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quarta-feira, 8 de julho de 2020

Senegal: "Como minha família criou o homem mais perigoso do mundo", um livro vitriólico sobre Donald Trump.

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Um livro escrito pela sobrinha de Donald Trump, que promete revelações sobre o presidente e sua família, será lançado duas semanas antes do esperado, em 14 de julho.


A mídia americana publicada na terça-feira, 7 de julho, extrai um livro a ser publicado em 14 de julho sobre Donald Trump, escrito por sua sobrinha Mary Trump. Segundo ela, o presidente americano cresceu em uma família disfuncional chefiada por um pai "dominador".


Esse psicólogo é filha de Fred Trump Jr., irmão mais velho do presidente, que morreu em 1981 aos 42 anos de idade, por alcoolismo. Em seu livro de 240 páginas "Demais e nunca basta: como minha família criou o homem mais perigoso do mundo", essa mulher de 55 anos, que há muito tempo rompeu com o tio que se tornou presidente, mistura "história familiar e análise psicológica do tio", segundo o Washington Post.


Ela explica em particular como seu pai foi desprezado e "ridicularizado" por seu avô "dominador", Fred Sr.. E como Donald Trump, sete anos mais novo que Fred Junior, aprendeu "a mentir para melhorar a si mesmo" depois de ter testemunhou a humilhação sofrida por seu filho de sete anos de idade.


Segundo o New York Times, a sobrinha do presidente descreve um clima familiar de "luxúria, traições e tensões fratricidas" para explicar como Donald Trump adquiriu "comportamentos tortos". "As patologias de Donald são tão complexas e seus comportamentos são tão inexplicáveis ​​que, para estabelecer um diagnóstico completo, seria necessária uma bateria de testes psicológicos e neurofísicos que ele nunca passará", escreve ela, de acordo com o diário de Nova York.


Ela também afirma que o ex-magnata imobiliário de Nova York pagou a alguém para fazer os testes de admissão na universidade americana SAT, segundo o New York Times, que não diz se ela fornece evidências. "Donald, seguindo o exemplo do meu avô e com a cumplicidade, o silêncio e a inação de seus irmãos e irmãs, destruiu meu pai. Não posso deixá-lo destruir meu país", escreve a sobrinha novamente, citado pela CNN.


Uma batalha legal


O anúncio do lançamento deste livro desencadeou uma batalha legal quase quatro meses antes da eleição presidencial. Robert Trump, irmão de Donald Trump, tentou bloqueá-lo no tribunal, argumentando que ele estava violando um acordo de confidencialidade que esta sobrinha de 55 anos havia aceitado em conexão com o legado de Fred Trump, pai do presidente.


Mas um juiz de um tribunal de apelação de Nova York suspendeu, na quarta-feira passada, uma proibição temporária de publicação ordenada dois dias antes. Ele disse que a editora, Simon & Schuster, "não fazia parte do acordo de confidencialidade de Trump" e, portanto, poderia prosseguir com a publicação.


No entanto, ele adiou seu julgamento sobre a questão da possível violação por Mary Trump de um acordo destinado a impedi-la de revelar segredos de família. Uma audiência sobre esse assunto poderá ocorrer em 10 de julho.


"É um livro falso", a porta-voz da Casa Branca, Kayleigh McEnany, contra-atacou na terça-feira. "Essas são acusações ridículas e absurdas que não têm absolutamente nenhuma base. Eu ainda não vi o livro, mas é um livro falso."


Ao se aproximar da eleição presidencial americana, ele já é o número um em vendas de livros na Amazon, logo à frente do livro do ex-consultor de segurança John Bolton, publicado em junho, também muito crítico de Donald Trump.


fonte: seneweb.com

ANGOLA: SAIU O CORRUPTO, FICOU O ASSASSINO.

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O dinheiro de um país é como um símbolo nacional e as suas notas devem carregar o simbolismo de figuras emblemáticas e consensuais. As novas notas de Angola, alimentadas pela nova política de raiva e ódio, implantada, por João Lourenço “escorraçaram” a imagem de José Eduardo dos Santos considerado um dos maiores corruptos, pese ter enriquecido toda a direcção do MPLA e tornado este partido um dos mais ricos do mundo, mantendo a de Agostinho Neto, que para uma grande parcela de angolanos significa o maior assassino que a história de Angola, como República, conhece.

