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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Kinshasa: manifestações levam Senado a rever alteração de lei eleitoral.

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Na República Democrática do Congo, o senado reviu uma proposta de mudança de lei eleitoral que tinha originado dias de violentos protestos de que resultaram dezenas de mortes.

Manifestantes anti-governo nas ruas de Kinshasa esta semana protestando contra nova lei  que iria adiar as eleições de 2016
Manifestantes anti-governo nas ruas de Kinshasa esta semana protestando contra nova lei que iria adiar as eleições de 2016.

O senado da República Democrática do Congo rejeitou esta sexta-feira a proposta de realização de um recenseamento nacional antes das eleições  presidenciais de 2016, depois de quatro dias de protestos contra um projecto de alteração da lei eleitoral pelo partido governamental, que a oposição e a sociedade civil consideram ser uma manobra para alargar o mandato do presidente Joseph Kabila.

O projecto previa a realização de um censo eleitoral antes das próximas eleições presidenciais, previstas para 2016, mas que, segundo a oposição, poderia durar entre dois a três anos, permitindo assim que Kabila ficasse no poder durante esse período.

O presidente, que obteve um segundo mandato de cinco anos em 2011, está constitucionalmente impedido de tentar um terceiro mandato no próximo ano.
Organizações de defesa de direitos humanos disseram que pelo menos 42 pessoas morreram durante os protestos desta semana. O Governo admitiu a morte de 12 pessoas.
Entretanto, o ministro da Informação garantiu que o presidente Kabila não tem a intenção de fazer qualquer emenda constitucional para se manter no poder. Lamber Mende assegurou que a República Democrática do Congo não é o Burquina Faso, onde o presidente Blaise Campaoré tentou mudar a constituição para ficar no poder.
Hoje, o Senado modificou a proposta de lei e impôs que qualquer revisão da lei eleitoral respeite o prazo constitucional para as eleições.

"Nós escutamos a rua. É por isso que a votação de hoje é histórica", disse o presidente do Senado Leon Kenga Wa Dondo após a aprovação da proposta.

"As alterações contidas neste artigo sobre dados demográficos não apontam para um recenseamento eleitoral  porque qualquer acção não pode ir além dos limites da Constituição", explicou o presidente do Senado,

Nas ruas de Kinshasa, os apoiantes da oposição reagiram com alegria à decisão do Senado. Dezenas de pessoas no centro gritaram vitória após a votação.

"Há um sentimento de alegria", disse Mbuyi, um empresário de 45 anos de idade. "O Senado mostrou que é um órgão sábio e poupou o sangue do povo congolês que podia vir a ser derramado”, concluiu.

A comissão parlamentar vai agora procurar conciliar as posições das duas câmaras antes de uma votação final, que deve acontecer até segunda-feira, último dia da  sessão parlamentar.

Os Estados Unidos, a França e o Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon apelaram esta semana ao Governo de Kabila para mostrar contenção durante os protestos e pediram que as eleições fossem realizadas dentro do prazo imposto pela Constituição.
Entretanto, enquanto nas ruas de Kinshasa decorriam manifestações, o presidente Kabila recebia em privado o seu homologo de Angola, Jose Eduardo dos Santos.
Os dois presidentes afirmaram-se satisfeitos com as relações de cooperação entre os dois países. Segundo a agência de notícias ANGOP durante a visita foram assinados acordos de cooperação nos sectores dos transportes aéreo, ferroviário, rodoviário e marítimo bem como transfronteiriço.
Durante o encontro os dois chefes de estado discutiram também assuntos regionais e internacionais, com destaque para a situação na zona dos Grandes Lagos, com destaque para a situação na zona leste do Congo Democrático.
A visita, segundo ainda a ANGOP, a convite de Kabila, inscreveu-se no quadro de reforço das relações bilaterais de longa data entre os dois países, que partilham uma fronteira comum de 2 mil e 500 kms.
#VOA

BURKINA FASO: Campanha eleitoral para as presidenciais começa esta semana.

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O Governo burkinabe anunciou para o próximo domingo a abertura oficial da campanha para as eleições presidenciais de 29 deste mês.

