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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

GUINÉ EQUATORIAL: Grupo de militares foi detido por golpe.

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O general chadiano Mahamat Kodo Bani foi acusado de ser o mentor da tentativa de golpe de Estado na Guiné Equatorial, noticiou ontem a imprensa local, que mantém a fonte sob anonimato.

A tentativa de golpe foi avançada pelo Governo liderado por Teodoro Obiang Nguema, que não especificou as circunstâncias da acção contra o poder instituído. 
O general Mahamat Kodo Bani, que foi general do Exército do Chade entre 1990 e 2005, pode ser, segundo o Governo, o responsável pela preparação de um suposto golpe de Estado na Guiné Equatorial.
A acusação refere também o sargento Abassolo como um provável colaborador do general chadiano. A Associação para a Solidariedade Democrática com a Guiné Equatorial (Asodegue) reforçou as suspeitas das autoridades. O Governo da Guiné Equatorial disse que abortou um golpe de Estado contra o Presidente Teodoro Obiang Nguema na quinta-feira, supostamente liderado por um general e orquestrado pelo líder do partido da oposição Cidadão pela Inovação (CI), Gabriel Nsé Obi­ang Obono. 
Na segunda-feira, as autoridades apresentaram um grupo de supostos mercenários de origem chadiana, camaronesa e centro-africana, que é acusado de estar envolvido na tentativa de golpe, juntamente com cidadãos considerados cúmplices. O suposto golpe ou ten­tativa de desestabilização foi abortado em Kye-Ossi, na fronteira com os Camarões, pelas forças de segurança da Guiné Equatorial. Segundo a versão da polícia dos Camarões, o general chadiano Mahamat Kodo Bani foi detido com uma grande quantidade de dinheiro na sexta-feira.
O partido da oposição CI, que denuncia desde quinta-feira a detenção de centenas de seus militantes e o uso de técnicas de tortura por parte das forças de segurança da Guiné Equatorial, alertou ontem que cinco militantes estão em estado crítico.
Num comunicado, o CI disse que, após ser torturado, teme-se pela vida do presidente da Comissão de Garantia do partido, Pergentino Miguel Edú, da vereadora na Câmara municipal de Malabo, Elvira Behebá Sité, do director adjunto do Departamento de Informática e Novas Tecnologias, Enrique Nvo Okennve, e dos militantes Daniel Osa Nsue e Pastor Ncogo Ondo. O CI denunciou a retenção na sua sede em Malabo de cerca de 45 militantes.
fonte: Jornal de Angola

Rússia criará 'internet independente' para Brics.

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| Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
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Rússia criará 'internet independente' para Brics

Decisão é resposta a ameaças na World Wide Web, mas especialistas são céticos quanto à possibilidade de se criar rede totalmente autônoma.
O Conselho de Segurança da Rússia encarregou o Ministério das Comunicações e o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia de iniciar uma discussão entre os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) sobre a criação de um sistema de servidores raiz do DNS (do inglês Domain Name System, um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído para computadores conectados à internet) próprio.
De acordo com o documento, citado pelo jornal econômico russo RBC, o sistema "será independente do controle de [organizações internacionais] ICANN, IANA e VeriSign, e poderá atender às necessidade dos usuários dos países do Brics em caso de falhas ou ataques direcionados".
O protocolo da reunião do Conselho de Segurança foi assinado em 5 de novembro pelo presidente russo Vladimir Putin.
"O aumento das capacidades dos países ocidentais na realização de operações ofensivas no espaço da informação é uma ameaça séria para a segurança da Rússia. Os Estados Unidos e os países da União Europeia continuam a dominar na gestão da internet", lê-se no documento.
A Rússia afirma que o papel dos governos na gestão da internet deve ser claramente especificado e não pode ser meramente consultivo, segundo declaração à BBC do assessor do presidente russo, Ígor Schegolev.
Mass especialistas do setor de tecnologia e informação são céticos quanto à possibilidade de criação de um sistema próprio de servidores DNS do Brics.
O representante do Centro Técnico de Internet (TCI), que suporta a estrutura do DNS da Rússia, disse ao jornal RBC que a criação de um sistema do gênero é impossível, já que o sistema de nomes na internet é "hierárquico e só pode ter uma raiz".
"Na internet de hoje, é impossível adquirir autonomia completa. Todas as informações nos servidores-raiz são distribuídas de um único ponto, o IANA (da sigla em inglês, Autoridade para Atribuição de Números da Internet). Assim, a criação de um sistema de servidores-raiz independentes de administradores internacionais significa a criação de uma internet alternativa, independente da rede existente", disse.
Em 2014, o Ministério das Comunicações da Rússia testou a estabilidade da porção russa da internet contra ameaças externas, verificando a possibilidade de violações no sistema de endereçamento, segundo declaração do diretor-geral do TCI, Aleksêi Platônov, ao jornal Kommersant.
"Durante os testes, a rede de DNS não funcionou de forma adequada, porque as informações sobre o domínio russo '.ru' foram deletadas do banco de dados da ICANN. O TCI, a MSK-IX e outras empresas de telecomunicações russas tiveram que garantir o funcionamento do segmento nacional da internet no nível de rede local", disse Platônov.
Segundo ele, durante os testes, graças aos espelhos [cópias exatas de um conjunto de dados na rede] no servidor raiz do DNS da Rússia, foi possível garantir que o sistema continuasse funcionando.
"Ou seja, se a Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN, na sigla em inglês) remover as informações sobre o domínio russo dos servidores-raiz, elas serão armazenadas nos servidores locais. Se toda a internet russa estiver conectada a esse servidor, tudo funcionará normalmente", explica.
No entanto, tratava-se de uma situação de emergência, e não um modo permanente de funcionamento do sistema.
"A principal dúvida é: qual o objetivo da criação do próprio sistema de servidores-raiz do DNS para o Brics? A Rússia já criou uma infraestrutura de espelhos, ou seja, de duplicação dos dados para servidores de alto nível", diz o consultor do centro PIR, Oleg Demídov.
"A criação de uma infraestrutura própria que duplice o DNS global leva diretamente ou indiretamente à fragmentação da rede global, o que se contrapõe às iniciativas para construção de uma economia digital na Rússia", diz Demídov.
Já houve diversas tentativas de criar uma alternativa aos servidores-raiz do DNS. Além disso, várias organizações gerenciam os servidores alternativos (Open Root Server Network, OpenNIC e outros).
Os sistemas alternativos de nomes de domínio copiam o estado atual dos servidores-raiz, mas, caso necessário, podem criar seu próprio espaço de endereços com outro domínio de nível superior.
Autorizamos a reprodução de todos os nossos textos sob a condição de que se publique juntamente o link ativo para o original do Russia Beyond.

