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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Votar perto de casa não é para todos em Angola.

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Alguns eleitores na Huíla não poderão votar perto de casa. Fizeram o registo eleitoral na província no sul de Angola, mas muitos foram colocados em assembleias de voto a milhares de quilómetros. CNE confirma reclamações.
fonte: DW ÁFRICA
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Eleitores angolanos votaram pela última vez em 2012 (foto de arquivo)
Rosa Filipe atualizou o registo eleitoral na província da Huíla e, por isso, estava à espera de ir votar numa assembleia próxima da sua residência. Mas ficou preocupada quando percebeu que viu que a 23 de agosto terá de ir votar à província do Uíge, no interior-norte, e não tem condições para ir até lá.
"É difícil. Para além de ser muito distante, estou a passar por dificuldades financeiras. Então, não vai dar para lá ir", lamenta a eleitora.
Além de Rosa Filipe, estima-se que, pelo menos, 50 eleitores na província da Huíla tenham sido colocados em assembleias afastadas das suas casas.
Francisco António também fez o registo eleitoral na cidade do Lubango, na Huíla, mas ficou surpreendido quando o seu nome apareceu numa assembleia na província de Cabinda, a cerca de dois mil quilómetros de distância.
Francisco António, que não vai votar por não ter dinheiro para ir até Cabinda, sublinha que o seu direito ao voto está a ser violado. "É um dever do cidadão votar, mas também é um dever do Estado proporcionar condições para que o cidadão vote [próximo de] onde vive. Sinto-me mal, porque, neste caso, nem cidadão sou", afirma.
Reclamações na CNE
Têm chegado à Comissão Nacional Eleitoral (CNE) várias reclamações de eleitores que "viram a sua pretensão de votar numa determinada localidade não concretizada na Huíla", confirma o porta-voz Longa Paquete.
"Preocupa-nos saber que há eleitores que, por algum motivo que temos depois de estudar internamente,  terão sido deslocados de determinadas localidades  para onde deviam exercer o seu direito de voto para outras", afirma o porta-voz. Ainda assim, a Comissão Eleitoral diz não será possível resolver o problema antes das eleições da próxima quarta-feira.
Na semana passada, depois de dúvidas levantadas pela oposição sobre uma alegada transferência de eleitores para mesas de voto distantes da área de registo, a CNE informou que a indicação do ponto de referência dado pelos eleitores no ato de registo eleitoral não determinava a sua assembleia de voto.
A CNE constituiu 12.512 assembleias de voto, que incluem 25.873 mesas de voto por todo o país, com o escrutínio centralizado nas capitais de província e em Luanda.

Estado Islâmico assume responsabilidade por ataque de Barcelona.

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Treze mortos e 8 feridos no incidente.

Operações de socorro.

Operações de socorro.

O Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade pelo ataque com uma carrinha que atropelou uma multidão
na cidade espanhola de Barcelona, hoje, quinta-feira, 17, disse a agência de notícias do grupo, Amaq.
"Os perpetradores do ataque de Barcelona são soldados do Estado Islâmico e realizaram a operação em resposta a pedidos para alvejar Estados da coaligação", escreve a Amaq.
A reportagem da agência Reuters diz que a referida coligação é a liderada pelos Estados Unidos e combate aquele grupo sunita.
Pelo menos 13 pessoas foram mortas e mais de 80 feridas no incidente.
fonte: VOA

Deslizamento de terra na RDC provoca pelo menos 40 mortos.

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Começam enterros colectivos em Serra Leoa também vítimas de deslizamentos.
Pelo menos 40 pessoas morreram num deslizamento de terra na região leste da República Democrática do Congo, nesta quinta-feira, 17.
A Reuters diz que o vice-governador da província de Ituri confirmou o incidente.
As actividades sísmicas e vulcânicas são responsáveis por uma série de deslizamentos de terra na região nos últimos anos.
Nesta quinta-feira também começaram os enterros colectivos de pelo menos 300 pessoas que morreram em deslizamentos de terra na região de Regent, na capital da Serra Leoa, Freetown.
A Cruz Vermelha diz haver pelo menos 600 desaparecidos e que mais de nove mil pessoas foram afectadas.
A União Europeia anunciou hoje uma ajuda de 300 mil euros ao país e as Nações Unidas estão a calcular os custos desse desastre natural antes de anunciar a ajudar e fazer um pedido a nível mundial, segundo a organização.
fonte: VOA

    ASSIM, OS EUA “TRANQUILIZAM” A EUROPA.

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    No ano fiscal de 2018 (que começa em 1 de Outubro 2017), a Administração Trump vai aumentar mais 40% do orçamento para a “Iniciativa de Tranquilização da Europa” (ERI), lançada pela Administração Obama depois da “invasão russa ilegal da Ucrânia em 2014”: anuncia o General Curtis Scaparrotti, Chefe do Comando Europeu dos Estados Unidos, e assim por direito, Comandante Supremo Aliado na Europa.
     
