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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Primeiro-ministro guineense desmente elo com terrorismo.

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Depois do grupo de partidos políticos democráticos ter, no passado fim-de-semana, ameaçado apresentar queixa contra o presidente no tribunal penal internacional por alegadamente encobrir supostos elos entre o primeiro-ministro e terroristas, foi a vez de Umaro Sissoco Embaló responder. O primeiro-ministro guineense desmentiu as acusações e disse ter em mãos documentos comprometedores sobre as figuras proeminentes do movimento, Domingos Simões Pereira e Nuno Nabian.





Continua a escalada verbal entre os líderes políticos da Guiné-Bissau depois de dois líderes da oposição ameaçarem entrar com uma queixa-crime no Tribunal Penal Internacional contra o Presidente guineense, José Mário Vaz, por alegado encobrimento de supostas ligações terroristas do primeiro-ministro, agora foi Umaro Sissoko Embaló que veio responder aos ataques.
Num comício popular num bairro de Bissau perante um grupo de amigos, Umaro Embaló negou que alguma vez tenha tido qualquer ligação ao terrorismo e ainda disse que ninguém do seu governo é terrorista.
O primeiro-ministro afirmou que a ser acusado de algum acto terrorismo seria terrorista em prol do desenvolvimento do país.
Quanto à ameaça de queixa no TPI contra o Presidente José Mário Vaz, Umaro Embaló diz estar tranquilo e que aguarda que os autores da ameaça avancem com a queixa.
Umaro Embaló avisou os autores dessa ameaça de que também ele está na posse de documentos que poderão comprometer o ex-primeiro-ministro e líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira e Nuno Nabian, presidente do partido Assembleia do Povo Unido, Partido Social Democrata da Guiné-Bissau.
Umaro Embalo disse que todo esse ataque à sua pessoa deve-se aos êxitos que o seu governo está a ter e que os outros não tiveram. Mais pormenores com Mussá Baldé, Bissau.
fonte: RFI
Correspondência da Guiné-Bissau

Trump adverte Pyongyang para que não o subestime, mas oferece caminho à desnuclearização.

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Donald Trump discurso no Parlamente sul-coreano

Presidente americano afirma estar mais disposto que seus antecessores a responder a qualquer provocação da Coreia do Norte
O Presidente americano advertiu o líder da Coreia do Norte que qualquer acção provocadora de Pyongyang será um “erro de cálculo fatal” e pediu para que não subestime a sua Administração.
As afirmações de Donald Trump foram feitas durante um discurso nesta quarta-feira, 8, (horário local) na Assembleia Nacional da Coréia do Sul, em que garantiu estar mais disposto do que os seus antecessores a usar a força militar contra a Coreia do Norte se continuar a ameaçar os Estados Unidos e seus aliados.
"Esta é uma administração muito diferente das que os Estados Unidos tiveram no passado, não subestimem nem nos tentem”, disse Trump, quem alertou Kim Jong Un para as contínuas provocações nucleares que poderão resultar na destruição do seu regime.
"As armas que estão a adquirir não fazem de vocês mais seguros, estão colocando o vosso regime em grave perigo", disse Trump no que ele chamou de uma mensagem "directa" para Kim.
"A Coréia do Norte não é o paraíso que o seu avô imaginou. É um inferno que ninguém merece", acusou o Presidente americano que pediu uma "desnuclearização completa e verificável" da península coreana.
"Todas as nações responsáveis devem unir forças para isolar o regime brutal da Coreia do Norte para negar qualquer forma de apoio ", pediu Donald Trump.
Entretanto, ao contrário do que tem dito, o Presidente pediu a Kim Jing Un que aceite o caminho do diálogo e desmilitarização.
No seu discurso, o Presidente americano mostrou o contraste existente entre as duas Coreias, destacando o enorme desenvolvimento do Sul, que é um dos países mais desenvolvidos do mundo.
fonte: VOA

ANGOLA: "Isabel dos Santos, filha do Presidente cessante tem de ser exonerada", defende jurista

