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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

G5 Sahel está sem dinheiro para combater terrorismo.

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Cinco nações do Oeste africano querem combater juntas o terrorismo. Alemanha e França prometem ajuda financeira, mas dinheiro ainda não chegou aos países do G5 Sahel. Tropas estão despreparadas para atuar no terreno.
fonte: Dw África
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Tropas do Mali na Praça de Independéncia em Bamako (arquivo)
Desde a última quinta-feira (19.10), uma delegação do Conselho de Segurança das Nações Unidas está na região do Sahel. Os diplomatas querem analisar a situação da segurança nos países do G5, nomeadamente, Mauritânia, Mali, Burkina Faso, Níger e Chade. A situação do Mali é particularmente preocupante. No norte do país, o combate entre grupos armados voltou a ganhar força e, na região central, aumentam os ataques provocados por milícias islâmicas.
No início da semana, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para a crescente deterioração das condições de segurança na região do Sahel. A menos que sejam feitos progressos rápidos na implementação do acordo de paz no Mali, as conquistas alcançadas pela Missão Multidimensional Integrada para Estabilização das Nações Unidas do Mali (MINUSMA) podem ser facilmente desfeitas, escreve Guterres num relatório enviado ao Conselho de Segurança da ONU.
Missão não cumprida?
Observadores locais consideram que a missão de paz da ONU no Mali é decepcionante. "Os sucessos foram limitados", considera o especialista em terrorismo Isselmou Ould Salihi, da Mauritânia. Desde a implementação em 2013, a missão mal conseguiu cumprir objetivos auto-impostos. "As pessoas que escaparam das áreas de conflito com certeza não retornaram. Noutras localidades a insegurança é ainda maior. Os soldados da MINUSMA estão limitados a defender suas posições", explica o analista. Além disso, a missão é atualmente considerada a mais perigosa no mundo. Entre 2013 e 2017, 116 capacetes azuis morreram no Mali.
Gipfeltreffen in Bamako Mali
Países do G5 querem lutar juntos contra o terrorismo
A chamada "Operação Barkhane" também teve resultados decepcionantes. Implementada a 1º de agosto de 2014, a operação militar francesa para combater o terrorismo islâmico nos países do G5 custou a vida de muitos soldados franceses. O número de terroristas capturados ou mortos é, até agora, insignificante – apenas 28, de acordo com as últimas estatísticas. A França disponibilizou 3.000 soldados para a missão, incluindo forças especiais.
Isselmou Ould Salihi acredita que os dias da Operação Barkhane estão contados devido à ineficiência e aos altos custos. "É uma operação militar que custa mais de um milhão de euros aos contribuintes franceses. Por dia!", diz. O analista defende o estabelecimento de um grupo de intervenção separado do G5 Sahel, como sugerido pelo presidente francês, Emmanuel Macron, em junho deste ano em Bamako, a capital do Mali.
Emmanuel Macron pediu luta conjunta contra o terrorismo na região. Além de interesses econômicos, a França quer, junto com os parceiros africanos, "destruir terroristas, criminosos e assassinos" na zona do Sahel "de forma inabalável e resoluta", disse o presidente francês na abertura de uma cúpula dos países do G5. No encontro, os países participantes decidiram fundar uma nova força multinacional para combater extremistas islâmicos e o crime organizado na região: a Força de Intervenção G5 Sahel.
Interesses da Europa na região do Sahel
A proposta de Macron foi bem recebida em África e na Europa, especialmente, na Alemanha. O terrorismo islâmico ameaça a Europa diretamente, sublinhou a ministra da Defesa alemã, Ursula von der Leyen, numa viagem à África em agosto de 2017.
Estabilizar a segurança no Sahel é de interesse de países europeus. A área que compreende os países do Sahel é uma das regiões de trânsito mais importantes para os imigrantes ilegais que querem chegar até a Europa, ressaltou Ursula von der Leyen numa conferéncia de doadores em Berlim em meados de setembro.
Afrika Niger - Ursula von der Leyen im Niger
MInistra da Defesa alemça, Ursula von der Leyen, em viagem ao Níger
A chanceler federal alemã, Angela Merkel, confirmou o compromisso da Alemanha em financiar o G5 Sahel, "através de treinamentos e fornecimento de equipamentos".
Entretanto, Isselmou Ould Salihi diz que as promessas ainda não são concretas. Não houve uma conferência de suporte adequada nem alocação de uma quantidade maior de dinheiro para financiar o grupo G5 Sahel. A intervenção de urgência ainda não está operacional. "O problema é realmente dinheiro", diz o analista. Grandes promessas foram feitas na reunião de doadores em Berlim, mas quase nada chegou à região do Sahel. 
Promessas demasiadas por parte da Alemanha?
Questionado pela DW, o Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão anunciou que os equipamentos foram entregues na região. Além disso, foram realizados treinamentos através do Ministério Federal da Defesa. As tropas do G5 Sahel também receberam apoio da União Europeia (UE). Uma nova conferéncia de doadores do G5 Sahel deve ser realizada em Bruxelas em dezembro para que sejam mobilizados mais fundos.
O força G5 Sahel, que abrange 5 mil soldados no terreno, precisa anualmente de cerca de 500 milhões de euros. A UE garantiu que irá ceder 50 milhões de euros para financiar as operações, enquanto a França prometeu doar 8 milhões de euros. Cada país do G5 Sahel contribui com 10 milhões de euros cada. Esses valores representam, no entanto, apenas um quarto das necessidades financeiras do grupo. Apesar de ter aprovado a criação da força em junho deste ano, a ONU recusou-se a financiar o G5 Sahel.

