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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Angola: O que MPLA não comunista ainda mantém na cooperação com Cuba?

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O Presidente João Lourenço começou esta segunda-feira (01.07.) a sua primeira visita oficial à Cuba. Os dois países têm acordos bilaterais nos setores da saúde e educação, mas há novas áreas de interesse na cooperação. 

fonte: DW África

Presidente de Angola, João Lourenço. Foto simbólica

Presidente de Angola, João Lourenço. Foto simbólica
O analista angolano e especialista em questões internacionais Augusto Báfuabáfua  recorda que os laços entre o MPLA, o partido que governa Angola, e o Partido Comunista Cubano, que governa Cuba, são históricos: "Tem uma relação que dura há mais de 50 anos, ou seja, durante a época de guerrilha Cuba já apoiava grandemente o MPLA na guerrilha que fazia no exterior do país".
"Mas, há outras razões", acrescenta o analista: "Por exemplo, a cooperação bilateral entre os dois países nos setores da educação e da saúde".
Augusto Báfuabáfua lembra que "com mais de 40 acordos assinados, também Cuba foi um dos primeiros países a reconhecer Angola independente logo nos primeiros 365 dias. Cuba também tem Estado a dar uma grande ajuda Angola, principalmente no setor social: educação e saúde."
Novas áreas de cooperação na mira
Angola Kuba Soldaten Cuito Cuanavale Schlacht 1988
Soldados cubanos no Cuito Cuanavale, Angola, em 1988, durante a guerra civil
Para além destes setores, Angola também tem acordos com a Cuba nos domínios militar, defesa e segurança. Mas, segundo Manuel Augusto, ministro angolano das relações Exteriores, esta visita de João Lourenço também abre novas áreas de cooperação.
"Para conformar não só a cooperação já existente e, nesse caso, tentar adaptar aos novos tempos, mas também temos a intenção de estabelecer com Cuba na área de investigação e na área de pequena e média indústria", afirma o chefe da diplomacia angolana.
Entretanto, na implementação de alguns acordos o Governo angolano não tem cumprido na totalidade a sua obrigação, daí a dívida que tem com Cuba avaliada inicialmente em mais 200 milhões de dólares, segundo o Jornal de Angola.
Mas o analista Augusto Báfuafua diz que "pelas palavras do Executivo já se pagou mais da metade da dívida e outra metade pagar-se-á até ao final do ano".
Cuba também precisa de Angola
Mas, não é apenas Angola que precisa de Cuba, esclarece Báfuabáfua. Cuba também precisa de Angola para materialização das suas novas apostas como a construção civil, já que, acrescenta, tem estado a perder espaço nalguns países da América do sul e latina.
 
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Angola: O que MPLA não comunista ainda mantém na cooperação com Cuba?

"Praticamente na América do Sul Cuba tem pouco espaço, agora só conta com a República da Venezuela e Nicarágua e não mais do que isso. Vira-se para Angola e Angola precisa de empresas que veem apostar e transmitir o seu conhecimento e experiência. E Cuba já tem estado a sair dos tradicionais setores sociais e já dá passos também no setor da construção civil", diz o analista.
No primeiro dia de trabalho da visita de João Lourenço, que durará dois dias, o destaque recai para uma conferência na centenária Universidade de Havana e nas conversações com as autoridades cubanas.
Na terça-feira (02.07.), seu último dia de trabalho, João Lourenço visitará a Zona Especial Portuária de Desenvolvimento de Mariel, na periferia de Havana, e manterá encontro com bolseiros angolanos, maioritariamente estudantes de Medicina. No país caribenho estudam 2.180 jovens angolanos.

Guiné-Bissau vive momento de grandes decisões.

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José Mário Vaz, exonera PGR, que apresentou pedido de demissão, depois das decisões tomadas pela CEDEAO. Próximas horas serão cruciais para o futuro político da Guiné-Bissau, notam os observadores.

