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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Cabo Verde: Partido no poder celebra crescimento económico; oposição desqualifica.

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Mercado do Plateau, Cidade da Praia, Cabo Verde

Ainda não se nota na prática a melhoria da segurança e justiça, criação de emprego, entre outras áreas importantes para a vida do país e da população, UCID.
Após quinze meses de governação, o Movimento para a Democracia faz um balanço positivo do estado da nação, por considerar que a economia está e crescer e o governo a caminhar no rumo certo para a resolução de vários problemas que o país enfrenta.
Mas o maior partido da oposição, PAICV, diz que as coisas não vão bem, uma vez que há sinais de regressão na democracia, incumprimento do programa sufragado e aprovado no Parlamento em matéria de segurança, criação de emprego, transportes e outras áreas.
A UCID afirma que apesar de se notar alguma melhoria no crescimento da economia, não se pode fazer balanço positivo, tendo em conta, que volvidos quase ano e meio, ainda não se nota na prática a melhoria da segurança e justiça, criação de emprego, entre outras áreas importantes para a vida do país e da população.
O analista politica, António Ludgero Correia entende que as principais matérias podem estar a ser equacionadas pelo Governo, mas ainda não se nota efeitos práticos, o que coloca algum desconforto no seio dos cidadãos tendo em conta as promessas de campanha.
Para Correia, a pressão resulta de algumas promessas feitas quando se sabia que o país não possuía condições financeiras para resolver um conjunto de situações.
“Faz-se as propostas passando a ideia de que com um clique ou passo de mágica passaria a haver leite e mel em abundância, e na prática as pessoas estão vendo que até os sinais se atrasam de que isso possa estar atrás do horizonte (…) penso que uma coisa é elaborar os planos em ambiente climatizado e quando se vai a tapadinha – terreno - se percebe que afinal não temos muitos recursos para resolver determinados problemas”, considera Correia.
O analista político faz também menção à oposição, que para ele precisa ser mais acutilante na fiscalização e ajudar com apresentação de propostas concretas para o desenvolvimento do país. Uma sociedade civil mais activa também se recomenda, diz Ludgero Correia.
Daniel Medina também é de opinião que o Governo ainda não conseguiu apresentar na prática os resultados desejados para projectar a criação de mais empregos, melhorar a segurança, justiça e outras questões como as populações esperam.
Ainda assim, Medida reconhece que há sinais de melhoria no crescimento económico, situação que poderá a médio prazo permitir a criação de empregos e resolver outros problemas.
“ Julgo ser necessário a formação de um triângulo que é desenvolvimento da economia para que possa haver mais geração de emprego, menos desemprego e naturalmente menos insegurança. De resto os partidos como já nos apercebemos, o que está no Governo vai dizer que está tudo bem, para a oposição tudo mal, por isso vamos dar mais um espaço ao executivo para demonstrar trabalho e resolver os problemas candentes do país que ainda enfrenta muitas dificuldades”, frisa Medina.
O estado da Nação vai estar em debate esta sexta-feira, 28, no Parlamento cabo-verdiano.

fonte: VOA

    GUINÉ-bISSAU: PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU ENCONTROU-SE COM OS MORADORES DOS BAIRROS NOS ARREDORES DE BISSAU.

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    Jomav-cinhu cu Jomav-Garandi
    Clique em ler mais para ver fotos. JOMAV é um homem do povo, mas odiado pela máfia e fascistas com interesses obscuros no nosso país. Viva JOMAV! Mon na lama, dinheiro do estado no cofre do estado, zero negociatas com corruptores e mafiosos que ao longo das décadas exploraram e querem continuar a explorar o nosso país. Se a UE  quiser continuar a pescar no nosso mar, tem de pagar a contrapartida financeira exigida pelo governo guineense. Ponto final.


    Dizem que: o encontro com os moradores dos bairros nos arredores de Bissau, da zona deBairro MilitarCuntumAfia, Plack1 Plack2 correu muito bem e sem incidentes.

    Também, o Presidente da República teve oportunidade de conhecer uma criança com o seu nome, Jomav, ficou muito lisonjeado e feliz pela surpresa. 

