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sexta-feira, 17 de março de 2017

RÚSSIA: A inveja que fingimos não ter.

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Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
A inveja que fingimos não ter. 26194.jpeg

A inveja é o sentimento que move a humanidade para frente. Sem ela estaríamos ainda na idade da pedra.  O mais mal visto dos atributos do ser humano, tanto que figura como um dos sete pecados capitais, a inveja é quem dá a adrenalina que todos nós precisamos para enfrentar a concorrência dos outros, em casa, na escola, no trabalho, no amor, sempre, todos os dias.

Ninguém se orgulha dela. Pelo contrário, todos apontam o seu potencial de auto-destruição, esquecidos de que ela é como certas substâncias ,  que, em pequenas doses funcionam como remédio, mas que em doses maiores são venenos mortais.
Para dar um caráter mais técnico à afirmação acima, fui pesquisar no Google, como todo mundo faz quando quer se exibir, e descobri qual é a substância mais letal do mundo e que mesmo assim virou remédio para a vaidade de homens e mulheres.
Abrir parênteses:

“Ela é tão perigosa que só pode ser fabricada em instalações militares com custo elevadíssimo.

Apesar de ser tão tóxica, esta substância está em altíssima demanda. Muitas pessoas pagam grandes fortunas para injetá-la em suas testas.
Trata-se da toxina botulínica – popularmente conhecida como Botox – que é produzida pela bactéria que foi descoberta em uma fábrica de salsichas no século 18. O nome "botulus" vem da palavra em latim para "salsicha".
Fechar parênteses.
 
No momento em que a inveja se instala na mente de uma pessoas, ela  cresce de forma incontrolável e nos acompanha desde que acordamos até a hora de dormir.
Como a nossa civilização se construiu através da repressão desse sentimento natural,  exibimos sua imagem de uma forma pasteurizada, quase sempre disfarçada sob outros nomes,  espírito crítico, na maioria das vezes.
Não admitimos, nem mesmo para nós mesmos, que o sucesso dos outros nos faz mal e que nos sentimos mais merecedores do que eles dos seus prêmios e honrarias.
O sentimento de inveja está potencialmente, em todos nós. Em alguns, ele fica adormecido a vida inteira e nesses casos, as pessoas são consideradas quase santas. Noutros, ele explode com uma violência arrasadora e pode destruir, não apenas contra quem ele se volta, como também contra o seu autor.
Como sempre acontece, é nas artes e não nas descrições científicas, que podemos ver como este sentimento funciona.

Talvez a mais rica e criativa descrição desse sentimento tão perverso, seja do filme Amadeus, que Milos Forman fez em 1984, a partir de um roteiro de Peter Schaff, colocando em dois extremos a genialidade instintiva de Wolfgang Amadeus Mozart e a mediocridade musical de Antonio Salieri.

A inveja extrema e teatralizada de Salieri pelo sucesso de Mozart vai levá-lo a uma guerra com o Deus, que ele jurou servir e no final à loucura e Mozart, à morte.
Veja o filme (no youtube você vai encontrá-lo) e não se envergonhe pela sua inveja, pequena ou quase tão grande como a de Salieri.

#pravda.ru

ANGOLA: JÔJÔ É OU NÃO ALDRABÃO?

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Já chegámos à conclusão acerca do lema a adoptar durante a campanha de entronização do sucessor de José Eduardo dos Santos, nomeado por José Eduardo dos Santos, para ocupar o trono da nação: João é Aldrabão! – Ou será que não?

