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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Ghana: Autor do casamento no século 21.

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Um documentário de cinco minutos sobre o casamento.
Slug: Casamento no século 21
O casamento é uma união entre dois adultos-um consentimento do homem e de uma mulher que estão prontos para viver juntos como marido e mulher. Acredita-se que seja uma instituição criada por Deus, e ele vem com benefícios de procriação e companheirismo. O sistema ou procedimentos de casamento são muito diferentes em cada sociedade em todo o mundo. Os africanos têm tantos grupos étnicos e, portanto, têm diferentes formas pelas quais as suas cerimônias de casamento são realizadas. Em relação a este GRUPO HAJUBEL apresenta um documentário sobre "CASAMENTO NO SÉCULO 21"
Uma investigação sobre os típicos cerimônias de casamento no Gana descobriram que o casamento costumeiro dos vários grupos étnicos costumava ser organizado de uma forma muito simples. Antes de norma constitucional e da evolução religiosa, os ritos matrimoniais tradicionais foram aceitos por todos como uma forma de finalizar ou fechar uma relação entre um homem e uma mulher. Uma entrevista com Madame Senyo Dogbe revelou que não era caro para organizar cerimônias de casamento no passado, em comparação com a natureza altamente sofisticado e caro de casamentos de hoje.

Depois de anos que se passaram, o século XIX, XX e sobretudo os vigésimos e vigésimos primeiros séculos têm visto uma fusão do casamento costumeiro e casamento sob ordenança popularmente conhecido como "casamento branco". Embora as leis de Gana reconhecem ambos os casamentos, o jovem ganês vê o casamento costumeiro como um "engajamento", que eles não pensam finalizar o casamento. Para muitos dos jovens senhoras "vestidas de branco" o casamento é o que finaliza a união. Gana é dominada por dois grandes grupos religiosos, os cristãos e os muçulmanos.

De acordo com as leis do Gana, algumas igrejas foram licenciadas pelo tribunal de lei para oficializar casamentos em seu nome. O "vestido branco" o casamento é altamente associado com os cristãos que fazem o uso de anéis como um símbolo da união depois de terem trocado votos. Além dos trajes caros e anéis da noiva e do noivo, decorações extravagantes são feitas em vários locais de celebração e o local de jantar. No entanto, um conselheiro matrimonial na divisão da vida familiar por Calvary Baptist Church, Rev. Dr. Agyei Mensah,  dizem, que o casamento é relevante nestes tempos.

Os muçulmanos não usam o "vestido branco", como no caso dos cristãos, mas também adotam o uso de anéis nos últimos tempos.
Estudos têm demonstrado que a natureza dinâmica da sociedade tem afetado várias práticas na sociedade africana de que os ritos do casamento não são uma exceção. Hoje, as famílias não são os únicos a se juntar seus filhos no sagrado matrimônio. Rev. Agyei Mensah diz que o casamento impede as famílias de anular casamentos a seu próprio critério. Ele aconselhou que os casamentos luxuosos, não importa como é o caso daqueles que dizem que não têm dinheiro para se casar, ele disse: 'não é preciso dinheiro para troca de votos.

fonte: ghanaweb.com





Guiné-Conacri: Ban saúda a assinatura pelos partidos políticos da Declaração evitando Violência.

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Falando contra a brutalidade policial (foto de arquivo).


Secretário-Geral Ban Ki-moon, saudou hoje a assinatura de uma declaração conjunta dos atores políticos na Guiné para resolver as diferenças sobre os preparativos para as eleições legislativas paralisadas e outras questões polêmicas através de meios pacíficos.

"A declaração conjunta apela a todos os partidos políticos para que se abstenham de quaisquer manifestações violentas e confirma a sua determinação em resolver as questões pendentes através de soluções pacíficas e negociadas", segundo um comunicado divulgado pelo porta-voz de Ban Ki-moon.

Ban Ki-moon saudou ainda a declaração feita pelo Presidente Alpha Condé hoje expressando sua disposição de tomar medidas para garantir a transparência e a credibilidade do processo eleitoral, com o envolvimento de parceiros internacionais.

Em março, os protestos no país do Oeste Africano relacionado às urnas levou a várias mortes e centenas de feridos. Naquela época, tanto Secretário-Geral Ban Ki-moon e o escritório de direitos humanos da ONU pediram calma em meio à violência e pediram que os atores políticos na Guiné prossigam o diálogo para criar condições para eleições pacíficas.

O porta-voz disse que o secretário-geral continua a encorajar o Governo e os líderes da oposição para o diálogo construtivo para superar os desafios atuais no processo eleitoral,

Congratulou-se com o papel desempenhado pela equipe de facilitadores para esse diálogo, nomeadamente através do seu Representante Especial para a África Ocidental, Said Djinnit, que na semana passada se reuniu com uma série de partes guineenses interessadas a explorar formas de retomar as discussões.

