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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Liberdade de imprensa na Guiné-Bissau está em decadência.

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Liberdade de imprensa na Guiné-Bissau está em decadência


Assinala-se nesta sexta-feira (03.05) o dia mundial da liberdade de imprensa. Enquanto o mundo ressalta os valores da liberdade, a Guiné-Bissau vive um retrocesso que se acentua desde o golpe militar de abril de 2012.
No "Índice Mundial da Liberdade de Imprensa 2013", divulgado pela organização francesa Repórteres Sem Fronteiras (RSF), a Guiné Bissau foi o país que teve a queda mais significativa entre os países lusófonos.
O país desceu 17 lugares, passando da posição 75 para a 92. O documento da RSF destacou que o exército derrubou o Governo entre duas rondas das eleições presidenciais e aplicou uma censura militar sobre a imprensa, justificando assim a queda do país na classificação.

O índice da organização publicado todos os anos avalia o grau de liberdade de que gozam os jornalistas, os meios de comunicação, cidadãos e os meios implementados pelos Estados para que seja respeitada esta liberdade.
"Falar sem medo: assegurando a liberdade de expressão em todos os media" é o lema adotado para a jornada mundial de liberdade de imprensa deste ano.
Fernando Vaz, ministro da Presidência do Conselho de Ministros e porta-voz do Governo da Guiné-BissauFernando Vaz, ministro da Presidência do Conselho de Ministros e porta-voz do Governo da Guiné-Bissau
Libertinagem de imprensa
A DW África pediu a Fernando Vaz, ministro da Presidência do Conselho de Ministros e porta-voz do Governo da Guiné-Bissau para dizer o que lhe inspira o tema: "Penso que o tema tem a ver com aquilo que é a realidade na Guiné-Bissau, que é falar sem medo. Em matéria de rádio e imprensa escrita, eu diria que quase de uma forma irresponsável falam sem medo."
O ministro da Presidência do Conselho de Ministros e porta-voz do Governo de Bissau aproveitou os microfones da DW África para deixar um recado à imprensa guineense: "Nós iremos responsabilizar mais, não pode haver falta de responsabilidade como tem havido neste país."
Fernando Vaz vai mais longe e acusa mesmo a imprensa guineense: "O que digo é que existe mais do que liberdade, existe a libertinagem de imprensa. As pessoas não têm nenhuma responsabilidade sobre aquilo que dizem."
Antena da Rádio Bombolom FM em BissauAntena da Rádio Bombolom FM em Bissau
A conjuntura não permite a liberdade de imprensa
Já Mamadou Candé, presidente do sindicato dos jornalistas guineenses, tem um ponto de vista diferente: "Numa sociedade tão militarizada na Guiné-Bissau é evidente que não se pode falar livremente. Até ter acesso a informação, novas tecnologias, é difícil, estamos numa situação de penúria. Isso para não dizer de calvário completo."
Esta situação também está ligada às próprias condições de precariedade em que a classe dos jornalistas vive, de acordo com Candé: "Falar sem medo também implica ter as condições mínimas salariais e de trabalho. Falar sem medo também implica ter condições de falar em segurança, que tenhamos condições de sobrevivência."
E para que se exerça esta profissão tem de haver ainda todo o respeito pelo estado de direito, considera o presidente do sindicato dos jornalistas guineenses, o que, a seu ver, "não tem acontecido na Guiné-Bissau."
Governo de transição da Guiné-Bissau que dirige o país desde o golpe de abril de 2012Governo de transição da Guiné-Bissau que dirige o país desde o golpe de abril de 2012
Da realidade ao ideal
"E liberdade de imprensa na Guiné-Bissau ainda é uma utopia?", questionou a DW África: "Podemos dizer que sim, uma vez que a conjuntura nacional tem condicionado a situação do jornalistas em termos económicos e até jurídicos."
E o pacote de entraves à liberdade de imprensa não pára por aí. "A imprensa não consegue exercer essa liberdade devidamente porque tem esses condicionalismos ligados à má situação política, ao tráfico de drogas, assassinatos. Isso não dá para o exercício livre da profissão", sublinha Mamadou Candé.
A auto-censura é outro calcanhar de Aquiles da imprensa. Mamadou Candé assegura: "Temos vivido tentativas de censura. É claro que não é assim tão nítido. Há sempre possibildades de manipulação da imprensa. E, para além disso, temos recebido queixas de censura."
Apesar de tudo, é possível alterar o cenário: "Com a solidariedade, sobretudo dos nossos parceiros da comunidade internacional", assegura o presidente do sindicato dos jornalistas guineenses.
fonte: http://www.dw.de 

Recordar é reviver: Samora Machel - A Luta Continua.

