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NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

ANGOLA: Português é falado 27 vezes por mais gente do que o país que o inventou.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Lembra-se da Presidente croata a celebrar com a sua selecção o segundo lugar no Mundial de Futebol da Rússia? Vestida com a camisola de xadrez vermelha e branca, a consolar Luka Modric debaixo de chuva no estádio? Pois meses antes da final com a França (2-4), Kolinda Grabar-Kitarovic fez um discurso em português no Palácio da Ajuda, em Portugal, num jantar oferecido por Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente de um país que pode ter só dez milhões de habitantes, mas cuja língua é falada por cerca de 270 milhões de pessoas no mundo. A esmagadora maioria tem-na como língua materna, alguns milhões porque a estudaram, como a croata. É a sexta língua mais falada no planeta e consegue ser a mais usada no Hemisfério Sul, graças ao Brasil (210 milhões) mas também a Angola e Moçambique.
Fotografia: DR
"A língua portuguesa é falada por mais de 260 milhões de pessoas, que são as populações da CPLP, e a elas juntaria a diáspora portuguesa, que tem cinco milhões, mais todos os que estão pelo mundo fora a aprender a língua. Diria, sem ser muito arriscado, que deve andar por volta dos 270 milhões", afirmou, em entrevista ao DN, o embaixador Luís Faro Ramos, presidente do Instituto Camões.
E apesar de estar atrás do mandarim (mil milhões) ou do hindi, em termos de falantes, o português surge em terceiro lugar entre os idiomas internacionais, pois é usado por países da Europa, da América, de África, até da Ásia - Timor adoptou-o como oficial e há casos especiais.
“Sabendo português, todas as 'portas e janelas' estão abertas em Portugal e não só. Isso acontece nos mais diversos países e lugares onde se fala esta língua espalhada por todo o planeta. Por exemplo, no Japão, em Nagoya, em todos os sítios públicos (metro, autocarros...), tudo está escrito em japonês e português”, testemunha Ivica Maricic, embaixador da Croácia em Lisboa, que ainda há semanas trouxe de volta a sua Presidente para as Conferências do Estoril. Mas se Kolinda Grabar-Kitarovic aprendeu português na universidade, em Zagreb, o arquitecto Maricic tornou-se fluente por via de uma longa vivência em Portugal, ainda antes de ser diplomata.
É por causa da comunidade de brasileiros de origem japonesa que Nagoya usa tanto o português, mas foram as Descobertas dos séculos XV e XVI que primeiro levaram a língua ao país do Sol Nascente, restando lá alguns vestígios daquela que chegou a ser língua franca, tal como acontece na Indonésia. 
"São várias as palavras que usamos no dia-a-dia no Japão, como koppu (copo), botan (botão), pan (pão), konpeitou (confeito), diz Yuka Iwanami, da Secção Cultural da Embaixada. A diplomata fala da sua relação com a língua: "Desde que fui instruída a estudar a língua portuguesa pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, tenho trabalhado em países lusófonos, nomeadamente em Portugal, no Brasil e em Moçambique. Sou muito sortuda por poder falar esta língua e poder trabalhar em vários lugares, inclusive no Japão, onde existe uma grande comunidade brasileira. Reconhecendo a importância da língua portuguesa ao nível mundial, acho interessante as diferenças entre o português de Portugal, do Brasil, de África e da Ásia.”
Falando da Ásia, em Goa, onde nas gerações mais velhas ainda há falantes de português, o esforço hoje é atrair os mais novos para a aprendizagem de uma língua que até à anexação pela Índia, em 1961, foi a das elites. Já em Macau, onde o português é língua co-oficial, segundo os termos do acordo luso-chinês que levou ao fim da administração portuguesa, o idioma tem ganhado relevo pelo interesse da China no mundo lusófono.
Diáspora
