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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O decreto anti-muçulmano de Trump é um presente para os extremistas: disse o Zarif.

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O decreto anti-muçulmano de Trump é um presente para os extremistas: disse o Zarif

Pars Today
O chanceler do Irã condena a decisão do Trump para impedir a entrada de cidadãos de sete países muçulmanos aos EUA e a considerou o maior presente para os extremistas.
"A proibição de entrada de muçulmanos (os EUA) será gravado na história como um grande presente aos extremistas e seus patrocinadores", escreveu neste sábado o ministro das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, em sua conta de Twitter, em reação ao decreto assinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para proibir a entrada nos EUA dos cidadãos de sete países muçulmanos: a Síria, Líbia, Iêmen, Somália, Irã, Iraque e Sudão.
Além disso, sublinhou que esta medida demonstra as falsas alegações norte-americanas sobre sua amizade com a nação iraniana, enquanto afirmando que só têm problemas com o governo de Teerã.

#pravda.ru

Brasil: Atuação das Forças Armadas em presídios apaga incêndio com gasolina.

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Brasil: Atuação das Forças Armadas em presídios apaga incêndio com gasolina. 25924.jpeg

A recente decisão do Governo Temer de destacar as Forças Armadas (FFAA) para atuar nos presídios não é apenas inconstitucional, é apagar incêndio com gasolina que por sinal já está custando quase R$ 5 [€1,48] o litro. A competência das FFAA serve para a defesa da pátria e para a garantia dos poderes constitucionais.

Foto Agência Brasil. por Nadine Borges [*]
O exército serve para manutenção da lei e da ordem e não para fazer varredura em presídios procurando celulares e armas. Isso, a polícia é competente para fazer com um detector de metais e uma capacitação mínima. Não é razoável a polícia militar retirar os presos das celas e deslocá-los internamente, para que o Exército entre nas celas vazias, e passe um pente fino procurando instrumentos cortantes, armas, telefones celulares...
Trata-se de mais um tapar o sol com peneira do governo ilegítimo de Michel Temer, nada além disso. O Governo anunciou o repasse de R$ 150 milhões [€ 44,3 milhões] para instalar bloqueadores de celulares e R$ 80 milhões [€23,6 milhões] para aparelhos de raio-X. Seremos todos sacrificados com o congelamento de gastos na saúde e educação nos próximos 20 anos, mas o Governo já repassou R$ 1,2 mil milhões [€354,4 milhões] para construir novos presídios. Estamos diante de uma repetição histórica conhecida: o caos fabricado (nas prisões entre facções) e um exército de salvadores para fingir que o problema será solucionado gastando mais dinheiro público, inclusive em prisões terceirizadas. Foi exatamente assim durante a ditadura militar e nada disso resolveu o problema da violência e do tráfico.
A lógica de ENCARCERAR PESSOAS ATÉ hoje não resolveu nada, pelo contrário, já temos quase 700 mil presos (maioria pobre, negra e jovem). Mais de 40% cumprindo prisão provisória, sem julgamento. Em outros países esse número não ultrapassa 10%. No Brasil prender gente, construir e privatizar presídio dá dinheiro e, por isso, somos a 4ª maior população carcerária do mundo. Daí vem o presidente Temer dizer, após o massacre no presídio de Manaus, que não houve responsabilidade objetiva dos agentes estatais porque o presídio é terceirizado.
O recado está dado: quem não aceitar as condições sub-humanas de aposentadoria com 50 anos no mínimo de contribuição, não ficar quietinho pagando quase R$ 5 [€1,48] para uma passagem de metrô, ficará sem EMPREGO . E quem fica sem emprego, se for jovem, negro e pobre, será preso ou morto pelo tráfico e pela polícia, dentro ou fora das prisões.
Estamos em uma encruzilhada: o Governo vende um Plano de Segurança que é mais do mesmo, sem novidades para enfrentar o poder paralelo das facções dentro e fora dos presídios. A pergunta é: Quem manda nessas facções? A quem interessa não resolver o tráfico de armas e drogas fora das prisões, nas fronteiras, portos, aeroportos, ferrovias e rodovias? Porque não se investigam as movimentações bancárias?
É impossível não pensar em um acordo tácito das facções com o Poder Público, um poder formado por governadores, juízes, senadores que convivem harmoniosamente com o empresariado em seus jatinhos particulares [1] tomando vinhos e uísques caros em suas casas no Leblon e na Lagoa [2] .
Esse acordo não pode falhar, as facções criminosas exercem um poder territorial para fazer as vezes do Estado com a permissão dos governantes e dos empresários. O Governo dará tudo que pode para a iniciativa privada, a exemplo do que fez com alguns presídios. Depois, o próprio governo, transferirá verbas de fundos nacionais (compostas pelo suor dos trabalhadores) às prisões privatizadas ou não, tudo isso mediante propostas de emendas à constituição, as famosas PECs [3] . E assim será, as pessoas estarão sujeitas a um modelo maquiado pelas FFAA, AS FACÇÕES SEGUIRÃO pagando pedágio [4] em troca de controle de território e as pessoas que acordam às 5h da manhã e desembarcam na [ferrovia] Central do Brasil continuarão acreditando que o melhor a ser feito é não questionar o modelo, sob pena de servir de modelo nas prisões.
[1] Há poucos dias morreu um ministro do Supremo Tribunal Federal num acidente com um jacto privado de um capitalista seu amigo.
[2] Bairros ricos no RIO DE JANEIRO.
[3] Proposta de Emenda Constitucional.
[4] Portagem.
Ver também:
Governo quer omitir toda crítica ao sistema penitenciário, diz ex-membro do Conselho
"O Judiciário vem se consolidando como uma ilha conservadora", diz professora da Universidade de Brasília
[*] Advogada, mestre e ex-presidente da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro . Atualmente é coordenadora de relações externas da Universidade Federal do RIO DE JANEIRO (UFRJ).
O original encontra-se em www.brasildefato.com.br/...

