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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Filho de Kadafi 'é a única pessoa capaz de unificar a Líbia e liderar a luta contra os terroristas'.

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Filho de Kadafi 'é a única pessoa capaz de unificar a Líbia e liderar a luta contra os terroristas'
Preso em 2011 após a derrubada do governo de seu pai, o recém liberto Saif al-Islam pode liderar a restauração do regime em uma Líbia fragmentada e destruída por seis anos de guerra civil
Eduardo Vasco, Pravda.ru
Saif al-Islam al-Kadafi, filho do ex-líder Muamar Kadafi, foi solto no último sábado (10) da prisão de Zintan, cidade do noroeste da Líbia e próxima da capital, Trípoli. Ele havia sido sentenciado à morte em 2015, mas o grupo de milicianos que o mantinha preso se recusou a entregá-lo à corte em Trípoli. Estava detido há quase seis anos, acusado de atuar na repressão a manifestantes, quando era uma das principais figuras do governo de seu pai.
Após a queda de Kadafi com a ajuda da OTAN, a Líbia se transformou em um país destruído, praticamente sem Estado e com uma guerra civil entre facções com grande atuação de grupos como o Estado Islâmico e a al-Qaeda. A libertação de Saif al-Islam significou um alento aos seguidores de Kadafi. Ele deverá assumir a liderança do movimento pelo restabelecimento de um governo nacional na Líbia, ao estilo do que vigorou até 2011.
"A única pessoa em toda a Líbia capaz de unificar o país e liderar a luta contra os terroristas da Irmandade Muçulmana, al-Qaeda e Estado Islâmico é Saif Kadafi", afirma José Gil de Almeida, ativista brasileiro pioneiro na defesa do sistema político e social que surgiu na Líbia a partir da Revolução de 1969. Ele visitou o país em 19 oportunidades, já esteve três vezes com Muamar Kadafi e é um dos maiores especialistas brasileiros sobre a Líbia, organizando encontros nacionais e internacionais e publicando dois livros sobre o tema.
No último dia 7 de junho, Almeida lançou em Curitiba o livro "A Líbia de Kadafi", que também será traduzido para o inglês, francês, espanhol e árabe. Integrante do Movimento Marcha Verde, ele conversou com a Pravda.ru e afirmou que as forças leais ao antigo governo estão retomando Trípoli e expulsando os grupos terroristas.
Como você recebeu a notícia da libertação de Saif al-Islam al-Kadafi?
Por e-mail de amigos na Líbia. Diversas cidades festejaram a libertação com desfiles de carros e muitos fogos de artifício, disparos de armas de fogo e dança.
Saif ainda tem influência política na Líbia?
Ele é o sucessor natural de Muamar Kadafi, foi preparado para lutar na defesa da Jamahiriya (Poder Popular). Nos últimos dias ele visitou todos os chefes tribais da Líbia e está organizando a luta contra os terroristas financiados pelos EUA e OTAN. Ele foi libertado por kadafistas que estão hoje espalhados nas forças armadas e nos grupos guerrilheiros que atuam em algumas regiões.
Então o kadafismo ainda tem muita influência dentro das forças armadas e entre a população?
Sim. Quando Kadafi se retirou para Sirte, sua terra natal [e onde foi assassinado em 20 de outubro de 2011], levava com ele parte dos oficiais das forças armadas. Ele pediu que eles retornassem a suas casas para no futuro defender a Líbia. Kadafi sabia que não resistiria à maior força militar do planeta e foi para Sirte para ser martirizado ao lado de seus companheiros mais próximos. E foi isso o que aconteceu, para preservar os kadafistas dentro das forças da Líbia.
