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sexta-feira, 21 de abril de 2017

ELE É CONSIDERADO "O HOMEM MAIS FEIO DE UGANDA" E É UM EXEMPLO!

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Seu corpo é como o de um homem normal, mas seu rosto parece uma máscara distorcida. Foi assim que Godfrey Baguma veio ao mundo, há 47 anos. E isso em um país onde as pessoas deficientes têm mais dificuldades e sofrem mais preconceito que em grande parte do mundo, já que em Uganda eles não recebem qualquer ajuda do Estado para tratamento.

Godfrey ganhou em um concurso o título de “o homem mais feio de Uganda”. Mas a história deste homem vai te deixar sem palavras.

Apesar de todos os obstáculos em sua vida, Godfrey conseguiu tudo o que queria conquistar e se tornou um homem satisfeito e feliz. Ele se casou com uma jovem e bela mulher, que logo ficou grávida.

Mas no sexto mês de gestação, ela o deixou. Dois meses depois, voltou. A reação dele foi simplesmente brilhante ao dizer: “Eu não escolhi ter a aparência que eu tenho. Se isso é um problema para você, sinta-se livre para ir embora”.


O caráter inabalável de Godfrey faz com que ele nunca desista das coisas. Mesmo quando descobriu que sua mulher o estava traindo. Ele recolheu os cacos de seu coração partido e logo conheceu aquela que seria seu grande amor, Kate Namanda, linda e 20 anos mais nova que ele. Alguns anos depois, Godfrey a via dar à luz o sexto filho do casal (e ele já tinha outros dois do primeiro casamento).

Mas a vida ainda não estava completa para o ugandense. Faltava realizar grande sonho profissional de sua vida: tornar-se cantor!

Sim, isso mesmo. E quem o julgar pela aparência de sua boca estará cometendo um grande erro. Já que sua aparência não afeta em nada a fala. Seu nome artístico é “Sebabi”, o que traduzido do ugandense quer dizer “o mais feio de todos”. Ele gravou um álbum com outros nomes da música do país e lançou seu primeiro videoclipe, que fez grande sucesso em UgandaVeja o vídeoaqui

Guiné-Bissau: Jovens continuam a pedir demissão do Presidente apesar de ameaças.

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Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados volta a sair à rua, este sábado, para mais uma manifestação contra José Mário Vaz. Porta-voz lança o alerta: "Guiné-Bissau está à porta da ditadura".
Guinea-Bissau Anti Regierungs Protest (DW/A. Kriesch)
Em protestos anteriores, o Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados (MCCI) com a crise política denunciou casos de violência e detenção de ativistas. Ainda assim, garante Lesmes Monteiro, porta-voz do grupo, os manifestantes não se deixam demover.
Monteiro afirma que foi alvo de uma alegada tentativa de assassinato, na madrugada de sexta-feira, dia 13 de abril, quando foi espancado por desconhecidos, na sua residência, nos subúrbios de Bissau.
Em entrevista à DW África, o porta-voz do MCCI aponta o dedo às autoridades guineenses pelas alegadas ameaças contra os organizadores das manifestações, mas sublinha que todos vão estar presentes em mais um protesto para exigir a demissão do Presidente guineense.
DW África: O que está previsto para este sábado?
Lesmes Monteiro (LM): Temos mais uma manifestação para reafirmar a nossa determinação na luta pela democracia na Guiné-Bissau e para exigir a renúncia do Presidente da República, José Mário Vaz, por estar incapacitado para unir os guineenses e cumprir com a Constituição da República. É o principal responsável pela crise na Guiné-Bissau nos últimos anos. Acreditamos que a única solução, neste momento, passa por eleições gerais, porque o Presidente, que devia ser o símbolo da unidade nacional, garante da estabilidade e do normal funcionamento das instituições não está a interessado em cumprir as obrigações assinadas no âmbito da intervenção da comunidade internacional, principalmente o Acordo de Conakry.
Lesmes Monteiro
Lesmes Monteiro, porta-voz do MCCI
DW África: Já não é o primeiro protesto que organizam e, em protestos anteriores, denunciaram alguns casos de violência e detenções. Temem que este cenário se repita no sábado? A manifestação foi autorizada?
LM: De acordo com a legislação guineense, as autoridades não têm a competência de autorizar a manifestação. Os organizadores têm de dar conhecimento às autoridades policiais no sentido de garantir a segurança dos manifestantes. Como estamos a viver num país que está à porta da implantação da ditadura, as autoridades têm inventado algumas leis que, na realidade, não existem. Proibiram a manifestação no largo da Praça do Império, diante da Presidência da Guiné-Bissau – que é o local onde as pessoas habitualmente fazem manifestações. O próprio Presidente, durante a campanha eleitoral, fez vários comícios no local. Estão a condicionar a nossa atuação, mas nós temos agido de forma pacífica e não vamos entrar em confronto com o poder.
Houve detenção de pessoas afetas ao movimento na última vigília, no dia 8. Eu, pessoalmente, fui vítima de tentativa de assassinato na madrugada do dia 13 e, neste momento, estou a sair de uma clínica onde estive internado quase uma semana. Acredito que as pessoas que tentaram consumar este ato foram enviadas por atuais detentores do poder, com o intuito de tentar desencorajar e intimidar as pessoas que estão a lutar de forma pacífica. Nós acreditamos que podemos mudar este cenário com a reivindicação pacífica.
DW África: Segundo o MCCI, por causa destas ameaças que denunciam, alguns dos dirigentes do grupo estão atualmente escondidos. Estarão presentes na manifestação?
LM: Sim, incluindo eu. Vamos estar presentes na manifestação de sábado. Estivemos num local seguro ao longo desta semana por uma questão de precaução. As autoridades estão a realizar uma investigação, em consonância com algumas instituições internacionais que operam na Guiné-Bissau, principalmente o Escritório Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), que está a par desta situação, a Liga Guineense dos Direitos Humanos e a sociedade civil.
Queremos dizer às pessoas que estão a tentar aniquilar os dirigentes deste movimento que não vão conseguir. Vamos estar na manifestação, vamos demonstrar à comunidade nacional e internacional que, apesar de cairmos com esta tentativa de assassinato, reerguemo-nos e vamos continuar firmes na defesa dos valores da democracia na Guiné-Bissau.
DW África: Como é que as autoridades reagiram a estas denúncias?
LM: A Polícia Judiciária está a investigar, neste momento. Queria apenas lamentar a declaração do primeiro-ministro [Umaro Sissoco Embaló] que terá afirmado que esta agressão, esta tentativa de assassinato, resulta de ajustes de contas entre os membros do MCCI por causa de alegados fundos e financiamentos. É uma declaração infeliz do primeiro-ministro, mais uma vez. As pessoas já estão habituadas. Vamos entrar com uma queixa-crime contra o atual primeiro-ministro: ele terá de provar na Justiça as denúncias caluniosas que fez com o intuito de desinformar a opinião pública nacional e internacional.

