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quinta-feira, 14 de março de 2013

Presidente de transição da Guiné-Bissau ameaça demitir-se.

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Serifo Nhamadjo, Presidente de transição da Guiné-Bissau

 Serifo Nhamadjo, Presidente de transição da Guiné-Bissau 
Liliana Henriques / RFI

Esta quinta-feira, o Presidente de transição Serifo Nhamadjo ameaçou abandonar a cadeira da presidência caso persista o clima de divergência entre os partidos sobre a formação de um novo Governo e de um roteiro para os meses que faltam para a conclusão da transição.

Estas declarações pronunciadas na abertura de um encontro promovido pelo Movimento da Sociedade Civil com os militares sobre a busca de diálogo nacional surgem no momento em que o Representante do Secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau, José Ramos-Horta, acaba de reiterar que os parceiros do país poderiam voltar à Guiné-Bissau se as autoridades de transição definissem um calendário eleitoral e se formassem um governo inclusivo.
Neste contexto em que a comunidade internacional incita o executivo de transição Guineense a definir uma estratégia, Serifo Nhamadjo teceu as suas advertências declarando estar cansado das divergências entre os políticos "motivados por interesses egoístas".
O correspondente da RFI em Bissau, Mussa Baldé, recolheu as declarações do Presidente de Transição da Guiné-Bissau.

fonte: RFI

Ruanda: O novo papa foi uma surpresa para nós - Bispo Smaragde Mbonyintenge.

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  Novo Papa eleito Francis I


Noite de quarta, às 20:17h, hora de Kigali (18:17 GMT), a fumaça branca aguardada da chaminé Sistina do Vaticano, a Capela, sinalizava que pelo menos dois terços dos 115 cardeais reunidos haviam acordado o novo Papa. Ele é cardeal Jorge Mario Bergoglio, 76 anos, que estava servindo como o arcebispo de Bueno Aires, na Argentina, e ele será conhecido como Papa Francis.
Bergoglio, que é o primeiro jesuíta papa e o primeiro das Américas, não foi considerado como um dos favoritos, apesar de, no momento da eleição do Papa Bento XVI, ele era o candidato principal. Candidatos mais prováveis ​​desta vez seriam os Cardeais Peter Turkson de Gana ou Dolan Timóteo de Nova York. Também era geralmente esperado que o cardeal seria para um homem mais jovem.
Bispo Smaragde Mbonyintege, o chefe da Conferência Episcopal de Ruanda e porta-voz de Roman Ruanda da Igreja Católica, disse ao Focus Ruanda, que para ele também, a eleição do Cardeal Borgoglio é uma surpresa, mas ele ressaltou que a Igreja em Ruanda tem confiança na escolha dos cardeais. "Eles conhecem melhor do que nós, e nós acreditamos que eles foram inspirados pelo Espírito Santo que guia a Igreja", disse ele.
Quanto à possibilidade de que um Africano poderia ter sido eleito, Mbonyintege disse que depende das qualidades que a Igreja vê nele. "A coisa mais importante é que temos um papa universal, pronto para manter a unidade da Igreja e para liderar a nós na direção certa", observou Mbonyintege, que também é o bispo da
Diocese Kabgayi.
Festus Ntuyenabo, a vida católica em Gikondo, disse a este jornal que ele estava feliz porque a Igreja tem um novo líder. "Afinal, Sua Santidade conduz a igreja do mundo, e não apenas uma parte dela. Que importa é que agora temos um pontífice", disse ele, acrescentando que aguarda ansiosamente as opiniões do novo Papa sobre temas polêmicos dentro da Igreja como a homossexualidade, o casamento dos padres, a contracepção, etc.


Mais sobre isso

 
Muitos fiéis católicos na
cidade Enugu expressaram satisfação com a eleição de quarta-feira do cardeal Jorge Bergoglio ...


fonte: allafrica.com

Acompanha aqui as notícias do novo Papa.

