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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Segurança: Augustin Tine - "Senegal é uma placa giratória de drogas"

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Participando de uma reunião "de trocas" sobre o tráfico de drogas, presidido pelo primeiro-ministro Aminata Touré, o Ministro das Forças Armadas, Augustin Tine, confessou que o Senegal tornou-se uma placa giratória. "A droga está tornando um câncer. 

Ela está instalada em nossa sub-região. E, naturalmente, o Senegal é um centro de drogas. Drogas que vem de países vizinhos, transitam por Senegal para seguir para outros países ", disse ele. "Vocês constataram que, em 2013, nós apreendemos cerca de mil toneladas. Mas em 2014, há cinco meses, apreendemos quatro toneladas. Isto significa que existe progresso. O combate está comprometido e vai continuar ", observou. No entanto, ele acrescentou: "Vamos trabalhar para garantir que a droga já não passa pelo nosso país. Vamos erradicar essas áreas onde crescem as drogas. "

# seneweb.com

Angola vai continuar a ser um país rico com um povo pobre.

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Angola vai continuar a crescer economicamente, mas a um ritmo lento demais para que a população sinta as melhorias. Esta é a conclusão de dois estudos apresentados esta quarta-feira (11.06), em Luanda.
Angola, o segundo produtor de petróleo da África subsariana, é um "país rico" mas com um "povo pobre" face às "profundas disparidades" na distribuição da riqueza e "défices no desenvolvimento social", de acordo com um relatório económico agora divulgado.
As análises ao estado social e da economia em Angola, no ano de 2013, produzidas pelo Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola, foram apresentadas pelo diretor da instituição, Manuel Alves da Rocha. O economista e professor universitário garante que o crescimento económico que Angola regista e registará nos próximos anos não é suficiente para combater as desigualdades.

Crescimento económico dos próximos anos será, em média, de 5%, mas população não sentirá efeitos
"Nas nossas projeções a preocupação está justamente no facto da capacidade decrescimento da economia até 2019 andar à volta, já com o setor petrolífero e com os seus problemas, potencialidades e novas descobertas, de uma taxa média anual de 5%. Este número é também de acordo com projeções do FMI”, informa o economista.
“Ainda que seja 5,5 no curto-prazo, a diferença entre 5,5% e 3,2% significa dois pontos percentuais e isto não é suficiente para melhorar o nível de vida”, assegura.
Crescimento abaixo do patamar da ONU
Na opinião do especialista, basta olhar para dados das Nações Unidas para tirar estas conclusões.
“Se nós analisarmos os vários textos das Nações Unidas sobre os objetivos para o desenvolvimento do milénio, o que está escrito é que em África para que houvesse melhorias no Índice de Desenvolvimento Humano e uma redução da pobreza, as economias tinham de crescer em média 8,5% ao ano. É uma diferença significativa”, reitera.
Outro problema que volta a ser apontado neste último relatório económico é a dependência extrema da economia angolana face ao petróleo.
“Os caminhos para a diversificação da economia são tortuosos, são longos, são complexos”, começa por explicar.
“É necessário que os investimentos que possam diversificar a economia sejam bons, o que nos pode levantar dúvidas na área da construção. Sabemos que muitos investimentos na reconstrução de estradas e pontes têm ocasionado mais custos do que benefícios, porque são obras que são criticadas e ao final de cinco ou sete anos precisam de nova intervenção”, recorda.
“Nos manuais de macroeconomia, costuma dizer-se que só se deve investir em infraestruturas que durem no mínimo 25 anos, para que produzam retorno económico”, indica.

Aposta na construção de infraestruturas pode não ser um setor rentável em Angola
Condições de vida sem melhorias até 2017
“Outra conclusão relevante do relatório económico é que, do nosso ponto de vista, a melhoria das condições de vida da população no que toca à distribuição do rendimento, dificilmente vai ocorrer até 2017”, conclui.
O outro relatório - o relatório social - foi apresentado pelo investigador Nelson Pestana. Este último complementa o que já é referido no relatório económico.
Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola emite ainda um outro relatório anual: o relatório energético. Este último é apresentado ao público em setembro.
# dw.de


SAIBA MAIS-Conheça os 23 jogadores do Brasil.

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Convocação da Seleção Brasileira para amistoso antes da Copa 2014


(Reuters) - Conheça detalhes dos 23 jogadores convocados pelo técnico Luiz Felipe Scolari para disputar a Copa do Mundo.

GOLEIROS ( GUARDA-REDES )
Julio Cesar (Toronto FC), 34 anos, 80 jogos.
Foi o primeiro nome confirmado pelo técnico Luiz Felipe Scolari em sua lista para a Copa do Mundo, após ter sido convocado por antecipação em meio a críticas pelo longo período de inatividade que enfrentou no Queens Park Rangers, da segunda divisão inglesa. Acabou se transferindo em fevereiro deste ano para o Toronto FC para voltar a jogar. Foi um dos destaques do time na Copa das Confederações do ano passado.

