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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Rússia: Médicos dos Estados Unidos graduados em Cuba levantam a voz contra bloqueio.

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 Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
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Médicos dos Estados Unidos graduados em Cuba levantam a voz contra bloqueio.

Washington, 14 ago (Prensa Latina) Cinco graduados estadunidenses da Escola Latino-americana de Medicina em Cuba (ELAM) participarão na Jornada contra o Bloqueio 2017, que acolherá esta capital do 11 a 16 de setembro, anunciaram hoje os seus organizadores.
Dito evento, organizado por agrupamentos solidários com Cuba, centrar-se-á no impacto que tem sobre o setor da saúde o cerco de Washington, a mais 55 anos de duração e recusado pela comunidade internacional, em abrumadora maioria.
Segundo a informação conhecida por Prensa Latina, os médicos mencionados unir-se-ão a profissionais cubanos convidados ao encontro, o terceiro deste tipo.
Criada pelo Governo cubano em 1999 a raiz de uma iniciativa do líder histórico da Revolução, Fidel Castro, a ELAM tem graduado a mais 28 mil e 500 galenos de 103 países, entre eles 170 dos Estados Unidos.
Na semana anterior, a União Nacional de Enfermeiros Unidos, o sindicato maior desses profissionais registados neste país com mais 150 mil membros, ofereceu seu apoio à Jornada contra o Bloqueio.
Estamos em plenos preparativos do encontro, precisou dias atrás a Prensa Latina a coordenadora nos Estados Unidos do Comité Internacional Paz, Justiça e Dignidade dos Povos, Alicia Jrapko.
Focamos-nos neste ano no tema da saúde pois resulta um momento crítico para o setor nos Estados Unidos e achamos que Cuba pode ser um exemplo, manifestou em alusão a um contexto marcado pelas discussões no Congresso norte-americano para uma reforma sanitária.
A ideia, agregou Jrapko, é debater sobre os efeitos negativos que causa o bloqueio no país caribenho, e o impacto nos próprios estadunidenses, quem se vêem privados de aceder a serviços e tratamentos médicos cubanos contra doenças como o cancro e a diabetes.
Mesmo assim, o Comité Internacional Paz, Justiça e Dignidade dos Povos, deseja encontrar formas de trabalho conjunto entre ambas as nações para pôr fim ao cerco e apoiar a atenção médica universal dos norte-americanos todos.
Durante quase uma semana de atividades realizarão diversos eventos públicos, e membros do agrupamento e outras pessoas interessadas visitarão o Congresso...
fonte: pravda.ru

Rússia: Por que ser contra o pagamento do ensino universitário público?

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22.08.2017 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Por que ser contra o pagamento do ensino universitário público?. 27164.jpeg

O pagamento de mensalidades pelo ensino universitário público no Brasil sempre vem à tona quando as universidades enfrentam problemas financeiros.  A pergunta  retórica que se ouve amiúde é : por que não cobrar de quem pode pagar? Pois bem, aqui vão algumas razões.

Por Roberto Kraenkel/GGN
O que está em jogo quando se fala da cobrança pelo ensino público é muito mais do que uma questão financeira, que - de toda forma -  é sempre momentânea. Trata-se, antes de mais nada,  de aumentar o campo de influência dos valores (neo)liberais. Explico-me:  ao tornar as  universidades pagas, faz-se com que nelas se introduza uma nova escala de valores, uma escala monetária. Assim, com o passar do tempo certamente as melhores universidades quererão cobrar mais caro que outras - pois na ética neoliberal isto é absolutamente natural. Haverá diferença de preço entre cursos. E, internamente, haverá valorização de atividades que atraiam mais dinheiro para a universidade. Docentes mais populares ou que atraiam mais verbas tornam-se mais prestigiados. Estudantes transformam-se em clientes. Valores passam, portanto, a ser monetizados. O conteúdo ideológico é óbvio, levando a uma naturalização do conceito de que o valor em dinheiro é um fundamento ético adequado para todo tipo de decisões, não só universitárias.
Está, portanto, explícito o caráter ideológico do embate ao redor da questão do pagamento do ensino. Mas a discussão sobre o tema não para aí.
Para um liberal, a situação acima parecerá normal, desejável até.  Trata-se aí de questão de fé, ou de definição de valores morais.  Pouco há, portanto, a debater. A quem não concorda com esta visão, caberá combate-la dentro do jogo de forças na sociedade.
Mais importante, parece ser a questão que se origina da constatação de que, em países como os Estados Unidos e o Reino Unido, o ensino universitário é pago.  É verdade que algumas das melhores universidades do mundo são pagas  - mas não todas(há universidades de ponta na Europa continental que são totalmente gratuitas). E antes que surja alguém argumentando que as universidades no topo dos rankings mundiais são pagas, cabe notar que tais rankings foram desenhados para elas e não são instrumentos sérios de avaliação.  Mas, de todo modo, sim,  há boas universidades pagas.  Não há portanto como se dizer que o pagamento acabará com as  universidades, mas sim que as tornará mais elitistas e organizadas ao redor de princípios de mercado. As exceções de praxe são universidade de longa tradição. Mas, cabe mesmo comparar nossas universidades com estas exceções?
É muito mais cabível comparar nossas melhores universidades com universidades médias do mundo desenvolvido. E o que se constata nelas?  Constata-se que as universidades que adotam o modelo mercantil  são extremamente problemáticas. Abrem-se e fecham-se cursos por demanda, interferindo assim na própria autonomia intelectual que o corpo docente delas deveria gozar.  Traçam-se planos estratégicos que inibem a criatividade que está na raiz do saber científico e intelectual.  Criam-se metas de captação de verbas pelos docentes. E criam-se estudantes devedores vida afora.
No contexto brasileiro,  os problemas apontados acima são mais agudos. É impossível não se espantar com  o enorme grau de desigualdade social no Brasil.  O ensino público gratuito para camadas de mais baixa renda é uma das bases de combate a estes desiquilíbrios históricos. É dar a estas camadas o acesso a um instrumental intelectual que as grande maioria das universidades privadas baratas está muito longe de oferecer.  É dar-lhes o grão do saber.
E desenha-se aqui o confronto de classes impresso na questão do pagamento do ensino universitário.  Os pobres brasileiros não tem como paga-las.  Em silêncio,  certa classe média regozija-se de não ter que conviver com eles em pé de igualdade. A ideia de que tal situação poderia ser evitada com um programa de bolsas é ingênua. Tomada de novos valores, a universidade funcionará com os valores de eficiência financeira. Algumas poucas bolsas serão dadas para fins de  gerenciamento de imagem.
Não é de se estranhar que, no desastroso cenário político brasileiro, esta questão volte a ser debatida. Quem a levanta, e quem defende o pagamento do ensino público universitário, são setores da sociedade que obviamente poderiam pagar por ele. Defendem apenas sua posição social.
pravda.ru