Por Domingos Kambunji
Apesar das diversas teorias de distracção sobre a visão do herdeiro que irá ocupar o alto cargo da nação, só nos resta uma convicção: O João é aldrabão! – Ou será que não?
O João já ameaçou acabar com os vícios do passado. Será que está envergonhado por ter feito parte desse passado? O João é apenas mais um viciado.
O João já prometeu fazer um cerco à corrupção. Ele tem que ter muito cuidado porque poderá ficar cercado, juntamente com o seu dono, o que lhe ofereceu o trono.
O João já prometeu baixar consideravelmente o preço das obras. Não sabemos como irá fazer porque toda a gente sabe que os dirigentes do MPLA sempre se baixaram para poderem obrar a governar. Por isso é no estrangeiro o re(i)gime angolano é designado, não por democracia, por escatologia.
O João promete garantir a qualidade das infra-estruturas construídas. Por favor, não, João, estão demasiadamente corrompidas, comprometidas com tanta corrupção: Poder Executivo com comportamento furtivo, Poder Judicial é boçal, Poder Legislativo é primitiv0, as instituições são umas aberrações…
O João defende a constituição de parcerias público-privadas. Ainda mais, João, para tornar mais famílias angolanas pobres, desgraçadas? O teu patrão, o presidente da corrupção, já tem as suas crias muito endinheiradas, graças à privatização do dinheiro da nação.
O João promete continuar a obra de Zédu e de Agostinho Neto. Fomentar mais miséria e iniciar mais guerras civis, por favor, não faças isso João. Esse tipo de intervenção não melhora a qualidade de vida da população e essa prioridade partidária só favorece o lucro de quem for proprietário de uma agência funerária. Queres outro 27 de Maio, como fez o Agostinho Neto? Queres ter um filho ou filha como presidente da Sonangol? Queres que os teus filhos enriqueçam a vender ovos?
O João promete que o “Joãocutivo” vai alterar as políticas do “zéducutivo”, que promove acções de alcoolismo na juventude e venda de bebidas alcoólicas em locais próximos de escolas. Cuidado, João, essa poderá ser a pior decisão que há, porque diminuirá o número de militantes do MPLA. Só quem tiver uma grande bebedeira poderá apoiar o MPLA.
O João declara guerra aos traficantes de droga. Que tenha muita paciência mas continuar a apoiar o MPLA, depois de este partido praticar tanta corrupção, nepotismo e incompetência é toxicodependência. O MPLA não tem dirigentes, tem traficantes…
O João promete a estruturação familiar. Como, João? Incentivando e defendendo a prostituição na governação?
O João promete a construção de mais estradas e pontes. Para onde João? Para levares o dinheiro para um paraíso fiscal ou para o lavares para Portugal?
O João promete a construção de mais habitações sociais. Pra quem, João, para os generais?
O João promete construir mais hospitais. Hospitais psiquiátricos para tratarem as doenças mentais dos membros da governação que vivem muito apoquentados com as alucinações de tentativas de golpe de estado?
Será que com tanta falácia o João irá prometer mudar o nome de Angola e o nosso país passará a chamar-se Canadá, Austrália ou Suécia?
O João é aldrabão?!… Tens razão!

ANGOLA: EM FRENTE, ROUBAR! (ANEDOTAS DO JOÃO).

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Têm muita piada as tiradas que, involuntariamente, o herdeiro do Presidente vai enviando para o ar, quase diariamente. Ele é o sucessor na divulgação da demagogia zéduardana na cleptocracia angolana. O grande problema é que esses discursos já cheiram a ranço e já há quem lhe chame o João Lourranço.