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O jurista Albano Pedro diz que a exoneração de Isabel dos Santos da presidência da Sonangol é fundamental se Angola quiser combater os interesses económicos instalados e os grandes monopólios.
fonte: DW África
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O recém-eleito Presidente João Lourenço prometeu combater a corrupção tanto na campanha eleitoral como no discurso sobre o estado da Nação.
Alguns observadores mostram-se supreendidos com o facto do atual chefe de Estado ter já tomado medidas para combater a falta de transparência no país, referindo-se, por exemplo, à recente exoneração do secretário dos Assuntos Económicos da Presidência, Carlos Aires da Fonseca Panzo, com base em alegações das autoridades suíças que poderão dar origem a crimes face à lei suíça e angolana.
Mas para Albano Pedro, que é jurista e professor universitário na Universidade Gregório Semedo em Luanda, "isto não é sinal nenhum de combate à corrupção".
Angola Sitz der Erdölfirma Sonangol
Sede da Sonangol em Luanda, Angola
DW África: O Presidente de Angola, João Lourenço, está a levar a sério a promessa de acabar com a corrupção? Vai, de facto, tomar medidas concretas nesse sentido?
Albano Pedro (AP): Até agora, o que sabemos é que tudo não passou de discursos. Tivemos um discurso durante a campanha e esperámos que esse discurso fosse confirmado no discurso à nação. Felizmente foi, o que demonstra que o Presidente eleito está de facto determinado e que aquilo que foi prometido na campanha eleitoral vem de um projeto sério e não de um jogo de campanha.
DW África: Desde que João Lourenço tomou o poder já houve algumas alterações, como a rápida exoneração de Carlos Aires da Fonseca Panzo, secretário dos Assuntos Económicos da Presidência, e também algumas mudanças no GRECIMA. São indícios de que João Lourenço está a cumprir a tarefa de combater a corrupção?
AP: Para mim isto é um mero indício do ajustamento de uma máquina que concilia os interesses do Presidente cessante e de João Lourenço. Isto não é sinal nenhum de combate à corrupção. Aliás, se fosse, ele teria de mudar as figuras praticamente todas. Vimos que até agora não mexeu no Governador do Banco Nacional de Angola, nem no Ministro das Finanças.
DW África: É sabido que João Lourenço depende da máquina do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), ainda liderado por José Eduardo dos Santos. É por isso que João Lourenço não toca nos interesses dos grandes do partido e nos próprios familiares do Presidente cessante?
AP: Penso que a questão de mexer ou não é uma questão de concertação interna. De outra forma nós estaríamos perante um Presidente que estaria a querer dar um tiro no seu próprio pé e a combater a sua própria organização.
DW África: Será que João Lourenço está de facto determinado em combater os interesses económicos instalados e os vários monopólios em Angola?
AP: Percebemos que ele está disposto a quebrar certos monopólios. Ele falou no monopólio do cimento, entre outros, que sabemos que são monopólios dominados por pessoas ligadas ao poder e não vale a pena citar nomes. Quando ele diz que os vai combater, estou convencido que ele teve uma concertação interna nesse sentido. É como se o Presidente anterior tivesse descartado a função de repor a realidade e a tivesse transferido para o novo Presidente.
Joao Manuel Goncalves Lourenc Verteidigungsminister Angola
João Lourenço foi empossado Presidente de Angola em setembro
DW África: Há quem defenda que o Presidente deve recolocar a Sonangol ao serviço dos interesses do país, exonerando Isabel dos Santos.
AP: Para mim a questão da exoneração de Isabel dos Santos é fundamental. Não por causa da capacidade para gerir a Sonangol, mas por causa dos milhares de interesses que ela tem na economia angolana. Basta notarmos que ela é a pequena sombra por detrás dos grandes monópolios que Angola tem: o monopólio do cimento, das telefonias móveis, dos combustíveis… Ela tem uma presença permanente. Essa confusão entre a gestão pública e a gestão privada só pode ser desfeita se ela for afastada da Sonangol. Portanto, ela tem de ser exonerada, é indubitável.
DW África: Acha que reina o medo entra as figuras do passado: entre os que enriqueceram à custa do erário público?
AP: Evidentemente, porque as pessoas não têm alternativa. As pessoas não conseguem ver novas formas lícitas de enriquecimento para as quais se possam desviar e então reina o medo. Reina o medo de serem punidos, de perderem oportunidades, de não conseguirem novas formas de enriquecimento. E o que vão fazer? Vão aperfeiçoar os mecanismos, porque não vão querer empobrecer.

Moçambique: Com que cara ficará o Governo após investigação do FBI?