Jefferson (Botafogo), 31 anos, 9 jogos.
Um dos vários jogadores que ganharam chances na seleção depois que Mano Menezes desmantelou o time de Dunga de 2010. É o reserva imediato de Julio Cesar. Sofreu apenas quatro gols quando defendeu a seleção brasileira.

Victor (Atlético-MG), 31 anos, 6 jogos
Será o terceiro goleiro do Brasil na Copa e disputava a posição com Diego Cavalieri, do Fluminense, que estava na conquista da Copa das Confederações no ano passado. A boa fase de Victor no Atlético-MG --suas defesas levaram o time ao título da Copa Libertadores em 2013 --o credenciaram para disputar o Mundial em casa.

LATERAIS
Marcelo (Real Madrid), 25 anos, 32 jogos.
Marcelo ficou fora da Copa do Mundo de 2010 por pouco, mas será titular desta vez. Ele teve seu comprometimento com a seleção posto em dúvida pelo ex-técnico Mano Menezes e seu temperamento também era um problema, após algumas expulsões vestindo a camisa do Brasil. O jogador parece ter amadurecido nos últimos 18 meses e tem o apoio de Felipão. Ele foi um dos quatro jogadores de linha que estiveram em campo em todos os minutos dos cinco jogos da Copa das Confederações.

Daniel Alves (Barcelona), 30 anos, 75 jogos.
Titular da lateral-direita do Brasil sob comando dos últimos três treinadores da seleção, o jogador também é um dos mais experientes do grupo. Um dos destaques também de seu clube, o Barcelona, onde fez parte de uma geração vitoriosa que dominou o cenário internacional há algumas temporadas. Recentemente ganhou notoriedade ainda maior pela resposta dada a uma ofensa racista sofrida durante uma partida do Campeonato Espanhol: comeu a banana jogada na direção dele pelo torcedor de um time adversário.

Maicon (Roma), 32 anos, 68 jogos.
Poucos times têm duas boas opções para a lateral-direita como a seleção brasileira, e Maicon provavelmente seria titular de diversas equipes que disputarão a Copa do Mundo no Brasil se tivesse nascido em outro país. Foi o escolhido de Dunga no Mundial de 2010, em que jogou todas as partidas do Brasil, mas depois perdeu a disputa direta com Daniel Alves pela camisa 2.
Maxwell (Paris St. Germain), 32 anos, 9 jogos.
Conquistou títulos nacionais em suas passagens por Holanda, Itália, Espanha e França. Estabeleceu-se como reserva de Marcelo desde que ganhou a primeira chance com Felipão, em agosto, e acabou desbancando o concorrente Filipe Luis, do Atlético de Madri, que esteve no grupo na Copa das Confederações. Zlatan Ibrahimovic dividiu quarto com Maxwell quando ambos estavam no Ajax, e agora a dupla repete a parceria no PSG.

ZAGUEIROS
Thiago Silva (Paris St. Germain), 29 anos, 46 jogos.
Provavelmente o jogador brasileiro que mais evoluiu entre aqueles que estiveram na Copa do Mundo da África do Sul. Suas atuações fundamentais na defesa do Milan o fizeram ser contratado por uma fortuna pelo PSG em 2012, e o nível de suas apresentações tem sido tão elevado que Paolo Maldini o considerou o melhor do mundo. Vai usar a braçadeira de capitão da seleção.
David Luiz (Chelsea), 27 anos, 36 jogos.
Com sua personalidade extrovertida, é um dos responsáveis por manter elevado o moral da equipe. Ele leva também a experiência de muitos anos na Europa, além de ser um jogador versátil. Deve ser titular da zaga ao lado de Thiago Silva, mas também pode jogar de volante. Faz parte do quarteto do time inglês Chelsea na seleção brasileira.
Dante (Bayern de Munique), 30 anos, 12 jogos.
Após anos de ostracismo em clubes médios da Europa, ele finalmente ganhou destaque em 2013 tanto pela seleção como no poderoso Bayern de Munique, da Alemanha, e espera manter o bom momento durante o Mundial. Fez sua estreia com a camisa do Brasil em fevereiro de 2013 contra a Inglaterra, e quatro meses depois marcou seu primeiro gol e conquistou o título da Copa das Confederações, um mês após ter levantado a Liga dos Campeões da Europa.

Henrique (Napoli), 27 anos, 5 jogos
Maior surpresa na lista de Felipão, o zagueiro foi escolhido porque tem a confiança do treinador, que trabalhou com Henrique no Palmeiras, onde foram campeões da Copa do Brasil em 2012. Joga também como lateral-direito e volante, o que conta pontos a seu favor.

MEIO-CAMPISTAS
Paulinho (Tottenham Hotspur), 25 anos, 26 jogos.
Causou impacto ao longo dos últimos dois anos tanto em clubes como na seleção. Sua presença nas duas áreas ajudou o Corinthians a conquistar os títulos da Copa Libertadores e do Mundialde Clubes pela primeira vez em 2012 e resultaram numa transferência para o Tottenham, onde teve alguns bons momentos mas não se estabeleceu como titular. Tem vaga certa no time titular de Felipão. Foi considerado o terceiro melhor jogador da Copa das Confederações.
Ramires (Chelsea), 26 anos, 42 jogos.