Por Domingos Kambunji
Alguém será capaz de duvidar que Robert Mugabe ou Teodoro Obiang não serão conduzidos “democraticamente” no cargo de presidente? Alguém será capaz de acreditar que Putin não continuará a desempenhar o cargo de czar? Alguém será capaz de imaginar que Zédu escolheria, para ocupar o cargo de presidente, um herdeiro um pouquinho mais inteligente, honesto e competente? É por isso que João Lourranço será o próximo Presidente do Gamanço!
Num país democrático, moderno e desenvolvido o herdeiro do Presidente, João Lourranço, o General, seria investigado pelo seu enriquecimento tão anormal.
Em Angola não é assim porque, na realidade, é crime defender a honestidade e os seus defensores são acusados de pertencerem a organizações de malfeitores.
Angola é um caso muito especial. Parece irracional mas até Kangamba é general. Daí poderemos imaginar que capacidades especiais terão os restantes generais.
São várias as anedotas espalhadas pelo João Lourranço durante a campanha pré-eleitoral, duma eleição de que já se sabe o resultado final.
A primeira anedota foi de que irá fazer um cerco à corrupção quando iniciar a função de Presidente. Toda a gente riu, riu muito, demoradamente. Percebeu-se rapidamente que vai cercar a corrupção, num gesto de concentração do abifamento das receitas provenientes da venda dos recursos naturais pelos principais generais. Sendo assim, não haverá muitas mais promoções a generais porque os que existem são suficientes, muito competentes a exercerem a função de delinquentes.
A segunda anedota do João Lourranço foi aquela em que ele dizia que iria baixar o preço das obras públicas. Foi uma risada geral ao ouvirmos esta afirmação do General. Houve quem acreditasse que iriam para a reforma todos os generais kapercentagem no gamanço de dinheiro destinado às obras públicas.
Esta anedota é uma cantiga de embalar para tentar adormecer o boi. (Todos nós sabemos que os bovinos não dormem porque, depois a ingestão de alimentos, passam o tempo a ruminar.)
O João é Ministro da Guerra no governo cá da nossa terra. Se fosse realmente competente a exercer essa função já teria guerreado para tentar acabar com a corrupção. Se tal tivesse acontecido o João não teria enriquecido.
Nós sabemos que as verbas desviadas das obras públicas são uma receita muito evidente para o enriquecimento da oligarquia cleptocrática reinante. Também sabemos que, nos acordos de cooperação de interesse bilateral com a China, os chineses emprestam o dinheiro, vendem as matérias primas e obrigam Angola a aceitar a mão-de-obra chinesa. Grande rebaldaria nesta angolana Reipublicana Monarquia. Os interesses bilaterais são respeitados para favorecerem a China e os angolanos generais, a agiotagem, os generais kapercentagem.
O João não pode admitir publicamente que existe gamanço do dinheiro destinado às obras públicas e corrupção por parte dos governantes porque ele faz parte da governação. O João não pode afirmar que o seu patrão é ladrão porque, senão, o rei presidente ainda descamba, muda de ideias e designa para seu sucessor, herdeiro do trono, o Kangamba.
Cheira muito mal esse perfume com cheiro a ranço, dos discursos do João Lourranço.

Crise da dívida em África: quais as soluções?