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O FBI e o Departamento de Justiça norte-americano investigam bancos envolvidos nas dívidas ocultas moçambicanas. Mas, como entidade soberana, o Governo de Moçambique não é obrigado a cooperar; diz economista.
fonte: DW África
U.S. Dollarnoten (picture alliance/J. Greve)
De acordo com informações do Wall Street Journal, o FBI e o Departamento de Justiça norte-americano estão a investigar três bancos envolvidos nas dívidas ocultas moçambicanas: o Credit Suiss, VTB e BNP. Mas a auditoria independente da Kroll a estas dívidas carece de informações relevantes para se esclarecer alguns pontos importantes. É que as autoridades moçambicanas recusaram-se a disponibilizar algumas informações.
A investigação norte-americana já decorre há cerca de um ano. Que interpretações se podem fazer desta iniciativa? Para responder, a DW África entrevistou o economista moçambicano Tomás Tibana:
DW África: Qual o significado dessa investigação?
Tomás Tibana: Neste momento, ela tem um significado particular. Sobretudo, porque nós sabemos que ainda há lacunas que precisam ser fechadas na auditoria efetuada com a Kroll. Essas lacunas resultam da obstrução que foi feita à essa auditoria pelas autoridades moçambicanas.
DW África: Pode-se subentender que as partes que se recusaram fornecer as informações importantes poderão ser, desta vez, obrigadas a fazê-lo?
TT: Por um lado, as partes externas, sim, aqueles bancos. Pelas normas dos mercados onde eles operam, sim. Essas partes externas terão de fornecer informação na medida em que operem naqueles mercados - caso contrário, serão suspensos. Há sanções nesse sentido e, por isso, deverão cooperar com os reguladores. Por outro lado, a parte interna, a nossa, deverá ter problemas. Se essas entidades colaborarem com os reguladores desses mercados com a informação que omitiram aqui, significa que os indivíduos daqui serão expostos. Mas isso também depende do tempo que a investigação deverá levar para ser julgada, internamente, ou pelos tribunais lá. Em última instância, uma parte da verdade que possa ter sido ocultada pelos daqui - se de facto estiverem na posse desses bancos - será descoberta pelos reguladores, porque esses vão apresentar todas as peças.
USA FBI Logo in Washington (picture-alliance/dpa/EPA/M. Reynolds)
Logo do FBI
DW África: Mas de que maneira Moçambique seria afetado?
TT: Os reguladores internacionais - externos, de outras jurisdições - não podem obrigar Moçambique. A não ser que, em certos aspetos, operadores em Moçambique tenham passado por lá e sejam obrigados a essas sanções. Por exemplo, bancos que possam ter feito transações com outros e sejam aproximados pelos reguladores para dar a sua parte na história. Sobretudo, tendo-se em conta que são bancos internacionais em Moçambique. Eles até podem ter problemas com os reguladores, já que operam nesses mercados. A história do Governo como a entidade soberana torna a alçada desses reguladores fora de questão.
DW África: O fato de Moçambique estar envolvido numa situação pouco transparente com esses bancos não continuará a impedir, ou a dificultar, a atração dos investimentos estrangeiros de que tanto precisa?
TT: Moçambique tornou-se um "amigo" de estados como a Coreia do Norte, a China, em termos de comportamento e está cada vez mais aliados a esses. Neste momento, vemos que Moçambique não deverá abrir mão desse processo - e tem aliados para navegar mais alguns bons anos. Por exemplo, na conta geral do Estado  moçambicano, dois mil milhões diz respeito à dívida com a China. Há muito dinheiro que está a entrar desse país asiático e que não se sabe. Portanto, deverão manter-se com ajuda daqueles Governos que tiram muito proveito dessa situação - e sem pestanejar, sem se preocupar com isso.

GUINÉ-BISSAU: Nuno Nabiam: “NUNCA RECEBI NADA DE SISSOCO EMBALÓ PARA CONSTRUIR A MINHA CASA E NEM PARA MINHA CAMPANHA ELEITORAL” - N´PUNTA GORA KIM KU TEM FAAAMA, KIM KU TEM FAMA KI ES ATAQUIS!

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O presidente da Assembleia de Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), Nuno Nabian negou ter recebido dinheiro da parte de atual primeiro-ministro, General Umaro Sissoco Embaló, para a construção da sua casa e muito menos para apoiar a sua campanha eleitoral em 2014.

Nabiam que concorreu as últimas eleições presidenciais como candidato independente, reagia assim esta terça-feira, 7 de Novembro 2017, às acusações de Umaro Sissoco Embaló, que alega o ter apoiado financeiramente na campanha eleitoral com cinco milhões de dólares norte-americanos.

