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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Alemanha: Eleições na Alemanha - Em quem votariam os “madgermanes”?

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A Alemanha vai a votos para escolher um novo Parlamento. Os "madgermanes", antigos trabalhadores moçambicanos da República Democrática Alemã, têm poucas dúvidas sobre quem escolheriam para o lugar de chanceler.
Os alemães elegem a 22 de setembro um novo Parlamento e vão decidir se a chanceler Angela Merkel, que atualmente governa numa coligação entre os cristãos democratas da CDU/CSU e os liberais do FDP, continua para um terceiro mandato consecutivo.

O interesse internacional nas eleições alemãs é grande nos países europeus em crise como Portugal, Grécia e Espanha. Em África, a eleição na Alemanha não parece, à primeira vista, ter grande impacto, mas os moçambicanos que passaram pela antiga República Democrática Alemã (RDA) têm uma opinião formada. Se as eleições fossem decididas pelos antigos trabalhadores moçambicanos, conhecidos por "madgermanes", o resultado seria uma vitória clara para a atual chanceler Angela Merkel.
Arnaldo Mendes trabalhou três anos na antiga Alemanha Oriental
Economia alemã atesta competência de Merkel
“Ela vai ganhar. Ela manteve a economia forte, estabilizada, é a maior economia da Europa, não sofreu nenhum dano... Eu acho que ela deve continuar”, defende Arnaldo Mendes, comerciante que trabalhou três anos na antiga Alemanha Oriental. "Se eu pudesse votar, votava nela”, frisa.
Para este homem de 47 anos, a estabilidade política e económica da Alemanha é fruto da boa governação da chanceler, a quem não atribui responsabilidades na hora de esboçar o quadro da crise na Europa.
“Internamente a economia alemã não tem problemas, ao contrário dos países do Sul da Europa que têm problemas por causa das fragilidades do passado. Oxalá que a Alemanha use o seu potencial económico para ajudar essas economias e não colonizá-las através do sistema financeiro”, defende.
A culpa da crise é dos países que a têm
Zeca Cossa, também comerciante, de 51 anos, oito dos quais a trabalhar na Alemanha, sabe quem é o candidato do maior partido da oposição, o social democrata Peer Steinbrück. Mas não é nele em quem deposita expectativas.

Este antigo trabalhador moçambicano na Alemanha acredita que a atual chanceler vai obter maioria absoluta e avançar para um terceiro mandato. A crise que abala Portugal e Grécia, segundo ele, não deve ser associada a Angela Merkel.

“A crise não foi orquestrada por ela. A crise é destes países que nunca produziram para contar para o futuro”, explica.
Zeca Cossa, comerciante, acredita num terceiro mandato de Angela Merkel
O eletricista Justino Muetse, de 53 anos, dez dos quais a trabalhar na Alemanha, também associa Angela Merkel à austeridade, mas, ao contrário de Zeca Cossa e Arnaldo Mendes, vê em Peer Steinbrück um bom sucessor para a chefe do Governo alemão.

A decoradora Emília Duvane, que trabalhou três anos na Alemanha, afirma que não está muito ligada a atualidade nesse país. “Estou muito mais ligada à política de Moçambique”, justifica, sem saber apontar uma vitória entre os candidatos.

Porém, a maioria dos madgermanes que se interessa pela política germânica acredita que os alemães vão confirmar a boa governação de Angela Merkel e dar-lhe carta branca para um terceiro mandato nas eleições de 22 de setembro.
Todas as quartas-feiras, os antigos trabalhadores moçambicanos encontram-se no Jardim 28 de Maio no centro de Maputo

fonte: DW.DE


O Senegal e a Namíbia Assinam acordos nas áreas de agricultura, saúde, turismo, indústria e o meio ambiente.

