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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Os Estados Unidos reactualizam o sonho de Martin Luther King.

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Presidencial dos EUA mostrou duas Américas adversárias. Mas, em Atlanta, nos apegamos ao sonho de fraternidade do líder dos direitos civis Martin Luther King, um nativo da cidade.

Retrato de Martin Luther King, em uma homenagem, outubro de 2011. © Mladen ANTONOV / AFP


Em Atlanta cidade dinâmica, no sul dos Estados Unidos, à temperatura da primavera. O centro da cidade é a mais repleta de arquitetura, e diversos bairros de transporte público mais funcionais.

Este é o oposto de Dallas, Texas, onde o carro é rei e a exceção de pedestres, mesmo considerados como um perigo potencial.

A cidade Olímpica de Atlanta, a capital da Coca-Cola também é a rainha do ciclo de informações desde que a CNN construiu seu império global de televisão. Jimmy Carter, que foi governador da Geórgia, ainda é o octogenário valente cuja biblioteca "centro presidencial"- é o coração da cidade.

Mas o ícone ainda que vangloria a cidade é o reverendo Martin Luther King Jr., um nativo de Atlanta.

Seu mausoléu está localizado na baixa de Sweet Auburn, bairro de sua infância, e se estende por vários hectares, incluindo um museu, a Igreja Ebenezer, e um túmulo cercado por um jato de água da piscina ao lado da qual a constante brilha de uma chama eterna.

Lado da educação fica a leste da cidade, Emory University, a instituição emblemática da Geórgia. O nigeriano Wole Soyinka, Prêmio Nobel de Literatura em 1986, ensinou lá. Em poucas horas, vamos discutir a questão da cidadania.


Fraternidade e Cidadania

Jean-Jacques Rousseau que celebramos o tricentenário do nascimento este ano, a cidadania não se refere apenas à disputa entre soberania popular e soberania nacional, mas o contrato social que dá substância a viver juntos.

Em outras palavras, um conjunto de direitos e deveres que regem corpo de valores de referência e de coesão que o Estado, que detém o monopólio da violência legítima, de acordo com Max Weber, é o fiador.

Isso é para protegê-lo e punir, reparar e se unir. A eleição dos EUA mostrou duas Américas adversárias e lutando para reformular os contornos do que une fora o refrão sobre o tamanho ou o sonho americano e seu corolário, a liderança na democracia.

No entanto, o furacão Sandy, um mergulho na desolação, quase 50 milhões de americanos, violentamente perderam cartões de votação presidencial, e, assim, voltou ao centro do debate público a questão da cidadania.

O assunto não é mais os estados dominantes (Estados swing), mas a solidariedade. O governo federal e sua capacidade de reforçar as políticas de regulamentação por meio de impostos tem sido ridicularizado pelos republicanos.


Rali de Solidariedade 

Depois de Sandy, discursando sobre a nocividade do imposto que cessou. O candidato Romney distribui ajudas, entrevistado 11 vezes por um repórter, se ele tinha sempre que suprimir (fundos de ajuda da FEMA gerido pelo governo federal), onde foi eleito presidente, e ele tinha fingido ignorar a questão, deixando claro seu constrangimento e mostrando como os republicanos eram "desconhecidos" e desligados dos problemas críticos em termos de cidadania.

Obama tomou a mão. Ele agora tem a caneta para "fechar o negócio" e atualizar o sonho de Martin Luther King rali pela fraternidade. Ainda é longo o caminho...

Eugene Ebodé

fonte: SlateAfrique



Moçambique: O Livro “Frelimo 50 anos de história” lançado na ausência da Frelimo.

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Memórias em livro.