Por Fernando Vumby (*)

Esta imagem é, justamente associada ao facto de ser o maior culpado das matanças ocorridas durante o genocídio do 27 de Maio de 1977 e outras tantas, ocorridas, ainda, nos tempos do maqui (luta de libertação nacional/guerrilha), segundo relatos de companheiros de jornada e familiares das vítimas.

Assim a permanência desta figura, apenas consensual no MPLA, significa uma afronta e um acto ofensivo, provocador e nada dignificante, para a maioria dos angolanos, fora da família do partido do regime.

É possível que isso possa significar alguma coisa de importante para quem acha poder decidir tudo, sem ouvir outras sensibilidades, mas para mim, não!

Por isso penso não ter sido essa uma atitude justa, mas uma espécie de se tapar a cabeça e se destapar o cú, já que o cú de um é a cara do outro, logo essa será a percepção da maioria quando estiverem em posse das novas notas.

Isso por não se estar diante de um símbolo nacional, mas partidário. Ou será que deixaram o rosto de Agostinho Neto para simbolizar exactamente, a verdade sobre os massacres do dia 27 de Maio de 1977, onde ele assumiu-se como assassino, ao mandar julgar sem julgamentos?

Ora bem, se essa foi a ideia, dou os meus parabéns pela iniciativa e tiro o chapéu pela atitude corajosa e justa, de contrário não faz sentido retirar o rosto de um e deixar o de outro, considerando ser pouca a diferença entre um e outro, melhor, é quase zero.

Faria mais e maior sentido ver o rosto de alguém que signifique algo de importante e glorificante para os angolanos e Angola , nem que fosse apenas de uma árvore, de um bruxo, de um pássaro, uma montanha, um rio ou até mesmo, na falta de consenso de uma kwarra (prostituta profissional assumida), seria sempre mais neutral e apreciativo do que o rosto de um assassino.

(*) Fórum Livre Opinião & Justiça


ANGOLA: TESTAR O PRESIDENTE? NÃO!

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O Presidente do MPLA, da República e Titular do Poder Executivo, João Lourenço, já fez o despiste da Covid-19 em várias ocasiões, mas não foi testado após a reunião do Bureau Político do MPLA, na semana passada, na qual participou um dirigente do partido que testou positivo.

“OPresidente da República não foi testado desta vez, nem havia necessidade de ser testado”, explicou a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, numa conferência de imprensa em Luanda, acrescentando que João Lourenço e a primeira-dama (Ana Dias Lourenço) “foram testados noutras ocasiões, com resultado negativo, e gozam de boa saúde”.

A ministra esclareceu ainda as circunstâncias em que os outros membros do Bureau Político (BP) do MPLA foram testados depois de ser detectado um caso positivo na cúpula do partido do poder em Angola.

Sílvia Lutucuta explicou que foram seguidas as recomendações de saúde pública e vigilância epidemiológica segundo as quais se deve “saber rapidamente quem são os contactos ou pessoas que interagiram” com a pessoa em causa, para serem rastreadas e testadas.

“Foi o que aconteceu e é o que acontece em qualquer situação. Não foi só por ser membro do BP, sempre que surge um caso temos de tomar medidas de saúde pública e rastrear os contactos e foi o que fizemos”, sublinhou.

A responsável da pasta da Saúde salientou também que “os testes levam o seu tempo” e podem demorar entre 24 e 48 horas, acrescentando que “em tempo útil” será dada informação sobre os resultados dos testes aos membros do BP do MPLA.

O caso positivo foi detectado num dirigente que participou na reunião do passado dia 30 de Junho.

Tendo em conta o resultado, “como medida de saúde pública, e seguindo as recomendações das autoridades sanitárias e da Organização Mundial de Saúde, há necessidade de fazer um rastreio de todos os contactos”, explicou um porta-voz do MPLA, indicando que todos os membros da cúpula do partido que participaram na reunião iriam fazer o teste “para confirmar se estão infectados” e procurar “cortar a cadeia de transmissão”.