ANGOLANO DECAPITOU DUAS JOVENS E GUARDOU CABEÇAS EM CASA.

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Angolano decapitou duas jovens e guardou cabeças em casa
Severiano Tchivinda, de 31 anos, foi detido na cidade de Menongue, em Angola

Fez duas vítimas em pouco mais de um mês e guardou os macabros ‘troféus’ do crime em casa. Severiano Tchivinda, de 31 anos, foi detido depois de ter decapitado duas jovens mulheres em Angola, tendo guardado as cabeças das vítimas na casa onde vivia.

O comandante provincial da Polícia Nacional e Delegado do Ministério do Interior no Cuando Cubango, Comissário Domingos Ferreira de Andrade, afirmou à agência Angola Press  tratar-se de "um crime repugnante",  o segundo em pouco mais de 30 dias.

"As cabeças foram encontradas na residência do cidadão. O segundo caso ocorreu na madrugada desta segunda-feira e a investigação criminal não poupou esforço e seguindo os indicadores e pistas, chegou até ao autor", explicou.

O responsável policial detalhou que, neste último crime, o homicida seguiu a menina, que estava acompanhada do namorado: Mas quando o agressor desferiu o primeiro golpe com uma catana, o namorado desta pôs-se em fuga em busca de socorro.

Segundo relata a Angola Press, o autor confessou o crime, alegando que o fez porque as vítimas se prostituíam.

" Matei no bairro Paz junto a antena da UNITEL, frente a igreja Bom-Deus, porque estavam a fazer prostituição e acompanhei o movimento e depois segui a vítima até ao local da morte", cita a agência angolana.

Questionado a razão de manter as cabeças em casa, respondeu: "Fico com as cabeças porque sei que os nossos reis viviam com as cabeças das pessoas nas suas próprias casas".

Uma vizinha do homicida,  Joana Malãvoloneque, conta que o homem atacou recentemente o sue pai:  " Queria cortar a cabeça do pai, mas como os rapazes chegaram cedo e o encontraram a praticar o acto, não conseguiu os seus intentos, mas as mazelas no pai ainda continuam", lamentou.

Para além dos homicídios, Severiano Tchivinda é ainda suspeito de ter violado uma mulher em Angola.

Fonte: cm

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