E até hoje existem grupos fiéis a Kadafi dentro das facções que lutam pelo poder no país?
Sim, aguardando o momento de lutar a verdadeira guerra de libertação da Líbia sob o comando de Saif al-Islam al-Kadafi.
Com a liderança de Saif os guerrilheiros kadafistas ficam mais unidos e fortalecidos?
A única pessoa em toda a Líbia capaz de unificar o país e liderar a luta contra os terroristas da Irmandade Muçulmana na fronteira com o Egito e contra a al-Qaeda e o Estado Islâmico em Benghazi e Trípoli é Saif Kadafi.
Mas eles têm forças para enfrentar os terroristas?
Sim. Mesmo com os terroristas recebendo armas de países ocidentais ligados aos EUA, os kadafistas estavam se preparando para este dia desde 2011.
Então eles pretendem restaurar exatamente o mesmo regime derrubado em 2011?
Sim. A Jamahiriya Árabe Popular Socialista da Líbia [nome do país até 2011] é o regime que atendeu a todas as reivindicações de saúde, habitação, educação etc., do povo líbio. A Líbia de Kadafi tinha o maior IDH da África, maior até que o do Brasil. A Líbia era feliz e vivia em prosperidade. E agora, após a "democracia" dos norte-americanos, o povo está desamparado e sofrendo até com falta de gasolina em postos de combustíveis. Diversos poços de petróleo líbios estão sendo controlados por tropas militares dos EUA, França e Inglaterra, com a desculpa de retirar petróleo para "pagar despesas de guerra".
O petróleo foi o motivo da invasão da Líbia?
Sim, gás e petróleo, como sempre acontece nas guerras do imperialismo norte-americano em diversas partes do mundo.
Na época da intervenção da OTAN também se falou que um dos motivos era que Kadafi visava integrar a África com uma moeda única para todo o continente.
Sim, também. Ele criou um banco forte e isso incomodou os sionistas ligados aos Rotschild.
Você falou que o povo líbio era feliz e vivia em prosperidade. Mas, e os relatos e imagens de opositores sendo reprimidos, torturados e assassinados?
Durante o governo da Jamahiriya Árabe Popular Socialista da Líbia o país foi alvo de ataques do inimigo imperialista. Muitos mercenários e traidores do povo líbio foram presos e detidos, mas as denúncias de torturas foram raras e nunca apoiadas por Kadafi. A maior prova de que o governo líbio era popular e democrático é que Kadafi não tinha cargo no governo. Havia um presidente e um primeiro-ministro, todos eleitos pelos Congressos Populares. Muamar Kadafi era um guia espiritual e filosófico do povo líbio, por isso representava o país em solenidades e encontros internacionais, mas ele, mais do que ninguém, estimulou e criou as bases para a democracia direta através dos Comitês e Congressos Populares. A Líbia kadafista era o paraíso, não fosse pelos inimigos que fustigavam o país a mando do imperialismo norte-americano e do sionismo internacional.
Mas, e Saif al-Islam? Ele é considerado criminoso de guerra pelo Tribunal Penal Internacional devido aos supostos massacres ocorridos em 2011.
Esta acusação é mais uma farsa norte-americana. Ele foi acusado porque lutou heroicamente contra os invasores de seu país. Quatro dias após sua libertação a Irmandade Muçulmana anunciou que está deixando Trípoli. Não só ela, a al-Qaeda e o Estado Islâmico também, porque os kadafistas estão retomando Trípoli com força total e estão expulsando os terroristas, que fogem para a Turquia neste momento. Saif é o sucessor de Kadafi na reconstrução da Jamahiriya Árabe Popular Socialista Líbia. O único que pode reunificar o país.
#pravda.ru

