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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

ONU reitera apoio à Guiné-Bissau pós-eleições.

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Anatolio Ndong Mba liderou a missão do Conselho de Segurança a Bissau

Anatolio Ndong Mba liderou a missão do Conselho de Segurança a Bissau
O Conselho de Segurança das Nações Unidas reiterou nesta segunda-feira, 18, a promessa de manter o apoio à Guiné-Bissau após as eleições legislativas de 10 de Março, no regresso de uma visita a Bissau realizada no fim de semana.
"Nós vimos a boa disponibilidade de todas as autoridades, de todos os actores políticos, da sociedade civil, das mulheres e dos jovens da Guiné-Bissau", disse a jornalistas em Bissau o presidente do Conselho de Segurança e embaixador da Guiné Equatorial junto às Nações Unidas, Anatólio Ndong Mba, se declarou estar optimista com o resultado dos trabalhos.
Após sinalizar a "festa da democracia" com o início da campanha eleitoral na sexta-feira, Ndong Mba sublinhou que "o que falta é apoio e a comunidade internacional vai apoiar a Guiné-Bissau para poder fazer frente aos diferentes desafios.”
Em Bissau, os membros dos 15 membros do Conselho de Segurança encontraram-se com o Presidente José Mário Vaz, o primeiro-ministro Aristides Gomes, o representante especial adjunto da ONU no país, David McLachlan-Karr e representantes de organizações envolvidas no processo de consolidação da paz no país.
O presidente da Assembleia Nacional, líderes políticos, representantes da Comissão Nacional de Eleições, do Tribunal Supremo e da sociedade civil também se avistaram com a delegação da ONU.
    fonte: VOA

    SENEGAL: Macky Sall: Minha vitória no 1º Turno é inevitável.

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    Macky Sall: Minha vitória no 1º Turno é inevitável.

    O Presidente cessante Macky Sall argumentou que a sua vitória "é inevitável" depois da eleição presidencial de 24 de Fevereiro, uma perspectiva a que ninguém pode pará-lo.

    "A vitória no primeiro turno é inevitável e ninguém pode impedi-lo, porque 24 de fevereiro, antes de 18 horas, as coisas vão ser claras para o povo do Senegal que já escolheu a continuidade no progresso", disse o candidato da coalizão Benno Book Yaakaar (BBY) durante uma reunião que ele realizou segunda-feira em Rufisque.

    Segundo ele, a população de Senegal tem contado com a sua candidatura e escolheu o Plano Senegal Emergente (PES, projeto de polo urbano Diamniadio Promovilles (Programa de Modernização das cidades), o Programa de Emergência e Desenvolvimento Comunitário (PUDC) e as bolsas de segurança da família, várias iniciativas criadas sob seu magistério.

    "Em Rufisque, nenhuma luta, nunca fugiu a luta, Rufisque sempre venceu. Todos os filhos do local estão lá", disse o presidente cessante, um candidato a um segundo mandato em este encontro organizado pelos responsáveis da coligação ABY para o campo da habitação pública "Ndeffan" Rufisque.

    "Nós não o deixaremos por nada, nem mesmo que 10%, do  que eles merecem", insistiu Macky Sall, acolhendo a "mobilização excepcional" sucesso pelas diversas bancadas de departamento de Rufisque.

    "Essa é a diferença fundamental entre os outros candidatos de mim. Onde quer que eu vá, as pessoas estão de pé", disse o candidato Benno Bokk Yaakaar, alegando chumbo a "uma política social a serviço do povo senegalês".

    Ele desafiou seus oponentes a tentarem realizar suas reuniões nas grandes praças, "em vez de fazer caravanas com 3 a 4 carros".

    Em uma procissão impressionante de uma centena de carros, o candidato Sall foi esperado na entrada de Rufisque ao longo do Boulevard Maurice Gueye, finalmente chegou através do pedágio à saída de Cap des Biches para ir diretamente para o HLM.

    Ele estava, de certa forma franzido, de jornada múltiplas por vários locais de Tivaoune, especialmente na área de Niayes.

    À frente da procissão, o candidato Macky Sall foi ao encontro de seus ativistas em Thialé, Taiba Ndiaye Darou Khoudoss, Mboro, NOTTO Gouye Diama Bayakh e Cayar.

    Ele prometeu continuar os sistemas de eletrificação e abastecimento à rede de água na área, prometeu subsídios para pescadores e jardineiros e para construção de estradas rurais.

    fonte: seneweb.com

    Trump desafia militares venezuelanos a deixaram Nicolás Maduro.

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    Presidente americano fala a venezuelanos e cubanos em Miami

    Presidente americano fala a venezuelanos e cubanos em Miami
    O Presidente americano desafiou os militares venezuelanos a deixarem de apoiar Nicolás Maduro, caso contrário eles “arriscam seu futuro e suas vidas".
    Num discurso nesta segunda-feira, 18, para imigrantes venezuelanos e cubanos em Miami, na Flórida, Donald Trumo criticou os militares que bloqueiam a entrada da ajuda humanitária enviada à Venezuela.
    "Nós sabemos quem são e sabemos onde eles guardam os milhares de dólares que roubaram", disse Trump que afirmou esperar uma transição pacífica à democracia na Venezuela, embora tenha reiterado que "todas as opções estão à mesa".
    O Presidente americano chamou Nicolás Maduro de "marionete de Cuba", que "prefere ver seu próprio povo morrer de fome a aceitar ajuda".
    Mais à frente, Trump usou o exemplo da Venezuela para dizer que o "socialismo está a morrer na América Latina" e que "a liberdade, a prosperidade e a democracia estão a regressar".
    Na mesma linha do discurso sobre o Estado da União, Trump voltou a dizer que os Estados Unidos "jamais serão um país socialista".
    O Presidente também mencionou o exemplo da Nicarágua e de Cuba, que, segundo ele, são países com "potencial inacreditável" prejudicados pelos regimes de Daniel Ortega e Miguel Díaz-Canel, respectivamente.
    Depois do discurso, Trump usou as redes sociais para reforçar a pressão sobre o governo chavista.
    No Twitter, o Presidente americano escreveu: "Eu peço a cada membro do regime Maduro: acabem com este pesadelo de pobreza, fome e morte. Libertem seu povo. Libertem seu país!".

    fonte: VOA

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