Num encontro com jornalistas, Nabian confirmou a denúncia em como o Primeiro-ministro guineense, Umaro Sissoco Embaló, esteja fortemente ligado a atos de terrorismo em África e no mundo.

Segundo o líder dos apuanos, informações indicam que números de telefone (com indicativos do Senegal e da Guiné-Bissau) foram encontrados no telefone de um terrorista morto num dos países vizinhos e depois de feitas diligências pelas agências de combate a crime organizado, o Chefe de Estado guineense fora aconselhado a não nomear Sissoco como Primeiro-ministro, mas recusou, ocultando documentos e relatórios que provam o envolvimento deste em atos de terrorismo com os fundamentalistas Islâmicos.

“A nossa preocupação é no sentido de acautelar as pessoas de que o nome de Sissoco Embaló está fortemente conetado com terrorismo internacional e JOMAV deve cuidar-se dos eventuais problemas que poderão advir de comportamentos de Sissoco, porque qualquer ato de terrorismo na Guiné-Bissau, primeiros responsáveis serão José Mário Vaz e o seu Primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló”, alerta.

O político refutou igualmente as declarações de Umaro Sissoco Embaló que alega lhe terá oferecido cinco milhões de dólares para a campanha eleitoral e que terá usado para construção da sua casa. Em relação à alegação do Primeiro Ministro em como a oposição de líderes de APU e PAIGC contra o Presidente da República esteja ligada ao facto deste último ter entregue o poder a Balantas e Fulas, Nabian disse que a mesma não corresponde a verdade.

Nuno Nabian disse que aceitou entrar na política por questão de seriedade em prol do bem-estar do povo e não para brincadeira.

“Nunca recebi nada de Sissoco Embaló para construir a minha casa nem me ajudou a mobilizar fundos para suportar a minha campanha eleitoral em 2014, tudo que disse a meu respeito é pura mentira porque ele não faz a ideia de onde saiu dinheiro para a minha campanha eleitoral”, afirma, reconhecendo, contudo, que único apoio que recebeu de Umaro Sissoco Embaló foi quando queria transportar de Marrocos para Bissau os materiais eleitorais que distribuiu aos seus apoiantes na campanha de 2014. Para a referida operação, Nabian disse ter entregue cerca de 12 milhões de Francos CFA a Sissoco para transporte de materiais para Bissau.

“A sua casa está ao lado da minha depois de tantos anos parado só agora está a concluir os trabalhos, porque ganhou a oportunidade de ser Primeiro-ministro. Eu farei esforço pessoal para terminar os trabalhos da minha obra. Acusou-me de conivência na venda de madeiras, mas não vou abordar agora esse assunto. Deixo que o povo faça juízo dos acontecimentos. Oportunamente, voltaremos a falar de muitas coisas que ainda continuam a ligar secretamente José Mário Vaz ao Umaro Sissoco Embaló, não será bom tanto para Sissoco como para JOMAV, se continuar a pôr em causa o meu nome com acusações que não correspondem à verdade”, avisa.

Nabian revelou ainda que Umaro Sissoco Embaló o terá aconselhado a matar, em 2014, o Ex-chefe de Estado Maior-General das Forças Armadas, António Indjai, para interromper o processo eleitoral de 2014, porque tinha informações que Nuno Nabiam seria derrotado nas urnas pelos seus adversários políticos.

De acordo com o líder de APU-PDGB, o plano seria executado, subornando um grupo de jovens para executar o ato. Nabian não descarta a possibilidade de Sisssoco estar fortemente ligado à rede de terroristas, porque, conforme disse, está a ser monitorado por organizações internacionais ligadas a essa matéria.

Nabian acusou novamente Umaro Sissoco Embaló de ter autoproclamado general depois de roubar patentes na Guiné-Bissau para facilitar o seu negócio ilícito.

“Foi emprestado farda para tirar foto, roubou patentes e desertou-se do país. É impossível que uma criança de 37 anos chegue tão rapidamente à categoria de General. Para chegar à patente de General só tem duas saídas ou pela sua valentia como antigo combatente ou pela academia militar. Em que academia militar passou Sissoco?”, questiona, acrescentando que o atual Chefe de Governo foi recrutado para cumprir serviço militar, não fez nada e desertou-se do país e foi parar na Europa. E um dia para outro regressa ao país é graduado logo General

Conosaba/odemocratagb

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