"Ele permanece esperançoso de que este diálogo político lançará as bases para a paz sustentável e estabilidade na Guiné e garantir a realização de eleições legislativas, logo que possível", disse o porta-voz.

fonte: allafrica.com

VIVA O 25 DE ABRIL, VIVA A REVOLUCÃO DO POVO PORTUGUÊS.

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Em Portugal, os Militares de Abril travaram a ditadura fascista e a continuação da guerra colonial. Sem a classe castrense tal feito não seria possível, devolver o poder ao Povo Português, com ele a esperança e a liberdade de mãos dadas, rumo a um País mais justo e solidário. Uma motivação revolucionária deu à “luz” uma mentalidade nova para sempre.
Mas os políticos e governantes que vieram após a revolução de Abril, tempos depois começaram a “estragar” pouco a pouco, este sonho de liberdade para os filhos e netos de ABRIL. Hoje, os Capitães de Abril, estão tristes pelos “filhos”, porque está à vista um resultado do desgoverno, melhor, de sucessivos governos que levaram Portugal à recessão, o que fizeram ao longo de vários governos, sujando e metendo na lama, esta glória da revolução Portuguesa, que é o 25 de Abril de 1974.

Resultado de má política dos governantes, levou este País ao estado a que chegou, independentemente desta crise que é universal, este “golpe” enfraqueceu a vitalidade deste Povo. Atingiu a sua auto-estima, há uma revolta transversal que afecta o Povo na sua globalidade. Gente dura, madura, lutadora, que agora resiste, procurando um novo caminho de liberdade, e ainda mais segura, alicerçada num novo conceito de fazer política mais realista, a partir da realidade do Povo Português, com menos imitação possível, erguendo sua voz activa, colada à revolução de Abril, mas mais adaptada aos dias de hoje, uma vez mais e especialmente desta vez, começarmos por dizer basta em busca de um futuro melhor para Portugal!

Basta e porquê? Para dizer que o romantismo político do anterior 25 de Abril de 1974, esgotou há muito tempo, não faz parte deste estado de espírito actual em que se encontra Portugal.
Se outro “25” de Abril se repetir, não estarão cravos vermelhos para tapar a “boca” das armas, o fogo desta vez, será direccionado para os responsáveis desta situação de pobreza a que chegou o País. Há que devolver o que foi retirado ao seu legítimo dono ao longo dos tempos, “o Povo, é quem mais ordena”.

VIVA O 25 DE ABRIL, SEMPRE!
Na Guiné-Bissau, sem fazermos comparações de chapa, pois não se comparam “coisas” diferentes, porque à partida praticamos uma descriminação, então realço somente e apenas, esta coincidência das Lutas dos dois Povos distintos, pela Liberdade, Justiça e Igualdade de Direito entre os Cidadãos.
Refiro-me porem à Luta de Libertação Nacional na Guiné-Bissau, onde as Forças Armadas Revolucionárias do Povo, conquistaram vitoriosamente tudo no campo militar, político e diplomático, para a seguir oferecerem à Guiné-Bissau e Cabo Verde, a Independência, a Nacionalidade, a Liberdade e Justiça Social, cumprindo deste modo o seu programa mínimo do PAIGC.
Mas hoje, após quarenta anos de independência do País (Guiné-Bissau), ninguém tem dúvidas que este resultado glorioso da Luta pela Independência, ficou manchado por corrupção e injustiças cometidas contra o direito e liberdade dos cidadãos.
Hoje sabemos que os Militares e os Políticos Guineenses, são os únicos responsáveis pelo País estar na lama, o que vem provar que a Democracia falhou na Guiné-Bissau.
A coincidência a que me refiro atrás, tem que ver com o facto de que em Portugal, apontamos o dedo à classe política, pela situação em que se encontra o País.
Na Guiné-Bissau, apontamos o dedo aos Militares e Políticos, pelo atraso global do desenvolvimento do Pais.
Uma coincidência aqui, é o facto de ambos os Países (num muito mais do que no outro) fazerem má escolha nas políticas a seguir, fracassados pelo método de escolha, sem sucessos nos resultados esperados.
Durante décadas, quase sempre os mesmos governos, estragaram e continuam a estragar cada vez mais, numa compulsão que lembra uma condição comportamental neurótica, em que o “paciente” sabe do que sofre, mas não tem capacidade de mudança de comportamento anormal para um outro padrão mais saudável e deixar de sofrer. Vai fazendo sofrer todos os que o rodeiam, infelizmente e, esta condição de incompetência perante os factos torna-se crónica, permanece por muitos e longos anos por vezes e, sem solução à vista para melhorar os resultados para positivos.
Posto isto, há que reequacionar, analisar profundamente os erros cometidos e, de seguida, apostar num movimento de mudança, com novas políticas, novas oportunidades. Trilharmos um caminho mais justo e novo, rumo à felicidade para os dois Povos, dignos de uma nova e desejada vida melhor e boa sorte para os seus cidadãos.
VIVA O 25 DE ABRIL E, SEMPRE!