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Oshana (Namíbia) - O chefe de Estado, Macky Sall, está de visita a Namíbia desde sexta-feira. O Senegal e esse país assinaram acordos no domínio da agricultura, saúde, turismo e meio ambiente. O povo e as autoridades namibianas não terão esquecido os atos de solidariedade do Senegal durante a luta de libertação contra o colonialismo e a independência conquistada em 21 de março de 1990.

Desde a sua chegada em Oshakati, a capital da região norte do país, sábado, 24 de agosto às 11 horas, o chefe de Estado, Macky Sall, e a delegação que o acompanha, estão no centro das atenções dos convidados da Namíbia . O presidente da república elogiou o trabalho de seus antecessores, Leopold Sedar Senghor e Abdou Diouf, Abdoulaye Wade. Ele expressou sua gratidão ao povo da Namíbia por todas essas honras. "Nós temos que tomar de frente essa luta pela libertação. Temos de tomá-la hoje, através do reforço nossos laços de cooperação e apoio mútuo em áreas económicas ", disse ele durante a primeira sessão de trabalho que contou com a presença das duas delegações.

As trocas marcaram a seção de pragmatismo. Foram assinados acordos nas áreas de saúde (Namíbia tem um déficit de supervisores), agricultura, meio ambiente, turismo e indústria. Namíbia, que tem um dos maiores desertos do mundo tem uma área quatro vezes maior que o Senegal para uma população menor do que de Dakar. Este país enfrenta, especialmente os problemas de água.

O Dia dos heróis da luta de libertação, celebrada hoje, será um grande momento para honrar o reconhecimento do povo da Namíbia para com o povo do Senegal. "O Senegal faz parte da história da Namíbia", declarou o Presidente Hifikepunye Pohamba, no banquete em honra do Presidente Macky Sall, o primeiro líder estrangeiro recebido com muitas honras nesta parte rural da Namíbia em uma festa onde a luta de libertação foi conduzida pela SWAPO e pelo seu líder carismático, o Dr. Sam Nujoma.

Um banquete excepcional, vinte e um tiros de canhão em saudação, o hino do Senegal entoado duas vezes em cada ocasião, com a presença da nata das autoridades namibianas, incluindo o Vice-Presidente, o Presidente da Assembleia Nacional, Presidente da Comissão Nacional, etc. A cerimônia foi agraciado com a presença de Sam Nujoma, líder da luta de libertação, nomeado pela Assembleia Nacional, com o posto de pai da nação.

O evento teve lugar a 900 km de Windhoek, a capital, em uma paisagem que lembra o Ferlo pela seca e baixa ocupação demográfica. O Presidente Pohamba disse que ele e Sam Nujoma, e outras figuras da luta pela independência, andaram por todo o mundo com o passaporte diplomático do Senegal. Senegal, acrescentou, multiplicou os esforços diplomáticos na ONU e da OUA para a Namíbia. Em 1973, nosso país havia autorizado a abertura da representação diplomática em Dakar, o escritório da Swapo na África Ocidental. Bolsas foram concedidas a exilados namibianos que também gozam de status diplomático. 26 de agosto foi dedicado pelo Senegal, como o Dia de Solidariedade com a luta do povo da Namíbia.

Os Religiosos namibianos que ministravam Mbour, Fatick e Gandiaye participaram do banquete. Os membros da delegação presidencial são vistos aqui como veteranos da luta de libertação da Namíbia. "Estamos orgulhosos do apoio do Senegal à Namíbia, estamos orgulhosos do povo irmão Africano pela sua estabilidade e tolerância religiosa", disse o presidente Pohamba. Senegal e Namíbia estão determinados a enfrentar os novos desafios após a vitória valente contra o colonizador. As duas delegações vão continuar suas sessões em Windhoek.

Por: correspondente especial, Abel Abu Thiam.

fonte: lesoleil.sn

Brasil: Mais de 1,7 mil médicos formados no exterior fazem neste domingo o Revalida.

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Cubanos que vão trabalhar na Bahia chegaram a Salvador neste domingo

No ano passado, o índice de aprovação variou de 6,41% entre os estudantes bolivianos a 27,27% para os venezuelanos.

