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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

A parcela de pobres no Brasil volta acrescer de forma exponencial.

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Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
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A parcela de pobres no Brasil, que vinha diminuindo na última década, volta acrescer de forma exponencial

O novo sistema para abalizar o crescimento da pobreza no Brasil passou a ser posto em prática, neste mês, pelo Banco Mundial. O objetivo é delimitar a quantidade de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza, no Brasil estes índices apontam que mais de 22% já ocupam esta faixa. Outros dados estarrecedores apresentados, e nada alentadores, apontam  índice  que se eleva de 8,9 milhões para 45,5 milhões o número de brasileiros considerados pobres, o que corresponde a 1/5 da população.
por Sérgio Jones *
De acordo com avaliações feitas pelo corpo técnico do setor do Banco Mundial a parcela de pobres no Brasil, que vinha diminuindo ao longo da última década, voltou a subir em 2015.
Os novos parâmetros adicionais foram bem avaliados por economistas.
"Parece positivo considerar linhas de pobreza mais realistas. A de US$ 1,90 subestima a pobreza de países não pobres", diz Celia Kerstenetzky, professora da UFRJ.
Segundo ela, é "louvável" considerar as múltiplas dimensões de bem-estar para medir a pobreza, e não apenas a renda, um conceito alinhado às ideias defendidas por Amartya Sen, indiano laureado com o Nobel de Economia, cujo trabalho é mencionado pelo Banco Mundial na justificativa para a adoção das novas linhas complementares.
*Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

100 anos da Revolução Socialista na Rússia - acompanhe AQUI e se actualiza.

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Pravda.ru

 
100 anos da Revolução Socialista na Rússia. 27637.jpeg

Há exatos 100 anos a humanidade acordava com o estourar do que viria a ser a maior revolução da história vindo de um lugar que ninguém esperaria: a Rússia, um dos últimos países a abolir o feudalismo e símbolo do atraso na Europa e na Ásia. Mas a partir de um 7 de novembro como hoje (25 de outubro no calendário russo de então) com Lenin e os bolcheviques tudo, absolutamente tudo, mudou - lá e no mundo.