ANGOLA: José Eduardo dos Santos felicita Lourenço pela "mestria" na Presidência.

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Líder do MPLA abordou a vitória nas eleições e lembrou que o Governo está comprometido com a moção aprovada em 2016

José Eduardo dos Santos
José Eduardo dos Santos, felicitou João Lourenço, pela "mestria" com que tem conduzido os destinos de Angola desde a sua posse a 26 de Setembro.
O antigo Chefe de Estado fez esta declaração nesta segunda-feira, 23, enquanto presidente do MPLA na abertura do Comité Central do partido que decorre hoje em Lunda.
"Felicito também os camaradas João Lourenço e Bornito de Sousa, cabeças-de-lista do MPLA, que souberam cumprir com brilho a nobre missão que lhes foi confiada pelo Comité Central, galvanizando com mestria e de forma incansável o eleitorado, e o povo em geral, para obtermos o resultado favorável e assim mantermos o poder político”, disse José Eduardo dos Santos, ao destacar a vitória do partido nas eleições de 23 de Agosto.
Para Santos, "foi o resultado do empenho e da entrega total dos militantes, simpatizantes e amigos do partido que, durante a campanha eleitoral, não pouparam esforços no apoio às iniciativas que visavam esclarecer, divulgar e mobilizar o eleitorado em torno dos objetivos" do partido.
Depois de reconhecer “a transição política, pacífica e ordeira ao nível do aparelho do Estado”, o presidente do MPLA defendeu o reforço da unidade do partido para se criar “uma sociedade mais solidária, mais justa e mais coesa".
A reunião do Comité Central vai debater o programa de actividades para 2018, sob o lema, reiterou Santos, de “corrigir o que está mal e melhorar o que está bem.
Na ocasião, José Eduardo dos Santos reiterou que o actual Governo segue as orientações da moção que ele próprio apresentou no Congresso de 2016.
O antigo Presidente da República desafiou o Executivo a trabalhar para que “os cidadãos, os trabalhadores e as famílias usufruam dos seus direitos, tenham acesso aos bens fundamentais, participem socialmente e sejam protagonistas das suas próprias vidas e das sociedades em que se inserem. Isto é, sejam no fundo cidadãos autónomos e responsáveis".
O Comité Central é o órgão mais importante do MPLA entre congressos.
fonte: VOA

Crise no Togo agrava-se.