UNIÃO AFRICANA: NOVOS PRESIDENTES DA COMISSÃO E DA UNIÃO

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A União Africana passa a ser presidida pelo chefe de Estado da Guiné Conacri, Alpha Condé enquanto a presidência da Comissão passa para o chefe da diplomacia do Chade Moussa Faki Mahamat.
Estas decisões foram anunciadas logo no primeiro de dois dias da 28a cimeira de chefes de Estado e de governo da União Africana a decorrer até esta terça-feira em Addis Abeba, capital da Etiópia.
 
Moussa Faki Mahamat vai suceder à sul-africana Nkosazana Dlamini Zuma.
 
Enquanto isso Alpha Condé substitui, num cargo rotativo de dois anos, na presidência da União o chadiano Idriss Déby.
 
A cimeira de Addis Abeba readmitiu também Marrocos no bloco, não obstante as dúvidas que se levantavam acerca da presença da República árabe sarauí democrática.
O Secretário-geral das Nações Unidas discursou esta manhã na abertura dos trabalhos. O antigo primeiro-ministro português António Guterres afirmou o apoio incondicional da ONU ao continente africano e reconheceu investir na juventude e também evitar que grupos terroristas façam recrutamentos fáceis. Fonte: RFI

GUINÉ-BISSAU: Opinião - DIVERSIFICAR E DIVERSIFICAR, LEI DOS “PROFETAS” DE FINANÇAS .

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Uma das principais lições de finanças, no momento que o mundo vive, é a vantagem dos empreendedores diversificarem os seus investimentos. “Não ponha todos os seus ovos no mesmo cesto” é uma forma de expressar esta regra. A lógica de diversificação é que, ao aplicar os fundos financeiros em vários investimentos, o empreendedor pode continuar a registar um rendimento elevado e, ao mesmo tempo, reduzir o risco.

Na óptica dos bancos, onde se transformam fundos daqueles que pretendem emprestar para os que pretendem receber empréstimo. Ao fazerem isto, criam-se instrumentos financeiros (como depósitos à ordem e depósitos poupança). Mas, do ponto de vista macroeconómico, o instrumento mais importante é a moeda bancária (ou depósito à ordem) proporcionados, em primeiro lugar, pelos bancos comerciais que operam na Guiné-Bissau (BAO, ECOBANK, ORABANK, BDU e Banque Atlantique).

