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terça-feira, 10 de junho de 2014

Brasil: Uma revelação bombástica...

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Dinheiro p'ra portos em Cuba, grana perdida no caso 
Pasadena( rombo na Petrobrás), milhões para o Congo!.
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E agora, literalmente, bola fora na Copa!... 
Gastos e mais gastos...



José Casado - O Globo - 10/06/2014
Crescem suspeitas sobre contratos de US$ 1,1 bilhão concedidos a uma empresa brasileira pela cleptocracia do Congo, que recebeu o perdão de 79% da dívida do país
Numa tarde de quarta-feira de um ano atrás, 22 de maio, Dilma Rousseff pediu e o Senado concedeu, sem debate, perdão sobre 79% da dívida que o Congo-Brazzaville mantinha pendente com o Brasil há quatro décadas.O débito somava US$ 353 milhões. O governo brasileiro renunciou a US$ 278 milhões. Aceitou receber US$ 68,8 milhões — em até 20 parcelas trimestrais até 2019 —, do país que é o quarto maior produtor de petróleo da África. 
O perdão de Dilma foi o desfecho de uma operação iniciada em 2005 no Ministério da Fazenda, sob o comando de Antonio Palocci. O objetivo era abrir caminho para empreitadas privadas brasileiras no Congo-Brazzaville.
Cravado no coração africano, tem o tamanho de Goiás. É referência no mapa de produção de petróleo e se destaca na rota dos diamantes “de sangue” — sem origem —, moeda corrente no submundo de armas e do narcotráfico.
Seus quatro milhões de habitantes sobrevivem com renda per capita (US$ 2.700) semelhante à do Paraguai. O poder local está concentrado no clã de Denis Sassou Nguesso, de 71 anos, que se tornou um dos mais longevos cleptocratas africanos. Ex-pobres, os Nguesso detêm bilionário patrimônio no qual constam 66 imóveis de luxo na França, em áreas nobres do eixo Paris-Provence-Riviera — segundo documentos de tribunais de Londres e Paris.
O herdeiro político, Denis Christel Nguesso, dirige os negócios do petróleo e tem peculiar apreço pela ostentação: extratos de seuscartões de crédito, anexados a processos por corrupção na França e no Reino Unido, sugerem uma rotina de extravagâncias na compra de roupas no circuito Paris-Mônaco-Marbella-Dubai. Para a Justiça britânica é óbvio que ele é financiado “pelos lucros secretos obtidos em negociações da estatal de petróleo”, como afirmou o juiz Stanley Burnton em sentença.
Os Nguesso têm intensificado seus laços com o Brasil. Com o perdão da dívida caloteada nos anos 70, o clã congolês já entregou US$ 1 bilhão em contratos ao grupo Asperbrás, controlado pelos empresários José Roberto e Francisco Carlos Jorge Colnaghi, de Penápolis (SP), cuja receita com a venda de tubos e conexões no mercado brasileiro foi de US$ 15 milhões no ano passado.
Do total contratado, US$ 400 milhões foram para perfuração de quatro mil poços artesianos. O preço médio (US$ 100 mil por furo) ficou dez vezes acima do que é pago pelos países vizinhos. Outros US$ 200 milhões foram destinados a um mapeamento geológico por fotografia, nove vezes mais caro do que o similar executado em Camarões com crédito do Banco Mundial. E houve mais US$ 500 milhões para a construção de alguns galpões industriais em área próxima da capital.
A oposição e organizações civis internacionais com atividade no país estão convencidas de que os Nguesso agregaram a Asperbrás aos seus interesses patrimoniais. Os Colnaghi têm crescido em negócios centro-africanos, às vezes apoiados pelo empresário Maxime Gandzion, predileto dos Nguesso para contratos de petróleo. No Brasil mantêm relações fluidas com Palocci, um dos mais discretos caciques do PT, ex-ministro e chefe da campanha eleitoral de Lula em 2002 e de Dilma em 2010. Costumam emprestar-lhe aviões da frota familiar, especialmente um modelo Citation (prefixo PT-XAC).
# averdadesufocada.com

Abdoul Mbaye é o novo chefe do governo do Senegal

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Abdoul Mbaye tornou-se hoje o novo Primeiro Ministro senegalês. Empresário e antigo banqueiro, tem 59 anos de idade, é pouco conhecido do público, mas tem a reputação de ser rigoroso. Prioridade absoluta: o saneamento da economia do seu País.

