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domingo, 10 de janeiro de 2016

Teste da "Bomba H" na Coreia do Norte: só parcialmente bem-sucedido.

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Teste da

Dos Comentários (Hoarsewhisperer

O mais engraçado de os ianques protestarem contra a "beligerância" da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) é que o que insistem em chamar de 'Coreia do Norte' é 101% obra da AmeriKKKa. What's Left reúne arquivos utilíssimos sobre muitos dos inimigos artificialmente criados pela AmeriKKKa, dentre os quais a 'Coreia do Norte'. Os ianques usam regularmente a tática 'israelense' de provocar, provocar, provocar, eles mesmos ou seus vassalos na 'Coreia do Sul', para obrigar a RPDC a fazer barulho sobre soberania.

No incidente de Cheonan, há alguns anos, a 'Shrillary' [shrill (guincho estridente) +Hillary, algo como "Hillary-Guincho [Clinton]" (NTs)] fez papel de completa idiota, ao se pôr a acusar a RPDC de ter afundado um navio da Marinha da Coreia 'do Sul', o qual foi afundado, isso sim, pela incompetência do capitão e da tripulação sul-coreanos. Mas teve de calar bem o biquinho, quando Der Spiegel publicou fotos de alta definição do navio Cheonan ancorado em doca seca, que provaram, sem sombra de dúvida, que Shrillary não passa mesmo de mentirosa histérica e doida desinformada.

Até a fronteira que os EUA impuseram entre a República Popular Democrática da Coreia e a Coreia do Sul é crime contra a humanidade: 90% da Coreia é terra arável; na RPDC, a porção arável mal chega a 10%.

Há algumas horas, a República Popular Democrática da Coreia explodiu mais um artefato nuclear: foi o quarto teste de bomba nuclear do país e a 2.055ª detonação nuclear global de artefatos atômico.

Primeiras avaliações de dados sísmicos medidos pela China e outros informam que a bomba liberou energia equivalente a 10 quilotoneladas (KgT) de dinamite.

Uma excitadíssima apresentadora na TV RPDC anunciou que os cientistas do país haviam explodido uma "bomba-H reduzida". Comunicado em inglês diz que o país "comprovou cientificamente o poder de bomba-H menor".

Bombas de hidrogênio são constituídas de dois estágios. Um tanque primário para fissão nuclear, que explode para disparar um segundo tanque onde há isótopos de hidrogênio. São bombas poderosíssimas, e a liberação de apenas 10KgT leva a duvidar de que se trate de bomba-H realmente operativa, da qual se deve esperar mais força.

Testes anteriores na RPDC com bombas de fissão já liberaram 1 KgT, 4 KgT e 9 KgT. A primeira é considerada boato. O quarto teste, hoje, pode ser parcialmente boato de bomba-H ou foi só artefato de fissão básico, talvez acrescido de trítio para reação ampliada. Só se se medirem os radionuclídeos resultantes do teste será possível determinar a configuração geral.

Houve recentemente vários sinais de que estava próximo mais um teste nuclear na RPDC. Imagens de satélites mostraram que um novo túnel de teste havia sido escavado numa montanha. Desde 2013 ouvem-se rumores de que a RPDC estava trabalhando em artefato de hidrogênio. No início de dezembro, o líder da RPDCanunciou que seu país estava pronto para testar uma bomba-H, mas o anúncio foi descartado pelos EUA, como mais boatos

Muito frequentemente os anúncios norte-coreanos são exagerados, mas, ao mesmo tempo, sempre são basicamente verdadeiros.  Entendo pois que, sim, houve realmente um teste de bomba-H, como anunciaram, mas  foi só parcialmente bem-sucedido.

Depois da guerra da Coreia, o norte do país foi completamente isolado e obliterado. Praticamente nenhuma estrutura com mais de um nível permaneceu em pé. Todas as fábricas e a rede de eletricidade, incluídas as barragens, foram destruídas:

Aviões norte-americanos descarregaram sobre a Coreia 635 mil toneladas de bombas -, das quais 32.557 toneladas de napalm. Para avaliar o que significa, basta comparar com as 503 mil toneladas de bombas disparadas em todo o teatro do Pacífico na 2ª Guerra Mundial.

Desde então, quantia muito alta do PIB da RPDC é gasta nas forças militares. Quando o país começou a testar artefatos nucleares, os coreanos da RPDC anunciaram que usariam as novas capacidades para substituir as forças militares convencionais, ou para reduzi-las. O que pudesse ser poupado seria usado para melhorar o nível de vida do povo. Avaliações estratégicas dizem que o desenvolvimento nuclear e os míssies não visam a criar capacidade de primeiro ataque, mas, exclusivamente, capacidade para contenção [ing. deterrence].