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Crescente endividamento dos países africanos é uma realidade. Moçambique já entrou em incumprimento financeiro ('default'). Que medidas podem tomar as instituições financeiras para encontrar soluções?
Aufgespießte Kassenzettel (picture-alliance/ASA)
No continente africano o problema da crescente dívida externa é real. Cada vez mais real. Faz mesmo lembrar os anos 70 e 80 do século passado, quando os credores dos países endividados em África e na América Latina se viram obrigados a perdoar parte da dívida, por recomendação do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. Não havia outra solução: em muitos países do denominado "terceiro mundo", a dívida tornara-se insuportável e, por conseguinte, insustentável.
Segundo os critérios do FMI e do Banco Mundial há 40 países africanos com indicadores preocupantes em termos de dívida externa, sendo que a situação em Moçambique é a mais difícil de todas elas. O país entrou em incumprimento financeiro ('default') em janeiro.
Momento era esperado
Para Jürgen Kaiser, coordenador político da organização não-governamental alemã "Erlassjahr.de”, que propõe o perdão parcial da dívida como solução mais racional, pelo menos para alguns dos países endividados, a situação atual era esperada.
Jürgen Kaiser (Gökcen Bürlükkara)
O especialista Jürgen Kaiser diz que a atual situação de endividamento já era esperada
"Não é surpreendente o que está a acontecer, visto que as constelações económicas atuais são muito parecidas com as que se verificavam nos últimos anos da década de 70 e nos primeiros da década de 80. Na altura falava-se de uma crise da dívida no terceiro mundo”, lembra o especialista.
Kaiser desenvolve a sua posição: "Essas constelações são, nomeadamente, as seguintes: juros extremamente baixos nos países ricos e industrializados, o que torna bastante atrativas as aplicações em países africanos, que pagam juros de entre 7 e 15 por cento. Enquanto o ministro das finanças alemão, [Wolfgang] Schäuble, não paga nada. Como se não bastasse os preços das matérias-primas estão a cair. Todos esses fatores contribuem para que os países africanos contraiam créditos em grande escala. Só que depois têm dificuldades quando se trata de pagar de volta”.
Para a maior parte dos países africanos em dificuldade o problema do sobre-endividamento, de fato, não é novo. Muitos desses países já viram as suas dívidas reestruturadas, ou seja, parcialmente perdoadas, nos anos 80. Agora 26 deles encontram-se, de novo, em situações, no mínimo, "desconfortáveis".
O caso de Moçambique
Moçambique é um caso emblemático. Desde 2012 a dívida externa subiu de 40% para 130% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos anos passados, os bancos estrangeiros concediam créditos a Moçambique com facilidade, uma vez que o país parecia ter liquidez devido aos grandes recursos de gás e carvão. Mas o dinheiro desapareceu e ninguém consegue explicar bem como e para onde. Parte dele terá sido utilizado para armamento. 
Infografik Schulden Mosambiks, portugiesisch
A "bomba explodiu” com a descoberta de dívida escondida e com a falência das três empresas estatais - a Proindicus, a Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM) e a Moçambique Asset Management (MAM).
Para Jürgen Kaiser "Moçambique é um caso particularmente dramático”. O coordenador da ONG alemã lembra ainda que "é também o primeiro país que se viu obrigado a declarar-se incapaz de pagar as suas prestações aos credores, depois de ter passado pelo programa internacional de perdão da dívida HIPC”.
Mas Moçambique não é caso único: "Outros países que se encontram numa situação particularmente crítica são o Gana ou a Zâmbia, igualmente países ricos em matérias-primas. Mas também podemos nomear o caso do Senegal, um país não muito rico em matérias-primas, mas que também está a passar por dificuldades”, nota Kaiser.
Endividamento discutido na Alemanha
O problema do endividamento está de novo na agenda das instituições financeiras internacionais e será também discutido à margem de uma reunião dos ministros das Finanças e presidentes dos Bancos Centrais do G20, que terá lugar no fim de semana em Baden-Baden, na Alemanha. Algumas ONG's, entre elas a  "erlassjahr.de” só veem uma solução: uma declaração formal de falência por parte dos países africanos mais afetados.
"Acho que esse seria de facto um instrumento suscetível de contribuir para uma solução. Uma declaração formal de insolvência significaria que os credores deixariam de poder decidir sobre a possibilidade de um eventual perdão das dívidas”, conclui Jürgen Kaiser.

«COOPERAÇÃO» CHINA DOA 90 MIL TONELADAS DE ARROZ ÀS AUTORIDADES DE BISSAU,

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Bissau, 16 Mar 17 (ANG) – O embaixador da Republica Popular da China em Bissau Huang Wua anunciou quarta-feira que o seu pais vai oferecer a Guiné-Bissau 90 mil tonelada de arroz.

Segundo a Rádio Nossa, o diplomata chinês falava à imprensa a saida de uma audiência com o Presidente da ANP, Cipriano Cassamá à quem foi-se despedir por ter terminado a sua missão de três anos no país.

Huang Wua disse que discutiu com Cipriano Cassamá iniciativas que ambas as partes poderão levar a cabo para melhorar os serviços da cooperação entre os dois países.

Por outro lado, disse que deixa a Guiné-Bissau com a esperança de que haverá paz e a estabilidade política e o desenvolvimento para o povo guineense.

