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segunda-feira, 22 de maio de 2017

ANGOLA: POLÍCIA MOSTRA QUE QUEM NÃO FOR DO MPLA LEVA.

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repressao-activistas

Algumas dezenas (dois ou três na versão oficial) de jovens manifestaram-se hoje no Cacuaco, arredores de Luanda, exigindo a libertação de outros sete activistas condenados em Abril a 45 dias de prisão, protesto que, relataram, terminou com detenções e agressões.

De acordo com activistas do autodenominado Conselho Nacional dos Activistas de Angola, o protesto de hoje foi travado pela polícia do MPLA e pelo menos cinco dos manifestantes foram levados pelas forças de segurança, desconhecendo-se os motivos.
“Agora viemos aqui para a frente ao tribunal do Cacuaco para exigir a libertação destes cinco jovens, que foram levados por esta polícia autoritária”, afirmou Nito Alves, um dos organizadores do protesto de hoje e que integra o grupo de 17 activistas que em Março de 2016 foram condenados pelo tribunal de Luanda a penas de prisão de até oito anos e meio.
“Partiram a cabeça de um jovem e outros foram agredidos. Nós só queríamos exigir a libertação dos sete que foram detidos em Abril”, acrescentou o activista.
Sete outros activistas foram condenados a 19 de Abril pelo tribunal de Cacuaco a penas de 45 dias de prisão efectiva, por resistência às autoridades, ao tentarem manifestar-se contra alegadas irregularidades no processo de registo eleitoral, que antecede as eleições gerais de Agosto, mas também para alertar para as dificuldades dos jovens daquele município da capital, nomeadamente a falta de emprego.
De acordo com o secretário-geral do Conselho Nacional dos Activistas de Angola, António Kissanda, os sete jovens têm idades entre os 25 e os 35 anos. Foram detidos na manifestação realizada a 17 de Abril e três dias depois começaram a cumprir pena, na cadeia de Comarca de Viana.
Foram ainda condenados a pagar, cada um, multas de 65.000 kwanzas (365 euros), indicou António Kissanda, acrescentando que são estudantes universitários, músicos de intervenção e activistas.
“O grupo que se estava a manifestar era maior, mas quando a polícia os levou eram oito. Entretanto, no outro dia, durante o transporte da esquadra da polícia para o tribunal, um dos elementos conseguiu fugir e foram condenados sete”, explicou anteriormente secretário-geral do Conselho Nacional dos Activistas de Angola.
Foram condenados à revelia e, por não terem assistência jurídica, a condenação não foi alvo de recurso, indicaram os activistas.
“Resistimos à força que a polícia nos apresentou, porque é um direito na nossa Constituição. Não somos criminosos para fugir, esperávamos que a polícia estivesse lá para nos proteger”, disse.
A este propósito recorde-se o texto do voto de condenação contra as autoridades angolanas apresentado ontem, sexta-feira, pelo Bloco de Esquerda no Parlamento português e que, como se previa, foi rejeitado pela extensa coligação PCP, PS, PSD e CDS:
“No dia 17 de abril a polícia angolana reprimiu violentamente uma manifestação em Cacuaco, município na periferia de Luanda, levando à prisão de 7 pessoas que exigiam emprego e melhores condições de vida, assim como a realização de eleições livres e transparentes em Angola.
António Mabiala, Nzenza Mabiala (“Luston”), Paulo Mabiala (“DMX”), Adão Bunga (“Mc Life”), Valdemar Aguinaldo (“27 de Maio”), Mariano André e David Saley , foram julgados em processo sumário por alegado desacato às autoridades e condenados pelo tribunal municipal de Cacuaco, no dia 19 de abril, a 45 dias de prisão e multa de 75’000 Kwanzas que estes jovens e as suas famílias não têm como pagar.
Os jovens foram enviados para as prisões de Viana, Kakila e Kalomboloko, locais onde falta água, comida e assistência médica. Os familiares dos jovens relatam ainda dificuldades em visitar e prestar assistência aos presos da manifestação de 17 de abril.
Esta não é a primeira manifestação violentamente reprimida pelas autoridades angolanas este ano. Ainda no passado dia 24 de fevereiro, as forças de segurança reprimiram uma manifestação de jovens ativistas em Luanda, entre eles Hitler Samussuko e Luaty Beirão, dois ativistas perseguidos no processo “15+2”. Vários ficaram feridos pelos cães de polícia soltos contra eles.
Já nessa altura os manifestantes denunciavam a falta de transparência e existência de irregularidades no processo eleitoral para as eleições gerais previstas para 23 de agosto de 2017. Não pode haver eleições livres e justas sem liberdade de expressão e reunião, condições basilares do exercício da democracia.
Assim a Assembleia da República, reunida em plenário, condena a perseguição sistemática aos ativistas cívicos em Angola, a repressão e a violência sobre as manifestações e o desrespeito pelos princípios da liberdade e da democracia.”
Folha 8 com Lusa
Foto: Arquivo