ANGOLA: FNLA E O PAÍS QUE HOLDEN QUERIA MAS QUE NÃO EXISTE.

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A Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), um dos três partidos históricos do país, apresentou o seu programa de governação, assente em nove eixos e que propõe o afastamento das instituições angolanas do carácter de partido único. Sonhemos, irmãos!

Oprograma de governação, apresentado pelo líder do partido e cabeça-de-lista concorrente à eleição por via indirecta, não nominal, ao cargo de Presidente da República nas eleições de 23 de Agosto, Lucas Nonga, defende a Reforma do Estado, a manutenção da forma Republicana e da Laicidade do Estado angolano, bem como a consolidação do Estado Democrático e de Direito e Reformas Sociais. Sonhemos, irmãos!
A definição de uma Política Cultural para Angola enquanto país africano, a consolidação do Processo de Reconciliação Nacional, as Reformas Económicas do país e a Revisão da Política Externa de Angola são os restantes eixos do programa de governação da quarta força política da oposição angolana. Sonhemos, irmãos!
O documento sublinha que Angola é um país saído “das convulsões sociais resultantes de erros de escolha ideológicas, ditada pelo clima de Guerra Fria, que dominou o século XX”.
Até às eleições de 1992 vigorou em Angola o regime de partido único, com o país a ser liderado pelo MPLA. Depois disso vigora a prática de partido único, numa versão mais “soft”.
“A FNLA entende que as eleições não são um jogo de promessas populistas irrealizáveis. É um compromisso que se assume perante um povo como pacto social que traz consigo a concretização das aspirações mais profundas do povo angolano”, disse Lucas Ngonda. E disse bem, quase parecendo que Angola é o que nunca foi durante os últimos 42 anos: uma democracia e um Estado de Direito.
O político lembrou que a FNLA, na luta de libertação – juntamente com o MPLA e a UNITA foi um dos três movimentos guerrilheiros contra o poder colonial português -, cumpriu o seu programa com a ascensão de Angola à independência.
“Hoje trata-se de abordagem do seu programa maior a longo prazo, o qual seguirá as etapas essenciais pelas sucessivas gerações de patriotas”, disse Lucas Ngonda.
A aprovação de uma nova Constituição, a criação de um parlamento bicameral (Assembleia Nacional e Senado), em que o primeiro-ministro é o chefe o Governo, uma eleição separada do Presidente da República, a criação de um Conselho de Estado, que integrará entidades que exerceram altas funções no Governo ou que tenham prestado serviços relevantes à nação, bem como actuais reis (autoridades tradicionais) são algumas das propostas de governação da FNLA.
A FNLA concorre às eleições gerais de 23 de Agosto com outras cinco formações políticas – MPLA, UNITA, CASA-CE, PRS e APN -, situando-se na quinta posição no boletim de voto.
Angola vai realizar eleições dentro de dois meses, e conta para o efeito com um número de 9.317.294 eleitores, segundo dados oficiais que o Ministério da Administração do Território entregou à Comissão Nacional Eleitoral.