Para se mensurar o valor da Revolução Russa é preciso ter clareza de que nunca houve nenhum momento mais nefasto na história da humanidade do aquele que precedeu a revolução. Nem antes e, de forma relacional, nem depois. A barbárie da I Guerra Mundial trouxe muito mais do que a extinção em massa e a mutilação de corpos em escalas até então nunca nem imaginadas. Foi pior. A Caixa de Pandora que se abriu fez vir à tona todo tipo da pior espécie de vilania, traições e corjas de renegados.
Que as classes dominantes dos países ricos promovam um massacre global em prol do saque de colônias não é surpresa agora e não era há cem anos. O problema foi ver quem deveria se opor a tudo isso, quem servia de carne de canhão para uma guerra visivelmente injusta, bater palmas para o espetáculo do horror! A classe trabalhadora europeia, que tantos exemplos de valentia tinha dado para toda a humanidade ao longo de décadas, ao invés de se opor ao conflito, foi, em dezenas de milhares, para as ruas exigir que seus respectivos governos assassinassem outros povos em nome do "orgulho nacional". As vanguardas desses trabalhadores, os partidos políticos mais bem preparados e organizados do mundo, agrupados na II Internacional, que tantos progressos haviam arrancado à sangue em todo o globo, sucumbiram à barbárie e se esfacelaram perante uma metástase chauvinista completamente insana - incluso o grande e histórico Partido Socialdemocrata Alemão, o maior partido de massas do mundo, fundado por Engels e Marx e forjado no calor de batalhas antológicas. Karl Kautsky, reserva intelectual do marxismo revolucionário, principal referência global de todos os socialistas, companheiro pessoal de Engels até sua morte e herdeiro direto do legado de Marx (com direito à organização do esquecido livro IV de O Capital), junto com seu partido e sua Internacional já citados, também cai de joelhos e se rende ao lado obscuro da força como um porco imoral.
O problema não era, então, o esperado grito dos "maus". Não assustam hoje e não assustavam naquela época. Mas os urros simbiotizados de ódio-prazer dos "bons". Provavelmente, de fato, não haveria esperanças...
Mas a História não é a Matemática. Não vive exclusivamente de probabilidades. De onde ninguém esperava a esperança veio. Começou com as corajosas operárias de Petrogrado e sua greve em março de 1917. Os sovietes, conselhos de trabalhadores de todas as categorias unidas, na cidade e no campo, reaparecem depois da quase extinção com as derrotas das revoltas de 1905-1907. Em abril Lenin chega, do exílio, de volta à Rússia e proclama: todo poder aos sovietes! Todo poder à classe trabalhadora! Dias depois, ousa ainda mais e aponta o dedo na cara de todas as organizações então (pretendes à) revolucionárias da Rússia que se negavam a defender o poder soviético: se ninguém quiser tomar o poder com os sovietes, nós, bolcheviques, faremos sozinhos! A plateia ria, debochava e gargalhava às alturas. Meses depois, num 7 de novembro como hoje, Lenin e os bolcheviques estavam liderando os sovietes na maior revolução que a humanidade já viu! E contra tudo e contra todos, venceram. Lenin, os bolcheviques e a classe trabalhadora russa venceram!
A Revolução Russa, daquela conjuntura nefasta, na qual a barbárie se tornou regra inclusive entre os que sempre lutaram pelo progresso, fez nascer uma onda de avanços e revoluções ímpar na história, que durou décadas e tem consequências até os dias de hoje. Faz parte dessa epopeia os heróis de Stalingrado e a vitória de Stálin e do Exército Vermelho sobre o nazi-fascismo; a heroica luta de Kim Il Sung e de todo o povo coreano contra o imperialismo, derrotando, pela primeira vez, a maior potência militar da história (EUA); a vitória de Ho Chi Minh, Giap e todo povo vietnamita ante 3 das maiores forças imperialistas de todos os tempos; a gloriosa Revolução Cubana de Che, Raul, Célia e Fidel; a marcha revolucionária de Mao Tsé-Tung e a construção de uma China livre, soberana e socialista; as lutas anticoloniais de Agostinho Neto e Amilcar Cabral em Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde; os martírios de Olga Benário e Carlos Marighella em nossas terras; enfim... várias lutas e revoluções socialistas, anticoloniais e anti-imperialistas ocorridas ao longo de todo o século XX - tudo isso somado às conquistas em prol dos direitos trabalhistas, das mulheres e dos negros, cujo impulso da Revolução Russa também foi ímpar.
Na nossa atual conjuntura, de retrocessos igualmente inigualáveis, com derrotas acachapantes semana à semana, com o fascismo ressurgindo no mundo prometendo parir uma bizarra cria a partir do seu acasalamento com o neoliberalismo, celebrar os cem anos da Revolução Russa é celebrar a capacidade que um povo tem de virar o mundo de cabeça pra baixo e mudar radicalmente os rumos que se desenham para a história quando realmente decide lutar. Quem contar a história da humanidade e não reservar um importante capítulo à Revolução de Outubro e seu legado estará mentindo. Outros Outubros virão! Que os nomes de Lenin, Stálin, Kollontai e tantos outros revolucionários atravessem os séculos! Os séculos e milênios que a humanidade for existir!
Viva Lenin!
Viva os cem anos da Revolução Russa!


"Aumento preocupante" de diabetes em crianças na Guiné-Bissau.

