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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Brasil se distancia de média mundial em ranking de educação.

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Crianças em sala de aula. Foto: PA
Ranking feito por entidades privadas compara notas e alfabetização em 40 países
O Brasil se distanciou da média de 40 países em um ranking que compara resultados de provas de matemática, ciência e leitura, e também índices como taxas de alfabetização e aprovação escolar.
No entanto, apesar de ter o seu índice piorado, o país subiu uma posição no ranking – de penúltimo para antepenúltimo – pois o México apresentou queda maior do que o Brasil no índice.
Esta é a segunda edição do relatório produzido pela empresa de sistemas de aprendizado Pearson (ligado ao jornal britânico Financial Times) e pela consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU).
O Brasil aparece na 38ª posição do ranking, na frente de México e Indonésia – um avanço de um lugar, na comparação com a edição de 2012.
O indicador do ranking é composto a partir duas variáveis: capacidade cognitiva (medida por resultados de alunos nos testes internacionais PISA, TIMSS e PIRLS) e sucesso escolar (índices de alfabetização e aprovação escolar).
O número usado para comparar os países ("escore z") indica o quão longe cada nação está da média dos 40 países (que é zero, nesta escala). Foram analisadas nações da Ásia, da Europa e das Américas – nenhum país africano participa do ranking.
Em 2012, o Brasil havia obtido um escore de -1.65; neste ano o indicador foi de -1,73, o que mostra que o país está mais distante da média dos 40 países. Já o México viu seu escore cair de -1,6 para -1,76. O sinal negativo indica que ambos os países estão abaixo da média dos 40 países.
O Brasil piorou nas duas variáveis – tanto na capacidade cognitiva (de -2,01 para -2,06) quanto no sucesso escolar (de -0,94 para -1,08).
Os escores são sempre comparados com a média das 40 nações. Então não é possível determinar ao certo se a piora do indicador do Brasil se deve a uma queda no desempenho dos alunos brasileiros, ou se houve uma melhora na média mundial.

Mais professores de ciência e matemática

"Países em desenvolvimento ocupam a metade inferior do ranking, com a Indonésia novamente aparecendo em último lugar entre as 40 nações analisadas, precedida por México e Brasil", diz o relatório produzido junto com o ranking ("A Curva de Aprendizagem").
"É preciso questionar a habilidade dos sistemas educacionais destes países de suportar índices altos de crescimento econômico no longo prazo."
Um dos capítulos do relatório discute "lições a serem aprendidas por países em desenvolvimento" e conta com contribuições de Maria Helena Guimarães de Castro, diretora da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados), um centro de pesquisas do governo do Estado de São Paulo.
Castro é citada no relatório dizendo que o Brasil precisa de um aumento de 30% no número de professores de ciência e matemática para aliviar as pressões sob o contingente atual - que está sobrecarregado e carece de treinamento.
"Nós não temos professores porque essa carreira não é atraente. Isso é um problema que não será resolvido a não se que o governo e os governantes decidam mudar isso", diz a diretora do Seade, no documento da Pearson e EIU.

Ásia em alta

No topo do ranking, a novidade desta edição é a queda dos países escandinavos e a ascensão de asiáticos.
A Finlândia, que liderava a edição de 2012, viu seu escore piorar de 1,26 para 0,92 – caindo quatro posições e sendo ultrapassada por Coreia do Sul, Japão, Cingapura e Hong Kong. O relatório afirma que países escandinavos, como Suécia e Finlândia, tem visto nos últimos anos as notas de seus alunos piorarem nos testes internacionais.
A Coreia do Sul é o país com a melhor média em relação às 40 nações. Um dos destaques positivos do ranking foi a Rússia, cujos alunos melhoraram suas notas nas avaliações. Com isso, a Rússia subiu sete posições, de 20° para 13°
#bbc.co.uk/portuguese





Costa do Marfim: Nova zona industrial de Abidjan - Ministro Jean Claude Brou insta os parceiros a respeitar os prazos

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Cérémonie

Abidjan - Ministro da Indústria e Minas, Jean Claude Brou, na exortou nesta quinta-feira os parceiros envolvidos no desenvolvimento da nova zona industrial de PK 24 na estrada do Norte, para cumprirem prazos e garantir a qualidade do trabalho.
"Parabenizou as empresas seleccionadas para a realização deste projecto de emergência e quero lembrá-los da importância do cumprimento dos prazos e garantir a qualidade do trabalho que vai ser entregue", declarou ele, após o lançamento dos trabalhos de viabilização de 50 primeiros hectares sobre os 940 obtidos pelo Estado.
Segundo o ministro Brou, este projeto está inscrito na " dinâmica do desenvolvimento do setor industrial" na Costa do Marfim, dando-lhe os meios necessários para o seu desenvolvimento, a fim de "ajudar a reforçar a competitividade do setor produtivo através da consolidação do ambiental dos negócios em sua progressão. "
Ele disse que a reabilitação das zonas industriais de Abidjan e do lançamento do trabalho desta nova zona será seguido pela restauração das áreas industriaias e da criação de novas zonas industriais no interior do país.
Os trabalhos da viabilização da nova zona industrial de PK 24 sobre auto-estrada do Norte nos últimos 11 meses. Eles se inscrevem na disposição do governo para superar a escassez de terrenos industriais para novas empresas que querem se implantar em solo marfinense, e serão chamados.

#abidjan.net

Ex-vice-presidente do Zimbabwe diz que vai lutar contra a sua expulsão do partido.

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O Presidente do Zimbábue, Robert Mugabe (à Direita) e, em seguida, Vice-presidente Joice Mujuru. Imagens em uma reunião da sede do partido ZANU-PF no poder em Harare, em Outubro de 2014. FOTO | AFP | ARQUIVO

A ex-vice-presidente Zimbabweano Joice Mujuru disse nesta quinta-feira que iria lutar contra a sua expulsão do partido ZANU-PF no poder depois de se desentender com o presidente Robert Mugabe.

Mujuru, que foi anteriormente apontada como provável sucessor de Mugabe, foi expulsa na semana passada da ZANU-PF por supostamente conspirar contra o presidente de 91 anos de idade.

"Eu sou aquele que nunca podia ser expulso do original e genuíno partido ZANU-PF", Mujuru disse em sua primeira reação pública ao seu despedimento.

Ela disse em um comunicado que a decisão da ZANU-PF para expulsá-la foi baseada em uma " campanha maliciosa, odiosa e infundada".

Mujuru se desentendeu com Mugabe no ano passado e foi demitida do cargo de vice-presidente, em dezembro.

Muitos de seus aliados no governo, também foram demitidos e expulsos da ZANU-PF após Mugabe acusá-los de conspirar para derrubá-lo.

Joice Mujuru é uma ex-guerrilheira da guerra de libertação da antiga Rodésia e viúva do comandante do exército Solomon Mujuru, que morreu em um incêndio misterioso em casa em 2011.

Depois de ocupar postos ministeriais em todos os governos desde a independência em 1980, Mujuru veio sob o ataque verbal e amargo da esposa de Mugabe Grace, que foi promovida a chefe da ala feminina da ZANU-PF.

Mugabe substitui Mujuru como vice-presidente por seu ministro da Justiça Emmerson Mnangagwa, um linha-dura do regime.

Mugabe e sua esposa fizeram nesta quinta-feira uma visita de Estado de dois dias à vizinha África do Sul em busca de investimento estrangeiro para reanimar a economia moribunda de sua nação.

#africareview.com

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