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São palavras ditas por alguém que não era filósofo, sociólogo, jornalista ou pertencente a outras provisões que discutem a sociedade que compomos; filosofia da vida, a humanidade, o efeito negativo da colonização, a privação da liberdade, o direito do povo e muito mais. Esse é um dos dirigentes que a África perdeu e que faz falta na implementação dos ideais da luta que todos os africanos preconizavam. Quem fala de Samora Machel - fala de Amilcar Cabral, Agostinho Neto, 

Kwame Nkrumah, Patrice Lumumba, Sekou Turé( lembrem-se que apesar de promover a ditadura, mas foi ousado em desafiar o colonialismo francês mesmo correndo o risco do colapso económico no seu país, pelas barreiras que a França impunha). 


Acesse o link  O saudoso Samora Moisés Machel. e lembre-se de suas maravilhosas palavras perante os desafios que ele estava disposto a encarrar e vencer: Combate ao analfabetismo, a fome, o subdesenvolvimento, o analfabetismo crônico imposto ao nosso povo pelo colonialismo, etc, etc. 

Autor: Samuel Vieira 




Smartphone para cegos é desenvolvido na Índia.

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A Índia está a desenvolver o primeiro smartphone em Braille destinado a pessoas invisuais. Trata-se de um dispositivo com botões tácteis - semelhantes a agulhas - que vem colmatar uma falha no mercado tecnológico e, em breve, vai estar pronto para enviar mensagens escritas e e-mails.
Fotografia:AFP
Sumir Dagar, em colaboração com o Indian Institute of Technology Delhi (IIT Delhi), é o criador desta tecnologia, “baseada numa inovação ‘touch screen’, com  uma série de pinos, capazes de se elevar para dar forma ao conteúdo”, seja ele de texto ou imagem, explicou Sumir Dagar em entrevista ao “Times of India”.
O circuito de pinos é formado por ligas de memória, que dão às teclas a capacidade de se “lembrarem” da sua forma original, para que voltem sempre à mesma posição, depois de exibir um conteúdo. Assim, em vez de cores, os pixéis do ecrã do telemóvel variam consoante a altura do relevo de cada pino. Além de permitir a leitura de mensagens e a visualização de mapas e fotografias, o dispositivo possibilita ao utilizador a marcação de números e o acesso a ícones de entretenimento, como jogos. Sumir Dagar, pós-graduado em Design, começou a desenvolver este dispositivo há três anos, depois de se ter apercebido que “a tecnologia estava apenas a trabalhar para as massas e a ignorar os marginalizados”.
O projecto, que o mentor caracteriza mais como “uma companhia do que propriamente um telefone para usar”, está a ser testado pelo Instituto L V Prasad Eye, em Hyderabad, na Índia. No entanto, o designer já afirmou que, no futuro, planeia criar versões mais avançadas do telefone.
O dispositivo está a ser financiado pela Rolex, no âmbito do Programa Jovem Nobel, que, de dois em dois anos, selecciona cinco projectos, em todo o mundo, para financiar. Até agora, o mercado tecnológico disponibiliza apenas aplicações para tablets e smartphones desenvolvidas para pessoas invisuais.
fonte: jornaldeangola.com


Angola: Tribunal Constitucional extingue partidos políticos.