Conosaba/ANG/ PFC/ÂC/SG

EMBAIXADOR DA CHINA DEIXA O PAÍS COM DEVER CUMPRIDO.

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EMBAIXADOR DA CHINA DEIXA O PAÍS COM DEVER CUMPRIDO


O antigo embaixador da República Popular da China, despediu-se hoje 16 3.2017de março, do Presidente da República, José Mário Vaz.

A saída do encontro, Wang Wah destacou a presença de duas equipas médicas chinesas no país para dar assistência sanitária à população guineense.


“A Guiné-Bissau é único país a disfrutar duas equipas médica chinesas para garantir a saúde ao povo”, disse Wang Wah.


A China apoia também a Guiné-Bissau na área da agricultura.


De sublinhar que, o diplomata chinês esteve no país há mais de três anos e termina a sua missão na Guiné-Bissau.

A Deus Wang Wah!

Conosaba/Notabanca;

LÍDER DO PARLAMENTO ACUSA PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE BRINCAR COM POVO.

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O presidente do da Assembleia Nacional Popular, Cipriano Cassama, acusa o presidente da república, José Mário Vaz, de estar a brincar com o povo guineense. Cassama disse ainda que o Conselho de Estado, desta quarta-feira (15/03) é uma farsa
Cipriano Cassama fez estas acusações depois de o conselho de Estado que este reunido quase cinco horas de tempo, e que mais uma vez não trouxe nada de novo porque as partes continuam a divergir em relação a proposta para tirar o país de impasse político
O líder do parlamento acusa ainda o presidente da república de não querer estabilidade e paz na Guiné-Bissau.
“Continuamos na mesma situação, nós acabamos de sair de uma farsa não é um conselho de estado para mim. É uma brincadeira, o presidente da república está a brincar com este povo”, acusa.
Entretanto, o porta-voz do conselho de Estado, Victor Mandinga, aponta o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-verde (PAIGC) e a Comissão Permanente da Assembleia Nacional Popular (ANP) como principais responsáveis de todas as dificuldades actuais do país.
“Não nos iludamos, a questão fundamental é exclusivamente da responsabilidade do PAIGC e da comissão permanente da ANP onde estão os 9 deputados do PAIGC que servem por e simplesmente como retransmissor das decisões tomadas nas reuniões do comité central do partido”, acusa.
Já para o presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, o Conselho de Estado em vez de ouvir uma contribuição positiva que o povo aguardava, limitou-se a uma” cena lamentável”.
“Lamento profundamente que tenhamos assistido mais uma vez a um espectáculo deplorável em que palavras não foram devidamente escolhidas e no final em vez de uma contribuição positiva ouvimos trocas bastantes degradáveis de galhardetes que não credibilizam nem as instituições e nem os esforços que o povo aguardava que todos nós fizéssemos”.
Simões Pereira saúda o facto de o presidente ter acolhido as contribuições feitas e, segundo ele, o partido faz votos que as analises que serão feitas possam ir no sentido de encontrar uma solução para a paz, a estabilidade e que vira a página da actual situação.
“Hoje e ontem continua a ser a responsabilidade de o presidente da república dar uma oportunidade a este país e a todos nós para podermos virar a página”, adianta.
A reunião do Conselho de Estado órgão de consulta do presidente da república, na qual tomaram parte os titulares dos órgãos de soberania, líderes de partidos com assento parlamentar, representantes de bancadas no parlamento e alguns conselheiros indicados pelo chefe do estado.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Siga/radiosolmansi com Conosaba do Porto

O MINISTRO DA JUSTIÇA DA GUINÉ-BISSAU, RUI SANHÁ, AFIRMOU HOJE QUE O GOVERNO DESCONHECE QUE HAJA UM AUMENTO DO TRÁFICO DE DROGA NO PAÍS.