Bandeira de Burkina Faso

A campanha para as legislativas começa apenas no dia 14. O Governo revelou, além disso, que um excedente de 300 milhões de francos CFA de subvenção vai ser concedido às formações e partidos políticos para as actividades de campanha eleitoral.
A 21 de Outubro, o Governo concedeu uma subvenção de mil milhões de francos CFA para o financiamento das campanhas eleitorais e actividades extra-campanha, montante julgado insuficiente por alguns candidatos. São 5,5 milhões os burkinabes chamados às urnas para elegerem o futuro presidente do país e os deputados, de modo a se restabelecer a ordem constitucional interrompida depois do golpe que derrubou BlaiseCompaoré do poder em Outubro de 2014.
Em virtude de uma nova disposição eleitoral votada pelo Parlamento interino em Abril, todos os colaboradores próximos de BlaiseCompaoré, incluindo os seus ministros DjibrilBassolé (diplomacia) e YacoubaOuédraogo (desportos) e o presidente do seu partido, Eddie Komboigo, foram excluídos do escrutínio. Um total de 14 candidatos, incluindo quatro independentes e duas mulheres, foram aprovados pelo Conselho Constitucional. O Congresso para a Democracia e Progresso (CDP, ex-maioria, de BlaiseCompaoré) anunciou que realiza reflexões para ver que candidato deve apoiar.
#jornaldeangola.sapo.ao

ANGOLA: JORNALISTA BOM É JORNALISTA MORTO.

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cardoso-jornalistas

O número de jornalistas alvo de detenções arbitrárias, assassínios extrajudiciais e tortura é uma tendência crescente no mundo: só na última década 700 mortes de profissionais de imprensa foram registadas, alertou hoje a organização não-governamental Repórteres sem Fronteiras.

“Apesar dos esforços, muito mais deveria ser feito para acabar com a impunidade e proteger os jornalistas. Ouvimos diariamente novos casos de jornalistas mortos, isso é extremamente preocupante”, afirmou Delphine Halgand, directora da representação daquela Organização Não-Governamental (ONG) em Washington.
Delphine Halgand defendeu hoje, numa sessão na sede das Nações Unidas, que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, indique um representante especial para dedicar-se ao tema de segurança dos jornalistas.
“Somente um representante especial trabalhando junto com o secretário-geral terá a força política e legitimidade para promover a mudança. Ele terá o papel de monitorar o cumprimento e a implementação da obrigação de proteger por parte do Estados-membros”, disse.
A directora da ONG Repórteres sem Fronteiras criticou ainda que apenas metade dos países onde jornalistas foram mortos recentemente respondeu às solicitações da UNESCO acerca das circunstâncias das mortes destes profissionais.
“Irão, Iraque, Mali e Rússia são alguns dos que não responderam ao pedido da UNESCO. Agora é hora de acção e de uma verdadeira mudança”, reclamou.
Nesta segunda-feira, as Nações Unidas marcaram o dia internacional de combate à impunidade de crimes cometidos contra jornalistas com o lançamento do relatório “Tendências mundiais sobre Liberdade de Expressão e Desenvolvimento dos Meios 2015″, em Paris.
Segundo a UNESCO, em média um jornalista é morto por semana no mundo e menos de 6% do total de 593 assassinatos de jornalistas (2006-2013) foram resolvidos.
Entre 2013 e 2014, 178 profissionais de imprensa foram mortos – 87 em 2014. O ano mais mortal foi 2012, quando 123 casos foram registados.
Segundo o director do Centro Knight para Jornalismo nas Américas na Universidade de Austin, no Texas, o brasileiro Rosenthal Alves, e também presidente de uma rede que reúne todas as cátedras de Comunicação mantida pela Unesco, a maioria das mortes é de profissionais homens.
“Dos 178 assassinatos, 92% são jornalistas homens. As regiões mais perigosas para se trabalhar no mundo hoje são o Médio Oriente e a América Latina”.
O mundo árabe teve 64 profissionais de imprensa mortos entre 2013 e 2014. Já na América Latina, foram 51 casos; na Ásia e Pacífico, 30; e em África, 23.
Já a maioria das mortes ocorreram com profissionais de televisão, com 64, seguido dos profissionais da imprensa escrita e fotógrafos (61) e rádio (50).
Seguindo o responsável pela unidade de Estado de direito no escritório executivo do secretário-geral da ONU, Edric Selous, a imprensa tem um papel importante no cumprimento da agenda de desenvolvimento 2030, especialmente na meta 16 de desenvolvimento sustentável, a fim de promover sociedades pacíficas e inclusivas.
“Para alcançar esta meta, é necessário assegurar as liberdades de expressão e de informação para um diálogo livre que engaje a sociedade. Combater a impunidade e garantir a protecção dos profissionais de imprensa é importante no contexto da nova agenda de desenvolvimento”, destacou Selous.
Na opinião da representante permanente da Lituânia na ONU, a embaixadora Raimonda Murmokaité, o assassínio de jornalistas deve ser considerado um crime de guerra.
“A falta de transparência, em que 95% dos casos saem impunes, é um passe livre para matar jornalistas. E demonstra o quão perigosa é esta profissão, muitos pagam o preço pelo direito que temos de ter acesso à informação”.
Segundo Murmokaité, a comunidade internacional precisa reconhecer os profissionais de imprensa como portadores de um importante papel de prevenção contra acções terroristas e atrocidades em massa.
“Muitos atuam em zonas de conflito sem lei e podem ser alvo de terroristas. Apesar de as mulheres serem a minoria, é preciso considerar a dimensão de género na profissão. Elas estão ainda mais vulneráveis”, destacou.
Foto: Imagem do jornalista moçambicano Carlos Cardoso, assassinado em 22 de Novembro de 2000.
#http://jornalf8.net/