“Frelimo 50 anos de história, 20 depoimentos que marcaram uma época” é título de um livro lançado, na última sexta-feira, pelo grupo Soico em parceria com a Texto Editores. Trata-se de uma obra de 303 páginas, que traz testemunhos de personalidades que viveram os primórdios da fundação da Frelimo e o desencadear da luta pela independência nacional, a construção do Estado moçambicano e as mudanças ideológicas até à instauração da democracia. É, na verdade, uma obra que deve servir de fonte de consulta de historiadores, por se tratar de um livro que retrata, de forma singular, as vivências dos 20 autores dos depoimentos nas várias etapas da história do país.
O veterano da luta de libertação nacional, Sérgio Vieira, em representação dos autores dos testemunhos presentes no acto, defendeu a necessidade da divulgação da história de Moçambique, através de testemunhos de quem participou na luta pela independência e na construção do Estado, para garantir que as gerações vindouras tenham referências (…). “se o nosso testemunho não for registado, o testemunho do inimigo será registado. Muitos oficiais, carrascos da Rodésia e da África do Sul do apartheid escreveram sobre a história de Moçambique. Nós não somos um povo sem história, o que necessitamos é que se faça o registo para que não se perca nas brumas do tempo”, afirmou Sérgio Vieira.
A mesma posição é fendida por outros camaradas seus que narraram as histórias reflectidas no livro. “Uma obra com estes depoimentos é um livro de memórias. Aquilo que ficou de história singular de cada um de nós é importante para as gerações vindouras, para que tenham ideia não das pessoas, apenas das situações daquilo que representou a luta do povo moçambicano pela sua independência”, frisaram os autores.

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Corrupção leva Finlândia a cortar ajuda orçamental.

A Finlândia vai cessar o apoio ao sector florestal moçambicano, devido ao “uso indevido de fundos”.
Além disso vai também reduzir a ajuda ao Orçamento estatal, por estar “desapontada” com os resultados do combate à pobreza”, disse ontem o embaixador finlandês.
Em declarações à Lusa sobre a insatisfação filandesa com os resultados da cooperação com Moçambique, Kaariainen Matti afirmou que Helsínquia decidiu abandonar o apoio ao sector das florestas e reduzir, a partir de 2014, a ajuda ao Orçamento do Estado (OE) “devido aos resultados desapontantes na redução da pobreza e na governação”.  
A decisão foi comunicada em Outubro às autoridades moçambicanas pela ministra para o Desenvolvimento Internacional, Heidi Hautala, durante uma visita a Moçambique. 
“No sector florestal, o projecto bilateral será interrompido, por tere sido detectado uso indevido de fundos, excepto para a cooperação institucional em pesquisa florestal”, disse o embaixador, com base num comunicado anunciando a medida.
O  embaixador declarou ainda que o executivo finlandês vai diminuir anualmente o apoio ao OE a partir de 2014, para 1 280 500 dólares, devido aos fracos progressos no combate à corrupção e melhoria da governação.
Para o OE deste ano, a Finlândia desembolsou 896 350 milhões de kwanzas (sete  milhões de dólares), refere a embaixada do país.  “A Finlândia sente que os desvios de fundos podem ter um carácter sistemático e não necessariamente limitado ao mencionado sector florestal. Para a decisão futura, aguardamos pelos resultados da avaliação contínua do orçamento”, enfatizou o diplomata finlandês. 


fonte: http://www.opais.co.mz

Malawi convidado a inspirar-se de eleições americanas.

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Blantyre, Malawi (PANA) - O Vice-Presidente do Malawi, Khumbo Kachali, disse que o seu país, que se prepara para ir às urnas em maio de 2014, pode "aprender a lição" das eleições americanas de 6 de novembro passado que consagraram a vitória ao Presidente democrata cessante, Barack Obama, face ao candidato republicano, Mitt Romney.

"Trata-se duma lição de eleições para o mundo", declarou Khumbo Kachali durante um pequeno almoço sobre as eleições oferecido pelo embaixador americano no Malawi, o coronel Jeanine Jackson, na sua residência em Lilongwe, a capital malawiana.

Kachali afirmou após seguir o processo eleitoral que as eleições americanas constituem "uma verdadeira lição" e disse estar "particularmente impressionado" pela maneira como o governador Romey reconheceu a sua derrota.

"Vejam como a oposição reconheceu muito cedo a sua derrota. É uma lição que devemos aprender numa altura em que nos preparamos para organizar as nossas eleições. Felicitaremos o nosso adversário se ele vencer o escrutínio", declarou.

Por seu lado, o diplomata americano disse que os Malawianos devem tirar as lições das eleições americanas.

"A luta é muito rude no processo eleitoral nos Estados Unidos, o processo é muito participativo, a participação citadina é o que faz as eleições nos Estados Unidos", disse o embaixador americano, aconselhando os Malawianos a participar nas eleições.

fonte: panapress

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