O órgão máximo do MPLA tem 72 membros, mas estiveram presentes na reunião menos de 50 pessoas, para cumprir o distanciamento social e as regras do estado de calamidade. Os membros do Bureau Político que se encontram fora de Luanda, província que está sob cerca sanitária, participaram através de videoconferência.

Questionada sobre o número de casos sem vínculo epidemiológico, que se aproximam da centena, indiciando que Angola estará próxima da transmissão comunitária no país, Sílvia Lutucuta aconselhou a “não tirar conclusões precipitadas”, pois os casos estão ainda a ser investigados.

“O mais importante de tudo é que os angolanos percebam que o nosso quadro mudou drasticamente”, salientou.

O porta-voz do MPLA, Albino Carlos, tinha referido que tendo em conta o resultado, “como medida de saúde pública, e seguindo as recomendações das autoridades sanitárias e da Organização Mundial de Saúde há necessidade de fazer um rastreio de todos os contactos”, todos os membros da cúpula do MPLA que participaram na reunião iriam fazer o teste “para confirmar se estão infectados” e procurar “cortar a cadeia de transmissão”.

Refira-se, entretanto, que a cerca sanitária em Luanda vai prolongar-se até 9 de Agosto, estendendo-se igualmente ao Cazengo, município do Cuanza Norte, a partir de quinta-feira e pelo mesmo período.

A informação foi feita hoje pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida.

Luanda é o foco da epidemia de Covid-19 no país, sendo o Cuanza Norte a outra província onde há registo de infecções.

Segundo Adão Almeida, a medida consta num decreto presidencial que vai passar a vigorar a partir das 00:00 de 9 de Julho e que inclui regras diferenciadas a partir de agora para conter a propagação da doença, caso se trate de circunscrições territoriais sob cerca sanitária ou não.

Angola conta com um total de 386 casos de infecção pelo novo coronavírus, dos quais 21 óbitos e 117 recuperados.

A pandemia de Covid-19 já provocou mais de 539 mil mortos e infectou mais de 11,69 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Folha 8 com Lusa


ANGOLA: COMUNICADO DA ADMINISTRAÇÃO DO CANDANDO

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«Após a circulação de notícias nos meios de comunicação, dando conta da intenção do Candando em encerrar parte da sua rede de lojas e proceder ao despedimento de vários dos seus colaboradores, a gerência dos hipermercados Candando, vem por este meio referir:

Hipermercados Candando – empresa de distribuição presente no mercado angolano, enfrenta um conjunto de desafios, fruto das dificuldades económicas do país, com impactos directos no negócio.

O Candando emprega (directa e indirectamente) cerca de 2000 trabalhadores, tem 3 hipermercados e 3 supermercados em funcionamento e, a actual realidade económica, o estado de emergência, e um conjunto próprio de constrangimentos, obrigam a um ajuste ao negócio.

A situação actual da empresa, encontra-se particularmente agravada por não poder contar com o apoio dos seus accionistas, fruto do arresto preventivo por decisão do Tribunal Provincial de Luanda.

O Candando apoia activamente a produção nacional de bens agrícolas e agropecuários, comprando estes produtos a mais de 100 fazendas, agricultores, pescadores e produtores angolanos.

As lojas Candando promovem o emprego jovem e a capacitação de quadros nacionais na sua Academia de Formação profissional – C.E.R. (Candando Escola de Retalho).

A Condis LDA, empresa da qual faz parte a rede de Hipermercados Candando, informa que tem nos últimos meses enfrentado, à semelhança das restantes empresas de distribuição presentes no mercado angolano, um conjunto de desafios e dificuldades, com impactos directos no negócio, fruto da degradação económica do país, e agravadas pelas necessárias medidas de confinamento impostas como resposta à crise pandémica do Covid-19.

O projecto Candando é um investimento recente (desde 2016), e com apenas quatro anos de existência, encontrando-se ainda numa fase de desenvolvimento e de reembolso do capital investido à banca. Tratando-se o Candado de uma empresa de retalho moderno, foram necessários grandes investimentos na construção dos estabelecimentos comerciais, nas infra-estruturas para as operações, e no capital humano, tendo sido projectado um investimento total de 400 milhões de dólares para implementação de uma rede de hipermercados e supermercados.

