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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

"Eu sou marroquina e estou envergonhada de mim mesma".

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Em uma tribuna, uma marroquina referiu sua vergonha ao racismo contra os negros africanos. Racismo que muitas vezes é endossado por seu silêncio.
Manifestation pour le droit des migrants africains au Maroc: " Non à la discrimination contre les migrants". REUTERS/Stringer
Manifestação pelos direitos dos imigrantes africanos em Marrocos: "Não à discriminação contra os migrantes." REUTERS / Stringer

Ismaila Faye, um jovem senegalês assassinado por causa de um lugar no ônibus(autocarro), em 14 de agosto. Esta história é a última de uma longa lista de atos de racismo contra africanos que vivem em Marrocos. Em um artigo intitulado "Eu não sou racista, eu sou pior" e publicado no site colaborativo Quandisha, uma voz marroquino que usa sua raiva e vergonha de ter a nacionalidade de um país que trata tão mal seus "irmãos". Ismaila Faye, como todos os outros, tinha a esperança de entrar em um país acolhedor. Ele finalmente encontrou o desprezo. Em nome de todos os defensores dos direitos humanos marroquinos, o autor do fórum deve pedir perdão:

"Meu silêncio covarde face a ignomínia tira toda a minha beleza, para meu grande discurso humanista e pensamentos honrosos sobre justiça e igualdade entre os homens. (...) Para você Irmão, eu dou a minha meia culpa em revelar-lhe a minha cara de vergonha. Para você, meu irmão, eu digo tudo o que eu finjo não ouvir. Entenda que eu quero olhar nos seus olhos sem vergonha, porque ...

Quando eu não encontro algum mal em chamar-lhe de negro, Âazzi ou Aabd Kahlouch, o jovem que usa a cor da minha terra sobre sua pele, tenho vergonha de mim mesma ...

Quando eu sorrir, mesmo constrangida, quando minha mãe me pede para não trazer junto dela um marido preto, basicamente, eu tenho vergonha de mim mesma ...

Quando eu não comento quando o meu vizinho me conta com orgulhoso, o quanto se opõe a alugar o apartamento no 5º andar a um casal jovem negro, eu tenho vergonha de mim mesma ... "

Por: Lu Quandisha

fonte: Slate Afrique




Conflito dá origem a crise alimentar no nordeste da Nigéria.

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Distribuição das reservas de emergência do governo em Maiduguri

KANO, 22 de agosto de 2013 (IRIN) - O governo nigeriano tem intensificado a sua ajuda alimentar de emergência em resposta à insegurança alimentar grave e desnutrição infantil no Nordeste, onde um militar foi executado numa ofensiva abrangente contra islamitas Boko Haram (BH) em junho último.

Algumas 492.000 crianças no norte da Nigéria estão gravemente desnutridas, segundo a Ajuda Humanitária da Comissão Europeia e do departamento de Proteção Civil (ECHO). As taxas de desnutrição global aguda são mais altas no Estado de Sokoto, em 16,2 por cento, enquanto o Estado de Kano, em 9,2 por cento, o menor, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). O limiar de emergência internacional é de 15 por cento.

"A dificuldade é que muitas crianças não podem ser alcançadas. A resposta à crise de alimentos é lenta quando comparado com o nível da crise ", Cyprien Fabre, chefe da ECHO da  África Ocidental, disse à IRIN.

Enquanto isso, a Rede de Sistemas de Aviso Prévio contra Fome (FEWS NET) declarou condições de crise de alimentos nos estados vizinhos de Yobe e Borno.

Distribuições de grãos

O governo federal nigeriano reagiu aumentando sua distribuição de grãos a partir da reserva alimentar estratégica. O ministro das Finanças Bukar Tijjani Ngama disse que o alívio será bastante sentido nos estados Borno, Yobe e Adamawa. A distribuição provocou acusações de favorecimento político.

A partir de meados de julho, 19.500 toneladas de milho, sorgo e milheto deveriam ser distribuídos nos três estados.

"O governo federal não deve permitir que este esforço humanitário tenha influência política e a assistência não deve ser propagada ao longo do percurso (político), fidelidade partidária como tem sido feito com a primeira remessa pelos mesmos funcionários que foram encarregados da entrega dos alimentos," Mai Mala Buni, conselheiro político do governador do estado de Yobe, disse à IRIN.

Buni alegou que a distribuição de alimentos, que é supervisionado por Ngama, só era dado aos partidários do Partido Democrático do Povo (PDP).

"As pessoas nos estados de Borno e Yobe, independentemente de inclinações políticas, culturais e religiosas sofreram, de uma forma ou de outra e precisam de ajuda, sem qualquer consideração aos sentimentos políticos ou religiosos", Ngama disse a reportagem.