Manifestações em cidades brasileiras pedem saída de Temer.

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Atos convocados por movimentos de esquerda e sindicatos ocorrem nas grandes cidades, com maiores concentrações em Belo Horizonte e São Paulo. Além da saída do presidente, manifestantes pedem eleições diretas.
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Em Brasília, a Esplanada dos Ministérios foi palco de protesto pela saída de Temer e realização de eleições diretas
Diversas cidades brasileiras tiveram neste domingo (21/05) manifestações contra o presidente Michel Temer e a favor da convocação de eleições diretas. Os atos foram organizados por movimentos de esquerda e organizações sindicais e tiveram adesão bem abaixo da registrada em atos semelhantes que pediram a saída da ex-presidente Dilma Rousseff.
Manifestantes – em sua maioria vestidos de vermelho e munidos de cartazes e bandeiras sindicais – pediram a saída de Temer e a realização de eleições diretas e criticaram as reformas da Previdência e trabalhista. Além disso, alguns cartazes expressavam apoio a Dilma e outros pediam a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comando da nação.
Palco das maiores manifestações contra Dilma, São Paulo teve início de seu ato agendado para o fim de tarde na Avenida Paulista. A chuva que caía forte na capital paulista atrapalhou os planos dos organizadores, com a manifestação atraindo menos pessoas do que o esperado e se concentrando em frente ao Masp.
Com a chuva, muitos manifestantes buscaram abrigo sob as marquises do museu e da avenida. Com a desistência dos grupos anti-Dilma, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem pra Rua, que havia feito uma convocação, mas a retirou alegando motivos de segurança, centrais sindicais, organizações de esquerda e movimentos sociais, como o MTST, marcaram presença.
Brasilien Proteste gegen Temer mit geringer Beteiligung
Com apito na boca, mulher pede a prisão de Michel Temer, Aécio Neves e do ministro do STF Gilmar Mendes
A Força Sindical afirmou que o ato deste domingo é apenas uma preparação para a manifestação prevista para quarta-feira, em Brasília, contra as reformas da Previdência e trabalhista. "Vão ser 100 mil pessoas de diferentes centrais sindicais. Só a Força vai levar 20 mil pessoas de diversos locais do país. A chuva atrapalhou um pouco os protestos, mas os trabalhadores estão se preparando para ir a Brasília", disse o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, à Folha de S. Paulo.
Milhares em Belo Horizonte
A maior aglomeração popular aconteceu na capital de Minas Gerais, estado do ex-candidato presidencial Aécio Neves, que foi afastado do Senado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após revelação de áudio em que pede 2 milhões de reais ao dono da JBS, Joesley Batista. Milhares de manifestantes se reuniram na Praça da Liberdade e seguiram em passeata até a Praça Sete de Setembro, no centro de Belo Horizonte.
O ato foi convocado pela Frente Brasil Popular, pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), além de outros movimentos sociais, estudantis e partidos de esquerda. A Polícia Militar não divulgou estimativa de presentes. Os organizadores divulgaram a presença de 50 mil pessoas. Além de Belo Horizonte, Minas Gerais teve protestos também em Juiz de Fora (cerca de mil pessoas) e Uberlândia (Polícia Militar estima 120 participantes).
Pouca participação no Rio
Números baixos foram registrados no Rio de Janeiro, onde cerca de cem manifestantes protestaram contra a corrupção nas areias da praia de Copacabana, na altura do hotel Copacabana Palace.
O ato organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (Muspe) pediu também a renúncia do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Outros alvos do protesto em Copacabana foram o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e sua esposa Adriana Ancelmo. Um terceiro grupo de algumas dezenas de manifestantes caminhou até a casa do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), primeiro na linha sucessória em caso de saída de Temer.
Em Brasília, um grupo de cerca de 250 pessoas – estimativa da Polícia Militar – se reuniu em frente à Biblioteca Nacional, a poucos metros do início da Esplanada dos Ministérios. Boa parte dos manifestantes são membros de sindicatos e centrais sindicais, como a CUT. Também estavam presentes movimentos, como o Levante Popular da Juventude, e militantes do PT e do PCdoB.
Em Curitiba, a chuva atrapalhou a manifestação, que reuniu cerca de 250 pessoas no centro da cidade. Marchas ocorreram em Salvador e Fortaleza, com participação de centenas de pessoas. Houve manifestações também em Belém (sem números divulgados), no entorno do Theatro da Paz, em Campo Grande (Polícia Militar estimou o grupo em 150 participantes), em Goiânia (sem estimativa, pois a Polícia Militar não esteve no local), em Manaus (cerca de 300 pessoas), em São Luís (Polícia Militar estimou 500 pessoas, mas organizadores falam em 3 mil), e em Natal (organizadores falam em 4 mil pessoas).
fonte: DW ÁFRICA
PV/ots