Os particulares ficam, por seu lado, repartidos entre os que investem na base das empresas e os que tentam adivinhar a psicologia do mercado. A abordagem – na base das empresas – sustenta que os activos (bens e direitos) devem ser valorizados com base no seu valor intrínseco. Para as acções comuns, o valor intrínseco é o valor esperado dos dividendos. Suponhamos que uma sociedade como a MINGA, SARL tenha um dividendo constante de (2 FCFA) por ano e uma taxa de juro adequada para actualizar os dividendos de 5%, o valor intrínseco será: 2 francos dividido por 0,05 [5%] = 40 FCFA por cada acção da MINGA, SARL. A abordagem através da empresa é, por conseguinte, a forma lenta, mas segura, de se enriquecer.
Prova disso, é a prática comercial dos “ditos açambarcadores” do mercado guineense com os produtos, essencialmente, alimentares: Mauritanianos, Senegaleses, Guineenses de Conacri, Malianos, etc, na medida em que, eles “aproveitam-se” da falta de iniciativas e cultura de business por parte dos cidadãos guineense, falta de organização do nosso mercado, vulnerabilidade dos nossos consumidores, fraca capacidade de arrecadação de receitas fiscais pelo Estado, fraca capacidade de obtenção de financiamento destinado aos jovens empreendedores guineenses.
Assim sendo, estes ‘açambarcadores’, maioritariamente, estrangeiros estão, há várias décadas, a ‘controlar’, assustadoramente, a nossa economia. A par disto, confrontamo-nos pacientemente com uma ‘onda’ de empresários ‘sazonais’ que, cada vez mais, invadem o mercado sobretudo de caju [intermediários comerciais, exportadores e agentes de outros segmentos da economia] de forma ‘perigosa’, o que, segundo os analistas atentos, vai provocando fugas de capital e promoção de mão-de-obra “menos qualificada e barata” à economia doméstica guineense.
Da parte guineense, a mania psicológica domina o nosso pensamento sobre o mercado, uma vez que julgamo-nos ‘inúteis’ para as tarefas básicas do comércio (compra e venda), ou seja, preferimos ceder nossos espaços: casas, terrenos, energia, conhecimento, matéria-prima às “mãos alheias”, o que vai influenciando as bolhas especulativas ou colapsos. Uma bolha especulativa acontece quando os preços aumentam, porque as pessoas (potenciais empreendedores – neste caso) julgam que os preços irão aumentar no futuro. Entretanto, as almas impacientes – os empreendedores – podem inspirar-se em Keynes que argumentou que é provável que os investidores se preocupem com o comportamento do mercado, mas não podem e nem devem esperar, paciente e inocentemente, que as acções provem, por si só, o seu valor intrínseco.
É de reconhecer que o exercício do empreendedorismo na Guiné-Bissau, ainda, deixa muito a desejar por razões que se prendem, sobretudo, com o seguinte factor: “uma pesquisa realizada pelo Banco Mundial mostra que para cerca de 70% das empresas entrevistadas, a falta de acesso a alternativas de financiamento é um dos principais constrangimentos ao desenvolvimento privado local. Não obstante, o país ter um forte potencial de desenvolvimento de produtos financeiros apoiados em experiências de sucesso, noutros países em desenvolvimento, tanto para empresas como para a população em geral. Nesta nova paisagem, o conhecimento será definido como conhecimento para o mercado.
O próprio mercado será re-imaginado como o mecanismo principal para a validação da verdade. Como os mercados estão se transformando, cada vez mais, em estruturas e tecnologias algorítmicas, o único conhecimento útil será algorítmico. Em vez de pessoas com corpo, história e carne, inferências estatísticas serão tudo o que conta. As estatísticas e outros dados importantes serão derivados, principalmente, da computação. Como resultado da confusão de conhecimento, tecnologia e mercados, o desprezo se estenderá a qualquer pessoa que não tiver nada para vender.
 
Por: Santos Fernandes
Gestor/empreendedor

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