    "Quero agradecer a forma como fomos recebidos, num ambiente de festa e uma grande moldura humana", agradeceu o nosso Presidente 

    "Obrigado a todos que tornaram possível este encontro", finalizou




















    Angola: Sondagem prevê que CASA-CE ultrapasse UNITA.

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    A primeira grande sondagem às eleições de 23 de agosto aponta para a uma maioria absoluta do MPLA. A CASA-CE poderá tornar-se na primeira força da oposição. A UNITA não dá credibilidade ao inquérito.
    fonte: DW ÁFRICA
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    Abel Chivukuvuku, líder da CASA-CE, durante a campanha para as eleições de 2012
    João Lourenço poderá tornar-se no próximo Presidente de Angola se se confirmar a maioria absoluta, que deverá superar os 60%, segundo o inquérito político-social do Instituto Superior Politécnico Jean Piaget de Benguela, em parceria com o Instituto Superior Politécnico Sol Nascente do Huambo e o apoio da Universidade Católica Portuguesa.
    Apesar de prever mais uma vitória do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), Carlos Pacatolo, coordenador da sondagem, aponta para uma possível mudança no cenário político no país.
    "A grande surpresa prende-se com o fato de a CASA-CE ter uma grande probabilidade de se posicionar como segunda força mais votada, com cerca de 19% das intenções de voto, embora a diferença em relação à UNITA, que fica com 15%, não seja estatisticamente significativa, o que pode estar associada à margem de erro. Mas, ainda assim, existe a possibilidade de a CASA-CE se tornar na segunda força com mais assentos no Parlamento", estima Carlos Pacatolo.
    Angola Wahlkampf der Opposition UNITA in Luanda
    Apoiantes da UNITA no Cacuaco (22.07.17)
    A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) já criticou o inquérito. O líder, Isaías Samakuva, considera que a amostra "não permite um apuramento sério da intenção de voto dos angolanos".
    Vitorino Nhany, secretário da UNITA é da opinião que "os dados resultantes do inquérito estão completamente viciados". "Como é que se efetuaram as amostras: foram escolhidas? Ou foram casuísticas? Não correspondem à verdade os resultados desta sondagem", critica o político da oposição.
    Organização diz que inquérito é "bastante representativo"
    5724 pessoas foram inquiridas nos dias 1, 2, 7 e 8 de julho nas províncias de Luanda, Huíla, Benguela, Huambo, Cuanza Sul, Bié, Uíge e Cabinda, que reúnem 77% dos cerca de nove milhões de eleitores angolanos.
    Carlos Pacatolo, coordenador do inquérito, considera que o estudo "tecnicamente é bastante representativo, porquanto a nossa margem de erro ronda os 1,3%."
    O também director-geral do Instituto Superior Politécnico Jean Piaget de Benguela afirma que mesmo que se aumentasse a amostra, a diferença "em termos de margem de erro era pouco significativa - apenas 0,5; 0,1; ou 0,2%".
    Mas a UNITA não está convencida. "Desde o ano passado, desde o início do registo eleitoral, temos sentido que existe a ideia de colocar a CASA-CE [Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral] como maior partido da oposição, logo a seguir ao próprio MPLA, no sentido de se poder fazer coligação, no âmbito da governação", critica Vitorino Nhany, secretário da UNITA para os assuntos eleitorais.
    30% dos eleitores desconfia da credibilidade do pleito
    A maioria dos inquiridos, 30%, disse desconfiar que a contagem dos votos seja feita corretamente e sem fraude, principalmente o eleitorado simpatizante da oposição.
    Angola 2012 Wahlen Luanda
    Eleitor em Kicolo, Luanda, nas eleições de 2012
    Também Vitorino Nhany, secretário da UNITA para os assuntos eleitorais, desconfia da transparência das eleições de 23 de agosto. "Estamos preocupados com a ausência da União Europeia destas eleições, porque neste preciso momento existe uma estratégia para se dificultar a acreditação de delegados, principalmente da oposição. E isto a acontecer poderá haver algumas assembleias com urnas que podem ser engravidadas", alerta o político da oposição.
    De acordo com o inquérito, a UNITA reúne apoio sobretudo no meio rural. Já a CASA-CE é mais forte em zonas urbanas e periurbanas. O partido do Galo Negro atrai principalmente o eleitorado entre os 35 e os 44 anos de idade. A CASA-CE obtém os melhores resultados entre os jovens dos 18 aos 24 anos. E o MPLA é mais forte entre os eleitores mais velhos, entre os 45 e os 54 anos.

