de Gagnoa, Hospital Geral Adjamé, os trabalhos do hospital de Angré, isso para não citar os outros. E, finalmente, para reabrir, ele anunciou, o novo departamento de emergência com uma plataforma técnica de '' nível muito elevado '' no Hospital Universitário de Cocody.

O aumento dos salários dos funcionários públicos e melhoramento dos rendimentos dos agricultores têm sido revistos. '' O rendimento dos nossos pais agricultores ascenderam a mais de 5.000 milhões na última safra, '' eles estavam felizes.

Além disso, em preparação para a próxima eleição presidencial a ser realizada no dia 25 de Outubro, o Sr. Ouattara não poderia estar mais do que animado. '' Existem todas as condições para eleições justas, livres e transparentes e em um clima pacífico, '' ele está tranquilo. Lembrou da crise pós-eleitoral, de dezembro de 2010 a abril de 2011, que se desencadeou na sequência da recusa do ex-chefe de Estado Laurent Gbagbo de ceder o poder a Alassane Ouattara o atual presidente, essa crise matou mais de 3.000 pessoas, de acordo com o números oficiais.

Em suma, o presidente garantiu no seu discurso à nação no 55º aniversário da independência de Costa do Marfim os esforços para melhorar a vida dos seus cidadãos.

De Danielle Tagro

#abidjan.net

O Presidente da Serra Leoa desafia os críticos ao estender o período de emergência.

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Presidente da Serra Leoa Ernest Bai Koroma. FOTO | ARQUIVO

O Presidente da Sierra Leoa Ernest Bai Koroma estendeu a emergência pública declarada de travar a propagação da epidemia de Ebola, apesar da forte oposição da opinião pública.

Mas o presidente, em uma declaração nesta sexta-feira, levantou uma série de restrições fundamentais, incluindo a proibição de reunião pública, que grupos de direitos humanos e da sociedade civil dizem ser um abuso em detrimento das liberdades civis.

O movimento seguiu a caducidade das regulamentações aprovadas pelo parlamento na quinta-feira.

O Presidente Koroma, no comunicado publicado no site da Presidência listou sucessos alcançados ao longo do ano com a imposição do estado de emergência.

"Tivemos enormes ganhos e hoje temos apenas quatro casos confirmados em todo o país e apenas duas correntes de transmissão. 9 dos 14 distritos não têm registrado um caso confirmado por mais de 110 dias ", disse ele. "Mas ainda não estamos fora de perigo."

Outras restrições levantadas incluem limitação de período de negociação, a proibição de actividades desportivas, bem como a proibição de casas noturnas e centros de exibição de vídeos.

No entanto, a proibição de mercados e comércio em geral aos domingos permanece em vigor.

O tempo de operação de Okadas - os populares táxis bicicleta a motor - foram novamente prorrogado até meia-noite.

O presidente disse que essas medidas  "já não são consideras necessárias, nesta fase da luta."

Encerramento da empresa

Mas aos empresários advertiu o risco de encerramento ou interrupção dos seus negócios e atividades, se eles não cumprirem o especificado protocolo de prevenção de Ebola, incluindo o rastrear de temperatura, a lavagem das mãos e prevenção de superlotação.

Esta é a terceira vez que a emergência foi prorrogado em Serra Leoa, que registrou 3.585 casos e 3.585 mortes pela doença viral que se espalhou da vizinha Guiné em março de 2014.

De acordo com os regulamentos internacionais de saúde, a Organização Mundial da Saúde só declarará um país livre de uma epidemia após este atingir de zero os novos casos em 42 dias consecutivos após o último teste negativo no paciente.

Liberia está atualmente em contagem regressiva.

Apenas Serra Leoa e Guiné estão lutando com a doença.

"Até esse ponto, o meu governo considera prudente manter em vigor as restrições de teclas para proteger a saúde pública", disse o presidente Koroma.

#africareview.com

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