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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Hackers russos invadem rede de informática do Pentágono.

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Após a detecção, os hackers foram identificados em menos de 24 horas pelos especialistas do Pentágono, disse Carter.

Imagem: jequieurgente.com

Washington - Hackes penetraram recentemente em uma rede de informática do Pentágono, afirmou nesta quinta-feira o secretário de Defesa americano Ashton Carter na Universidade de Stanford (Califórnia, oeste).

Carter explicou que a invasão foi detectada por profissionais que protegem as redes não classificadas como secretas do Pentágono.

Após a detecção, os hackers foram identificados em menos de 24 horas pelos especialistas do Pentágono, disse Carter. 

"Após recorrer informação útil sobre seu modo de operar, analisamos sua atividade na rede, estabelecemos envolvimento com a Rússia e os expulsamos, de modo a minimizar sus possibilidades de poder retornar", explicou.

O diretor nacional de inteligência dos Estados Unidos, James Clapper, afirmou em janeiro que "a ameaça cibernética russa é mais significativa do que havíamos estimado".

O secretário de Defesa Ashton Carter permanecerá quinta e sexta-feira no Vale do Silício para estreitar laços com as indústrias de alta tecnologia e recrutar os engenheiros e inovadores que o Pentágono precisa.
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Europa busca aval da ONU para operação contra tráfico de emigrantes.

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A operação, que será organizada pela chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, terá por objetivo "capturar e destruir" os barcos utilizados pelos traficantes de pessoas.

Imagem: s2.glbimg.com

Os líderes da União Europeia (UE) decidiram buscar nesta quinta-feira o aval das Nações Unidas para uma operação militar contra o tráfico de pessoas a partir da Líbia, e triplicaram os fundos para as operações de resgate no Mediterrâneo.

Pressionados pela última tragédia envolvendo os emigrantes, que no domingo deixou mais de 800 mortos após um naufrágio na costa da Líbia, os líderes da UE adotaram nesta quinta-feira uma série de medidas de ação, durante uma reunião extraordinária em Bruxelas.

O chefe de governo italiano, Matteo Renzi, disse em entrevista coletiva que França e Reino Unido apresentarão uma resolução ao Conselho de Segurança da ONU com o objetivo de obter seu aval para uma operação militar europeia contra o tráfico de pessoas.

A operação, que será organizada pela chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, terá por objetivo "capturar e destruir" os barcos utilizados pelos traficantes de pessoas.

O presidente francês, François Hollande, anunciou que pretende apresentar a resolução na ONU para destruir as embarcações de traficantes no mar Mediterrâneo.

"A decisão foi tomada para apresentar todas as opções para que os navios sejam apreendidos, aniquilados", declarou Hollande. "Isso só pode ser feito por meio de uma resolução do Conselho de Segurança e a França tomará a iniciativa com outros".

A Alemanha está preparada para mobilizar dois navios, a França também anunciou a disponibilidade de dois navios, a Grã-Bretanha ofereceu o navio de desembarque "HMS Bulwark", além de três helicópteros e dois barcos de patrulha, e a Bélgica informou o envio do navio de apoio logístico "Godetia".

No encontro em Bruxelas, os líderes da UE decidiram ainda triplicar os fundos destinados as suas operações de busca e resgate no Mediterrâneo para enfrentar os naufrágios de navios repletos de imigrantes que tentam chegar à Europa.

"Queremos agir rápido, o que significa triplicar os recursos financeiros" da operação, declarou a chanceler alemã Angela Merkel após a cúpula extraordinária. O montante destinado passará de três a nove milhões de euros por mês.

"Nós triplicamos a Triton, enquanto a proposta era dobrar", ressaltou o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

"É importante que avancemos em todos os elementos para que, se possível, uma nova tragédia não volte a acontecer", acrescentou ela.

Sobre o mandato da Triton, Merkel indicou que não houve uma expansão do campo operacional, "mas nós provavelmente precisaremos discutir isso novamente", admitiu.

Em relação ao recebimento dos refugiados, não houve acordo entre os membros da UE sobre o plano de dez pontos apresentado na segunda-feira para "reinstalar" até 5 mil pessoas com o estatuto de refugiado.

"Esperava algo mais ambicioso, mas não foi possível", lamentou Jean-Claude Juncker, que propunha "reinstalar" até 10 mil refugiados.

Merkel disse que os 28 países membros não "estabeleceram metas, porque acreditamos que 5.000 não é suficiente".

Os países também concordaram em "apoiar a proposta da Comissão para testar uma distribuição dos imigrantes em caso de necessidade", acrescentou ela.

Hollande disse que a França fará a sua parte para acolher os refugiados sírios, recebendo entre "500 e 700" pessoas.

"Após a publicação do número de 5 mil, a França fará a sua parte, recebendo entre 500 e 700" refugiados sírios, declarou Hollande em entrevista coletiva ao final da reunião em Bruxelas.