    Angola: Movimento Revolucionário vai vigiar assembleias de voto.

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    O Movimento Revolucionário Angolano lança apelo público em nome da transparência eleitoral. Medidas visam prevenir a fraude nas eleições de 23 de agosto, em Angola. "Preparem as cadeias, porque não vamos recuar", avisam.
    fonte: DW ÁFRICA
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    Nito Alves e Arante Kivuvu: Ativistas do Movimento Revolucionário exigem eleições justas
    Num apelo enviado via Facebook, o ativista angolano Manuel Nito Alves, processado criminalmente em 2013 por calúnia e difamação contra o Presidente da República, mobiliza os cidadãos eleitores para que "exerçam o dever de votar a 23 de agosto de 2017, fazendo-o com consciência e responsabilidade".
    A transparência do processo eleitoral em Angola é colocada em causa pelo Movimento Revolucionário. Aconselham os cidadãos angolanos a que, depois de votar, permaneçam junto das suas assembleias de voto. "Depois de votar, todos os cidadãos devem ficar a 20 metros à urna eleitoral", recomenda o ativista Adão Bunga.
    Mosambik Kommunalwahl
    Foto de arquivo: Movimento Revolucionário vai controlar as urnas a 23 de agosto
    Permanecendo nas assembleias de voto, os eleitores podem "controlar o seu voto, isto é, o processo de contagem e os resultados das eleições", esclarece o apelo.
    "Quando terminar [o voto], queremos o resultado das eleições. Não podemos deixar que as urnas saiam dali [das assembleias de voto]. A contagem deve ser no mesmo local ", defende Nito Alves.
    Silêncio estratégico
    Com vista a eleições justas, para além do encerramento e controlo das urnas, o Movimento está a tomar medidas para combater a fraude: protestos em frente ao Parlamento Angolano e ao Palácio Presidencial de José Eduardo dos Santos, e ainda o boicote à propaganda política do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).
    O Movimento Revolucinário Angolano está também a preparar outro comunicado, um abaixo-assinado e folhetos, informa Nito Alves à DW África, "onde as pessoas vão poder fazer as suas queixas e reclamações".
    As medidas estavam a ser planeadas, por isso é que ultimamente não se ouvia falar do movimento. Porém, Nito Alves esclarece que "o Movimento Revolucionário Angolano nunca esteve calado. Estávamos a criar novas plataformas coletivas com outros grupos de pressão ao Governo e outras organizações não-governamentais (ONG) para sairmos em bloco. Como vamos sair em bloco no dia 23 de agosto numa vigília eleitoral."
    No dia do ato eleitoral (23.08), às 18h00, os membros do Movimento Revolucionário prometem permanecer "junto das assembleias de voto – com o povo –, dando início a uma vigília a favor da transparência eleitoral". O objetivo é "evitar que as urnas sejam novamente transportadas e manuseadas de forma fraudulenta, tal como foi em 2008 e 2012".
    Em nome do povo
    "Estamos cientes do que será feito [pelo Governo]", alerta o Movimento. Os ativistas preveem que a reação do Governo angolano pode ser violenta. No entanto, Adão Bunga garante que não vão desistir: "Nós estamos preparados para dar a nossa vida em nome do país. Preparem as cadeias e preparem também os caixões para nós, porque nós não vamos recuar, o que está em jogo é o país".
    O ativista Luaty Beirão disse em entrevista à DW Áfricaque "é preciso que todos se comportem como monitores eleitorais e que estejam atentos". Opinião partilhada por Nito Alves: "cada cidadão deve controlar o seu voto e devemos controlar a manipulação do regime eduardista que manipula a torto e a direito".
    "Só o cidadão pode mudar o seu próprio país", conclui o ativista Adão Bunga.