fonte: DW África

José Mário Vaz, Präsident von Guiné-Bissau (DW/B.Darame)
José Mário Vaz

O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, exonerou (02.06.) o Procurador-geral da República, Bacari Biai, que tinha apresentado um pedido de demissão, na sequência das decisões tomadas na cimeira (do último fim de semana) da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).
"A seu pedido, é o senhor Bacari Biai exonerado do cargo de Procurador-geral da República", pode ler-se no decreto presidencial enviado à imprensa.
Na cimeira de chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, realizada sábado (29.06.), em Abuja, na Nigéria, foi decidido que o Presidente guineense tem de nomear um novo Procurador-geral da República e o novo Governo até quarta-feira (03.06.).
Bacari Biai apresentou hoje ((02.06.) o pedido de demissão ao Presidente guineense e divulgou à imprensa uma carta, com data de sábado, na qual esclarece as razões para ter pedido a demissão.
"Decisão descabida e sem fundamento"
Nigeria Abuja ECOWAS Konferenz (DW/Katrin Gänsler)
Cimeira da CEDEAO em Abuja
Em declarações na Presidência guineense após um encontro com José Mário Vaz, Bacari Biai disse aos jornalistas que considera a decisão da CEDEAO "descabida e sem fundamento" e que não existem disposições legais que habilitem a organização a "imiscuir-se nos assuntos internos do país".
"Uma vez mais a CEDEAO envergonhou os cidadãos comunitários", disse Bacari Biai, que foi uma das individualidades guineenses a quem a organização impôs sanções em fevereiro de 2018.
Bacari Biai disse aos jornalistas que "se trata de uma decisão descabida e sem fundamentos, mas aceito como guineense, porque mesmo com base nas disposições legais da CEDEAO, não há nenhuma disposição que habilite a CEDEAO a imiscuir-se naquilo que são os assuntos internos. Só que, mais uma vez a CEDEAO envergonhou os cidadãos da Comunidade".
Lutar contra a corrupção
Bacari Biai Generalstaatsanwalt von Guinea-Bissau (DW/B. Darame)
Bacari Biai
Bacar Biai que se auto-identifica como figura de luta contra a corrupção, garante que vai continuar a combater corrupção no aparelho do Estado guineense.
"Claro que sim, cumpri a minha missão enquanto magistrado. Desde o dia do meu empossamento eu tinha dito que já me preparei para sair porque sou Magistrado do Ministério Público e de carreira. Volto para o meu lugar de Magistrado, provavelmente estarei em condições de poder combater essas teias de corrupção transnacional que estão a corroer as estruturas do desenvolvimento da Guiné-Bissau".
Bacari Biai foi nomeado procurador-geral da República em novembro de 2017, quando ocupava funções como diretor-geral da Polícia Judiciária guineense.
Bacari Biai é licenciado em Direito e foi presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.
O Ministério Público guineense determinou, no final da semana passada, a abertura de processos-crime contra o presidente do Parlamento guineense e o líder da bancada parlamentar do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), por alegada subversão da ordem democrática.
Cessação das funções
 
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Guiné-Bissau vive momento de grandes decisões

Em causa está a resolução aprovada na quinta-feira (27.06.) pela maioria dos deputados do Parlamento guineense, que determinava a cessação imediata das funções constitucionais do Presidente da República, José Mário Vaz, que cumpriu cinco anos de mandato no dia 23 de junho, e a sua substituição no cargo pelo presidente do parlamento.
No despacho, com data de sexta-feira (28.06.), o Ministério Público acusa Cipriano Cassamá, presidente da Assembleia Nacional Popular, e Califa Seidi, líder da bancada parlamentar do PAIGC de serem os "dois supostos mentores da tentativa de subversão da ordem democrática constitucionalmente consagrada".
A CEDEAO também deliberou que José Mário Vaz vai permanecer em funções até à eleição de um novo chefe de Estado - as eleições presidenciais estão marcadas para 24 de novembro -, tendo que deixar a gestão das questões governamentais para o primeiro-ministro, Aristides Gomes, e para o novo Governo.
Novos desenvolvimentos para breve
 Aristides Gomes und José Mário Vaz Guinea-Bissau ( Presidency of Guinea Bissau)
Aristides Gomes (esq.) e José Mário Vaz
O Presidente da República, José Mário Vaz e o primeiro-ministro, Aristides Gomes, reuniram-se esta tarde, numa primeira tentativa de implementar a resolução da cimeira da CEDEAO. O encontro durou cerca de uma hora tendo o o chefe do Governo saído do Palácio presidencial sem prestar quaisquer declarações à imprensa. No no entanto fontes próximas ao primeiro-minitro disseram que Aritides Gomes e José Mário Vaz deverão reunir-se mais uma vez nas próximas horas, ainda esta noite.
Ao que apurou DW, em cima da mesa estão a escolha de um novo Procurador-geral da República e a constituição do elenco governamental que será dirigido por Aristides Gomes.
 
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Jomav diz deixar legado positivo à Guiné-Bissau: "Perante factos, não há argumentos"

SE É CUBANO E MATOU ANGOLANOS, TEM DIREITO A SER HERÓI DO MPLA.

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O Presidente do reino do MPLA, João Lourenço, condecorou diversas personalidades cubanas com a Ordem Agostinho Neto. Nada de mais fiel ao ADN do MPLA, desde logo porque se não fossem os cubanos nunca o MPLA chegaria a ser governo, tal como nunca se poderia gabar de ser o autor moral e material do maior massacre de angolanos, no pós-independência, no 27 de Maio de 1977.