Abdoul Mbaye é o primeiro chefe do Governo senegalês da era pós-Abdoulaye Wade, e deseja fazer uma ruptura da gestão pública do seu País. Primeira decisão importante: Reduzir para 25 membros o novo elenco governativo.
As suas prioridades são o ensino, a saúde, e a baixa dos preços de produtos de primeira necessidade.
O espinhoso problema da Casamança, no Sul do País - a braços com uma rebelião independentista há cerca de trinta anos - será outra das suas prioridades, como tinha sido anunciado pelo recém eleito Presidente Macky Sall, durante a campanha eleitoral.
Ahmed Kébé, Professor na Universidade Cheikh Anta Diop, em Dacar, falou à RFI do novo chefe do executivo senegalês, começando por fazer o seu perfil.

# rfi.fr

Nigéria: Boko Haram suspeito de ter levado uma vintena de meninas.

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Des troupes nigérianes circulent dans le village de Baga le 31 mars 2014.
Tropas nigerianas patrulhando as ruas da cidade de Baga em 31 de março de 2014@ AFP.


Pelo menos vinte mulheres jovens foram sequestradas no sábado, no nordeste da Nigéria por supostos membros do Boko Haram. O seqüestro ocorreu perto de Chibok, a cidade onde mais de 200 estudantes foram levadas para há quase dois meses.

Os números ainda não são precisos, mas pelo menos uma dúzia de jovens foram raptadas no sábado, 7 de junho, próximo a Chibok no nordeste da Nigéria, por supostos membros do grupo terrorista Boko Haram. Este novo seqüestro ocorreu em uma comunidade Fulani na aldeia de Garkin e seus arredores, a 8 km de Chibok, onde mais de 200 estudantes do ensino médio tinham sido reptadas em meados de abril.

"De acordo com as informações disponíveis, os homens armados chegaram pouco antes do meio-dia (11:00 GMT), e capturaram 20 mulheres e três homens jovens que guardavam a aldeia, disse Alhaji Tar, um membro de uma milícia de auto-defesa local. Todos os homens tinham ido ao campo para pastar os seus rebanhos quando os seqüestradores chegaram. "

Nigéria: confrontos em Kano após a nomeação de Lamido Sanusi como emir.

O medo de represálias
Informações variam de acordo com o número de mulheres raptadas neste acampamento nômade de Fulani, um grupo étnico predominantemente muçulmano. Nenhum contato foi estabelecido com os seqüestradores. Mas uma fonte dentro da Comissão Nacional de Direitos Humanos declarou que "nenhuma criança havia sido raptada" e que as mulheres seqüestradas "tinham entre 15-30 anos." Por sua vez, um funcionário local da Associação de Criadores de rebanhos (Peul) Miyetti Allah da Nigéria (Macban) afirmou que 40 mães jovens foram levadas em veículos "para um destino desconhecido."

Segundo ele, os sequestros similares ocorreram nesta região, mas as pessoas têm muito medo de falar por medo de represálias. "Esta não é a primeira vez que as mulheres são raptadas na região. Elas são liberadas somente quando nós pagamos o resgate com gado aos sequestradores", ele disse. "Eles vêm batem-a-porta, raptando mulheres e jovens. Então elas são levadas para seus veículos e demandam como resgate entre 30 e 40 vacas para a sua libertação", disse ele. De acordo com ele, os moradores pagam o resgate, mas não informam as autoridades.

Boko Haram intensificou seu ataque
Um funcionário do governo do Estado de Borno, disse solicitando o anonimato, que as autoridades estavam cientes do sequestro no sábado, mas negaram terem sido informados de seqüestros anteriores. "Esta é a primeira vez que ouvimos falar de sequestros de mulheres Fulani e procuram estabelecer as circunstâncias do rapto", ele disse.

Nem o exército nigeriano e nem a polícia ainda tinha respondido. Coordenador Mike Omeri do National Clearinghouse, um serviço do Ministério da Informação, por sua vez, indicou que não tinha recebido nenhuma informação sobre esses sequestros.

Desde o sequestro de estudantes em 14 de abril, o Boko Haram tem intensificado seus esforços, particularmente no Estado de Borno, onde a organização atacou pelo menos quatro aldeias na semana passada, deixando centenas de mortos. O exército nigeriano disse, segunda-feira, que havia impedido os ataques "maciços" em aldeias em Borno e Adamawa, no último fim de semana na parte nordeste.

# jeuneafrique (Com AFP)

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