    COMISSÃO DE PAZ DA ONU BUSCA SOLUÇÕES PARA A CRISE POLÍTICA NA GUINÉ-BISSAU.

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    Visita do embaixador do Brasil nas Nações Unidas, Mauro Vieira, à Guiné-Bissau. Foto: ONU News/Amatijane Candé


    Missão, que termina nesta quinta-feira, deve submeter um relatório ao Conselho de Segurança das Nações Unidas em agosto; meta é auscultar os protagonistas e principais parceiros para a recolha de informações; chefe da missão encontrou-se também com titulares de órgãos de soberania.

    O presidente da configuração para a Guiné-Bissau da Comissão das Nações Unidas para a Consolidação da Paz está na capital guineense para uma visita de contato com as autoridades do país. A viagem de 48 horas visa apoiar os esforços em curso tendo em vista a busca de solução para a crise política.

    Seguimento

    O embaixador do Brasil nas Nações Unidas, Mauro Vieira, preside o grupo que se informará também dos preparativos para a realização das próximas eleições legislativas previstas para o início de 2018. A saída de um encontro esta quinta-feira com o titular do poder legislativo, Cipriano Cassamá, Mauro Vieira disse aos jornalistas que está no país para recolher informações e se inteirar das questões políticas.

    "Examinar e recolher dados sobre o encaminhamento destas questões políticas para que eu possa no final do mês de agosto apresentar um relatório ao Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre os acontecimentos políticos e o encaminhamento que vive o país. É uma demostração de apoio e de interesse da comunidade internacional.”

    Expetativas

    O embaixador Mauro Vieira manteve também encontros com os titulares de outros Órgãos de Soberania, alguns membros do governo, Comissão de Reconciliação Nacional e Comissão Nacional de Eleições. organizações da sociedade civil, parceiros internacionais e chefias das forças armadas.

    Outros encontros foram com a equipa das mulheres mediadoras, os partidos políticos com representação parlamentar e outros intervenientes da crise guineense. O diplomata brasileiro falou a ONU News do que espera desta missão.

    "Eu acho que pode contribuir na medida em que estabelece também um diálogo, estabelece um ponto de contato das Nações Unidas com as diferentes autoridades e isso gera um diálogo e uma melhor compreensão da situação."

    Missão

    A Comissão de Consolidação da Paz atribuiu a Guiné-Bissau na quarta fase do seu envolvimento US$ 10 milhões para o apoio ao diálogo político, construção de consenso nacional, reforma nos setores de defesa e segurança, justiça e empoderamento das mulheres e jovens. País foi colocado na agenda da Comissão desde 2007.

    Conosaba/Amatijane Candé, de Bissau para a ONU News

    «COMANDO MILITAR» FORÇAS ARMADAS REALIZAM PRIMEIRO RECRUTAMENTO MILITAR OBRIGATÓRIO EM 25 ANOS.

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    As Forças Armadas da Guiné-Bissau iniciaram o primeiro recrutamento militar obrigatório dos últimos 25 anos, disse hoje à agência Lusa o general Júlio Nhaté, chefe do departamento de recursos humanos daquela instituição.

    «Fizemos um pedido ao Governo que autorizou o recrutamento de 750 pessoas», explicou. 
    O último recrutamento militar obrigatório na Guiné-Bissau foi feito em 1992.

    Segundo o general, o recrutamento está a ser feito a partir dos 18 anos e até aos 25, entre jovens de ambos os sexos, em todo o território nacional, incluindo ilhas.

    «O recrutamento militar obrigatório será em Cumuré e vai ter duração de três meses», disse, salientando que, depois, os recrutas vão ser espalhados pelas várias unidades.

    O general destacou, também, a quantidades de jovens que se foram apresentar como voluntários para integrar as Forças Armadas.

    «Há pessoas com licenciatura a pedirem para entrar para a tropa», disse, salientando ter ficado surpreendido com os cerca de 2.000 voluntários que se apresentaram para integrar as Forças Armadas.

    Entretanto, o ministério da Defesa nacional já divulgou a lista nominativa dos jovens a recrutar para se ingressarem nas fileiras das Forças Armadas guineense. 

    Conosaba/Notabanca

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