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segunda-feira, 20 de maio de 2013

UNITA avisa para banho de sangue em Angola.

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O líder da UNITA, principal partido da oposição em Angola, Isaías Samakuva, alertou, esta sexta-feira, em Madrid, para o risco de um novo conflito sangrento caso não haja democracia no país. 

Samakuva está em Madrid no âmbito de uma viagem a vários países para pedir à comunidade internacional pressão sobre o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, no sentido de se cumprir os acordos de paz que puseram fim à guerra civil e continuar a aprofundar o processo democrático, o que, de acordo com o líder partidário, está a sofrer uma reviravolta. 

O presidente da UNITA, citado pela agência EFE, denunciou a falta de liberdade e corrupção no país, e acrescentou que os recursos nacionais, especialmente da indústria de diamantes e petróleo, só beneficiam "um pequeno grupo de dirigentes". 

Para Samakuva, a UNITA tem servido de "contenção" e considerou que uma revolta em Angola "faria correr muito sangue" e "desencadearia um conflito de dimensões imprevisíveis". 

"É melhor superarmos isto com o diálogo do que entrar novamente em conflito, o que destruiria o progresso que temos alcançado", disse.

Angola é um país rico em recursos naturais e, desde o fim da guerra civil em 2002, tem um forte crescimento económico, que, denunciou o líder da oposição, "não beneficia as pessoas, que não têm água, incluindo Luanda, nem um sistema de saúde que funcione".

Samakuva também denunciou o contínuo atraso do Governo e do Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA, no poder e com maioria superior a dois terços no parlamento, após as eleições gerais realizadas a 31 de agosto de 2012) na realização de eleições locais e na execução do primeiro censo desde a independência de Angola de Portugal em 1975.

Por essa razão, Samakuva expressou ceticismo sobre o começo provisório do censo anunciado na quinta-feira em Angola e que devia realizar-se de forma definitiva em 2014. 

Sublinhando que o seu país oferece "muitas oportunidades" de investimento, o líder da UNITA lamentou que os investidores estrangeiros estão "totalmente desanimados" quando "veem as condições do país, onde não há transparência e a corrupção é alta".

Durante a sua viagem, com paragens nos EUA, Londres, Bruxelas, Roterdão, Paris, Madrid e Lisboa, o objetivo de Samakuva é expor o que está acontecer no seu país, porque, sustenta, "o Governo monopolizou os meios de comunicação públicos para transmitir uma informação que não corresponde à realidade".

fonte: angonoticias.com

Angola em Genebra fala por toda África.

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Fotografia DR

Angola intervém esta semana em Genebra, em nome do Grupo Africano, no debate geral da Assembleia Mundial da Saúde, cujos trabalhos começam hoje. O ministro da Saúde, José Van-Dúnem, vai apresentar os objectivos e metas prioritárias de África em matéria de saúde pública.
José Van-Dúnem, que chegou ontem a Genebra, vai intervir no debate geral em nome do Grupo Africano, para apresentar os objectivos e metas prioritários para África em matéria de saúde pública. 
A delegação é integrada pelo representante permanente de Angola junto da ONU e organizações internacionais, embaixador Apolinário Correia, técnicos do Ministério da Saúde e da missão diplomática. 
A “Reforma da OMS”, “Projecto de Orçamento para 2014-2015”, “Doenças não-transmissíveis”, “Doenças Tropicais Negligenciadas”, “Falsificação de Medicamentos” e a “Cobertura Universal da Saúde”, são alguns dos temas em discussão no fórum. 
A reforma da Organização Mundial da Saúde (OMS) tem sido dominada pelo processo de definição de prioridades para a instituição. Os Estados-membros aprovaram, em Fevereiro do ano passado, os programas prioritários para o processo de reforma.  
A posição do Grupo Africano e outras regiões em relação à reforma da OMS é de inserir a discussão sobre o financiamento como uma das prioridades. Quanto ao programa de orçamento, reflecte um compromisso dinâmico dos Estados-membros, no que diz respeito à definição de prioridades institucionais. Em relação às doenças não-transmissíveis, a OMS elaborou um quadro mundial em matéria de prevenção e fiscalização das principais, com o objectivo de acompanhar os progressos alcançados. O Grupo Africano considera o plano de acção mundial sobre as doenças não-transmissíveis de 2013/2020 uma etapa importante para a sua erradicação paulatina.    
No âmbito das doenças tropicais negligenciadas foram definidas, até 2015, seis metas para a eliminação de cinco. Mais dez metas suplementares foram definidas, até 2020, a nível mundial. Em relação à falsificação de medicamentos, foi criado um grupo de trabalho orientado para produtos médicos de qualidade inferior/adulterados com rótulos falsos/falsificados/contrafeitos. O Grupo Africano pretende que a OMS intensifique esforços para a promoção,  desenvolvimento, inovação e fabrico de medicamentos genéricos e que estabeleça autoridades regulamentares farmacêuticas mais fortes e adaptáveis às necessidades da região. A cobertura universal da saúde visa garantir serviços sanitários e cuidados médicos a todas as pessoas e o desenvolvimento dos seus sistemas. 
Com a reforma na Organização Mundial da Saúde  espera-se a reorientação das actividades essenciais para responder aos desafios sanitários do século XXI que os países e o mundo enfrentam, a reforma do financiamento e gestão da OMS para fazer face mais eficazmente à necessidades e haverá mudanças na governação para reforçar a saúde pública. 
O programa de reforma traçou algumas áreas e suas prioridades, como os sistemas e instituições de saúde que serão reforçados, como principal, base nos cuidados primários de saúde, a saúde e desenvolvimento, apoiando os países para o alcance dos objectivos do milénio. São ainda prioridades a segurança na saúde, evidências sobre as tendências e determinantes de saúde, apelo para uma melhor saúde e trabalho  para aperfeiçoar o modo de actuação da OMS.