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Fotografia: Rogério Tuti


O Tribunal Constitucional anunciou ontem a extinção de 67 partidos políticos, sendo 19 por não terem obtido 0,5 por cento dos votos validamente expressos nas eleições gerais de 2012 e 48 por não concorrerem duas vezes consecutivas em pleitos eleitorais, nos termos da Lei dos Partidos Políticos.
Foram extintos por não terem obtido 0,5 por cento dos votos validamente expressos nas eleições gerais de 2012, os partidos Liberal para Unidade Nacional (PLUN), Angolano de Desenvolvimento Social (PADS), Aliança para Democracia dos Povos de Angola (ADPA), de Convergência Nacional (PCN), Democrático para o Progresso Social (PDPS), Movimento para Democracia de Angola (MPDA), Socialista Liberal (PSL), Social Independente de Angola (PSIA), União Nacional para Democracia (UND), Aliança Nacional Independente de Angola (ANIA), União Angolana pela Paz Democracia e Desenvolvimento (UAPDD), Trabalhista de Angola (PTA), Nacional Democrático de Angola (PNDA), da Solidariedade e da Consciência de Angola (PSCA), de Expressão Livre Angolano (PELA), Restaurador da Esperança-Partido Verde (PRE), Frente Democrática de Angola (PFDA), Republicano Social Democrático (PRSD), Popular para o Desenvolvimento (PAPOD) ex-PPDLA.
O Tribunal extinguiu, por não terem concorrido por duas vezes consecutivas em pleitos eleitorais os partidos Fórum Democrático Angolano (FDA), Operário Social Democrático Angolano (POSDA), União Nacional Patriótica para Democracia (UNPD), Unidade Nacional de Angola (PUNA), Partido de Massas Democrático (PMD), Democrático Nacional (PDN), partido Conservador (PC), Partido Congressista Angolano (PCA), Democrático Radical de Angola (PDRA), Angolano para Unidade e Desenvolvimento (PAUD), Movimento Patriótico Renovador de Salvação Nacional (MPR/SN), Angolano Unificado para a Solidariedade (PAUS), Aliança Democrática para a Liberdade de Angola (ADLA). A lista inclui ainda os partidos da Comunidade Comunista Angolana (PCCA), Democrático Liberal de Angola (PDLA), Angolano Republicano (PAR), Popular (ex-PNPA-PP), de Reunificação do Povo Angolano (PRPA), Reformador Angolano (PRA), Aliança Democrática Angolana Cristã (ADAC), Social Democrata (PSD), Social da Paz de Angola (PSPA), Liberal para o Progresso de Angola (PLPA), Independente Renovado (PIR), Socialista Angolano (PSA), União Nacional da Luz para a Democracia e Desenvolvimento de Angola (UNLDDA), de Apoio à Liberdade e Democracia Angolana (PALDA), Democrático Angolano (PDA), Angolano Conservador da Identidade Africana (PACIA), de Apoio à Liberdade Linguística de Angola (PALLA), Democrático da União Nacional de Angola (PDUNA), Republicano de Angola (PREA), Partido de Salvação Nacional (PSN), Aliança Nacional (NA), partido Nacional (PN), União Democrática Nacional de Angola (UDNA), Social Democrático Angolano (PSDA), da Convergência Democrática Angolana (PCDA). Foram igualmente extintos, pela mesma razão, os partidos Tendência de Reflexão Democrática (TRD), União Nacional Angolana (UNA-PT), Republicano Conservador de Angola (PRCA), Angolano Independente (PAI), União Nacional para Democracia e Progresso (UNDP), União Democrática dos Povos de Angola (UDPA), Angolano para os Interesses Democráticos (PAID), Congresso de Aliança Democrática Angolana (CADA), Aliança do Povo Independente e Democrático de Angola (APIDA) e Democrático Pacífico de Angola (PDPA).
Foram assim consideradas também extintas as coligações Conselho Político da Oposição (CPO), Nova Democracia União Eleitoral (ND) e Frente Unida para Mudanças de Angola (FUMA).
O Tribunal Constitucional informa que os órgãos estatutários dos partidos políticos extintos devem proceder à sua liquidação no prazo de 90 dias, devendo a actividade da sua direcção e demais órgãos limitar-se ao estritamente necessário à realização do processo de liquidação, sendo-lhes vedada qualquer actividade de natureza política e partidária.  O Tribunal Constitucional informou que neste momento os partidos políticos com registo e inscrição em vigor são o MPLA, UNITA, Partido da Renovação Social (PRS), Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Partido de Aliança Livre de Maioria Angolana (PALMA), PADDA-Aliança Patriótica (PADDA-AP), Partido Pacífico Angolano (PPA) e Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA). Os partidos PALMA, PADDA-AP, PPA, e PNSA integram a Coligação CASA-CE.
Têm ainda registo e inscrição em vigor os partidos sem assento parlamentar Partido Democrático para o Progresso de Aliança Nacional de Angola (PDP-ANA), Bloco Democrático (BD) e Movimento de Defesa dos Interesses de Angola-Partido de Consciência Nacional (MDIA-PCN) (com processo de extinção desencadeado a pedido do Procurador-Geral da República, nos termos do artigo 33º da Lei n.º 22/10, 3 de Dezembro, Lei dos Partidos Políticos, conjugado com a alínea e) do n.º 1 do artigo 63º da Lei n.º 3/08, de 17 de Junho, Lei do Processo Constitucional.
fonte: jornaldeangola.com

USA: Irmãos Tsarnaev planeavam atacar a 4 de Julho.