Haverá hoje quatro mil estudantes de português nas universidades chinesas. Mas se foram as Descobertas que mais fizeram pela expansão do português, há também que não esquecer a diáspora mais recente, à que se pode somar também a nova diáspora brasileira, sobretudo nos Estados Unidos. E nos últimos anos tem havido nos luso-americanos um interesse renovado pelo idioma.
“Aqui na nossa escola e na nossa comunidade estamos a passar por uma fase em que falar e estudar português é um privilégio e até está na moda e é cool, como dizem os mais pequeninos. Existe um orgulho em ser português e aprender a língua portuguesa como nunca existiu antes, principalmente, entre os jovens”, diz Leslie Ribeiro Vicente, professora na Discovery Language Academy, em New Bedford.
As estatísticas sobre línguas são falíveis, pois a demografia galopante de alguns países pode mudar os números e, por outro lado, há países em que um idioma pode ser oficial mas o nível de domínio discutível. Mesmo assim, tanto os sites Ethnologue como Babbel põem em sexto lugar a língua de Camões, Eça, Pessoa, Machado de Assis, Jorge Amado, Germano Almeida, Pepetela ou Mia Couto. 
E os tais 270 milhões de lusófonos (ou 265) são 27 vezes o número de gente a viver em Portugal, multiplicação que nem o inglês nem o espanhol podem reivindicar, mesmo que a primeira dessas línguas tenha mais de 400 milhões de falantes nativos (mais ou menos tantos como o espanhol) e outros 500 milhões ou mais que falam com variada fluência a actual língua franca mundial.
É língua nos cinco continentes
Falado nos cinco continentes, o português é a língua oficial de oito países: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Contudo, só nos casos de Portugal e do Brasil é contabilizada toda a população como falante do português. Em Timor-Leste, por exemplo, apenas 20 por cento dos habitantes falam português, enquanto na Guiné-Bissau são 57 por cento, em Moçambique 60 por cento, em Angola 70 por cento, em Cabo Verde 87 por cento e em São Tomé e Príncipe 91 por cento, revelam os dados do Observatório da Língua Portuguesa, referidos em artigo do Diário de Notícias do ano passado.
Por outro lado, é preciso contabilizar também as diásporas, que todas juntas ascendem a quase 10 milhões de falantes de português, incluindo os 4,8 milhões de emigrantes portugueses e três milhões de brasileiros, segundo dados de 2010.
A língua portuguesa é ainda falada em locais por onde os portugueses passaram ao longo da História como Macau, Goa (Índia) e Malaca (Malásia). Segundo o Observatório da língua portuguesa, citado na referida matéria de 2018, o português é a língua mais falada no Hemisfério Sul, com 217 milhões de falantes, em Angola, Brasil, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Entre as línguas europeias, o português surge como a terceira mais falada e um estudo da Bloomberg considera-o a sexta língua do mundo mais utilizada nos negócios.
Na Internet, a importância do português tem vindo a crescer, sendo hoje o quinto idioma mais utilizado, por 82,5 milhões de cibernautas, segundo o site Internet World Stats.
O número de utilizadores da Internet em português aumentou 990 por cento, entre 2000 e 2011, mas nesse ano ainda só representava 3,9 por cento do total de cibernautas e 32,5 por cento do total de falantes de português no mundo, o que permite antecipar que ainda tenha muito por onde aumentar.
Já no Facebook, o português é a terceira língua mais usada, por 58,5 milhões de utilizadores, a seguir ao inglês (359 milhões) e ao espanhol (142 milhões). Além disso, a língua portuguesa foi a que mais cresceu naquela rede social, com um aumento de mais de 800 por cento, entre 2010 e 2012.
Também no Twitter, o português é a terceira língua mais usada, representando 12 por cento do total de tweets enviados, a seguir ao inglês (39 por cento) e ao japonês (14 por cento).
Todos estes números tenderão no entanto a alterar, à medida que muda o mapa do português no mundo. Segundo estimativas do Governo português, tendo em conta a evolução demográfica, até 2050 o número de pessoas no mundo a falar a língua de Camões deverá aumentar para 335 milhões.