A República Popular Democrática da Coreia considera EUA e o governo da Coreia do Sul sob o comando dos EUA, como seus inimigos e agressores primários; com o Japão como ameaça secundária. China e Rússia são vistas como países razoavelmente amigos, mas mantidos à distância.

Com os EUA a promover a tal posição anti-China de 'pivotagem para a Ásia', eles têm pressionado para impor políticas cada vez mais duras no Japão e Coreia do Sul, tentando forçar uma aliança entre esses dois país, que são inimigos históricos. Apesar de haver governos de linha dura, direitistas, nos dois países, o sucesso da estratégia norte-americana, se existe, é quase invisível.

O teste da bomba-H na RPDC provocará provavelmente passos mais diretos na direção de constituir-se uma estrutura semelhante à OTAN, mas contra China e RPDC.*****

Moon of Alabama

#pravda.ru

Senegal: Eis aqui a essência da notícia deste domingo, 10 de janeiro de 2016.

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Política, esportes, economia e diversos,. Se vocês estiverem desconectados durante todo o dia, nós vos informamos tudo (ou a maioria) das novidades do 10 de janeiro de 2016.

Homossexuais ou gays de Kaolack: descretamente, saídos da cidade uma ONG os teria ajudado.
Enquanto que em Kaolack e no resto do país, nós perguntamos para onde teriam ido os supostos gays após a sua libertação, o site seronet especializado em questões gays, diz-nos que uma ONG absteve de citar o nome e que teria os assistido antes de contrabandeá-los. "O diretor da ONG entrou no local imediatamente, para prestar apoio aos homens jovens e repelir a violência e a humilhação sofridas por esses homens, pelo simples fato de se presumir que eles são gays", relata o site Seronet. (Saiba mais).

Escapada Rebeuss: Menino Djine tinha se transformado em margouillat... de acordo com a custódia da polícia.
Durante o ano 2009, o hotel Lagoon 1 foi abalado por um caso de roubo incrível. Os técnicos chineses que vieram a Dakar para montar a fábrica de cimento do grupo de Dangote não compreenderam quando, de volta para seus quartos, tudo tinha sido "limpado". Dinheiro, computadores, artigos eletrônicos ... Tudo tinha desaparecido como por magia, bem como a planta da futura usina. (Saiba mais no site).

Amadou Ba, Ministro da Economia: "Somente os serviços do Estado produziram cifras sobre o crescimento".
O ministro da Economia, Fazenda e Planejamento, Amadou Ba, argumentou que o Senegal está em marcha e isso é indiscutível de como a visão do presidente Macky Sall é clara. Em comparação com os debates sobre a veracidade da taxa de crescimento de 6,4% anunciada, notamente pela previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI), o ministro esclareceu que apenas os serviços do Estado do Senegal produziram os números sobre o crescimento e não estas instituições internacionais que estão instalados no país. (Saiba mais).

As incríveis confissões de dois homossexuais por Ndoye Bane (visite o site seneweb.com)

O fechamento do Senegal Airlines, a dissolução das agências: As recomendações do FMI ao Senegal.


Senegal Airlines, uma companhia aérea que não sustenta o nome. Sem frota e nem dinheiro onde os salários não são pagos aos funcionários. Uma situação que não agrada ao Fundo Monetário Internacional (FMI), um dos doadores do Senegal, que recomenda o encerramento da referida empresa. "A companhia Senegal Airlines tem um déficit estrutural. Ela tem vivido os dias com série de dificuldades. Esta empresa custa muito dinheiro ao Estado. (Saiba mais).

#seneweb.com

Brasil: Eleições 2016 - as chances de quem busca a reeleição.

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Máquina administrativa é vantagem na disputa que está mais curta e com menos verba. Mas insatisfação do eleitorado é grande ameaça para a situação.
Urna eletrônica
Urna eletrônica(Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr/VEJA) 

Em 2016, nas eleições com a campanha mais curta desde a redemocratização, os atuais prefeitos vão disputar a reeleição em 22 das 26 capitais brasileiras - só quatro não podem se reeleger, mas devem tentar emplacar o sucessor. Com a redução do tempo de propaganda eleitoral de noventa para 45 dias - o que dificulta para candidatos desconhecidos ou estreantes - e a probição das doações por empresas, os políticos com a máquina administrativa nas mãos ou mais lembrados pelo eleitorado podem levar alguma vantagem. 

Esses prefeitos também devem enfrentar um número maior de adversários, por causa do aumento no número de partidos com registro na Justiça Eleitoral (35) e representação na Câmara dos Deputados - eram 22 e passaram a ser 28 em 2015, consequentemente, eles possuem tempo de TV no horário eleitoral gratuito e participação do Fundo Partidário, trunfos ainda mais importantes a partir de 2016. E um fator cujo impacto é difícil de estimar: um eleitorado descrente e insatisfeito, em meio ao escândalos do petrolão e à crise econômica e política do país. Pesquisa do Ibope mostrou que apenas 22% dos eleitores pretendem votar no atual prefeito.
#veja.com.br

O Ruanda visa o Leste depois de alterar os limites de mandato.

