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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Realiza-se esta quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023, em Yamoussoukr...

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

De melhor do mundo a presidente, George Weah é eleito na Libéria.

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George Weah, craque e agora presidente da Libéria (Foto: Reprodução/Instagram)




O ex-jogador saiu vitorioso das primeiras eleições democráticas do país em 73 anos
O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, afirmou neste domingo, 15 de Outubro, que o Presidente Donald Trump o instruiu a continuar os esforços diplomáticos para acalmar as tensões com a Coreia do Norte, dizendo que “esses esforços diplomáticos continuarão até a primeira bomba cair.”
Falando no programa “State of the Union”, do canal CNN, Tillerson minimizou as publicações do Presidente Trump no Twitter sugerindo que Tillerson estava a perder o seu tempo a tentar negociar com o “Pequeno Homem Foguete”, apelido depreciativo que Trump deu ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un.
O Secretário de Estado, Rex Tillerson, disse que Trump deixou claro que ele continue os seus esforços diplomáticos.
Monrovia, a capital liberiana, está em festa. Pelo CDC (traduzindo de forma rebuscada: Partido da Mudança Democrática), o ex-jogador do Milan, melhor do mundo em 1995 (e que nunca pode jogar uma Copa do Mundo por motivos óbvios), George Weah, foi eleito Presidente da República na 1aeleição por voto direto em 73 anos!
Weah foi um dos craques mais emblemáticos que vi, justamente por vir de uma nação sem representatividade do futebol e sempre se preocupar com a pobreza do país. Ele foi o 1o africano a ser eleito o melhor jogador do mundo, e creio que também se tornou o 1o jogador de futebol a ser eleito Presidente de uma nação.
Boa sorte a ele e parabéns ao povo da Libéria por resgatar a Democracia em seupaís neste momento tão ruim da diplomacia mundial.
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fonte: globo.com


Portugal destaca-se no combate à droga.

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País europeu conseguiu reduzir o consumo de estupefacientes e tem-se tornado uma referência sem declarar guerra contra as drogas, mas adotando medidas como a descriminalização e o envolvimento de grupos de ajuda.

Especial: Fome em África.

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O número de pessoas ameaçadas pela fome diminuiu durante vários anos, mas agora voltou a crescer. Em África, 26 milhões de pessoas estão em risco. A DW fala sobre as causas e as soluções para este problema.
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É uma daquelas situações em que só mais tarde nos apercebemos do que se passou. Uma médica e uma enfermeira tentam ressuscitar uma criança. Os pais estão imóveis, à beira da cama. Mas, minutos depois, a médica dá ordem para terminar a ressuscitação. Um leve soluçar quebra o silêncio na sala. E depois um grito. Um enfermeiro traz um separador, que coloca em frente à cama. Não sabemos o que se passou a seguir.
Esta cena, num centro de saúde no norte do Quénia, foi um dos momentos mais angustiantes da nossa viagem pelos territórios africanos mais atingidos pela fome. E mostra que as 26 milhões de pessoas ameaçadas não são números abstratos. A menina no centro de saúde no Quénia não morreu de uma doença incurável ou vítima de um acidente. Morreu porque não tinha o suficiente para comer.
Fala-se pouco sobre a fome
Ao longo de várias semanas, os repórteres da DW estiveram em vários países e falaram com trabalhadores humanitários, especialistas, políticos e, sobretudo, com pessoas afetadas pela fome para saber mais sobre as causas deste problema.
Não é uma coincidência o facto de este projeto ser realizado agora: no início do ano, as organizações humanitárias alertaram que a seca prolongada poderia desencadear uma das piores crises alimentares das últimas décadas em África e no Iémen. Mas, de lá para cá, o assunto deixou de ser destaque na comunicação social, apesar de a situação não ter melhorado. Só nos países mais afetados, o Sudão do Sul e a Somália, mais de 14 milhões de pessoas precisam de ajuda alimentar.
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A fome em diferentes regiões do continente africano
A causa: o próprio homem
O que conduziu a esta situação dramática? A conclusão dos nossos repórteres não deixa margem para dúvidas: não foi a natureza que causou este problema, mas o próprio homem.
As alterações climáticas, a desflorestação e o uso das terras para proveito só de alguns dificultam cada vez mais a vida dos pequenos agricultores africanos.
Mas os conflitos têm consequências ainda mais devastadoras. A violência dos grupos terroristas ou as guerras civis afetam gravemente países como a Nigéria, o Sudão do Sul ou a Somália, e o Estado não cumpre as suas tarefas básicas. Muitos cidadãos não sabem o que é ter assistência médica, educação ou segurança. Ao mesmo tempo, uma pequena elite enriquece.
Otimismo moderado
Ainda assim, os repórteres da DW regressaram com histórias de esperança. A Somália, por exemplo, tem um novo Governo desde o início do ano, após 20 anos de guerra civil. Muitos analistas revelam-se moderadamente otimistas. Além disso, os repórteres conheceram pessoas que, apesar de viverem em situações difíceis, não desistem. O homem não é só a causa das crises alimentares; pode também solucioná-las.
Ao longo desta semana publicaremos diariamente artigos e vídeos sobre a fome em África aqui na nossa página, www.dw.com/portugues

Diplomacia dos EUA com Coreia do Norte continua até 'primeira bomba cair', diz Tillerson.

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Secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson
Secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson
O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, afirmou neste domingo, 15 de Outubro, que o Presidente Donald Trump o instruiu a continuar os esforços diplomáticos para acalmar as tensões com a Coreia do Norte, dizendo que “esses esforços diplomáticos continuarão até a primeira bomba cair.”
Falando no programa “State of the Union”, do canal CNN, Tillerson minimizou as publicações do Presidente Trump no Twitter sugerindo que Tillerson estava a perder o seu tempo a tentar negociar com o “Pequeno Homem Foguete”, apelido depreciativo que Trump deu ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un.
O Secretário de Estado, Rex Tillerson, disse que Trump deixou claro que ele continue os seus esforços diplomáticos.
fonte: VOA

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