O projecto Candando é um investimento privado, e foi na sua integralidade pago e financiado pelos seus accionistas e pela banca comercial, nomeadamente pelos Banco BIC, Banco BAI, Standard Bank, Banco Millenium Angola, não tendo tido qualquer tipo de apoio do erário público, nem qualquer aporte de fundos do estado angolano.

O Candando emprega cerca de 2000 trabalhadores (directos e indirectos) e tem 3 hipermercados e 3 supermercados em pleno funcionamento. Paralelamente o Candando tem sido um veículo de desenvolvimento ao promover o emprego jovem e a capacitação de quadros nacionais na sua Academia de Formação profissional – C.E.R. (Candando Escola de Retalho).

As lojas Candando têm dinamizado a economia nacional, com aquisição de produtos “Feito em Angola”, tal como o peixe e a carne nacional, e produtos nacionais frescos como frutas e legumes vindos do interior do País. O Candando apoia activamente a produção nacional, sobretudo dos bens agrícolas e agropecuários, comprando estes produtos a mais de 100 fazendas, agricultores, pescadores e produtores angolanos, aos quais apoia também com alguns insumos, para além de firmar acordos estáveis de compra de produtos locais com grande regularidade.

A situação actual da empresa Condis Lda, encontra-se particularmente agravada por esta não poder continuar a contar com o apoio dos seus accionistas, uma vez que por decisão do Tribunal Provincial de Luanda, e fruto do arresto preventivo encontram-se bloqueadas as contas bancárias dos accionistas assim como vedado o acesso aos dividendos e o acesso a fundos que poderiam servir para apoiar o Candando, e apoiar a sua operação corrente, e obrigações para com empresas fornecedoras de bens, rendas, serviços e entidades bancárias.

Acresce ainda que a pedido da PGR de Angola, as autoridades congéneres Portuguesas, procederam ao bloqueio das contas bancárias das empresas do grupo Candando em Portugal, contas essas que serviam para a abertura de linhas de crédito e pagamentos junto de fornecedores internacionais. Esta situação já obrigou a empresa a efectuar vários despedimentos em Portugal, e também limita o acesso à compra de produtos de importação que o mercado Angolano tanto carece.

Face a esta situação, a empresa Condis Lda apresentou um plano de revitalização, e solicitou o apoio às entidades competentes neste sentido tendo, entretanto, já tido a oportunidade de expor a sua situação junto do Ministério do Comércio.

1. O processo de ajuste a uma nova realidade e a um conjunto próprio de constrangimentos obriga a repensar o negócio e determina que a gerência do Candando, ponha em curso um plano para inverter a situação, plano este que foi aprovado pela sua administração, e que foi apresentado aos seus quadros no início deste mês de Junho 2020.

2. Este plano passa por manter os seus hipermercados e supermercados abertos, sendo, para tal, necessário o apoio das entidades competentes para garantir o acesso a linhas de crédito para compras a fornecedores nacionais produtores e para as compras internacionais.

3. O apoio do estado angolano é assim fundamental, no acesso e concessão de linhas de crédito com taxas de juro mais acessíveis enquadradas eventualmente no programa Prodesi e nos programas de apoio a empresas nacionais com base no Aviso 10 e outras medidas, sobretudo para o Candando promover, aumentar, e ajudar na compra e no escoamento dos produtos nacionais e do campo, vindas do interior do País. Será ainda necessária a agilização administrativa dos processos de licenciamento, e acesso a divisas que permitam proceder às importações atempadas de bens alimentares, bens de consumo e artigos de cesta básica, tão necessários no mercado Angolano.

Reiteramos que, a prioridade do Candando e dos seus accionistas e da sua gerência é sempre e em primeiro lugar atender as necessidades dos nossos fiéis clientes e dos nossos trabalhadores, e a empresa pretende honrar e salvaguardar os interesses dos seus parceiros e de todos aqueles que sempre apoiaram este projecto, confiantes que com o apoio das entidades e do público em geral, em breve resultará uma melhoria, e estes resultados positivos permitirão garantir a continuidade das lojas e a manutenção dos postos de trabalho, bem como de continuar a servir Angola com o sorriso bem-vindo ao Candando.»

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