Polícia reprime com violência e detenções manifestação em Angola.

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"Houve tortura" e tiros, afirmou Chinguari à DW África, um dos organizadores da manifestação. Os jovens exigiam, este sábado (20.05), no Cacuaco, a libertação de outros sete ativistas condenados a 45 dias de prisão.
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Manifestação em Benguela (2012)
Chinguari ficou com um braço inflamado e deslocado. Foi o resultado da ação da polícia, este sábado (20.05), no Cacuaco, onde reprimiu uma manifestação de jovens.
Segundo um dos organizadores do protesto, pelo menos duas pessoas ficaram feridas e cinco dos manifestantes foram levados pelas forças de segurança.
Os jovens manifestaram-se para exigir a libertação de sete outros ativistas que foram condenados, a 19 de abril, pelo tribunal de Cacuaco a penas de 45 dias de prisão efetiva, por resistência às autoridades. De acordo com o secretário-geral do Conselho Nacional dos Ativistas de Angola, os jovens foram ainda condenados a pagar, cada um, multas de 65 mil kwanzas (365 euros).
Na altura, os sete ativistas tentavam manifestar-se contra alegadas irregularidades no processo de registo eleitoral, mas também para alertar para as dificuldades dos jovens do município do Cacuaco, nos arredores de Luanda, nomeadamente a falta de emprego. A DW África entrevistou Chinguari, um dos organizadores da manifestação deste sábado (20.05).
DW África: Chegou a haver manifestação ou o protesto foi reprimido logo de início?
Prozess gegen Aktivisten in Angola Proteste
Jovens preparam nova manifestação para sexta-feira (26.05) para exigir a libertação de sete ativistas
Chinguari (C): Houve manifestação, eles reprimiram. Se não houvesse, não havia todo aquele aparato policial, que era muito. Eles reprimiram e não nos deixaram chegar ao local. Não nos deram uma prioridade para darmos uma explicação ao comandante sobre por que é que nos estavamos a manifestar, não nos deram tempo.
DW África: Houve uso de força por parte da polícia?
C: No início da manifestação houve uso da força. Até apareceu o helicópetro da polícia a sobrevoar por cima de nós. Houve tiro, temos as imagens e temos também alguns vídeos. Houve tortura, por exemplo, eu tenho um braço inflamado e deslocado. Temos um colega que fraturou a perna e foi levado para o hospital. Deslocou [a perna] porque caiu num buraco, quando ia a correr por causa do tiroteio. Ao Nito Alves deram-lhe com o cabo da polícia na cabeça. Detiveram cinco [manifestamtes], mas se calhar dois já estão em liberdade. Quanto aos outros três não sei.
DW África: Quantas pessoas estavam aproximadamente no local da manifestação?
C: Concentramo-nos 75 pessoas, mas depois começaram a dispersar-nos. Separámo-nos depois em grupo para ver se nos conseguiamos concentrar na vila.
Aí, começaram a chutar em todo o mundo que se sentou num local público. O nosso objetivo era chegar até à administração. Como a admnistração é perto do tribunal, aí poderiamo-nos concentrar para fazer a manifestação. Eles cercaram aquilo com cavalos, cães, armas e gás lacromogéneo. Só não lançaram gás lacromogéneo. Mas estavam munidos, caso houvesse um protesto em frente do frente do tribunal. Por isso, cercaram-nos para nos começar a deter.
DW África: A manifestação foi autorizada?
C: Nós demos a carta e eles não deram nenhum deferimento. Assim, [entendemos que a manifestação] estava autorizada, pois quem fica calado é porque concordou. Temos "manos" que estão detidos, sete ativistas. Fizemos esta manifestação para exigir a liberdade deles. Provavelmente, na próxima sexta-feira (26.05), vamos fazer uma nova manifestação para exigir a sua liberdade, porque a multa que estão a pedir é muito [alta] e a família não está a conseguir.
fonte: DW ÁFRICA