O governo central da Nigéria que é do partido PDP enquanto que Yobe e Borno são estados governados pelo partido de oposição All Nigeria People's Party (ANPP), que em agosto se fundiu com outros três partidos em um mega partido de oposição à frente para as eleições 2015.

Apenas um punhado de agências de ajuda estão trabalhando no norte da Nigéria. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Nigéria Cruz Vermelha (NRC) e a Agência Nacional de Gestão de Emergências (NEMA) são os únicos órgãos que realizam trabalho humanitário em Borno, estado de origem de BH.

"Os únicos percalços que enfrentamos são recursos limitados e de logística. Estado de Borno é muito grande, e o número de pessoas que necessitam de assistência humanitária é enorme, muito além da nossa capacidade de lidar. Algumas áreas remotas do estado são de difícil acesso, devido à natureza do terreno, o que coloca pressão sobre os nossos veículos ", referiu o porta-voz da NRC Nwankpa O. Nwankpa que disse à IRIN.

Estado de Borno está sob estado de emergência, como resultado de violência de BH, que incluiu bombardeios e tiroteios que visam alvos do governo e particulares.

Agricultores fugiram da violência

Em janeiro BH ocupou áreas no norte do Estado de Borno, na fronteira com Camarões, Chade e Níger, milhares de moradores foram expulsos, em sua maioria agricultores de subsistência, para fora de suas casas.

Este cultivo interrompido na área, área essa que produz a maior parte dos alimentos tais como - milho, trigo, arroz e feijão - que são cultivados na região.

fonte: IRIN África

Rússia: A economia das armas no mundo.

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A economia das armas no mundo. 18765.jpeg



Aproximadamente 1,5 trilhões de dólares são gastos a cada ano na produção de armas de qualquer tipo.
Na atual taxa de produção de balas no mundo (16 bilhões por ano), existem 33 balas à sua espera se tiver 20 anos. Isto pode parecer uma produção exagerada, mas a indústria de armamento não o pensa desse modo.

Por Richard Renshaw, no sítio da Adital:

Na atual taxa de produção de balas no mundo (16 bilhões por ano), existem 33 balas à sua espera se tiver 20 anos. Isto pode parecer uma produção exagerada, mas a indústria de armamento não o pensa desse modo. E com a produção de armas ligeiras atualmente em um milhão por ano e com uma longevidade de 50 anos, há mais do que suficientes armas para disparar as balas em sua direção. O problema não se restringe aos países da África e Ásia implicados em conflitos armados ou nas Honduras com a sua repressão armada. Onde quer que viva no mundo, você é um alvo potencial para a violência armada, seja através de conflitos sociais, repressão ou crime.
Este é um valor suficiente para erradicar a pobreza do mundo inteiro assim como providenciar uma habitação razoável, segurança alimentar, água potável, condições sanitárias, eletricidade, educação universal e cuidados de saúde para todos num mundo onde faltam esses serviços essenciais. Seria um valor suficiente para deter o aquecimento global. Mesmo assim, a produção continua e por um motivo muito forte: o lucro. Há uma enorme quantidade de dinheiro envolvido na produção e comercialização de armas.

Esse ramo industrial envolve um amplo espectro de produção que se ramifica por todos os aspectos na relação com os conflitos por meio das armas. Nós estamos talvez mais conscientes da produção de armas nucleares - que continua em um grande ritmo e envolve cada vez mais países - do que da produção de armas convencionais.
Estas são a "maquinaria pesada" dos jogos de guerra e incluem tudo, desde tanques e artilharia a todos os tipos de aviões, como os recém desenvolvidos "drones". Esta indústria está na vanguarda da tecnologia.

Bilhões de dólares são investidos todos os anos na procura do aperfeiçoamento das armas existentes, assim como no desenvolvimento de novas formas de guerra cirúrgica, como sofisticadas armas de som e micro-ondas que podem eliminar pessoas deixando edifícios e objetos intactos.

O ramo menos conhecido da indústria do armamento é o das armas ligeiras: aquelas que qualquer indivíduo pode transportar. Inclui desde espingardas, caçadeiras e metralhadoras até morteiros e rockets terra-ar antiaéreos.

Atualmente há 24 áreas no mundo consideradas zonas em conflito. A maioria das pessoas mortas nestes conflitos morre devido às armas ligeiras e são sobretudo mulheres, crianças, jovens e idosos. Um dos fatores fundamentais para a manutenção das indústrias de armamentos é o mercado disponível para além das estruturas formais. Enquanto os Estados contribuem para grande parte das encomendas de armamento, uma parte considerável é destinada ao fornecimento de armas aos chamados "combatentes da liberdade", "rebeldes" ou "terroristas". É também verdade que, enquanto os maiores fornecedores desses grupos são os mesmos que fornecem armas aos governos nacionais - são numerosos os modos de circundar os esforços para controlar as transferências internacionais de armas -, por outro lado existe uma ampla lista de fornecedores informais através de redes (relativamente) clandestinas que têm a capacidade de produzir armas ligeiras de alta qualidade. O norte do Paquistão e a Colômbia são, por exemplo, produtoras de armas ligeiras de qualidade através de redes clandestinas.
 