ANGOLA: BNA (E O PAÍS) “REGRESSAM” À ECONOMIA DE MERCADO.

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O governador do banco central angolano disse hoje que a moeda angolana não vai ser desvalorizada, por acção do Governo, mas deverá sofrer uma depreciação face a outras moedas, consequência do novo regime cambial, que passa da taxa fixa para flutuante.

Ainformação foi hoje avançada por José Lima Massano, em conferência de imprensa realizada em Luanda, organizada pela equipa económica do Governo de Angola e liderada pelo ministro de Estado para o Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior.
José Lima Massano anunciou que Angola vai adoptar, a partir do primeiro trimestre deste ano, uma nova política cambial, passando do câmbio fixo para o flutuante, permitindo que seja o mercado a criar o equilíbrio da taxa de câmbio.
Segundo o governador do Banco Nacional de Angola, será feita uma alteração ao regime cambial de Angola, deixado de ter um câmbio fixo, para ser adoptado um regime de câmbio flutuante.
“Quando falamos em desvalorização regra geral referimo-nos a uma intervenção administrativa da alteração da taxa de câmbio, forçando a perda do poder de compra da nossa moeda em relação a outras moedas, o que estamos a dizer é que não vamos ter desvalorização, mas deveremos ter uma depreciação”, reiterou o responsável.
Acrescentou que quem vai ditar as novas regras é o mercado, entendendo que a probabilidade de haver uma depreciação “é grande”, devido à escassez de moeda, o grande diferencial de mercado.
“Nós vamos ter uma depreciação, mas que vai ser ditada pelo mercado. Vamos deixar que seja o mercado a encontrar esse novo equilíbrio”, disse.
Desde o primeiro trimestre de 2016 que a taxa de câmbio oficial definida pelo Banco Nacional de Angola (BNA) está fixa nos 166 kwanzas por cada dólar norte-americano e nos 186 kwanzas por cada euro.
Contudo, face à falta de divisas aos balcões dos bancos comerciais, o mercado de rua, que para muitos constitui a única alternativa para aceder a moeda estrangeira, desde as eleições gerais de Agosto que antecipa uma desvalorização oficial da moeda angolana, transaccionando actualmente cada dólar a 430 kwanzas e cada euro a 510 kwanzas.
Para a gestão deste processo, José Lima Massano disse que o banco central angolano vai definir um intervalo, que vai permitir que seja o próprio mercado a encontrar o equilíbrio da taxa de câmbio.
“Ou seja, o Banco Nacional de Angola não vai administrativamente desvalorizar a moeda, nós vamos sim criar um regime, criar uma banda e dentro dessa banda vamos permitir que no mercado primário, os participantes encontrem um novo equilíbrio, podendo por isso ocorrer uma depreciação do câmbio, do kwanza em relação às principais moedas”, salientou.
Essa banda, informou ainda, será matéria restrita do banco central, “não será de domínio público” e é um instrumento interno que vai dizer a partir de que momento o banco deverá fazer intervenções correctivas ao mercado.
“Se o câmbio permanecer dentro da banda que entendemos adequada para a estabilidade não haverá necessidades de intervenções do banco central”, disse.
Nesse sentido, o banco central vai retomar o sistema de leilões, para progressivamente sair das vendas directas.
“Queremos terminar no final deste trimestre o mecanismo de vendas directas, mas vamos prontamente, e estamos a ultimar todos os instrumentos para agora em Janeiro retomarmos os leilões, e quando isso acontecer já com regime diferente de formação da taxa de câmbio”, referiu.
Actualmente, a taxa de câmbio formal e a informal apresenta um diferencial acima dos 150%.