FMI ACORDA COM GUINÉ-BISSAU TRANFERÊNCIA DE 3,7 MILHÕES DE EUROS.

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Boa noticia para Guiné-Bissau e uma azia para os detratores do nosso país, entre os quais, o lobby lusófono que suporta DSP e os mafiosos do MPLA ávidos pelas nossas riquezas .

O Fundo Monetário Internacional (FMI) acordou com a Guiné-Bissau a transferência de uma tranche de 3,7 milhões de euros do empréstimo em curso ao país, depois de uma visita técnica que terminou hoje.

“A recuperação da atividade económica iniciada em 2015 está a prosseguir e a consolidar-se. O crescimento está a ser apoiado pela alta dos preços do caju, o aumento da atividade de construção e melhorias contínuas no abastecimento de eletricidade e água”, refere o FMI.
No entanto, a manutenção deste crescimento obriga o poder político a manter “esforços para preservar e fortalecer a disciplina orçamental e avançar nas reformas estruturais”, avisa a equipa do FMI, liderada por Tobias Rasmussen.

No comunicado final, o FMI explicou que as discussões com as autoridades foram centradas nas “principais medidas de disciplina orçamental assentes na melhoria da mobilização de recursos e no reforço do controlo da despesa”.

Por outro lado, o FMI registou “progressos significativos na gestão das finanças públicas”, dando como exemplo a “institucionalização de um Comité de Tesouraria operacional”, que “permitiu um melhor controlo da despesa”.

A isso somaram-se melhorias na administração tributária e aduaneira que “contribuíram para o reforço da arrecadação da receita”, salientou a organização internacional.

Contudo, para manter esta “trajetória económica positiva serão necessários esforços contínuos para manter e reforçar a disciplina orçamental e prosseguir com as reformas estruturais”.

Entre essas medidas, o FMI destaca a necessidade de “garantir o rigoroso cumprimento do processo da aprovação do orçamento, reforçar a gestão da dívida pública, enfrentar as pressões financeiras provenientes do sector energético e permitir variações nos preços dos combustíveis internos em linha com os preços internacionais”.

Na produção de caju, uma produção agrícola decisiva para a saúde económica do país, é “igualmente importante assegurar um ambiente de competitividade saudável” e “eliminar as incertezas em torno do quadro regulamentar” do setor.

A proposta de transferência de mais esta tranche do plano de financiamento aprovado em 2015, e que pode atingir os 21 milhões de euros, deverá agora ser aprovada pelo conselho de administração do FMI, sediado em Washington.

PJA // ANP
Lusa/Fim

«QUEM COM FERRO MATA, COM FERRO MORRE» ORDEM DOS ADVOGADOS BRASILEIRA AVANÇA COM PEDIDO DE "IMPEACHMENTE" A MICHEL TEMER.

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Provérbios em crioulo da Guiné-Bissau: "Afinal, Nho Temer, nho tisinádu ba tambi, bu ricibi silá-fanda (Sucu di bás)! Panela ná fala caleron ka bu tisinándé...si tisiná abó tambi bu tenel badja até ná ya-ioó!"