BRASÍLIA – Os 1.772 médicos inscritos no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) fazem as provas neste domingo, 25, em dez capitais: Brasília, Rio Branco, Manaus, Salvador, Fortaleza, Campo Grande, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. A prova objetiva será aplicada entre as 8h e as 13h e a discursiva entre as 15h as 18h.
O exame é destinado aos médicos que obtiveram o diploma no exterior e querem trabalhar no Brasil. Os candidatos pagaram uma taxa de R$ 100 para participar da primeira fase do Revalida. Os aprovados devem pagar mais uma taxa de R$ 300 para a segunda etapa do exame, que avaliará as habilidades clínicas.
O Revalida foi criado em 2011 e é aplicado uma vez por ano. Entram na avaliação conteúdos e competências das cinco áreas de exercício profissional: cirurgia, medicina de família e comunidade, pediatria, ginecologia-obstetrícia e clínica médica. Além disso, o exame estabelece níveis de desempenho esperados para as habilidades específicas de cada área. Antes do Revalida, cada instituição de ensino superior estabelecia os processos de análise da correspondência curricular, seguindo a legislação de revalidação de diplomas prevista no país.
O exame é conhecido pelo alto grau de dificuldade. No ano passado, o índice de aprovação variou de 6,41% entre os estudantes bolivianos a 27,27% para os venezuelanos. Os brasileiros com diploma obtido no exterior também são obrigados a fazer o Revalida para trabalhar no país. No caso, o índice de aprovação no ano passado, 7,5%, foi inferior ao de 2011 (7,89%).
Este ano seria aplicado também um pré-teste para estudantes brasileiros do sexto ano de medicina, com objetivo de avaliar se o Revalida está dentro das diretrizes curriculares do país. A baixa adesão, no entanto, fez com que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, adiasse o pré-teste. Ainda não há uma nova data marcada.
A adesão ao pré-teste é voluntária e, em troca, os candidatos recebem um auxílio de R$ 400, como colaboradores eventuais. (Com informações da Agência Brasil)
fonte: ESTADÃO

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Médicos cubanos que vão trabalhar na Bahia chegam a Salvador.

Alguns manifestantes aguardavam os médicos para desejar boas vindas.

Cinquenta médicos cubanos  que vão atuar na Bahia pelo programa "Mais Médicos" chegaram a Salvador na noite deste domingo (25). Com cerca de duas horas de atraso, o avião que trazia os profissionais de saúde aterrissou no Aeroporto Internacional de Salvador. Alguns manifestantes aguardavam os médicos para desejar boas vindas.

"Não somos prisioneiros. Não é certo dizer isso", afirmou ao chegar a médica Ivette Lopez à Folha Online. Os cubanos terão uma condição diferente dos demais estrangeiros no programa "Mais Saúde", já que não receberão diretamente a bolsa de R$ 10 mil paga pelo Brasil. O valor será repassado ao governo cubano, que será responsável por fazer a distribuição aos médicos - o governo brasileiro não sabe precisamente quanto eles receberão. Segundo o secretário-adjunto da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Fernando Menezes, os salários do cubano vão variar de R$ 2,5 mil a R$ 4 mil.
Os cubanos atuarão nas cidades de Adustina, Araci, Buritirama, Campo Alegre de Lourdes, Cansanção, Carinhanha, Central, Cocos, Coronel João Sá, Correntina, Formosa do Rio Preto, Itiúba, Jeremoabo, Macaúbas, Mansidão, Nova Soure, Remanso, Riacho de Santana, Serra Dourada, Sítio do Quinto, Souto Soares e Tucano.
No sábado, dois médicos estrangeiros chegaram a Salvador - a médica mexicana Rosa Isela Delgado Ramirez, que atenderá em Feira de Santana, e o suíço Miguel Defallens, que ficará em Salvador. Na sexta, chegaram um médico português, um argentino e uma uruguaia. Ao todo, 144 profissionais fazem parte do Mais Médicos na Bahia.
Antes de começar a atender, os médicos estrangeiros participarão de uma avaliação sobre saúde pública brasileira e língua portuguesa que começa na próxima segunda-feira (26) e vai até o dia 13 de setembro. Após a aprovação nesta etapa, serão encaminhados aos municípios para assim começar a atender a população.
Os custos com alojamento e alimentação serão pagos pelo Governo Federal. A organização logística do módulo, incluindo recepção aos profissionais, será responsabilidade conjunta dos ministérios da Saúde e da Defesa.