Coligação entre Gbagbo e Bédié aspira às presidenciais de 2020.

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Os antigos Chefes de Estado marfinenses, Laurent Gbagbo e Henri Konan Bédié, encontraram-se terça-feira em Bruxelas para darem início a um processo negocial que visa a apresentação de uma candidatura conjunta para concorrer às presidenciais do próximo ano, numa altura em que o Tribunal Penal Internacional divulgou as razões que levaram à libertação de Gbagbo e do seu antigo ministro da Juventude, Charles Blé Goudé.
Antigos Presidentes encontraram-se em Bruxelas para o lançamento da candidatura única
Fotografia: DR
Laurent Gbagbo e Henri Konan Bédié, antigos Presidentes da Costa do Marfim, encontraram-se terça-feira em Bruxelas para analisarem a possibilidade da criação de uma frente comum para concorrer às eleições presidenciais de 2020, noticiou ontem a AFP.
Em comunicado conjunto publicado pelas delegações dos dois responsáveis, Henri Konan Bédié “ regozijou-se com a libertação de Laurent Gbagbo, desejando-lhe um rápido regresso à Costa do Marfim”.
Esse encontro surgiu depois de os juízes do Tribunal Penal Internacional (TPI) terem publicado os motivos que conduziram à libertação do antigo Presidente da Costa do Marfim Laurent Gbagbo, e do seu ministro da Juventude, Charles Blé Goudé, ambos acusados da prática de crimes contra a humanidade no quadro da crise pós eleitoral no seu país, entre 2010 e 2011, segundo a AFP.
A análise detalhada dos dois juízes, que em Janeiro contrariaram a procuradora do TPI, Fatou Bensouda, contém 1.500 páginas, e aprofunda os pontos levantados na decisão oral. 
No documento, estampado esta semana no site da instituição, eles citam vários itens que, no seu ponto de vista, não estão claros no requisitório da acusação, destacando o que consideram ser uma “total desconexão” entre o relato da procuradora e as provas apresentadas durante o processo.
“Uma das lacunas fundamentais do "dossier" da procuradora prende-se com a apresentação de um relato desequilibrado dos factos, assente numa concepção unidimensional do papel da nacionalidade, da etnicidade e da religião (no sentido amplo), na Costa do Marfim”, escrevem os magistrados.
Posições divergentes
Para ambos os juízes, aos quais se opõe um terceiro, Herrera Carbuccia, Laurent Gbagbo e Blé Goudé não cometeram nenhum crime contra a humanidade. Argumentam que a procuradora não demonstrou que os discursos pronunciados por Laurent Gbagbo ou por Charles Blé Goudé visavam ordenar, solicitar ou encorajar o cometimento dos alegados crimes, ou que um e outro acusado tenham contribuído conscientemente ou de forma intencional para o cometimento de tais crimes.
Os dois chamam a atenção para o facto de Laurent Gbagbo ter estado numa posição defensiva, numa situação em que já não controlava nada, atacado simultaneamente pela rebelião das Forças Novas, que ameaçavam capturar Abidjan, pelo Exército francês e pela Missão da ONU no país (ONUCI), cuja imparcialidade poderia ser questionada.
Os dois juízes reconhecem que em Dezembro de 2010 Gbagbo proibiu a marcha em direcção às instalações da rádio e televisão, que causou pelo menos 87 mortos, que a procuradora cita como elemento de prova de crime contra a humanidade.
No entanto, os juízes consideram que se as violências foram cometidas por soldados, não eram crimes contra a humanidade, ainda mais, quando nada demonstra que havia sido dada uma ordem para atacar a população civil.
Outro ponto de desacordo entre os juízes do TPI e a acusação é a repressão de uma marcha organizada em Abobo, bastião de Alassane Ouattara, então candidato presidencial.
Segundo os juízes, nada indica que foram os militares das Forças Armadas que mataram os manifestantes, ou tenham sido os autores dos obuses lançados quinze dias mais tarde, porque, afirmam, no mesmo momento, existia um comando invisível, uma milícia sobre a qual a procuradora Bensouda gaguejou, durante a acusação.
Laurent Gbagbo e Charles Blé Goudé, libertados a 1 de Fevereiro último, encontram-se, respectivamente, na Bélgica e em Haia (Holanda), sob a custódia do TPI.

SENEGAL: DUAS AGENTES DE SEGURANÇA PRESOS POR TRÁFICO DE DROGAS.

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Yaya Diatta e Ousseynou Diallo, dois agentes de segurança da comunidade que servem em Kolda, foram presos por tráfico de drogas. Segundo o Inquérito, a sua detenção ocorreu na noite de segunda-feira, 29,  terça-feira, 30 de julho.