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Muitas famílias nem sabem que os filhos estão doentes. Falta de insulina e posição do Governo agravam ainda mais a situação. Especialista chama atenção para se "criar rapidamente uma resposta nacional".
fonte: DW África
Straßenfußball Meisterschaft Guinea (DW/B. Darame)
Futebol é momento de descontração na Rua da Paz, em Bissau
O alto número de crianças com diabete na Guiné-Bissau é ainda mais grave pelo facto do país não possuir os medicamentos necessários para tratar doentes atingidos com a doença do tipo 1 que só são tratados com a insulina.
 "Na Guiné-Bissau não temos insulina, porque, como se sabe, não temos fábricas de medicamentos e a insulina é um químico que precisa ser conservado numa determinada temperatura ambiente", pontuou o médico Mboma Sanca, chefe dos serviços dos cuidados intensivos no Hospital Simão Mendes de Bissau.  
Guinea-Bissau Bissau Menschen in der Hauptstadt (AP)
Criança observa rua na capital da Guiné-Bissau
"A diabete sempre existiu no mundo, mas não é normal atacar as crianças", disse o médico à Agência Lusa nesta quarta-feira (08.11).
Para "tentar mudar o quadro", o médico está em vias de criar uma associação, para já, com uma assistente social guineense, que mora e trabalha na Suíça, também ela diabética, com a finalidade de ajudar as crianças em Bissau.
Enfermidade sem conhecimento dos pais
Perante o desconhecimento de muitas famílias sobre a doença, Mboma Sanca lamenta, mas tem uma ideia de criar uma Casa de Acolhimento de crianças com diabetes. "Os pais de uma das crianças que temos na nossa guarda nem sabiam que o filho era diabético", sublinhou.
Assim, um assistente social recolheria os apoios, máquinas de medir a glicémia, a insulina e outros medicamentos na Suíça e o médico tratava das crianças em Bissau. 
Nesta Casa, as crianças e os pais serão ensinadas a alimentarem-se corretamente e tratarem-se e ainda teriam acesso à escola, tudo sob a responsabilidade da associação, precisou o médico.
Para concretizar a ideia, a associação necessitará de dinheiro, mas por enquanto, duas crianças com diabetes já se encontram em Bissau sob os cuidados dos dois membros da futura associação.
Guinea Bissau Kinder Fußball (AP)
Crianças passam em frente a casa em ruínas do tempo colonial, em Bissau
Má alimentação e sedentarismo
Segundo Sanca, a Guiné-Bissau conta com programas de combate ao HIV/SIDA, tuberculose ou malária, mas não tem nada semelhante para lutar contra a diabetes que disse estar a afetar "cada vez mais" os guineenses.
O especialista chama atenção do Governo para a necessidade de se "dar rapidamente uma resposta nacional".
Autoridades de saúde apontam “a alimentação, o sedentarismo e as dificuldades de vida” da população para o aumento de diabetes e hipertensão no país. É recomendado “um reforço do controlo de qualidade” de arroz e óleo importados, que suspeita estarem entre as causas daqueles problemas de saúde.
Em 2016, a amputação devido a diabetes suplantou o rebentamento de minas como principal causa de colocação de prótese.

Cabinda recebe reunião descentralizada do conselho de ministros de Angola.