Banco (+ ou -) Nacional

Um ano após a independência de Angola, e através da Lei Nº 69/76 publicada no Diário da República Nº 266 – 1ª Série de 10 de Novembro de 1976, foi criado o Banco Nacional de Angola e aprovada a sua Lei Orgânica.
Entretanto, o BNA, como empresa pública de finanças e crédito, estava subordinado ao Ministério das Finanças. A partir de 1978 e através da lei 4/78 de 25 de Fevereiro, a actividade bancária passou a ser exclusivamente exercida pelos bancos do Estado, pelo que se encerraram formalmente os bancos comerciais privados, o que facilitou a extensão da rede de balcões do BNA por todo o território nacional.
A actividade seguradora ficou a cargo de uma única empresa estatal, a Empresa Nacional de Seguros de Angola (ENSA), estabelecida igualmente em 1978. Em 1981, todas as companhias privadas seguradoras foram liquidadas a os seus activos e passivos transferidos para a ENSA.
Em 1987, o Governo formulou um conjunto de reformas institucionais com vista à transição para uma economia de mercado. Entre as reformas empreendidas foi priorizada a reforma do sector financeiro, face à sua importância na mobilização das poupanças, distribuição de recursos e estabilização macroeconómica.
Com base na lei das Instituições Financeiras, em 1991, iniciou-se a implementação de um sistema bancário de dois níveis. O Banco Nacional de Angola passou a exercer a função de Banco Central, consagrado como autoridade monetária, agente da autoridade cambial e separado das funções comerciais.
O BNA deixou de abrir contas de depósitos tanto em moeda local como em moeda estrangeira e iniciou-se a implementação de um programa de cessação de actividades comerciais em Luanda. Foram igualmente introduzidos os primeiros instrumentos de política monetária, nomeadamente as reservas obrigatórias e aumentadas as taxas de juros.
O sistema bancário nacional passou assim a ser composto, para além do BNA, por dois bancos comerciais angolanos constituídos sob forma de sociedades anónimas de capitais públicos – o Banco de Poupança e Crédito – BPC (ex-BPA) e o Banco de Comércio e Indústria (BCI). O sistema bancário nacional contava ainda com a CAP – Caixa de Crédito Agro-Pecuária e Pescas, uma instituição com o objectivo de apoiar a expansão da capacidade produtiva dos sectores agrícola e pesqueiro e, desse modo, proporcionar o aumento da oferta de produtos essenciais, cuja rede viria a ser substancialmente alargada em 1996 com a transferência, pelo BNA, da sua extensa rede comercial para aquela instituição.
Posteriormente, estabeleceram-se sucursais de bancos estrangeiros, nomeadamente, o Banco Totta e Açores (BTA), Banco de Fomento Exterior (BFE) e Banco Português do Atlântico (BPA).
No âmbito da reestruturação do sistema bancário, a aprovação, em Julho de 1997, pela Assembleia Nacional da nova lei Orgânica do Banco Nacional de Angola – Lei 6/97, de 11 de Julho, e da Lei Cambial – Lei 5/97, de 11 de Julho, permitiram que se ultrapassassem alguns obstáculos de origem legal, sendo o BNA como Banco Central acometido de maior responsabilidade e autonomia para, com maior propriedade, conduzir e executar a política monetária e cambial do país.
Em 1999, foi decidida extinção e liquidação da caixa Agro-Pecuária e Pescas (CAP) e em Maio do mesmo ano, o BNA implementou um conjunto de medidas com o objectivo de estabilizar o mercado monetário e cambial e aumentar a competitividade entre os Bancos.
Actualmente, e de acordo com a regulamentação em vigor, o sistema bancário nacional é constituído por várias instituições bancárias de capital nacional e estrangeiro, nomeadamente de capital português, as quais se constituíram em bancos de direito angolano.
Segundo a sua estrutura orgânica o Banco Nacional de Angola tem como órgãos o Governador, o Concelho de Administração, o Conselho de Auditoria e o Conselho Consultivo estando o Banco estruturado em Direcções.
Com mais de 2000 trabalhadores no activo, o Banco Nacional de Angola tem a sua sede na Av. 4 de Fevereiro, na marginal de Luanda e está representado nas províncias de Benguela, Cabinda, Huambo, Malanje e Huíla.
Para além de assegurar a preservação do valor da moeda nacional, compete essencialmente ao BNA actuar como banqueiro único do estado, aconselhar o estado nos domínios monetário, financeiro e cambial, colaborar na definição e executar a política cambial, bem como o respectivo mercado, gerir as disponibilidades externas do país ou as que lhe sejam acometidas, agir como intermediário nas relações monetárias internacionais do Estado, velar pela estabilidade do sistema financeiro nacional, assegurando com essa finalidade a função de financiador de última instância.
Folha 8 com Lusa

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