Um dos jogadores mais disciplinados do elenco, o meio-campista é valorizado por ter qualidade tanto na marcação como na saída de bola e nas arrancadas ao ataque. Depois de um incidente fora das quatro linhas que contribuiu para o deixar de fora da Copa das Confederações --pediu dispensa de uma convocação por lesão e não compareceu no dia previsto para ser avaliado pelo médico da equipe-- o jogador do Chelsea recuperou seu espaço com Felipão graças a boas atuações.
Hernanes (Inter de Milão), 29 anos, 24 jogos.

Hernanes dificilmente será titular, mas várias vezes já foi utilizado como arma no segundo tempo de partidas devido ao bom controle de bola e ao poderoso chute de média e longa distância, o que sugere que será uma peça importante da campanha brasileira.

Luiz Gustavo (VfL Wolfsburg), 26 anos, 18 jogos.
Até ser chamado pela primeira vez para a seleção, era praticamente um desconhecido no país, onde nunca atuou por uma equipe de destaque. O volante firme na marcação foi para a Alemanha com apenas 20 anos e passou a carreira lá. Suas exibições por Hoffenheim e Bayern de Munique lhe renderam uma chance na seleção com Mano Menezes, que o chamou pela primeira vez em 2011, e ele permaneceu no grupo com Felipão.

Fernandinho (Manchester City), 28 anos, 7 jogos.
Seu talento inegável talvez tivesse sido reconhecido mais cedo se não tivesse passado grande parte da carreira no Leste Europeu. O meio-campista, que pode jogar como primeiro ou segundo volante, passou oito anos no Shakhtar Donetsk até ser contratado pelo Manchester City no ano passado. O bom rendimento na Inglaterra lhe rendeu uma chance com Felipão contra a África do Sul este ano, e o gol marcado num chutaço de fora da área --e o sorriso de Felipão como recompensa-- foram o bastante para garantir-lhe uma vaga.

Willian (Chelsea), 25 anos, 7 jogos.
Era uma jovem promessa quando foi contratado pelo Shakhtar Donetsk e desapareceu do radar no Brasil, mas garantiu uma vaga na seleção para a Copa ao destacar-se nas poucas oportunidades que teve na seleção depois que foi contratado pelo Chelsea no ano passado.
Oscar (Chelsea), 22 anos, 31 jogos.
Ainda jovem, mas claramente adaptado aos grandes desafios do futebol mundial. Marcou três vezes numa vitória de 3 x 2 sobre Portugal numa final de Mundial Sub-20 de 2011 e marcou duas vezes em sua estreia pelo Chelsea na Liga dos Campeões, contra a Juventus. Sua habilidade para criar jogadas e o entrosamento com Fred, Hulk e Neymar serão vitais para a campanha do Brasil.

ATACANTES
Neymar (Barcelona), 22 anos, 49 jogos.
É a grande aposta da seleção brasileira para conquistar o título mundial em casa. É a estrela no time de Felipão e correspondeu à expectativa na Copa das Confederações, quando foi eleito o melhor jogador do torneio. No Barcelona, enfrentou alguma dificuldade para se estabelecer e sofreu algumas lesões, além de uma polêmica fora de campo a respeito de sua milionária contratação. Os 30 gols em 47 jogos pela seleção são uma confirmação de seu talento e, se Neymar brilhar, será difícil derrotar o Brasil.

Fred (Fluminense), 30 anos, 34 jogos.
Às vezes criticado pela falta de movimentação e por sofrer seguidas lesões, Fred ainda é o favorito de Felipão para vestir a camisa 9 do Brasil na Copa do Mundo, se estiver em forma. Jogou o Mundial de 2006 e teve uma passagem apagada pelo Olympique de Lyon antes de voltar ao Brasil para defender o Fluminense, onde foi campeão brasileiro duas vezes (2010 e 2012).

Jô (Atlético Mineiro), 27 anos, 17 jogos.
Está longe de ser uma unanimidade, mas os gols marcados na Copa das Confederações nas vezes que entrou no lugar de Fred convenceram Felipão de que Jô tem potencial para jogar uma Copa do Mundo. Passou parte da carreira na Europa, onde defendeu CSKA Moscou, Manchester City e Everton.

Hulk (Zenit St. Petersburg), 27 anos, 35 jogos.
Ganhou o apelido pela força física, mas pode levar mais à seleção do que apenas seu físico. Demorou para conquistar a torcida brasileira, que mal o conheciam por ter passado a maior parte da carreira no exterior, mas Felipão valoriza sua capacidade de atacar e defender com intensidade. Deve ser titular do time, ao lado de Neymar e Fred.

Bernard (Shakhtar Donetsk), 21 anos, 11 jogos.
Ajudou o Atlético Mineiro a conquistar seu primeiro título da Copa Libertadores e depois foi contratado pelo Shakhtar. Deve ter um papel importante como um substituto que pode surpreender adversários com velocidade e dribles. Ele é um dos queridinhos de Felipão, que disse que o jogador tem "alegria nas pernas".

(Por Andrew Downie, em São Paulo, e Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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