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Se a própria Interpol que está no terreno  nega que haja aumento do tráfico de droga no nosso país, como pode o departamento norte-americano fazer acusações dessas sem apresentar provas? Qual é a fonte desse departamento norte-americano? Suspeitamos que a fonte seja a máfia lusófona que forneceu falsas informações a DEA, incriminando o Bubo Na Tchuto e ao mesmo tempo envolvido na sua detenção em 2013. Felizmente o Bubo foi libertado porque a acusação não tinha provas, ou seja, não conseguiu fundamentar as acusações que fez ao Bubo.  O Bubo foi acusado de ser barão de droga de África Ocidental, e recebia um milhão de dólares por cada descarregamento de uma tonelada. Perguntamos, quem trafica toneladas de cocaína e recebe um milhão de dólares por cada descarregamento de uma tonelada é libertado como o Bubo foi libertado? A mentira tem pernas curtas!
 
Será que a Guiné-Bissau, trafica mais droga que Angola, Brasil, Cabo-Verde,  Portugal e Guiné-Conacri? Ou a quantidade de droga que entra na Guiné-Bissau, é superior a quantidade de Droga que entra em Cabo-Verde, Brasil e Portugal? O próprio relatório do departamento norte-americano, considerou Portugal porta de entra da cocaina sul-americana na europa e um ponto de transbordo de drogas vindas de África ocidental(ver noticia), o Brasil e outros países lusófonos não foram poupados nesse mesmo relatório, mas não forma noticias, só a Guiné-Bissau. Um dia vão se arrepender e pagar por essa campanha negativa que estão fazer contra o nosso país, ou seja, não vão ter a vida facilitada na nossa terra.  
 
De sublinhar que cada vez que os meninos bonitos da máfia lusófona são afastados do poder, por corrupção, nepotismo, clientelismo, negociatas, etc,   os órgãos de informação ligado à máfia e lobby lusófono, recorrem a campanha de desinformação e intoxicação da opinião pública sobre o aumento de tráfico de droga na Guiné-Bissau, com o objetivo de denigrir a imagem do país e dos seus lideres não alienados ou submissos. 

Lusa, 16 Mar 2017 - Governo Guiné-Bissau está a averiguar se há aumento de tráfico de droga no país

O ministro da Justiça da Guiné-Bissau, Rui Sanhá, afirmou hoje que o Governo desconhece que haja um aumento do tráfico de droga no país como alega um relatório recentemente publicado pelo departamento de Estado norte-americano.


No passado dia 09, o Departamento de Estado norte-americano considerou, através de um relatório a que a agência Lusa teve acesso (e fez uma tradução errada, maldosa com o propósito de denegrir a imagem do país,  afirmando), que as autoridades do Governo da Guiné-Bissau "continuam a estar envolvidas" no tráfico de droga e que o país fez pouco para mitigar a fama de 'narcoestado'.

"Com cinco governos diferentes na Guiné-Bissau nos últimos 15 meses, o país fez poucos progressos para mitigar as condições que levaram a que fosse classificado como um 'narcoestado'", lê-se no 'Relatório de Estratégia Internacional de Controlo de Narcóticos 2017'.

Reagindo a este relatório, o ministro da Justiça guineense considerou que o executivo do país está preocupado como um Governo de qualquer outro país do mundo com o flagelo da droga, mas até ao momento não tem nenhum dado em concreto sobre o aumento ou envolvimento de algumas pessoas no tráfico de estupefacientes.

Rui Sanhá indicou ainda que a Polícia Judiciária está no terreno a tentar averiguar o que tem sido dito por entidades internacionais.

"O Departamento norte-americano pode ter as suas informações. Eu não sei donde é que saiu com essas informações (…), nós, enquanto governantes da Guiné-Bissau, não temos nada ainda que nos prove", acrescentou Rui Sanhá.

O ministro da Justiça considerou, no entanto, que não tinha conhecimento do relatório norte-americano mas que assim que a PJ tiver dados concretos irá divulgá-los.

MB // VM
Lusa/Fim

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