Manifestante segura cartaz desejando boas vindas aos médicos de Cuba
A Bahia é o estado que mais deve receber profissionais pelo "Mais Médicos". Segundo o Ministério da Saúde, serão 161 médicos para o estado. Aparecem em seguida Minas Gerais (159), São Paulo (141) e Ceará (138)..
Polêmica
Em meio à polêmica sobre a participação e remuneração dos médicos cubanos do programa, o Ministério de Saúde Pública de Cuba (Minsap) divulgou nota hoje informando que assinou um convênio com a Organização Pan-americana da Saúde (OPS) "enquadrado nos princípios de cooperação Sul-Sul" para prestar serviços de atendimento básico de saúde no Brasil.
"Mediante este convênio chegarão ao dito país neste fim de semana 400 médicos, que fazem parte de um contingente de 4 mil profissionais que chegarão ao Brasil até o final do 2013", diz o texto.
O ministério informa que atualmente possui esse tipo de convênio com 58 países de diferentes continentes. No Brasil, o Ministério Público do Trabalho informou que abrirá processo para examinar os contratos e condições de trabalhos dos médicos cubanos, para verificar se existe alguma irregularidade trabalhista
O trabalho dos cubanos no Brasil "seguirá o modelo de cooperação internacional" que o ministério mantém atualmente em 58 países de vários continentes, acrescentou o comunicado.
No Brasil, o Ministério Público do Trabalho anunciou na sexta-feira que abrirá um processo preliminar para analisar os contratos e as condições de trabalho dos médicos cubanos, e advertiu que em caso de uma possível irregularidade poderá recorrer nos tribunais. O ministro da Saúde Alexandre Padilha informou que os cubanos seguirão os direitos trabalhistas do país natal. "O Ministério da Saúde segue exatamente, nesse acordo com a Organização Panamericana de Saúde, o que a OMS estabelece para essas parcerias: tem que seguir as leis trabalhistas do País que faz a doação dos médicos e seguir o Código Civil, Penal e Ético do País que recebe os médicos. Então essa regra, está sendo seguida à risca", afirmou.
 fonte: correio24horas

A cena cultural em perigo em Marrocos.

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As áreas de expressão artística não recebem o apoio das autoridades e ameaçam desaparecer.
Spectacle "Machri9a l Anwar", 2 mars 2013 à la Fabrique culturelle / © La Fabrique culturelle
Espetáculo "Machri9a l Anwar" 02 de março de 2013 na Fábrica Cultural / ©Fábrica Cultural

Os Artistas marroquinos têm um espaço para se expressar. Este lugar é a Fábrica Cultural, localizado no bairro popular, antigo matadouro de Hay Mohammadi, um subúrbio de Casablanca. O New York Times analisa a evolução do lugar e as suas dificuldades atuais.

Em 2008, um grupo de artistas decidiu convertê-lo em um centro cultural para a construção da juventude abandonada, traça o artigo. O lugar está livre e acessível a todos, acolhe todas as formas de arte contemporânea e oferece espaço para oficinas e ensaios.

Para Douna Benslimane, coordenador entrevistado pelo projeto New York Times, o objetivo é dar espaço para criar a nova cena de arte marroquina. Onde muitas vezes são organizados "concertos, exibição de filmes, concursos de hip-hop" ...