Recorde-se Holden Roberto e Jonas Savimbi

Angola continua a ser (re)construída à imagem e semelhança do MPLA, como se fosse um regime de partido único. E, de facto – que não de jure –, é isso mesmo.
Se o MPLA é Angola e Angola é o MPLA, herói nacional há só um, Agostinho Neto e mais nenhum. Quando o MPLA for apenas um dos partidos do país e Angola for um verdadeiro Estado de Direito, então haverá outros heróis.
Até lá, os angolanos continuarão sujeitos à lavagem do cérebro de modo a que julguem que Agostinho Neto e agora José Eduardo dos Santos sãos os únicos que deram um contributo na luta armada contra o colonialismo português e para a conquista da independência nacional.
O dia 17 de Setembro, instituído feriado nacional em 1980 pela então Assembleia do Povo, um ano após o falecimento de Agostinho Neto, em 10 de Setembro de 1979 na antiga União das Republicas Socialistas Soviéticas, deve-se, segundo a cartilha do MPLA, ao reconhecimento do seu empenho na libertação de Angola, em particular, e do continente africano. Com alguma habilidade ainda vamos ver referências ao contributo para a libertação da Europa. Ou esse será um patamar reservado ao putativo presidente emérito, José Eduardo dos Santos?
Fruto da entrega de Agostinho Neto à causa libertadora dos povos, o Zimbabwe e a Namíbia ascenderam igualmente à independência, assim como contribuiu para o fim do Apartheid na África do Sul, esclarecem os donos do poder em Angola.
Pelos vistos, desde 1961 e até agora que só existe Agostinho Neto. Se calhar até é verdade. Aliás, bem vistas as coisas, Holden Roberto e Jonas Savimbi, FNLA e UNITA, nunca existiram e são apenas resultado da imaginação de uns tantos lunáticos.
“Dotado de um invulgar dinamismo e capacidade de trabalho, Agostinho Neto, até à hora do seu desaparecimento físico, foi incansável na sua participação pessoal para resolução de todos os problemas relacionados com a vida do partido, do povo e do Estado”, diz o MPLA, embora não o considere elegível à categoria de emérito.
Numa coisa a cartilha do MPLA tem toda a razão e actualidade: “como o marxistas-leninista convicto, Agostinho Neto reafirmou constantemente o papel dirigente do partido, a necessidade da sua estrutura orgânica e o fortalecimento ideológico, garantia segura para a criação e consolidação dos órgãos do poder popular, forma institucional da gestão dos destinos da Nação pelos operários e camponeses”.
Como se vê, os destinos da Nação estão entregues desde 11 de Novembro de 1975 aos operários e camponeses do tipo José Eduardo dos Santos & Sonangol Lda.
Em reconhecimento da figura do (suposto único) fundador da Nação angolana, estão erguidas em vários pontos do país estátuas, que simbolizam os seus feitos e legados, marcado pelas suas máximas “De Cabinda ao Cunene um só povo e uma só nação” e “O mais importante é resolver os problemas do povo”.
Pois! Os problemas do povo não foram resolvidos. Mas as estátuas aí estão para serem vistas por um povo que continua a ser gerado com fome, a nascer com fome e a morrer pouco depois com… fome.
Sabemos que em Angola os militares, tal como o resto da sociedade, só têm liberdade para dizer o que sua majestade o rei Eduardo dos Santos deixa. Mesmo assim, quando não se pode dizer a verdade, o bom senso aconselha a que se esteja calado.
Recorde-se, por exemplo, que, no dia 12 de Agosto de 2009, o inspector-geral das Forças Armadas Angolanas, general Rafael Sapilinha “Sambalanga”, considerou na comuna do Icolo e Bengo, Angola como uma “trincheira firme na defesa do continente africano”, pelo percurso árduo nas lutas de libertação nacional, bem como o contributo para a paz na região.
Poderia o general “Sambalanga” ficar-se por aqui e tudo estaria bem. Angola é de facto uma “trincheira firme na defesa do continente africano”.
Rafael Sapilinha que falava durante a visita dos Inspectores de Defesa da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) ao Centro Cultural “António Agostinho Neto”, não se conteve, contudo, em querer agradar ao chefe e vai daí enalteceu o espírito de coragem do fundador da nação MPLA, nas lutas de libertação nacional que culminou com a independência do país.
Para o inspector-geral, António Agostinho Neto teve a capacidade de prever a liberdade e autonomia do povo angolano nos poemas que escrevia. “António Agostinho Neto não é tido apenas como fundador da nação e do MPLA, mas também como um poeta perspicaz”, sublinhou.
Irra! Apre! Chiça! Por que carga de água Agostinho Neto é o único fundador da nação angolana? E então Holden Roberto? E então Jonas Savimbi?
Que país é Angola que tem tanta dificuldade em reconhecer a Holden Roberto, como a Jonas Savimbi, o estatuto de Herói Nacional? Porque razão, o Estado teve e tem tanta necessidade de humilhar Holden Roberto e Jonas Savimbi? Será assim que se luta pela instituição de um Estado de Direito?
#fonte: http://jornalf8.net

PORTUGAL É QUEM MAIS VENDE PARA ANGOLA.

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Portugal voltou a ser o país que mais vende a Angola, em 2016, apesar de o volume de negócios ter sofrido uma redução de 12% face a 2015, sendo superior a 1,6 mil milhões de euros, suficiente para destronar a China.