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Nome do novo papa não tem numeral romano

De acordo com porta-voz do Vaticano, nome se tornará 'Francisco 1º depois que houver um Francisco 2º'

Itália -  O Vatino afirmou nesta quarta-feira que o nome oficial do novo pontífice é papa Francisco , sem numeral romano. O porta-voz Federico Lombardi tentou esclarecer qualquer possível confusão afirmando que o cardeal francês Jean-Louis Tauran, que anunciou o nome ao mundo, disse simplesmente Francisco. "O nome se tornará Francisco 1º depois que houver um Francisco 2º", disse Lombardi.
Cardeal argentino Jorge Bergoglio é o primeiro papa latino-americano da história da Igreja | Foto: EFE
Cardeal argentino Jorge Bergoglio é o primeiro papa latino-americano da história da Igreja | Foto: EFE
O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, 76, foi eleito o novo papa no segundo dia do conclave montado após a renúncia de Bento 16 , oficializada em 28 de fevereiro . Ele é o primeiro papa jesuíta e latino-americano da história e terá a missão de liderar os 1,2 bilhão de católicos do mundo.
O 226º papa é citado como um homem humilde que negou a si mesmo os luxos que foram antes desfrutados por outros cardeais em Buenos Aires. Há informações de que no último conclave , em 2005, ele ficou em segundo lugar em várias rodadas de votação antes de desistir de concorrer na disputa que elegeu Bento 16.
Grupos de partidários seguraram bandeiras argentinas na Praça de São Pedro enquanto Francisco, vestido com uma simples roupa branca, fez sua primeira aparição pública como papa. "Irmãs e irmãos, boa noite", disse antes de fazer uma referência a suas raízes latino-americanas, região que tem cerca de 40% dos católicos romanos do mundo.
"Antes de abençoá-los, porém, quero que vocês orem e peçam que Deus me abençoe", disse o novo pontífice antes de abençoar a multidão e após pedir que a multidão concentrada na Praça de São Pedro orasse pelo papa emérito Bento 16.
Após afirmar que a função do conclave era escolher um novo pontífice para Roma, o papa Francisco brincou: "Parece que meus irmãos cardeais foram quase buscar (um novo papa) no fim do mundo."
O anúncio de que os 115 cardeais reunidos desde terça haviam elegido o novo pontífice foi dado às 19h07 locais (15h07 de Brasília), após cinco rodadas de votação na Capela Sistina . Além da fumaça, badalos do sino ecoaram no Vaticano para que não restassem dúvidas de que o novo papa já havia sido escolhido.
Antes do anúncio do novo papa, os nomes mais cotados eram do cardeal Angelo Scola , italiano tido como favorito entre aqueles que pretendem modificar a poderosa burocracia do Vaticano, e do cardeal brasileiro Odilo Scherer , favorito pelos burocratas internos do Vaticano que querem preservar seu status quo. Outros nomes apontados incluíam o do canadense Marc Ouellet, que chefia a Congregação para os Bispos; e o do cardeal americano Timothy Dolan.
 
 fonte: odia.com.br

CNBB diz que novo papa leva experiência da América Latina a Roma.

Brasília, 13 mar (EFE).- O episcopado brasileiro expressou nesta quarta-feira sua "felicidade" pela escolha como papa do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, que levará a seu pontificado "a rica experiência da Igreja latino-americana".
"Estamos felizes, satisfeitos. A eleição de um latino-americano mostra que a Igreja se abre para todos, que não está orientada apenas à Europa", disse em entrevista coletiva o secretário-geral da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), o bispo Leonardo Steiner.
Segundo Steiner, o novo papa "seguramente levará essa experiência tão rica da igreja latino-americana e caribenha para seu ministério".
O prelado definiu o novo pontífice como "um homem muito simples, muito próximo ao povo" e destacou o significativo que é o fato de que o cardeal Bergoglio tenha escolhido o nome Francisco I para seu pontificado.
"Todos sabemos o que significa o nome Francisco para a Igreja. O nome Francisco de Assis ajuda a dar uma ideia de como vê ele seu serviço à Igreja", acrescentou.
Ao ser perguntado sobre como a Igreja brasileira recebe um papa argentino, pela tradicional rivalidade entre os dois países, Steiner destacou que, mais que isso, são "vizinhos".
"Se fosse brasileiro estaríamos mais contentes, mas estamos felizes", declarou Steiner, acrescentando que "a fé dos fiéis não está na figura do papa", mas na doutrina da Igreja.
Entre os papáveis com mais possibilidades citados nas últimas semanas pelos vaticanistas estava o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer.
O secretário-geral do episcopado também se mostrou seguro que o novo papa virá ao Brasil em julho para presidir a Jornada Mundial da Juventude, que será realizada no Rio de Janeiro. EFE

fonte: notícias.yahoo.com

Como se processa a eleição de um novo Papa?