A indústria de armamento não se restringe apenas à produção de armas de fogo e de munições (balas ou rockets). Também existe uma vasta gama de produtos essenciais para a condução da guerra e especificamente designadas para complementar o impacto das próprias armas. Podemos incluir nesta categoria, por exemplo, os navios de guerra (incluindo desde porta-aviões a transportes de artilharia). Igualmente importantes são os instrumentos de treino (como os simuladores aéreos), instrumentos de precisão (como os meios de visão noturna e os sistemas de orientação de mísseis), ou os (muito caros) meios de proteção individual. E não podemos esquecer os enormes sistemas tecnológicos envolvidos na detecção de movimentos, na vigilância de comunicações e no fornecimento de informações aos quartéis-generais. O desenvolvimento e instalação de tais sistemas, só nos Estados Unidos, envolvem bilhões de dólares todos os anos.

A maioria dos lucros desses negócios acaba nos bolsos dos maiores produtores internacionais de armas nos Estados Unidos, China, França, Rússia e Inglaterra.

Algumas destas companhias têm uma história que remonta à Segunda Guerra Mundial. Esses produtores de armas estão também ligados aos maiores setores da economia mundial como os transportes, a energia (particularmente o petróleo), comunicações e finanças.

Esta interligação de interesses torna impossível separar os interesses militares na corrente economia globalizada. Isto é muito mais verdade agora do que quando o presidente Eisenhower inventou o termo "complexo militar-industrial" na década de 1950.

As armas não respondem a nenhuma necessidade humana. Mesmo assim elas estão, em proporção à sua utilidade, entre os utensílios mais dispendiosos que uma sociedade pode produzir e uma das maiores causas de degradação ambiental no mundo. Mesmo assim, em nome da segurança, não apenas continuamos a permitir que sejam fabricadas, como tanto nós como os nossos governos continuam a comprá-las em grande quantidade.

Há muitas décadas o número de conflitos armados continua em declínio. Ainda assim, o número de vítimas desses conflitos atinge os milhões de homens, mulheres e crianças desde a Segunda Guerra Mundial. O número de soldados que são vítimas da violência armada no mundo também continua a diminuir. Hoje são as mulheres, crianças e os idosos a maioria das vítimas. Aqui entra também a questão das armas nucleares.

Com tudo o que tem sido negociado desde a Segunda Guerra Mundial sobre o desarmamento, ficamos com a impressão que as armas nucleares já não são um problema. Todavia, não podemos esquecer que existem mais de 22 mil mísseis nucleares armados e armazenados por todo o mundo. Alguns estão em submarinos com diversas ogivas. As grandes potências estão ainda numa posição de destruir grande parte da população mundial a qualquer momento. Elas estão bem cientes de que um dispositivo nuclear pode ser fabricado a partir de urânio enriquecido e transportado facilmente para qualquer parte do mundo. Ainda assim a produção de urânio enriquecido para energia nuclear e para armamento continua. Nós tendemos a pensar numa guerra nuclear na linha de algo parecido com Hiroshima.

Todavia, existem atualmente diversos conflitos armados no mundo onde armas contendo depósitos de urânio - para endurecer os bombardeios e conferir-lhes maior penetração - estão sendo usadas. A radiação afeta a saúde dos soldados e a dos civis. Neste sentido, os maiores conflitos armados no mundo são conflitos "nucleares".

Houve grandes esforços internacionais para colocar esta indústria lucrativa sob controle. Houve tratados internacionais de desarmamento nuclear (que precisam ser renovados frequentemente sob o risco de caírem em colapso); há tratados de controle da produção e venda de armas militares convencionais (artilharia pesada, aviões, tanques, etc.) e atualmente existe um grande esforço para criar um tratado internacional que estabeleça normas para a produção e transferência internacional de pequenas armas (as que podem ser transportadas por uma pessoa apenas). As Nações Unidas reúnem-se cada dois anos para rever as práticas de comércio mundial de armas e para reforçar as normas que efetivamente reduzem o risco de que armas caiam nas mãos de forças não governamentais. Na prática, a transferência internacional dessas armas é, muito frequentemente, uma dança sofisticada em volta das restrições internacionais encontrando buracos grandes como celeiros. Muitas das mais efetivas medidas de controle do mercado de armas são contrariadas pelas nações mais desenvolvidas pela pressão dos seus setores industriais-militares. Quem são os maiores produtores mundiais de armamento, aqueles que produzem e exportam a maioria das armas? São precisamente os membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas que têm o direito de veto: os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, a China e a Rússia.