"Sobre a questão do acolhimento dos refugiados, especialmente envolvendo pessoas que pedem asilo (...) a Comissão Europeia fez um pedido, especialmente para os refugiados sírios, e haverá a contribuição de cada país para garantir este dever de solidariedade", afirmou Hollande.

Os líderes europeus também decidiram "incrementar seu apoio à Tunísia, Egito, Sudão, Mali e Níger, entre outros" países, para controlar suas fronteiras e estradas com o objetivo de deter a chegada dos emigrantes ao Mediterrâneo.
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GUINÉ-CONACRY: HOLLAND / CONDÉ - Novo encontro no Palácio do Eliseu.

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Após seu encontro com o Chefe de Estado, Barack Obama, na semana passada, um encontro que visava analisar a crise na saúde provocada por vírus Ebola, juntamente com os pares da Libéria e da Serra Leoa. O Presidente da República da Guiné , Prof. Alpha Conde também falou nesta quarta-feira, 22 de abril de 2015, com o chefe do estado francês, François Hollande no Eliseu. Matéria que GCI havia anunciado com exclusividade.

#guineeconakry.info

Crise Boko Haram: Nigéria começa em Sambisa a ofensiva terrestre.

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Exército da Nigéria, com a ajuda de tropas regionais, já recapturaram mais territórios de Boko Haram. FOTO | BBC

Tropas terrestres nigerianas se juntaram para uma ofensiva ao último esconderijo conhecido dos militantes islâmicos do Boko Haram, disse um porta-voz militar.

A vasta floresta Sambisa do Nordeste é onde eles têm muitas bases - e tem sido sujeita a bombardeios aéreos desde fevereiro.

Há especulações de que alguns dos estudantes de Chibok sequestrados a mais de um ano atrás, estão sendo libertados.

Boko Haram matou milhares no norte da Nigéria desde 2009.

Militares da Nigéria, apoiados por tropas dos países vizinhos, lançaram uma ofensiva contra o Boko Haram em fevereiro - e recapturaram a maior parte do território que os militantes tinham tomado no ano anterior.

Algumas das alunas sequestradas, que fugiram logo depois que elas foram apreendidas, disseram à BBC que tinham sido mantidas em campos de militantes na floresta Sambisa.

Os militares nigerianos têm vindo a reivindicar territórios dos insurgentes e vêem a aquisição de Sambisa como um de seus maiores objetivos.

A floresta Sambisa, que incorpora um ex-reserva do jogo, é muito maior do que qualquer outro território que foi disputado até agora.

Os bombardeios aéreos sobre Sambisa, que é principal área no estado de Borno, a nordeste, têm sido retardados por condições meteorológicas e pouca visibilidade, disseram os militares.

O porta-voz militar Major-General Chris Olukolade se recusou a dar mais detalhes sobre a ofensiva.

#africareview.com

Ásia-África: O ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Mário Lopes Rosa, alerta para pobreza e alterações climáticas.

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Ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Mário Lopes Rosa

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Mário Lopes Rosa, alertou, nesta quinta-feira (23), para a necessidade de trabalhar intensamente contra a pobreza e as alterações climáticas em todo o mundo, num discurso na Conferência Ásia-África, na capital da Indonésia.

O chefe da diplomacia guineense considerou que são necessários trabalhos "intensos" para "erradicar a pobreza e também os problemas de alterações climáticas", uma situação que afeta todo o mundo.

Num discurso proferido em francês, o governante manifestou o apoio do país aos três documentos que os líderes dos 105 países asiáticos e africanos presentes na cúpula devem aprovar ainda nesta quinta-feira.

Sobre a mesa estão a Mensagem de Bandung, a Declaração de Revitalização da Parceria Estratégica Ásia-África e a Declaração para a Palestina, documentos que ainda não foram disponibilizados à imprensa.

Entre as ideias propostas, figuram a criação de um Centro Ásia-África para abordar problemas partilhados pelas duas regiões, a defesa de alterações em algumas organizações internacionais, como o Conselho de Segurança das Nações Unidas, e o apoio à independência da Palestina, segundo alguns governantes que participam no evento.

Mário Lopes Rosa considerou que "é tempo de as organizações internacionais verem a realidade" e de as Nações Unidas fazerem "uma mudança".

O chefe da diplomacia guineense elogiou o princípio da realização da Conferência Ásia-África de 1955, cujo 60º aniversário é assinado esta semana na Indonésia, a par do 10º aniversário da Nova Parceria Estratégia Ásia-África.

"Nosso movimento é baseado na prosperidade e na solidariedade entre muitas nações", destacou, ao lembrar que a Guiné-Bissau só viu a independência reconhecida depois do evento de 1955, em concreto em 1974.

Há 60 anos, num encontro na cidade indonésia de Bandung, líderes dos dois continentes lutavam contra a opressão colonial e o domínio das principais potências mundiais e defendiam a independência, a paz e a prosperidade econômica nas duas regiões.

Além dos países presentes, participam nas comemorações desta semana representações de 15 nações na qualidade de observadores e de 17 organizações internacionais.

#vermelho.org.br

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