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil decidiu hoje entregar na Câmara dos Deputados um pedido de abertura de um processo de impeachment [afastamento judicial] do Presidente Michel Temer, acusando-o de "ter cometido um crime de responsabilidade".


De acordo com jornal O Globo, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu no sábado à noite (madrugada em Lisboa), por 25 votos (em 27), aprovar o relatório que recomenda que a entidade faça um pedido de impeachment do presidente Michel Temer.

Cada voto no conselho representa um estado ou distrito federal. Apenas não votaram a representação do Acre (por ausência) e do Amapá (que votou contra).

"O relatório foi elaborado por uma comissão formada por seis conselheiros federais e concluiu que as condutas do presidente da República, constantes de inquérito, atentam contra o artigo 85 da Constituição e podem dar ensejo para pedido de abertura de processo de impeachment", adiantou O Globo.

Na votação, o Conselho decidiu avançar com um pedido de abertura de um processo de impeachment, "por considerar que o Presidente Michel Temer cometeu crime de responsabilidade".

"Estamos a pedir o impeachment de mais um Presidente da República", "tenho honra e orgulho de ver a OAB cumprindo seu papel, mesmo que com tristeza, porque atuamos em defesa do cidadão, pelo cidadão e em respeito ao cidadão. Esta é a OAB que tem sua história confundida com a democracia brasileira e mais uma vez cumprimos nosso papel", disse o presidente nacional da OAB, Cláudio Lamachia.

A suspeitas de corrupção investigadas pela operação judicial Lava Jato estenderam-se no dia 18 de maio ao Presidente brasileiro, Michel Temer, com a abertura de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em causa está uma gravação de uma conversa entre o empresário Joesley Batista, da empresa JBS, e Temer sobre o alegado pagamento de uma mesada ao ex-deputado Eduardo Cunha, que foi presidente do Congresso (parlamento) e principal aliado de Temer no afastamento de Dilma Rousseff da Presidência.

Nessa conversa, segundo os áudios divulgados, o Presidente terá recomendado ao empresário "manter" o pagamento de uma verba regular àquele dirigente do seu partido, que está acusado de vários crimes de corrupção.

Temer sucedeu há um ano a Dilma Rousseff, de quem era vice-presidente, mas, desde então, vários aliados têm sido atingidos pela operação judicial, por suspeitas de corrupção e de receberem pagamentos ilegais.

A degradação da situação política no país tem levado muitos dirigentes a exigirem eleições presidenciais (diretas ou via parlamento), já que Temer não tem um vice-presidente que o substitua no caso de abertura de um 'impeachment', um processo de afastamento judicial do cargo.

Após a divulgação do áudio, Michel Temer recusou, em mais do que uma declaração ao país, apresentar a demissão e já pediu a suspensão da investigação até que seja verificada a autenticidade da gravação.

Conosaba/Lusa

«FOTOS DE JOMAV» PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU NA CIMEIRA 'ARAB ISLAMIC AMÉRICA' - ARÁBIA SAUDITA.

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Em Riyadh na Cimeira 'Arab Islamic America' - Arábia Saudita.

Nesta cimeira foram abordados questões sobre o terrorismo, apelando à união dos países presentes, na sua maioria muçulmanos para luta contra o terrorismo. 

Hoje a nivel mundial é uma preocupação transversal a todos os países.

"(...) De cada vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e falsamente evoca o nome de Deus isso deve ser 'encarado como' um insulto a todas as pessoa de fé. Os terroristas não adoram a Deus, mas sim à morte (...)” Afirmou Donald Trump












PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU OFERECEU 'PANO DE PENTE' AO REI SALMAN DE ARÁBIA SAUDITA.

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O Pano de pente, de tear artesanal, tem uma grande importância social e cultural na Guiné-Bissau. A tecelagem guineense é uma tradição bem antiga e a versatilidade dos panos de pente não a deixam cair em desuso.

Devido ao seu valor patrimonial no seio dos guineenses os panos de pente são usados em várias ocasiões de grande significado para o país, passando pela política, moda, cerimónias fúnebres, casamentos tradicionais e decoração.

Apesar de ser um produto bastante dispendioso, devido a importação do algodão, está sempre presente nos rituais guineenses.

Conosaba/weebly.com/










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