No entanto, há sinais de movimento e são dados pequenos passos. Os esforços para estabelecer normas internacionais de produção, inspeção e transporte de armas, os esforços das Nações Unidas para providenciar alternativas aos conflitos armados através de negociações, os frágeis esforços para supervisionar os cessar- -fogos, embora inadequados, abrem precedentes para novas práticas internacionais. Embora as rodas circulem muito devagar, elas circulam, e a diminuição do número de conflitos armados é um dos indicadores.

Qualquer esforço no sentido de provocar mudanças significativas no sistema econômico mundial, e nas suas instituições financeiras, terá de ter em conta os modos como as indústrias de armamentos são centrais nas estruturas de atividade econômica.

Enquanto isso, as 12 bilhões de balas e esse milhão de armas ligeiras continuam a ser produzidos todos os anos; um trilhão e meio de dólares continua a ser gasto em armamento e uma pessoa por minuto é atingido.
fonte: pravda.ru

Mubarak deixa prisão em helicóptero e é levado para hospital militar.

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Mubarak é transferido para o hospital onde cumprirá prisão domiciliar Foto: AP
Mubarak é transferido para o hospital onde cumprirá prisão domiciliar
Foto: AP

O ex-presidente egípcio Hosni Mubarak saiu nesta quinta-feira da prisão de Tora, no sul do Cairo, em um helicóptero que o levou para o hospital militar de Maadi, também no sul da capital, informaram à agência EFE fontes da segurança do país.

O responsável pelo departamento de prisões do Ministério do Interior, Mustafa Baath, afirmou à agência oficial egípcia Mena que Mubarak ficará internado no hospital militar, que fica na região sul do Cairo.
Dezenas de seguidores de Mubarak e jornalistas estavam do lado de fora da penitenciária de Tora à espera da saída iminente de Mubarak. Um tribunal penal do Cairo ordenou ontem a libertação provisória de Mubarak após ele ter superado o prazo máximo para continuar em prisão preventiva.
Pouco depois, o primeiro-ministro egípcio, Hazem el Beblaui, na condição de vice-governador militar, emitiu ontem à noite um decreto para pôr Mubarak em prisão domiciliar "no marco do estado de emergência" que está em vigor no país em função da última onda de violência.
Mubarak foi preso por supostamente ter recebido presentes avaliados em milhões de libras egípcias de parte do conglomerado de instituições jornalísticas estatais "Al Ahram". O ex-líder também é processado pela morte de manifestantes na revolução de 2011 que o derrubou, pelo desvio de recursos públicos para construir e reabilitar suas mansões particulares, e por enriquecimento ilícito e prejuízo premeditado aos fundos públicos vinculados com a venda de gás a Israel.
Por estas causas, Mubarak está proibido de viajar para fora do Egito, e suas contas estão congeladas, de acordo com fontes judiciais.
Manifestante segura um cartaz com a foto de Mubarak em frente à prisão Foto: Reuters
Manifestante segura um cartaz com a foto de Mubarak em frente à prisão
Foto: Reuters
Manifestante segura um cartaz com a foto de Mubarak em frente à prisão
Foto: Reuters
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Militar americano pede desculpas por massacre de 16 civis no Afeganistão.

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Fotografia do sargento Robert Bales, de 23 de agosto de 2011, liberada pelo Exército americano Foto: AP
Fotografia do sargento Robert Bales, de 23 de agosto de 2011, liberada pelo Exército americano: foto AFP.

Um militar norte-americano condecorado que matou 16 civis afegãos desarmados no ano passado pediu desculpas na quinta-feira perante a Justiça, descrevendo os crimes como "um ato de covardia".
O sargento Robert Bales, que passou quatro temporadas em combate no Iraque e Afeganistão, confessou em junho o massacre de março de 2012 na província de Kandahar, que teve como vítimas principalmente mulheres e crianças. A confissão o poupou da pena de morte, e cabe agora a um júri composto por seis militares decidir se ele será sentenciado à prisão perpétua, ou se terá direito a sursis após 20 anos.
A defesa alegou que Bales sofreu uma crise nervosa devido à pressão da sua missão final ao Afeganistão, e que mesmo antes de ir para lá ele já sofria de transtorno do estresse pós-traumático e lesão cerebral. "Lamentar não é bom o bastante, mas lamento", disse Bales na audiência de quinta-feira num quartel no Estado de Washington, no oeste dos EUA. "O que eu fiz foi um ato de covardia."
fonte: terra.com.br

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