João Lourenço condecorou com a mais alta distinção do MPLA, o homólogo cubano, Miguel Mário Diaz-Canel Bermúdez, o general de Exército e primeiro secretário do Partido Comunista de Cuba, Raul Castro Ruz, o general do corpo do Exército e ministro das Forças Armadas Revolucionárias, Leopoldo Cintra Frias, e o seu vice-ministro, com a mesma patente militar, Ramon Espinosa Martin.
Foi igualmente homenageado, a título póstumo, o general de brigada Raúl Diaz Arguelles Garcia, tombado em combate em Angola, a 11 de Dezembro de 1975. Por sua vez, as autoridades cubanas prestigiaram o Presidente do MPLA com a Ordem José Marti.
João Lourenço enalteceu a prontidão cubana na defesa do solo pátrio angolano (em rigor, na defesa das FAPLA e da ditadura do MPLA) e nas lutas pela independência da Namíbia e para a abolição do regime do apartheid na África do Sul.
As consequências do envolvimento cubano em Angola foram sobretudo o endividamento de Angola/MPLA perante Cuba e i roubo de muitas riquezas que foram carregadas para Havana, desde carros a mármore roubado até dos cemitérios deixados pelos portugueses.
Recorde-se que, por exemplo, durante anos foram vistos a circular em Havana autocarros da EVA (Empresa de Viação de Angola) bem como do Grupo Desportivo do Alto Hama. Isto porque, obviamente, os militares (mercenários) cubanos regressaram ao seu país de… autocarro.