Os dados constam do anuário do comércio externo de 2016, elaborado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) de Angola, apenas agora divulgado. O documento refere que Portugal atingiu uma quota de 14,89% de todas as importações angolanas, equivalente a 342.517 milhões de kwanzas (1.630 milhões de euros).
Já a China viu as compras angolanas caíram 36% de 2015 para 2016, para uma quota de 12,54%, equivalente a um volume de negócios de 253.884 milhões de kwanzas (1.373 milhões de euros).
Os Estados Unidos da América tornaram-se no terceiro principal país fornecedor de Angola, com um volume de negócios em todo o ano de 2016 superior a 217.719 milhões de kwanzas (1.770 milhões de euros), que corresponde a uma quota de 10,75%.
No plano inverso, a China reforçou a posição de maior comprador de Angola, com uma quota de 45% das exportações angolanas de 2016 (essencialmente petróleo). Traduz-se em vendas globais 2,187 biliões de kwanzas (11,8 mil milhões de euros), um crescimento superior, em valor, a 28%, face às compras realizadas pela China em 2015.
O petróleo bruto representou um peso de 93% de todas as exportações angolanas no último ano.
No segundo lugar, a índia também aumentou as compras (4,92%) a Angola, que em 2016 atingiram os 330.894 milhões de kwanzas (1.789 milhões de euros) e uma quota de 6,89% do total, seguido dos Estados Unidos da América, com uma quota de 5,11% e compraram 245.698 milhões de kwanzas (1.328 milhões de euros) das exportações angolanas, um aumento de 54% face a 2015.
Portugal foi apenas o nono destino das exportações angolanas, representando um volume de negócios de 153.536 milhões de kwanzas (830 milhões de euros), um aumento de 8,28% face a 2015, mas ainda assim uma quota de 3,20%.
Globalmente, as exportações angolanas aumentaram 18,76% em 2016, para um volume de negócios total de 4,803 biliões de kwanzas (25,9 mil milhões de euros), enquanto as importações caíram 22,37%, para 2,024 mil milhões de kwanzas (10,9 mil milhões de euros).
Em 2016 a balança comercial de Angola, incluindo ainda reimportações e reexportações, registou um saldo positivo de 2,779 biliões de kwanzas (15 mil milhões de euros), praticamente o dobro face ao resultado de 2015.
Os resultados definitivos do Comércio Externo (Importação e Exportação) apurados para o ano de 2016, indicam para uma taxa positiva de variação homóloga, do período em análise, de 18,76% para as Exportações, enquanto que para o mesmo período, as Importações tiveram uma diminuição de 22,37%.
Em 2016 a Balança Comercial de Angola, registou um crescimento do saldo positivo de 2.779 Mil Milhões de Kwanzas.
O grupo de produto que teve a maior participação no valor total das Exportações foi fundamentalmente os “Combustíveis” com 92,97%, enquanto que no valor total das Importações os grupos de produtos que mais se destacaram foram: “Máquinas e Equipamentos e Aparelhos” com 24,71%, “Agrícolas” com 10,44%, “Metais Comuns” com 9,52%, “Químicos” com 7,62% e “Combustíveis” com 6,02%.
Os principais Parceiros das Exportações de Angola durante o ano de 2016 foram os seguintes: China com 45,53%, Índia com 6,89%, Estados Unidos da América com 5,11% África do Sul com 4,78%.
Os principais Parceiros das Importações para Angola durante o ano de 2016 foram os seguintes: Portugal com 14,89%, China com 12,54%, Estados Unidos da América com 10,75% e África do Sul com 5,25%.
Os Principais Parceiros Africanos nas Exportações que mais se destacaram foram os seguintes, África do Sul com 81,70%, República Democrática do Congo com 12,93%,São Tomé e Príncipe com 1,15% e Namíbia com 1,12%.
Para as Importações no mesmo Período foram os seguintes, África do Sul com 71,87%, Egipto com 4,97%, Mauritânia com 4,32 e Senegal com 4,21%.
Folha 8 com Lusa

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