fonte: jornaldeangola.sapo.ao


Ruanda: A diáspora pode ajudar na Tecnologia do Combustível de Ruanda e em Ambições Digitais.

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O Ruanda Day 2013 chega a Londres pela primeira vez. Deixem-me aproveitar esta oportunidade para falar sobre o papel que a comunidade empresarial de Ruanda na diáspora pode jogar por abraçar a criação da cultura startup Ruanda e fazer a diferença na criação de empregos muito necessários e, ao mesmo tempo, beneficiando o crescimento do sector das TIC.

Ruanda Day é um evento periódico que é realizado em diferentes países ao redor do mundo e reúne os ruandeses e amigos de Ruanda para reafirmar seu valor nacional, celebrar o progresso do país e discutir formas que eles podem melhor tomar parte na transformação sócio-econômica de Ruanda.

Este evento geralmente visa dar uma oportunidade rara para os membros da diáspora ruandense de interagir diretamente com o Chefe de Estado e discutir assuntos que lhes dizem respeito, e receber atualizações sobre o progresso do país. Também visa incentivar os membros da diáspora ruandense para participar no processo de desenvolvimento do país.

A proliferação de Tecnologia da Informação (TI) como uma ferramenta poderosa para aumentar a eficiência do negócio e criar oportunidades para os jovens gênios de Ruanda como os corajosos e apaixonados na criação de pequenas empresas que se especializam no desenvolvimento de aplicações simples para explorar a crescente demanda por software, especialmente entre Pequenas e Médias Empresas (PME).

Dois anos atrás, Marc Andreessen cunhou a frase Software e está ganhando o mundo e com um capital de risco, cujo trabalho é identificar as tendências futuras na economia e comportamento do cliente, que ele deve saber. O mesmo se aplica para o Ruanda de uma forma muito grande e isso representa uma oportunidade de investimento fantástico no nível do porão.

Ruanda, um pequeno país, sem litoral e de recursos naturais de país pobre, tem apostado em tornar-se uma economia baseada no conhecimento. Desenvolvimento das TIC é um dos pilares da Visão 2020 - plano do presidente Kagame para transformar Ruanda em um país desenvolvido em 2020. Em 2000, o governo lançou o Plano Nacional de TIC (NICI I), para criar um ambiente propício para iniciativas de TIC a serem implementadas ao longo de quatro ciclos de cinco anos. Em 2010, os cabos de fibra óptica atravessaram  campos, mesmo em lugares onde a pista não existe.

Agora, com infra-estrutura suficiente no lugar, NICI-3 (o terceiro), visa fazer avançar a "fase participativa" do desenvolvimento do Ruanda em TIC.


fonte: allafrica.com

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