Djarama. Filomeno Pina.
 

Agricultores do Uganda revelam fórmula do sucesso.

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Se África quiser combater a fome deve aumentar significativamente as colheitas e reduzir drasticamente os custos de produção. Estudos mostram que isso é possível com a ajuda da agricultura biológica.
"Olhe para ali", diz Vincent Ssoko, apontando para as suas bananeiras, um grande manto verde a oscilar com a brisa quente. "Digo sempre aos meus vizinhos: Façam como eu. Cavem um buraco que dê às plantas espaço suficiente para crescer, encham-no com estrume e não ponham as plantas muito próximas umas das outras." Os vizinhos compram adubo caro para aumentar a produção, mas têm piores colheitas, conta o agricultor ugandês.
Agricultor ugandês, Vincent Ssoko
A vida corre bem a Vincent Ssoko. Em 1998, Ssoko começou num terreno do pai, com três hectares. Hoje, já cultiva produtos em 49 hectares. Os seus campos ficam na região de Kayunga, a três horas de carro da capital, Kampala.
A receita para o sucesso: A agricultura biológica. Não é nenhuma ciência, diz o agricultor de 46 anos. "Trata-se apenas da rotação de culturas e da utilização de estrume de vacas em vez de químicos caros. E, em vez de pesticidas, utilizo urina e cinzas contra as pragas de insetos."
Orgânico traz mais lucros
Hoje em dia, Ssoko planta bananas, ananases e café – todos produtos biológicos e frutos de exportação do Uganda, que se dão bem no clima quente e húmido.
Ssoko tem um certificado de produtor biológico. Com o documento na mão, pode exportar as suas colheitas para a Europa. Ssoko aponta orgulhoso para os seus ananases: 20 cêntimos de euro é quanto o agricultor recebe por fruto. No mercado local, ele só receberia uma pequena fração desse valor, 4 cêntimos.
Se África quiser saciar a fome, há uma simples fórmula que os 900 milhões de agricultores no continente podem seguir. As colheitas têm de aumentar significativamente e os custos de produção devem reduzir drasticamente.
Um estudo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente mostrou num relatório de 2010 como é que isso pode ser feito. O estudo diz que as receitas podem aumentar até 80% com a agricultura biológica.
De tudo um pouco
Cesto de produtos biológicos "Made in Uganda"
Em Kampala, Judith Nabatanzi está sentada em frente ao computador e escreve no teclado. Nabatanzi é diretora da "Shop Organic" – "Compre biológico". Aqui, pode-se encontrar de tudo um pouco. De vagens de baunilha a cenouras orgânicas, passando por cremes de mão biológicos de Jojoba.
Nabatanzi recolhe as ordens dos clientes para o serviço de entregas. "Os agricultores da região dizem-nos que produtos estão disponíveis com até um dia de antecedência. Os nossos clientes fazem depois os pedidos, que estou a recolher. A seguir, faço a guia de remessa e reúno os produtos", diz. Hoje é um dia movimentado.
A "Shop Organic" é a única do género no Uganda e pertence à Nogamu, a associação-mãe dos agricultores biológicos ugandeses.
Maiores colheitas
O diretor da Nogamu, Moses Muwanga, recebe os jornalistas da Alemanha com uma taça de chá verde biológico, "Made in Uganda". Ele confirma os números do Programa das Nações Unidas: a agricultura biológica traz, de facto, um aumento dos lucros para África. Muwanga conhece casos em que os rendimentos chegaram mesmo a duplicar:
"Muitos agricultores cultivam produtos biológicos quase automaticamente. Ou seja, não usam substâncias sintéticas. Mas, ao mesmo tempo, não utilizam métodos da agricultura biológica. Mas assim que usam adubo natural ou fazem a rotação de culturas, por exemplo, os lucros duplicam".
O volume das colheitas também aumenta, garante Moses Muwanga. "Porque a terra está praticamente livre de químicos e reage muito depressa, tendo uma produção muito mais elevada", diz.
Quando Muwanga esteve numa feira de produtos biológicos na Alemanha, em 2010, conseguiu ordens de compra para os agricultores ugandeses na ordem dos 200 milhões de dólares. Mas, por enquanto, o Uganda só consegue exportar 40 milhões de dólares em produtos biológicos. Ainda há muito potencial por explorar.
Uma das coisas a fazer é aumentar o número de agricultores com certificados biológicos. Atualmente, existem apenas 200 mil agricultores com um certificado internacional de exportação. A Nogamu trabalha com cerca de 1,2 milhões de agricultores biológicos. Para muitos deles, os certificados ainda estão bastante acima das suas possibilidades. "24 mil dólares", diz Muwanga.

Fonte: DW.DE

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