Cuba: Fihav 2015 - boas-vindas ao comércio e ao intercâmbio entre países.

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Fihav 2015 contará com a participação de cerca de 900 empresas e de dez países mais que o ano passado.


A 33ª edição da Feira Internacional de Havana Fihav 2015, abre suas portas desde hoje, 2 de novembro, e até 7 de novembro, no recinto de feiras Expocuba. Mais de 70 países estão representados nesta ocasião, em uma área expositiva que supera os 20 mil metros quadrados.
Fihav 2015 é considerada a maior feira em mais de uma década. Cerca de 900 empresas participantes, das quais umas 300 são cubanas, e a presença de dez países mais que o ano passado, são alguns dos números que avalizam essa afirmação.
Delegações de alto nível de distintas nações manifestaram seu interesse de assistir à feira, onde está prevista a apresentação da segunda versão da carteira de oportunidades de negócios com capital estrangeiro.
Dentro da feira, o pavilhão cubano ocupa uma área de uma 5 mil metros quadrados, e contará com 121 estandes das diferentes entidades nacionais as quais mostrarão seus produtos ou serviços.
Fihav 2015 é um evento que não só ajuda a divulgar as oportunidades para fazer comércio e investir em Cuba, mas também para intercambiar com outros países, tal como expressaram seus organizadores.
#granma.cu

Aubameyang e Yaya Touré concorrem ao prêmio de melhor jogador africano do ano.

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Jogador Yaya Touré

O atacante gabonês Pierre-Emerick Aubameyang, do Borussia Dortmund, e o meia marfinense Yaya Touré, do Manchester City, concorrem ao prêmio de melhor jogador africano de 2015, de acordo com uma lista de dez indicados divulgada pela Confederação Africana de Futebol (CAF) nesta segunda-feira. Em grande fase com o Borussia Dortmund e artilheiro do Campeonato Alemão com 13 gols, ao lado do polonês Robert Lewandowski, Aubameyang é um dos favoritos ao prêmio. O maior rival do gabonês é o marfinense Yaya Touré, líder do Campeonato Inglês com o Manchester City e vencedor das últimas quatro edições do prêmio. O ganhador será decidido com os votos dos técnicos e dirigentes das associações nacionais filiadas à CAF. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 7 de janeiro em Abuja, capital da Nigéria.Os dez candidatos são: André Ayew (GAN/Swansea), Aymen Abdennour (TUN/Valencia), Mudather El Tahir (SUD/Al Hilal), Mohammed Salah (EGI/Roma), Pierre-Emerick Aubameyang (GAB/Borussia Dortmund), Sadio Mané (SEN/Southampton), Serge Aurier (CMA/Paris Saint-Germain), Sofiane Feghouli (ALG/Valencia), Yacine Brahimi (ALG/Porto) e Yaya Touré (CMA/Manchester City).
#terra.com.br


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