Mas, apesar do crescente sucesso dessas noites, a estrutura agora está enfrentando dificuldades administrativas, lamenta o site. As autoridades da cidade, proprietários de locais públicos, estão relutantes em formalizar a sua conversão. De acordo com o artigo, a filosofia de independência e "democracia cívica" defendido pela Fábrica Cultural, desagrada o governo, como as suas actividades, por vezes considerada subversiva (especialmente rap, forma popular de expressão dos jovens, mas considerado "imprudente e perigoso" pelas instituições).

Mas, como a situação não é formalizada, os artistas não podem solicitar fundos, diz o artigo. O partido PJD, islâmico que lidera o governo sente-se pouco preocupado com as questões culturais, observa o New York Times. Assim, os artistas estão presos entre a burocracia hierárquica complicada e islâmica "que muitas vezes querem ver as artes serem censuradas por desrespeito ou obscenidade", diz o site.

A Fábrica Cultural permite a jovens marroquinos fazer com que suas vozes sejam ouvidas. Mas sem o apoio do governo, este lugar de expressão está em risco, conclui o artigo.

fonte: The New York Times / Slate Afrique

Egito: Da fúria ao silêncio, Tahrir cede o protagonismo e mostra Egito dividido.

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Praça símbolo da união dos egípcios em 2011 vive dias de abandono e evidencia a polarização do país após o golpe que derrubou Mohamed Mursi.

Símbolo da revolução de 2011, hoje a Tahrir está abandonada: evidência da polarização na sociedade egípcia após a deposição de Mursi Foto: AFP
Símbolo da revolução de 2011, hoje a Tahrir está abandonada: evidência da polarização na sociedade egípcia após a deposição de Mursi
Foto: AFP
Em dois anos, a praça Tahrir foi da glória ao abandono. O mundo a conheceu em janeiro de 2011, quando se transformou no símbolo da revolução que derrubou Mubarak. Os egípcios exigiam liberdade, e nada melhor do que protestar em um lugar cujo nome significa "libertação". De lá pra cá, foi na Tahrir que o povo acompanhou a tortuosa caminhada do país em busca da estabilidade. Até que o primeiro presidente democraticamente eleito do Egito, Mohamed Mursi, foi desposto. O golpe militar e os distúrbios subsequentes jogaram novamente o país em um destino incerto - e a praça parece ter perdido a magia de outrora. Mas por que os egípcios abandonaram a Tahrir? 
Tahrir lotada comemora deposição do presidente Mohamed Mursi Foto: AFP
Tahrir lotada comemora deposição do presidente Mohamed Mursi
Foto: AFP
Não há um motivo específico. Mas tentar entender por que a praça perdeu protagonismo na busca por democracia significa traçar um paralelo com os acontecimentos das últimas semanas no país. A substituição da Tahrir como centro dos protestos por outros lugares do Cairo é um sinal da complexidade do momento atual da sociedade egípcia. Hoje, ao invés de um só, são vários os locais de manifestações, em geral nos subúrbios. Isso ficou evidente pela primeira vez para o mundo no começo de julho, em meio à tensão pré-golpe, quando egípcios pró-Mursi e contra o líder deposto se manifestavam em lugares diferentes. A polarização do Egito estava escancarada.
Uma situação muito diferente de 2011. No ápice da revolução, ganharam o mundo imagens de egípcios que permaneceram acampados na Tahrir, unidos e irredutíveis, até a queda do ditador. Após a deposição de Mursi, no entanto, milhares de seus partidários montaram barracas em frente à mesquita Rabaa al-Adawiya, no distrito de Nasr City, subúrbio do Cairo. Ali, distantes do centro, prometeram permanecer até que o presidente eleito voltasse ao cargo. Ao mesmo tempo, outro grupo menor fez o mesmo na praça Al-Nahda, em Gizé, cidade vizinha ao Cairo, localizada na margem ocidental do rio Nilo e mais conhecida por abrigar pirâmides e a esfinge. 
fonte: terra.com.br

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