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Multiplicam-se os protestos contra o Presidente togolês, Faure Gnassingbé. Ao mesmo tempo, aumenta a repressão policial.
fonte: DW África
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A instabilidade no Togo não pára de aumentar. Organizações de defesa dos direitos humanos afirmam que, só no final da semana passada, sete pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em protestos contra o Presidente Faure Gnassingbé, no poder desde 2005. As autoridades togolesas refutam os números.
Ao todo, estima-se que quase 100 mil pessoas participaram nos protestos, que começaram em meados de agosto.
No sábado, mais um togolês terá sido morto em Sokodé, a segunda maior cidade do país. Na capital, Lomé, as manifestações parecem ter acalmado. Mas dezasseis togoleses foram condenados pelo tribunal de primeira instância por "distúrbios à ordem pública, resistência à polícia, agressão, violência e rebelião".
Togo Protest gegen die Regierung
Forças de segurança detêm manifestante a 18 de outubro, em Lomé
O Governo do Togo confirma apenas que cerca de 60 pessoas foram presas e quatro acabaram por morrer baleadas. Mas, segundo o ministro togolês da Segurança, Damehane Yark, ainda não está claro quem foi o autor dos disparos.
"Onde é que as pessoas foram baleadas e por quem? Eu posso assegurar que não são só as forças de segurança que têm armas", afirmou.
Apesar do Governo garantir que apenas tem sido usado gás lacrimogénio, a oposição acusa a polícia de utilizar outros tipos de armas e de já ter provocado a morte de menores.
Intimidação governamental
A oposição denuncia ainda atos de intimidação por parte do Executivo togolês. Segundo o testemunho de vários cidadãos, os militares têm estado a aterrorizar a população, atirando tiros para o ar durante a noite para aumentar o medo.
"Como é que isto está a acontecer? Vocês dizem que querem paz mas vejam como perseguem as pessoas pelas ruas", questiona um residente.
Que solução?
Faure Gnassingbé tentou acalmar a situação propondo a realização de um referendo sobre o limite dos mandatos presidenciais no país.
No entanto, a oposição continua a exigir a demissão do Presidente e quer que, no futuro, o líder só possa permanecer no comando do país por dois mandatos de cinco anos, como previa a Constituição do país em 1992. No entanto, em 2002, a Lei foi alterada para que o pai do atual Presidente se pudesse candidatar a um terceiro mandato.
"Voltar à Constituição de 1992, como a oposição exige, é possível, mas isso não acontecerá", comenta Jean Degli, advogado e presidente do movimento "Construir o Togo". "Mas poderíamos, por exemplo, revogar a lei constitucional de 2002. O retorno de apenas certos fundamentos de 1992 seria suficiente", acrescenta.

Presidente angolano demite secretário investigado na Suíça.

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João Lourenço

João Lourenço

PGR abre também inquérito a Carlos Panzo, secretário para os Assuntos Económicos, envolvido num processo penal
O Presidente angolano exonerou o seu secretário para os Assuntos Económicos Carlos Aires da Fonseca Panzo por estar implicado num processo penal aberto pelas autoridades suíças.
A decisão de João Lourenço foi tomada na sexta-feira, 20, ao mesmo tempo que o Ministério Público angolano anunciou ter aberto um inquérito “para apuramento de uma denúncia sobre factos penalmente puníveis, nos termos do direito internacional, contra o cidadão nacional Carlos Panzo".
Em substituição Panzo, foi nomeado Ricardo Viegas de Abreu, director do do Banco de Poupança e Crédito (BPC).
O responsável da SOS Habitat, André Augusto, considera que exonerações como estas não aconteciam durante o consulado de José Eduardo dos Santos.
Augusto considera que a decisão do Presidente da República foi mais acertada e visa sobretudo permitir que a justiça possa fazer o seu trabalho.
A decisão inscreve-se, segundo aquele activista, na sua promessa de combater a impunidade.
A denúncia, de acordo com a nota da Procuradoria Geral da República (PGR) partiu do Ministério Público da Confederação Helvética e foi extraído de um processo iniciado a 5 de Março de 2017.
A nota da PGR refere que pelo facto de as informações recebidas não poderem, por si sós, servir de prova ao abrigo do ordenamento jurídico angolano, foi instaurado um Inquérito para o apuramento da verdade material dos factos, e, consequentemente endereçar à autoridade denunciante um pedido de assistência judiciária internacional, com base na Lei da Cooperação Judiciária Internacional em Matéria Penal.
fonte: VOA

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