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domingo, 17 de março de 2013

Serra Leoa: Governo deve continuar a trabalhar para manter os ganhos da transição - Oficial da ONU.

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Presidente Ernest Bai Koroma ondas de milhares de apoiantes.
 
Um funcionário das Nações Unidas elogiou hoje os progressos realizados pela Serra Leoa desde o fim da guerra civil há 10 anos, e ressaltou que o país deve continuar a fortalecer as suas instituições para manter as conquistas obtidas durante o seu processo de transição.
"[Serra Leoa] fez um progresso significativo desde o final da guerra mais de uma década atrás. Durante este período, a Serra Leoa foi capaz de restaurar e consolidar a autoridade do Estado, implementar programas de recuperação nacional, incluindo a extensão dos serviços públicos, bem como realizar reformas na governação e setores de segurança, "Representante Executivo do Secretário-Geral, em Serra Leoa, Jens Anders Toyberg-Frandzen, disse ao Conselho de Segurança.
Por 11 anos, a Serra Leoa foi dilacerado por uma guerra civil após a Frente Unida Revolucionária intervir com rebeldes em uma tentativa de derrubar o país sob o comando do então presidente Joseph Momoh. O conflito, que durou de 1991 a 2002, foi muitas vezes marcada por atos de extrema brutalidade como
bandos de saqueadores de jovens armados aterrorizaram a zona rural, recrutar crianças-soldados e usou a amputação de membros como um método de intimidação contra civis.
Em novembro de 2012, o país realizou com sucesso
eleições nacionais para presidenciais, legislativas e locais. Eles foram a terceira desde o fim da guerra civil no país, e a segunda desde a retirada de operação de paz conhecido como a Missão das Nações Unidas na Serra Leoa (UNAMSIL) em dezembro de 2005.
Essa missão foi substituída por vários outros escritórios da ONU, mais recentemente, o Escritório de Consolidação da Paz das Nações Unidas Integrado (UNIPSIL), que se concentra em atividades políticas e de desenvolvimento.
"O forte compromisso do povo de Serra Leoa e seus sucessivos governos pós-conflito, tem sido indispensável para as realizações feitas pelo país e para o trabalho bem sucedido das Nações Unidas ao longo dos últimos 15 anos", o Sr. Toyberg-Frandzen disse em sua apresentação do relatório do Secretário-Geral sobre a UNIPSIL.
No entanto, ele também alertou que os desafios permanecem e exigem maiores esforços dos atores nacionais e engajamento contínuo da comunidade internacional.
Instituições de países que sustentam o processo democrático, como a Comissão Nacional Eleitoral deve ser reforçada, disse ele, e o Estado deve garantir que ele tem um sistema de governo inclusivo que aborda as causas profundas do conflito, incluindo as tensões étnicas.
"É essencial que a revisão prevista na constituição deve ser um processo inclusivo que garanta a inclusão de todas as partes interessadas", disse ele, acrescentando que é essencial para obter a transição direita, escalando-se no apoio da ONU e da comunidade internacional para desenvolvimento contínuo do país.


fonte: allafrica

Cabo Verde acolhe encontro da CEDAEO para parceria com UE.

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A cidade Praia acolhe, a partir desta segunda-feira, 18, prolongando-se até 22 deste mês, a 51ª Sessão do Comité Técnico da Comissão do Comércio, Alfândegas e Livre Circulação sobre a Tarifa Externa Comum (TEC) da Comunidade Económica do Estados da África Ocidental.

Cabo Verde acolhe encontro da CEDAEO para parceria com UE 

O ministro das Relações Exteriores de Cabo Verde, Jorge Borges, presidirá a abertura do evento, que está previsto para começar às 9 horas, na sala da conferência do Hotel Praia-Mar. A sessão contará ainda com a participação do presidente da Comissão da CEDAO (Embaixador Kadré Désiré Ouedraogo), o presidente da mesa rotativa da CEDAO (ministro da Integração Regional da República de Cote D’Ivoire), bem como de altos funcionários e representantes dos países membros da Comunidade Oeste-Africana.
Conforme o Director geral dos Assuntos Globais do MIREX, Carlos Semedo, a jornada em surge por iniciativa da Comissão da CEDEAO e culmina, entre 21 e 22 deste mês, com a sessão do Comité Ministerial de Seguimento das Negociações sobre o Acordo de Parceria Económica entre a Europa dos 27 e aquela organização sub-regional africana.
Essa reunião será antecedida de uma outra do Comité Técnico da Comissão do Comércio, Alfandegas e Livre Circulação sobre a Tarifa Externa Comum da CEDEAO, que começará também esta segunda-feira 18. Isto sem contar com a cimeira dos Ministros das Finanças sobre a TEC da mesma comunidade, que está agendada para 20 deste mês.
Além dos promotores estes encontros contarão com a presença de "experts" e ministros responsáveis pelo comércio, negociações do Acordo da Pereceria Económica com a UE e das Finanças de todos os países membros da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental e da Mauritânia.
O objectivo principal é analisar o projecto da TEC – CEDEAO e os textos subsequentes, antes da sua submissão às instâncias de decisão da CEDEAO.
Carlos Semedo salienta que as negociações entre os dois blocos económicos foram iniciadas há mais de uma década, mas estão suspensas há mais de um ano. Tudo por causa das divergências relacionadas com a oferta de acesso ao mercado, com o programa APE para o desenvolvimento (PAPED), com a cláusula da nação mais favorecida e de não execução, com as subvenções agrícolas, regras de origem, entre outras.
Comércio entre África e UE
O MIREX lembra que desde os anos 70, as relações comerciais entre a União Europeia (UE) e a África Ocidental (AO) foram baseadas em acordos preferenciais (acordos de Lomé). A maioria dos produtos dos países da AO tiveram acesso com isenção de direitos (ou quota) para o mercado da União Europeia. Este sistema de preferências não foi, no entanto, suficiente para impedir a redução do fluxo comercial entre as duas partes, já que as exportações Oeste Africana continuam ainda fortemente concentradas em alguns produtos.
"Por outro lado, o regime de preferências previsto nos acordos de Lomé não é reciproco, mas sim arbitrariamente discriminatório. Um constrangimento que coloca este acordo em contradição com os Princípios de não Discriminação (Nação Mais Favorecida-MFN) do Artigo I do GATT e a exclusão da Cláusula de Reabilitação nas preferências comerciais a favor dos países em desenvolvimento ou o Artigo XXIV do GATT sobre os Acordos Comercias Regionais", salienta a nota do MIREX.
O documento explica que, após a primeira derrogação de 1995 referente a certas preferências comerciais previstas na Convenção de Lomé IV, a UE solicitou em 2000 e obteve em 2001 junto da OMC, duas outras derrogações referentes as preferências de Lomé/Cotonou previsto no Artigo 36 (III), que seriam aplicadas o mais tardar até 31 de Dezembro de 2007. "Daí, a necessidade de negociar um regime comercial que fosse compatível com os princípios da OMC", conclui o director geral dos Assuntos Globais do Ministério de Relações Exteriores de Cabo Verde.
ADP

fonte: asemana.sapo.cv

 



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