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Chefe de Estado angolano, João Lourenço, escolheu Cabinda para presidir a primeira reunião do conselho de ministros fora de Luanda. No mesmo dia (08.11.) a FLEC assinalou 42 anos do início da luta armada no enclave.
fonte: DW África
Angola Kathedrale von Cabinda (DW/N. Sul D'Angola)
A reunião do conselho de ministros angolanos desta quarta-feira (08.11.) teve lugar cerca de duas semanas depois de a direção da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) ter dirigido numa carta ao novo Presidente angolano uma proposta de diálogo "inclusivo" para acabar com o conflito naquele enclave, passando por um cessar-fogo. Mas Luanda não reagiu à proposta como disse à DW África, Jean-Claude Nzita, porta-voz do movimento independentistas.
"Até ao momento não recebemos resposta do Governo angolano e é por isso que a FLEC continua a reiterar a vontade para a realização de um diálogo entre as duas partes. Onde os antigos governantes falharam, compete agora ao novo elenco corrigir os erros do passado. João Lourenço pode mostrar ao mundo que está disposto a mudar a situação e corrigir os erros do passado".
Jean-Claude Nzita (DW/J.-C. Nzita)
Jean-Claude Nzita
Mas o porta-voz da FLEC considerou a deslocação do Presidente João Lourenço a Cabinda como "simbólica" porque "foi precisamente a 8 de novembro de 1975 (há 42 anos) que teve início a luta armada na região...é por isso que ele está aqui e não para realizar o conselho de ministros. Assim sendo, a FLEC aproveita a ocasião para dizer à nova geração do Governo angolano que devemos aprender a dialogar e mostrar ao mundo que somos capazes de solucionar os nossos diferendos através do diálogo, de forma pacífica entre nós africanos", destacou Jean-Claude Nzita.
Cabindeses não esperam nada desta visita
Entretanto, para o advogado e ativista cabinda, Arão Tempo, Cabinda não pode esperar nada desta visita porque "nos últimos 42 anos, João Lourenço fez parte da governação do ex-Presidente José Eduardo dos Santos e foi o próprio João Lourenço que afirmou que construir um porto em Cabinda era dar independência aos cabindas. Considero isso uma ofensa ao povo de Cabinda. Aqui praticamente não há estradas e as que existem estão esburacadas, abandonadas...mas porque o conselho de ministros decidiu reunir-se aqui, começaram a reabilitar algumas das vias, tapando os buracos, etc.etc.."
Angola Arao Bula Tempo Aktivist in Cabinda (DW/N. Sul de Angola)
Arão Tempo
E o ativista pensa que esta deslocação do Presidente angolano ao enclave deveria servir para "sabendo que nunca fizeram muita coisa para Cabinda, João Lourenço deveria agora inteirar-se das difíceis condições nas quais vive este povo".
Ao invocar o lema de campanha de João Lourenço, de "melhorar o que está bem e corrigir o que está mal", Arão Tempo foi claro na sua posição. "O que é que ele vai corrigir aqui em Cabinda? Será que ele irá acabar com a militarização, as perseguições, detenções e as micro-operações contra os estrangeiros e os nacionais aqui em Cabinda?"
E o ativista e advogado Arão tempo aproveitou para fazer um apelo às novas autoridades angolanas. "Senhor Presidente, dê um espaço a este povo, liberdade de expressão, reduza os efetivos militares presentes em Cabinda, deixe as populações trabalharem à vontade e principalmente encontre os mecanismos que visam solucionar os problemas daqui. Enquanto não forem resolvidos esses e outros problemas as dificuldades vão continuar, porque o grande problema não é só a independência como se diz por aqui, mas é a identidade e o direito que assiste à esta região".
Karte Angola mit den 18 Provinzen Portugiesisch
"Eles compreenderam o recado do eleitorado"
Já o ativista Raúl Tati, antigo vigário-geral da diocese de Cabinda e deputado independente apoiado pela UNITA, considerou que a realização de um Conselho de ministros em Cabinda é uma decisão que decorre dos resultados eleitorais de 23 de agosto. "Em Cabinda, o MPLA praticamente perdeu as eleições para a oposição e neste caso creio que os recados do eleitorado devem ter chegado à direção do partido e ao Governo de tal maneira que agora João Lourenço quer trazer um novo discurso que talvez possa galvanizar os cabindas no sentido de que as coisas vão mudar".
Porträt Priester Raul Tati (Joao Carlos)
Raúl Tati que não foi convidado para nenhum encontro com o Presidente apesar de ser deputado da nação, disse à DW que se tivesse a oportunidade de estar frente a frente com João Lourenço não iria desperdiçar o tempo com questões que considera periféricas. "Iria diretamente ao assunto que preocupa os cabindas, ou seja a questão de um estatuto mais avançado para Cabinda que possa ultrapassar o atual de província angolana. Sabemos que existem reivindicações políticas cada vez mais fortes sobre um estatuto de autodeterminação. Agora, as questões económicas, sociais e outras, fazem parte da nossa vida mas gostaríamos que os problemas fossem solucionados definitivamente num quadro político e jurídico diferente e não com o estatuto de província angolana. Estamos a falar de descontinuidade geográfica, da baixa dos preços das tarifas aéreas, etc., mas esses são problemas periféricos e não fundamentais".
Finalmente, o ativista e deputado Raúl Tati acredita que o Presidente João Lourenço pode fazer diferente do que já foi feito em relação à situação de Cabinda, onde a FLEC continua a reclamar um diálogo com as autoridades de Luanda. "Seria bom para João Lourenço afastar-se pouco a pouco desta conotação/ligação com o ex-Presidente José Eduardo dos Santos, dando indicações de que está disposto a abordar as coisas de maneira diferente. Esperamos e até encorajamos que haja este tipo de diálogo e que o problema seja definitivamente solucionado para o bem dos cabindas".
Revisão do Estatuto Especial da província
O governador de Cabinda, general Eugénio Laborinho, pediu esta quarta-feira (08.11.) ao Governo angolano a revisão ao Estatuto Especial daquela província, nomeadamente através de um regime fiscal diferenciado, para captar investimento.
A posição foi transmitida pelo governador provincial de Cabinda, que assumiu as funções no final de setembro, durante a reunião da comissão económica do conselho de ministros.
Para Eugénio Laborinho, a situação atual daquele enclave leva à "necessidade" de dotar Cabinda "de alguma diferenciação do ponto de vista administrativo e financeiro, sem contudo colocar em causa os princípios da igualdade e da unidade nacional".
"A especificidade geográfica de Cabinda, designadamente o facto de não possuir ligação terrestre com o resto do território nacional, torna a província dependente das ligações aéreas e marítimas para a entrada e saída de pessoas e bens", recordou, durante o apelo feito diretamente ao chefe de Estado angolano, que presidiu a esta reunião descentralizada.
Desde logo, disse ainda o governador, este cenário, aliado à crise do petróleo, "encarece exponencialmente o preço dos produtos e dos serviços, forçando os cidadãos a recorrer ao mercado fronteiriço com as repúblicas vizinhas do Congo e Congo Democrático".

