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domingo, 28 de outubro de 2012

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Bissau acusa Zamora Induta de ter preparado ataque ao quartel dos comandos.

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Capitão Pansau N´Tchama, que terá liderado o ataque, foi preso em Boloma e transportado para Bissau.



BISSAU — O Porta-voz do Estado-maior General das Forcas Armadas da Guiné-Bissau afirma que a operação da tentativa de assalto a unidade de comandos no passado dia 21 de Outubro, em Bissau, foi preparada e executada pelo antigo Chefe de Estado-maior, José Zamora Induta, a partir da Gâmbia.

Dahaba Na Walna falava este Domingo em conferência de imprensa, sobre detenção ontem de Pansau Intchama, o alegado cabecilha operacional da suposta tentativa de assalto ao regimento de comandos, que para o Porta-voz do Estado-maior visava assassinar o Chefe de Estado-maior General, António Indjai e seu staff.

«Foi uma tentativa do exterior», refere Dahaba Na Walna, que, todavia, não acusa directamente o envolvimento da Gâmbia ou de Portugal no suposto assalto.

Quanto ao papel de Portugal no caso, questiona  porque é que   o capitão Pansau N´tchama está naquele pais com estatuto de exilado político e sem quaisquer restrições, ao ponto de «vir atacar as Forcas Armadas guineenses».

A este respeito pergunta se na verdade Portugal não sabe de nada, ao mesmo tempo que disse desconhecer o facto do capitão Pansau Intchama ter sido coberto com a bandeira de Portugal, enquanto era conduzido para instalações do Estado-maior, onde se encontra preso.

O Porta-voz do Estado-maior General das Forcas Armadas sublinha, por outro lado,  que Pansau Intchama não agiu sozinho.

Contudo não confirma o suposto envolvimento de outras altas patentes da hierarquia militar ou de políticos, por isso assegura que a operação militar vai continuar, enquanto o caso irá, de imediato, ser remetido ao Tribunal Militar para julgamento.

Segundo ainda Dahaba Na Walna, a suposta tentativa de assalto a unidade de elite de comandos, em Bissau, não os apanhou de surpresa, porque já tinham informação sobre o tal facto, mas não sabiam onde e a hora em que ia acontecer.

A tentativa de assalto ao regimento de comandos aconteceu no passado dia 21 de Outubro, tendo resultado em seis mortos e cerca de uma dezena de presos.
O capitão Pansau N'Tchama, que terá liderado há uma semana um ataque ao quartel de uma força de elite do exército guineense, foi capturado na ilha de Bolama e transportado para Bissau, onde se encontra detido.

A agência de noticias portuguesa Lusa disse que um pequeno barco atracou no cais do porto de Bissau, onde Pansau N'Tchama, de 33 anos, estava sentado sob uma forte vigilância de seis militares fortemente armados.

O capitão vinha amarrado com uma corda ao pescoço e vestia uma camisa de farda militar e um calção e estava descalço.

Sem prestar quaisquer declarações, Pansau N'Tchama foi conduzido numa carrinha de caixa aberta, sempre com armas apontadas à cabeça, para o Estado-Maior General das Forças Armadas, onde foi presente ao chefe das Forças Armadas, António Indjai.


fonte: VOA

Governo de transição da Guiné-Bissau ameaça rever relações com Portugal.

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O Governo de transição guineense exigiu hoje “uma explicação clara e justificada” de Lisboa sobre “a expedição terrorista do capitão Pansau N´Tchama à Guiné-Bissau”, antes de “ser forçado a rever as suas relações com Portugal”.

N´Tchama foi exibido em Bissau envolto na bandeira portuguesa
N´Tchama foi exibido em Bissau envolto na bandeira portuguesa (AFP)

A exigência surgiu hoje em forma de comunicado do Conselho de Ministros, após uma reunião extraordinária na sequência da prisão, no sábado, de Pansau N´Tchama, acusado pelas autoridades da Guiné-Bissau de ter sido o responsável por um ataque a um quartel no passado domingo. 

As autoridades de transição têm acusado Lisboa de envolvimento no caso, alegando que Pansau N´Tchama vivia em Portugal, onde teria pedido asilo político. 

Um dia depois da prisão do alegado responsável pelo ataque, do qual resultaram seis mortes, o Governo de transição manifestou também “reservas nas suas futuras relações com a CPLP” (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), entidade que também tem acusado de ligação com o que considerou hoje ter sido uma tentativa de “golpe de Estado”. 

O Governo de transição decidiu também “comunicar a todas as representações diplomáticas acreditadas no país que não tolerará actos que impliquem auxílio e protecção de terroristas que atentem conta a segurança nacional”, lê-se no comunicado. 

No mesmo documento, o Governo de transição agradece o apoio da Comunidade Económica dos Países da África Ocidental (CEDEAO) e pede à organização e aos países amigos para que acompanhem “todo este processo de invasão e de tentativa de golpe de Estado montado no exterior com conivência externa”. 

No comunicado, lido pelo ministro da Presidência do Conselho de Ministros e porta-voz do executivo, Fernando Vaz, o Governo de transição acusa a CPLP e particularmente Portugal e Cabo Verde “de uma política de terrorismo de Estado contra as instituições da República da Guiné-Bissau, que visa a criação de um clima de instabilidade política e social, de forma a justificar a intervenção de forças militares sob a alçada das Nações Unidas”. 

Fernando Vaz disse também aos jornalistas que “pelas primeiras informações” de que o Governo dispõe, Pansau N´Tchama “estava na Gâmbia desde finais de Abril”. Ainda assim, o porta-voz não quis envolver o país vizinho no caso, afirmando que se está em fase de investigações. 

Também pelo mesmo motivo, em relação a Portugal não fez outros comentários. “Estamos na fase de investigação, não vamos acusar Portugal se não houver provas, não falamos nada de ânimo leve”, disse. 

“Não condenamos Portugal, exigimos que Portugal se explique. Tem um asilado político, terá a obrigação de se justificar como é que esse indivíduo, pelo menos, saiu de Portugal para atacar de seguida um quartel na Guiné-Bissau e protagonizar uma tentativa de golpe de Estado”, afirmou. 

Segundo Fernando Vaz, no ataque de domingo havia a conivência de militares e políticos dentro do país. O ministro não adiantou mais pormenores.

fonte: publico.pt

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