Há mais de 600 anos que nenhum Santo Padre deixava de o ser antes de morrer. Saiba como decorrerá a nova eleição até ao «fumo branco»

Há mais de 600 anos que não se procedia à sucessão de um Papa em vida. A resignação do Papa Bento XVI vai mudar alguma coisa na tradição e traz a questão de volta à atualidade. Como se elege, afinal, o novo Papa?

Após a resignação, o Colégio dos Cardeais assume a gestão do período designado por Sede Vacante, que se inicia nesta quinta-feira. Os legados papais e núncios apostólicos mantêm-se, bem como o Cardeal Camarlengo, o italiano Tarcisio Bertone, que tem a tarefa de administrar as propriedades e as finanças da Santa Sé. Número dois do Vaticano, será ele o responsável interino no período de transição. As decisões, essas, terão de passar sempre pelo crivo do Colégio dos Cardeais.

A nova eleição do Santo Padre pode demorar entre duas a três semanas e é feita numa assembleia de cardeais, o chamado Conclave que, em latim, significa lugar fechado.


No início da semana, Bento XVI decretou a possibilidade de antecipação do Conclave, dando mais tempo ao seu sucessor para preparar a celebração da Páscoa. Assim, os cardeais eleitores estarão em Roma a partir de sexta-feira, e deverão ter a primeira reunião preparatória na próxima segunda, dia 4.

A participação no Conclave - instituição criada em 1274 - é limitada a 120 cardeais eleitores, com menos de 80 anos de idade. Por contingências várias, a mais recente das quais a renúncia do cardeal O Brien, por envolvimento num escândalo sexual, o número está atualmente fixado em 115. No conclave estarão 60 cardeais europeus, 19 da América Latina, 14 da América do Norte, 11 de África, dez da Ásia e um da Oceânia.

Para ser eleito, o Papa precisa de ter uma maioria de dois terços. Os cardeais recebem um papel com as palavras impressas «Eligo in sum mum pontifical» (Eu elejo Pontifício). Depois, cada um escreve o nome da pessoa que deseja ver como Papa, dobra o papel duas vezes e leva-o até um altar.

O ritual implica ainda um juramento: «Eu chamo como testemunha Cristo, o Senhor, que será meu juiz. O meu voto é para aquele que perante Deus acredito merecer ser eleito». Nessa altura, o voto é colocado num cálice.

Depois de todos votarem, três escrutinadores os votos que, secretos quanto ao seu autor, são lidos em voz alta e queimam-se os papéis onde são expressos.

Se não se chegar ao consenso necessário, emerge fumo preto da chaminé. Sinal de que a votação terá de ser repetida e o mundo terá ainda de esperar pela revelação. Quando há consenso, há fumo branco, claro. «Habemus Papam», recorda-se?
Próximo passo: a aceitação. O eleito é chamado pelo Decano dos Cardeais, ou do seu representante, a aceitar ou a recusar a posição de Supremo Pontífice.

Se aceitar, é declarado logo Papa, sendo que a cerimónia de entronização ocorre alguns dias depois na Basílica de São Pedro. É na altura da aceitação que o novo Papa comunica por que nome gostaria de ser conhecido.

Quando admite que não gostaria de ter esse cargo, normalmente o eleito avisa antes até do início da votação, não chegando, portanto, a este capítulo.

Logo no mesmo dia, é tempo de anunciar a decisão ao mundo. Depois do fumo branco, é certo que a multidão aguarda ansiosamente na Praça de São Pedro para conhecer o escolhido, vestido a rigor.

Como garantir que há rapidamente vestes do tamanho do Papa eleito? O Vaticano providencia atempadamente vários modelos, para todos os tipos de corpo. Assim, no dia da votação e da tomada de posse, nada falha.

É na «Sala das Lágrimas», perto da Capela Sistina, que o novo Papa se veste. Depois, chega o grande momento: «Habemus Papam». Ao novo Papa é dado o novo Anel do Pescador, que é suposto ser usado até à sua morte.

Com Bento XVI não foi assim. Depois de alguns meses de retiro em Castel Gandolfo, o Papa Emérito recupera o anel de bispo, e volta para o Vaticano, em reclusão, consumando assim, em vida, uma passagem de testemunho sem precedentes na era moderna.

 fonte: http://www.tvi24.iol.pt

 

 

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