Terminada a campanha, Angola espera por "dia da verdade".

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Os candidatos às eleições gerais angolanas de quarta-feira terminaram um mês de campanha, cada um com os seus meios, argumentos e cabeças-de-lista. Seis partidos políticos lutam pelos 220 assentos no Parlamento.
fonte: DW ÁFRICA
Apoiantes da UNITA no Cazenga, local onde o partido encerrou a sua campanha
Apoiantes da UNITA no Cazenga, local onde o partido encerrou a sua campanha
No dia de encerramento da campanha eleitoral, ninguém quis perder os kuduristas que estavam anunciados para atuarem no palco da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), o partido que promete o que muitos jovens aqui desejam: mudança.
Esta segunda-feira (21.08), logo pela manhã, o denominado terreiro da Filda, no Cazenga, Luanda, começou a encher-se, sobretudo de jovens vindos a pé ou em táxis comuns, para ouvir o líder da UNITA, Isaías Samakuva.
"Por todo o lado por onde nós passamos ouvimos o grito da mudança", disse Isaías Samakuva. "Todos os angolanos nos dizem que estão a sofrer muito", sublinhou.
MPLA confiante
Nesta campanha, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) usou outra tática e deixou uma mensagem de otimismo e de auto-confiança. Segundo João Lourenço, não passa pela cabeça de ninguém, dentro do MPLA, a possibilidade de uma derrota.
"Temos a certeza que vamos ter um bom resultado. Vamos atingir a maioria qualificada de mais de dois terços", disse o candidato do MPLA no sábado (19.08), no comício de encerramento do partido no poder.
A mensagem do MPLA foi bi-facetada e em parte contraditória. Por um lado, o partido apresentou-se como partido renovado, com um novo cabeça-de-lista e candidato à presidência da República. João Lourenço foi ao longo das semanas apresentado como homem que vai abrir uma nova página na história do país, diversificando a economia e combatendo a corrupção.
Por outro lado, Lourenço foi apresentado como "homem do sistema",  que dará continuidade à obra do Presidente cessante, José Eduardo dos Santos, que apareceu uma única vez ao lado do cabeca do cabeça-de-lista, no último comício do MPLA.
Problemas de transparência
Segundo os observadores, a campanha correu de forma calma e ordeira e não se registaram casos significativos de intolerância política, nem de violência entre apoiantes e militantes dos diferentes partidos concorrentes.
A mesma avaliação positiva não se pode fazer do processo eleitoral em si, que apresenta bastantes problemas, afirma o rapper angolano MCK. "Infelizmente, os processos eleitorais em Angola, e em África de um modo geral, ainda não obedecem à transparência e lisura dos procedimentos de justiça", lamenta.
Rapper MCK aus Angola
MCK: "Este escrutínio está muito viciado"
Segundo o músico, "este escrutínio está muito viciado", por práticas de tratamento desigual - por exemplo, por parte da imprensa pública. "Os partidos politicos da oposição têm um espaço de antena muito reduzido. O MPLA tem muitas horas, usa os meios do Estado, está a fazer inaugurações cíclicas", critica ainda MCK.
Críticas à CNE
Ao longo da campanha eleitoral, surgiram também críticas à Comissão Nacional Eleitoral (CNE). As críticas não são novas e tinham também sido levantadas nas últimas e penúltimas eleições angolanas. Fala-se, por exemplo, de muitas dificuldades na acreditação dos delegados de lista dos partidos concorrentes, problema levantado sobretudo pelo terceiro maior partido angolano, a Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE) de Abel Chivukuvuku.
Critica-se ainda o facto da CNE, que tem ao todo 17 comissários, ter no seu seio 10 representantes indicados pelo partido no poder, incluindo o seu presidente e a sua porta-voz. Fala-se ainda de milhares casos que indiciam, no mínimo, alguma falta de organização, vendo-se muitos eleitores obrigados a votar em mesas de voto muito distantes das suas residências.
Apesar de todos os problemas, também já registados nas eleições de 2008 e de 2012, os resultados acabaram por ser validados, tanto pela CNE, como pelos tribunais, como pelos observadores e pelos próprios partidos concorrentes.
Amanhã, terça-feira (22.08), é dia de reflexão. Quarta-feira, dia 23 de agosto, é o "dia da verdade".

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