    Tendo partido da quantia de 985 milhões de dólares, em 2015, o financiamento do ERI subiu para 3,4 biliões em 2017 e (de acordo com o pedido de orçamento) para 4,8 biliões em 2018. Em quatro anos, 10 biliões de dólares gastos pelos Estados Estados, a fim de “aumentar a nossa capacidade para defender a Europa da agressão russa.” Quase metade dos gastos em 2018 - 2,2 biliões de dólares - servem para reforçar o “pré-posicionamento estratégico” americano na Europa, ou seja, os depósitos de armamento, colocados em posições avançadas, que permitem “uma rápida distribuição de forças no teatro de guerra”. Outra grande quota - 1,7 biliões de dólares – é destinada a “aumentar a presença numa base rotativa das Forças americanas em toda a Europa.” As quotas restantes, cada uma na ordem de centenas de milhões de dólares, servem para o desenvolvimento da infraestrutura das bases na Europa, para “aumentar a prontidão da acção dos EUA”, a intensificação dos exercícios militares e o treino para "melhorar a prontidão e a interoperabilidade das forças da NATO ".
     
    Os fundos da ERI - especifica o Comando Europeu dos Estados Unidos - são apenas uma parte dos que estão destinatados à “Operação Atlantic Resolve”, que mostra a capacidade dos EUA de responder às ameaças contra os aliados. No âmbito dessa operação foi transferida para a Polónia, a partir de Fort Carson (no Colorado), em Janeiro passado, a 3ª Brigada blindada, composta por 3500 homens, 87 tanques, 18 obuses, 144 veículos de combate Bradley, mais de 400 Humvees e 2000 veículos de transporte. A 3ª Brigada blindada será substituída ainda este ano por outra unidade, de modo que as forças blindadas americanas estejam localizadas, permanentemente, em território polaco. A partir daqui, eles são transferidos para os departamentos de formação e exercícios de outros países da Europa de Leste, especialmente para a Estónia, Letónia, Lituânia, Bulgária, Roménia e, eventualmente, Ucrânia, ou seja, estão continuamente distribuídos perto da Rússia.
     
    Também no quadro de tal operação, em Fevereiro passado, foi transferida para a base de Illesheim (Alemanha), do Fort Drum (em Nova York), a 10ª Brigada de Aérea de Combate, com mais de 2000 homens e centenas de helicópteros de guerra. De Illesheim, a task force foi enviada para “posições avançadas” na Polónia, Roménia e Letónia. Nas bases de Ämari (Estónia) e Graf Ignatievo (Bulgária), estão localizados bombardeiros dos Estados Unidos e da NATO, incluindo os Eurofighter italianos, para o “patrulhamento aéreo” do Báltico. A operação também fornece “uma presença persistente no Mar Negro”, com a base aérea em Kogalniceanu (Roménia) e a base de treino de Novo Selo (Bulgária).
     
    O plano é claro. Depois de ter provocado um novo confronto com a Rússia com o putsch/golpe da Praça Maidan, Washington (apesar da mudança de Administração) segue a mesma estratégia: transformar a Europa na vanguarda de uma nova guerra fria, a favor dos interesses dos Estados Unidos e das suas relações de poder com as grandes potências europeias.
    Os 10 biliões de dólares investidos pelos EUA para “tranquilizar”a Europa, na verdade, servem para tornar a Europa ainda mais insegura.
     
    Geógrafo e geopolítico. Últimas publicações : Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016.

    Ataque terrorista no coração de Barcelona.

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    media
    Carrinha atropela várias pessoas em Barcelona

    ©EUTERS TV via REUTERS
    Em Barcelona uma carrinha atropelou várias pessoas nas ramblas, a avenida mais turística da cidade. O governo catalão fala em 13 mortos e mais de 50 feridos no ataque terrorista.
    Em 


    Barcelona uma carrinha atropelou esta tarde várias pessoas nas ramblas, a avenida mais turística da cidade com 1,2 km.
    O governo catalão fala em 13 mortos e mais de 50 feridos no ataque terrorista desta tarde. Este é um balanço provisório na medida em que há ainda feridos em estado grave.
    De acordo com as autoridades o veículo terá percorrido 500 metros até que se imobilizou e o condutor que fugiu a pé terá efectuado vários disparos. A zona foi de imediato encerrada.
    Sabe-se ainda que a polícia deteve uma pessoa por suposta implicação no atentado, contudo não avançou a identidade do indivíduo.
    Este é o oitavo atentado com atropelamento na Europa no último ano. Muitos foram países que enviaram mensagens de solidariedade ao país.
    A Espanha acaba de subir o nível de alerta para quatro, sendo que o máximo é 5.
    fonte: RFI

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