A polícia descobriu 60 pacotes de drogas em Yaya Diatta. Outro pacote foi encontrado com seu colega Ousseynou Diallo. Submetido ontem ao Ministério Público por posse e transferência de drogas, posto isso, a cause será edificado no dia 7 de agosto.

fonte: seneweb.com

ANGOLA: NÃO SE ASSUSTEM NEM SE ARREPIEM!

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Aqueles que me conhecem bem sabem que nunca fui de morder a minha própria língua só para não dizer aquilo que penso, seja em qualquer circunstância e momento da minha vida. Perguntem ao Reginaldo Silva, Mateus Morais de Brito Júnior, Liras, Mateus Figueiredo e outros tantos que se constituíram, para mim, verdadeiros professores, pois com eles aprendi muita coisa sem gastar um tostão.

Por Fernando Vumby
Hoje, a forma como escrevo, encaro o mundo, as pessoas que me rodeiam e outras tantas coisas é graças aqueles profissionais, que já tinham uma visão mais ampla do que a minha.
Nunca fui aluno de qualquer universidade angolana, antes estudei na Missão Católica do Cazanga e, depois, no Seminário Maior de Luanda, mesmo tendo a certeza de que nunca daria em padre…
Noutro extremo, reconheço, nunca tive pinta, veia, não sou, nunca fui e jamais serei, jornalista, mas tenho e sempre tive um grande orgulho e privilégio em relacionar-me com jornalistas de renome como Reginaldo Silva, William Tonet, Rafael Marques e Ilídio Manuel, por exemplo.
Este último com quem vivenciei momentos de muita alegria, quando esteve em terras germânicas, por isso, jamais se apagarão da minha memória.

Folha 8 & William Tonet

Se há um jornal que gosto de ler, chama-se Folha 8, por ser, para mim, o mais poderoso e influente do país, face à frontalidade e linha editorial, cuja influência, se ampliou muito pelo site na internet, que já atinge, cerca de 15 milhões de usuários em quase todo mundo onde se fala português.
Por outro lado, a coluna de William Tonet tem sido uma das maiores atracções, por despertar muita atenção, pela forma audaz dos seus escritos.
O editorial de Orlando Castro também tem sido de grande realce e valoriza, também, este jornal, que não perco uma única edição sequer.
E digo isso sem pretensão de qualquer favor ou bajulação, pois não conheço pessoalmente William Tonet, nem mesmo enquanto vivi em Angola, até 1981, mas mesmo sem o ver quando escreve e faz as suas análises criticas, impressiona-me de tal maneira, que me deixa a sensação de ser uma pessoa com bastante humor, pelo jeito espontâneo, das críticas, muitas, amargas e sem medo, que se aproximam com muito do pensamento de um grande público.
Por esta razão pela sua versatilidade, William Tonet, para mim, é mesmo aquele tipo que tem o coração na boca que admiro bastante.
Continuarei.
fonte: folha8

SENEGAL: Cocaína no Porto - Confissão explosiva de um vendedor ambulante.

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O vendedor de rua Daouda Ba, preso no caso de drogas roubadas do porto de Dakar, confessou. Ouvido, ele revela em grande detalhe como a droga foi removida do porto.

De acordo com o Libération, Daouda Bâ, que aponta que ele é um simples corretor, sugere que os investigadores o levem ao dono da droga que o aguardava na estação Shell da Unidade 17, no local combinado.

O último, cujo nome é Ousmane Barry, mais conhecido como "Kaw", aproximou-se dele para pedir-lhe para encontrar um comprador, porque ele tinha com ele uma grande quantidade de cocaína adquirida no porto de Dakar.

Bâ deve esclarecer que perfurou uma primeira quantidade de droga estimada em 100 gramas, que ele declara ter vendido ao chamado Baïdy, um barão do tráfico de drogas domiciliado em Fann Hock. Este último será escolhido por sua vez.

Duas amostras retiradas das 28 gramas encontradas na Daouda Bâ, portanto, 691,7 gramas apreendidas na casa de "Kaw" atestam que a droga confiscada tem as mesmas características que a apreendida no porto.

fonte: seneweb.com

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