Mentir é sinónimo de MPLA

OGoverno do MPLA, que está no poder desde 1975 continua a fazer de todos nós uns matumbos e, por isso, teima em mandar enxurradas de mentiras contra a nossa chipala. A construção do Memorial à Vitória à Batalha do Cuito Cuanavale”, na província do Cuando Cubango é só um exemplo.
Além da evolução da situação política e militar em Angola, a batalha do Cuito Cuanavale é considerada como decisiva na independência da vizinha Namíbia, concluída em 1990, então ocupada pela África do Sul e após ter sido colónia da Alemanha.
A rapaziada dirigente do MPLA (na sua maioria sipaios cobardes que, contudo, até são… generais) continua a não tomar a medicação correcta para a sua crónica megalomania fantasista, ou anda a fumar coisas estranhas. Indiferentes aos 20 milhões de pobres, usam a fanfarra, os palhaços e os restantes bobos da corte para propagandear o que chamam de “Memorial sobre a Vitória da Batalha do Cuito Cuanavale”. Este Memorial, tal como foi concebido e idolatrado pelos mercenários do MPLA e de Cuba, mais não é do que uma (mais uma) enorme mentira do regime que, assim, continuam a tentar reescrever a história.
Não se sabe onde é que o regime do MPLA (por sinal no poder desde 1975) quis e quer chegar ao construir monumentos que enaltecem o contributo dos angolanos que consideram de primeira (todos os que são do MPLA) e, é claro, amesquinham todos os outros.
Talvez fosse oportuno, e aí sim verdadeiro, construir um monumento aos milhares e milhares de vítimas do massacre que o MPLA, sob as ordens de Agostinho Neto e com o total apoio de Cuba, levou a cabo no dia 27 de Maio de 1977.
Importa, contudo, desmistificar as teses oficiais que não têm suporte histórico, militar, social ou qualquer outro, por muito letrados que sejam os mercenários contratados para vender lussengue por jacaré. Apenas têm um objectivo: idolatrar uma mentira na esperança de que ela, um dia, seja vista como verdade.
De acordo com o pasquim do MPLA (Jornal de Angola), “logo à entrada do pátio do monumento histórico, o visitante tem como cartão de visita uma gigantesca estátua de dois soldados, sendo um combatente das ex-FAPLA e outro cubano, com os punhos erguidos em sinal de vitória no fim dos combates da já conhecida, nos quatro cantos do mundo, “Batalha do Cuito Cuanavale”, que se desenrolou no dia 23 de Março de 1988”.
Não está mal. A (re)conciliação nacional não se solidifica glorificando apenas e só os angolanos de primeira (MPLA/FAPLA) e os seus amigos, os cubanos. Mas, também é verdade, que o regime do MPLA (de Agostinho Neto a José Eduardo dos Santos e João Lourenço) está-se nas tintas para os angolanos de segunda (afectos à UNITA ou simplesmente distantes do MPLA). Até um dia, como é óbvio.
Diz o MPLA que a batalha do Cuito Cuanavale terminou “com uma retumbante vitória das FAPLA e das FARC (Forças Armadas Revolucionárias de Cuba)”.
Importa por isso, ontem como hoje e amanhã, perceber o que leva o MPLA a comemorar esta batalha.
Visivelmente, o regime continua a ter medo da verdade e aposta na criação de focos de tensão na sociedade angolana, eventualmente com o objectivo de levar acabo uma das suas especialidades: massacres gerais (tipo 27 de Maio de 1977) ou selectivos como em Junho de 1994, quando a aviação do regime destruiu a Escola de Waku Kungo (Província do Kwanza Sul), tendo morto mais de 150 crianças e professores, ou quando entre Janeiro de 1993 e Novembro de 1994, bombardeou indiscriminadamente a cidade do Huambo, a Missão Evangélica do Kaluquembe e a Missão Católica do Kuvango, tendo morto mais de 3.000 civis.
Sabendo que a UNITA considera ter vencido essa batalha, comemorá-la como se fosse uma vitória das forças do MPLA, russas e cubanas visa provocar a UNITA, para além de ser um atentado contra a verdade dos factos.
Além disso é hábito do MPLA tentar adaptar a História às suas necessidades. Se alterar a História resultou parcialmente no passado, com a globalização e os trabalhos científicos que vão surgindo, não funciona. O regime ainda não aprendeu. Continua a seguir a máxima nazi de que se insistir mil vezes numa mentira ela pode ser vista como uma verdade. Mas não funciona.
A batalha do Cuito Cuanavale começou em Setembro de 1987, com uma ofensiva das forças coligadas FAPLA/russos/cubanos tentando chegar à Jamba. Um exército poderosamente armado, com centenas de blindados e tanques pesados, artilharia auto-transportada e outra, apoiado por helicópteros e aviões avançaram a partir de Menongue.
Depois da batalha, o General França Ndalu, veio dizer a um jornalista que o objectivo não era esse, mas sim cortar o apoio logístico à UNITA. O que é visivelmente uma fraca desculpa, porque o apoio logístico era feito de sul e do leste para a Jamba e nunca entre o Cuito Canavale e o rio Lomba.
Pela frente a coligação comunista encontrou a artilharia e a infantaria da UNITA (FALA), organizada em batalhões regulares e de guerrilha, apoiados por artilharia pesada das forças sul-africanas. Com o avolumar da ofensiva, a África do Sul colocou na batalha mais infantaria, blindados e helicópteros.
A batalha durou mais ou menos seis meses. As forças FAPLA/russos/cubanos, com dezenas de milhares de homens na ofensiva, não conseguiram passar do Cuito Cuanavale.
As consequências foram diversas. O exército cubano aceita retirar-se de Angola. A África do Sul aceita que a Namíbia ascenda à independência, desde que os seus interesses económicos não sejam tocados, que a Namíbia continue dentro da união aduaneira que tem com a RAS e que o porto de Walbis Bay (o único da Namíbia) continue a ser administrado pela RAS.
O MPLA aceita finalmente entrar em negociações com a UNITA (o que viria a acontecer em Portugal), aceita o pluripartidarismo, aceita as eleições.
E a UNITA, o que teve de ceder? Nada. Os seus bastiões continuaram intocados, nenhuma linha logística foi tocada, o seu exército não teve perdas, em homens e material, significativas.
Mais ou menos um ano mais tarde, e já na mesa das negociações, o MPLA tentou uma segunda ofensiva, de novo com milhares de homens, tanques, veículos, helicópteros e aviões. Foi a chamada operação “Ultimo Assalto”, e mais uma vez foi derrotado, desta vez sem os sul-africanos estarem presentes.
Em resumo, se houve vencedores, não foram as forças do MPLA e os seus aliados cubanos. Então o que comemora o MPLA? Nada a não ser o que a sua propaganda inventa.
Enquanto ministro da Defesa, João Lourenço, homenageou o povo cubano no Triângulo de Tumpo, província de Cuando Cubango, pela sua permanente solidariedade e contribuição na vitória de Cuito Cuanavale.
“Agradeço em nome de todo o povo angolano ao povo cubano, pois nos momentos mais difíceis esteve sempre, ombro a ombro, com o povo angolano”, disse João Lourenço.
João Lourenço destacou a participação dos internacionalistas (mercenários) cubanos nas principais batalhas travadas no país, acrescentando que o povo cubano esteve na luta pela independência e defesa da soberania nacional, que lhe conferiu o direito natural de ser parte do diálogo quadripartido até os acordos de Nova Iorque. Ou seja, o Presidente da República pode mudar, mas a filosofia da mentira continua a ser a grande máxima do regime. É caso para dizer que podem mudar as moscas mas que tudo o resto ficou na mesma.
fonte: folha8

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