Aumentar o orçamento previsto para Cabinda
Angola Wahlkampf Joao Lourenco MPLA
João Lourenço, Presidente de Angola
No Orçamento Geral do Estado em vigor, o Governo central definiu uma verba de 14.214 milhões de kwanzas (74 milhões de euros), relativa a receitas fiscais da exploração petrolífera realizada em Cabinda, para financiar o orçamento do governo provincial e das respetivas administrações municipais, para o exercício económico de 2017.
"Rogar a vossa excelência para analisar a possibilidade de se aumentar o orçamento previsto para a província de Cabinda. Nunca Cabinda precisou tanto desse reforço financeiro como hoje", apelou ainda o governador provincial, depois de justificar a perspetiva de "atualização" do Estatuto Especial para aquela província, "à luz da Constituição".
Só no setor petrolífero, Eugénio Laborinho diz que Cabinda perdeu 8.000 postos de trabalho devido à crise da baixa da cotação do barril de crude no mercado internacional.
Presidente promete atenção especial para Cabinda
Embora sem se referir a esta pretensão, o chefe de Estado angolano prometeu uma atenção especial para o enclave.
"Dar o sinal de que Cabinda é importante para nós. Vamos encarar Cabinda como um caso muito particular. Eu, pessoalmente, vou seguir de perto todos os projetos de Cabinda, todos os projetos para Cabinda, no sentido de podermos, nos próximos anos, reverter o atual quadro que a província vive e que, lamentavelmente, não é dos melhores", afirmou João Lourenço.
A redução da tarifa área para da operadora estatal TAAG é uma das medidas a avançar: "Para aliviar o sofrimento dos cidadãos de menores posses que têm necessidade de se ligarem facilmente ao resto do país", concluiu o chefe de Estado, antes de regressar a Luanda.

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