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Autores do atentado na maratona de Boston ponderavam ataque suicida mas optaram por outro tipo de explosivos que ficaram prontos mais cedo. Informação terá sido dada pelo suspeito de 19 anos que sobreviveu e que está detido.


O atentado levado a cabo pelos irmãos Tsarnaev durante a maratona de Boston estava inicialmente pensado para acontecer no dia 4 de Julho, data em que os EUA comemoram o Dia da Independência. A festa costuma juntar em Boston pelo menos meio milhão de pessoas. A informação está a ser avançada por órgãos de comunicação norte-americanos, incluindo o The New York Times, que explicam que os dois suspeitos terão terminado a preparação das bombas mais cedo do que o previsto. Por isso, decidiram antecipar a data do ataque e fazê-lo coincidir com outro dos eventos emblemáticos de Boston, a maratona anual. De acordo com o The New York Times, que cita fontes próximas da investigação, Dzhokhar Tsarnaev, 19 anos, que sobreviveu à perseguição policial e que está detido, disse aos investigadores do FBI que ambos planeavam o ataque para 4 de Julho e não excluíam a hipótese de se fazerem explodir também. Dzhokhar explicou que o irmão, Tamerlan Tsarnaev, de 26 anos – morto durante a perseguição policial –, optou por outro tipo de explosivos mais artesanais. Este material, além de ter sido feito mais depressa, podia ser accionado à distância. As duas panelas de pressão com explosivos fizeram três mortos e mais de 280 feridos, muitos dos quais continuam hospitalizados e em estado considerado grave. 
Bombas no apartamento do casal
As bombas foram feitas no apartamento de Tamerlan em Cambridge – onde também vivia a mulher de 24 anos e a filha – e como o dia 15 de Abril também tem muito significado no estado de Massachusetts, optaram por antecipar os planos. Nesta semana a polícia deteve mais três pessoas, todos amigos dos irmãos de origem tchetchena, por terem obstruído as investigações. Azamat Tazhayakov e Dias Kadyrbayev, ambos de 19 anos, são acusados de obstrução à justiça, por alegadamente terem feito desaparecer do quarto de Dzhokhar Tsarnaev uma mochila e um computador que pertenciam a este suspeito. Um terceiro colega de Dzhokhar, o americano Robel Phillipos, foi acusado de prestar falsas declarações (terá mentido à polícia sobre o facto de terem ido ao quarto do suspeito). Um grupo de agentes especiais do FBI esteve também na segunda-feira durante cerca de 90 minutos na casa dos pais de Katherine Russell, viúva do irmão mais velho. Foram recolhidas amostras de ADN da mulher que está ali a viver desde os ataques, para serem comparadas com outros vestígios de ADN feminino encontrados numa das bombas do atentado – isto apesar de, desde o início, Katherine negar conhecer os planos do marido, escreveu o Washington Post. Fontes judiciais citadas pelo mesmo diário norte-americano explicaram que os investigadores encontraram ADN feminino numa das bombas dos atentados e que querem agora esclarecer se poderá pertencer a Katherine Russell. Dzhokhar confessou a autoria do atentado da maratona, justificando-os com asguerras americanas no estrangeiro, mesmo antes de lhe terem sido lidos os seus direitos – uma formalidade que foi excepcionalmente dispensada dado o tipo de crime que estava em causa. A acusação pelo uso de armas de destruição em massa foi feita quando Dzhokhar ainda estava na cama de hospital e, apesar de no estado em que ocorreram os ataques a pena de morte ter sido abolida, este tipo de crime está entre as excepções que podem conduzir à pena capital.
Seguidores de Anwar al-Awlaki
O irmão de 19 anos terá, ainda, confessado à equipa de investigadores que tanto ele como o irmão viram através da Internet alguns discursos do clérigo radical islâmico Anwar al-Awlaki, que nasceu nos Estados Unidos e se tornou um dos líderes da Al-Qaeda na Península Arábica, acabando por ser morto pelos norte-americanos em 2011 no Iémen. Segundo a BBC, o corpo de Tamerlan Tsarnaev foi reclamado pela família para se poder proceder às cerimónias fúnebres, das quais não se sabem pormenores. Um porta-voz do Departamento de Segurança Pública de Massachusetts disse que o corpo foi levantado na quinta-feira por uma agência funerária contratada por parentes. Os detalhes da autópsia também não foram  divulgados, sabendo-se apenas que o irmão mais velho morreu durante a troca de tiros com as autoridades policiais enquanto o mais novo conseguiu escapar.

fonte: publico.pt

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