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quarta-feira, 2 de março de 2016

Manuel Vicente excluído da sucessão presidencial em Angola?

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O jornalista Alexandre Neto duvida que a investigação ao vice-presidente angolano por alegada corrupção de um procurador português tenha abalado a presidência. E questiona se Vicente alguma vez terá sido o preferido.
O presidente do Instituto de Comunicação Social de África Austral em Angola (MISA-Angola), Alexandre Neto Solombe, relativiza a notícia avançada pelo semanário português Expresso, que escreveu que o caso em Portugal poderia afastar definitivamente o vice-presidente angolano da corrida à sucessão do Presidente José Eduardo dos Santos.
O ex-procurador português Orlando Figueira, que está neste momento em prisão preventiva, terá recebido 200 mil euros, em janeiro de 2012, no dia em que arquivou um inquérito-crime sobre Manuel Vicente, entre outros arguidos. Outro dos arguidos é o advogado Paulo Amaral Blanco, que representou Manuel Vicente na compra de um apartamento no edifício Estoril Sol, em 2012, e cujo escritório foi alvo de buscas.
O semanário português diz que as críticas suscitadas pelo caso teriam agastado José Eduardo dos Santos, que terá pedido uma investigação aos negócios de Manuel Vicente relativos ao tempo em que liderou os destinos da Sonangol, a petrolífera estatal angolana. Alexandre Solombe afirma que a informação avançada pela publicação é algo inédito. Porém, não acredita que o regime angolano tenha ficado abalado com a notícia.
"Fazendo parte de uma hierarquia de direção política do país, e nas condições em que Angola se encontra presentemente, completamente embebida num manto de corrupção, tenho dúvidas que acontecimentos como este abalem a presidência da República", declarou à DW África, sublinhando que a imagem que existe de Angola é uma "imagem de corrupção generalizada que o país está a viver".
Proteger imagem de JES
Para o presidente do MISA-Angola, a informação de que o Presidente terá pedido uma investigação contra Manuel Vicente faz parte de uma táctica dos serviços secretos de Angola para desviar as atenções e, desta forma, proteger a imagem de José Eduardo dos Santos de mais um escândalo envolvendo um dos seus braços direitos.
"Pode fazer parte da estratégia passar a informação de que o Presidente da República esteve alheio a este acontecimento e, como tal, está efetivamente abalado", explica."Os serviços secretos muitas vezes funcionam com este propósito: procurar imacular a imagem do Presidente da República".
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Alexandre Solombe alega qualquer investigação a Manuel Vicente não deve deixar de fora Isabel dos Santos e outras figuras do círculo presidencial. "Seria a primeira figura de proa a cair nas malhas da investigação e desde logo orientadas pelo Presidente da República", afirma.
O jornalista lembra que o próprio Presidente declarou tolerância zero à corrupção, mas "não fez nada" até ao momento. "Angola é um país embebido em grandes escândalos, com o envolvimento da própria filha [Isabel dos Santos], que não consegue justificar como se enriquece em 12 anos. Não há nada que justifique que a filha do Presidente tenha a riqueza que ostenta", critica.
Quanto à informação avançada pelo semanário português de que a investigação poderá servir de pretexto para afastar definitivamente o vice-presidente angolano do processo de sucessão presidencial, o presidente do MISA-Angola questiona: "Será que Manuel Vicente alguma vez esteve no plano número um na sucessão do Presidente da República, com todos os movimentos periféricos dos filhos – e da filha em particular?".

#dw.de

Funcionários aduaneiros no Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta no Quénia (JKIA) apreenderam 6 quilograma de entorpecentes.

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Funcionários aduaneiros no Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta no Quénia (JKIA) apreenderam 6 quilograma de entorpecentes nesta segunda-feira que vinha escondido em pacotes transportados.

Oficiais ligados à Autoridade de Divisão de Apreensão do Kenya (KRA) que estavam em uma missão de triagem de rotina no armazém da Corporação Postal do Kenya no JKIA, quando encontraram pacotes marcados como peixe seco.

Os pacotes cuidadosamente escondidos tinham sido enviados a partir de um endereço de um senegalês para posterior envio para o Reino Unido através de Benin através do serviço de correio Post Office.

O narcótico

O Comissário Julius Musyoki da Alfândega e Controle de Fronteiras disse em um comunicado que os testes preliminares indicaram que a substância ou entorpecente era bhang.

"Nossos oficiais assistidos por cães farejadores, entre outras soluções de tecnologia, teriam sido alertados para garantir que as substâncias proibidas não são exportados ou importados através dos nossos pontos de fronteira", disse ele.

Ele pediu que as empresas de entrega e dos serviços postais internacionais para estarem em alerta máxima para evitar que sejam usados ​​como canais de transporte por traficantes de drogas.

os culpados

Sr. Musyoki disse que as investigações tinham sido lançadas pela Unidade de Anti-Narcóticos.

"A descoberta na instalação da Corporação Postal será prosseguido com investigação para garantir que os culpados sejam levados à justiça", disse ele.

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