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http://www.africareview.com/image/view/-/3028106/highRes/1224935/-/11vb3sh/-/
Presidente Kagame quando ele se reuniu com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan. FOTO | CORTESIA.

Ruanda poderá estar à procura de novos amigos no Oriente Médio e na Ásia apesar do país enfrentar no exterior uma onda de críticas por parte dos países ocidentais que não querem permitir que o presidente Paul Kagame busque um novo mandato ao cargo de presidente quando seu atual expirar em 2017.

Pouco depois de anunciar que ele vai concorrer a um terceiro mandato, o presidente Kagame visitou na segunda-feira os Emirados Árabes Unidos e se reuniu com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, o Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan. Os dois se conheceram em outubro de 2014.

Analistas políticos apontam que visitas freqüentes do presidente Kagame e interesse crescente no Oriente Médio sinalizam afastamento do Ruanda do Ocidente, seria como o país o afastamento do "Querido Ocidente".

Eventos recentes indicam que o presidente Kagame e seu governo já têm procurado novos aliados, no caso de os antigos deciderem agir da maneira que eles costumam fazer em tais circunstâncias - por meio de sanções e cortes de ajuda.

"O presidente Kagame está ciente de que Ruanda exigirá novos amigos que, ao contrário dos países norte-americanos ou europeus, não criticam ou agem sobre a sua decisão de concorrer a outro mandato na sequência da alteração da Constituição e do referendo", disse um político ruandês e analista. "Estes países poderão incluir a China, a Turquia, Israel, Emirados, Singapura e países de leste distantes como a Coréia do Sul."

O analista acrescentou que a recente decisão do Ruanda em restabelecer as missões diplomáticas em diferentes países do Oriente Médio e asiáticos aponta para isso.

O Presidente Kagame tem sido objecto de fortes críticas por parte do governo dos Estados Unidos sobre o anúncio de 01 de janeiro de que ele vai concorrer de novo à presidência em 2017, na sequência da alteração da constituição e de um referendo em que 98 por cento dos eleitores votaram a favor para que ele concorra novamente.

John Kirby, porta-voz do Escritório de Assuntos Públicos do Departamento de Estado, disse em 2 de janeiro que os EUA estavam "profundamente decepcionados" quando o presidente Kagame anunciou sua intenção de concorrer a um terceiro mandato na eleição que vem em 2017.

"Com esta decisão, o Presidente Kagame ignora uma oportunidade histórica para reforçar e solidificar as instituições democráticas do povo ruandês que vêm a mais de 20 anos trabalhando tão duro para estabelecer", disse Kirby.

O líder ruandês no entanto disparou de volta para seus críticos americanos, dizendo que os EUA não precisam estar decepcionados com a escolha de um líder pelo povo, acrescentando que os problemas de África, como a pobreza, a doença, governança, tecnologia e mais, não podem ser facilmente resolvidos por aquilo que está por trás dessa atitude, "profunda decepção".

"Há bastante coisas muito decepcionantes acontecendo em todo o mundo, esperamos levar a nossa própria carga e não o fardo dos outros," disse o Presidente Kagame através do Twitter.

Uma vez visto como um "queridinho dos EUA" por transformação económica que introduzio no país dilacerado por genocídio de 1994 fente aos tutsis. O líder ruandês tem enfrentado ataques de antigos aliados, como Samantha Power, o embaixador dos EUA na ONU.

A Sra. Power, anteriormente vista como uma entusiástica defensora do governo do presidente Kagame, descreveu os acontecimentos que que ocorreram até 18 de dezembro como  "manobras parlamentares" - para o desgosto do presidente Kagame.

Última visita de Kagame para os Emirados Árabes Unidos poderia ser interpretada como uma dica sobre a mudança de direção que o Ruanda está tomando agora.

Em sua viagem à rica nação asiática, ao Kagame foi garantido fundos no valor de $ 75 milhões para a construção da auto-estrada na Província a Este de Nyagatare-Rukomo.

Também em abril do ano passado, de Ruanda, o ministro dos Negócios Estrangeiros Louise Mushikiwabo liderou uma delegação para a China, onde ela obteve financiamentos para a barragem de Nyabarongo de 120MW e o II projeto  de água em Mutobo, que deverá custar cerca de US $ 200 milhões.

E em Outubro, a Sra Mushikiwabo viajou para Moscou, onde conheceu o ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, para discutir a cooperação bilateral.

Isso pode indicar que o presidente Kagame está interessado em fazer novos amigos depois de avaliar a possível perda daqueles que o adoraram no Ocidente.

#africareview.com

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