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BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A margem de impunidade de Isabel dos Santos na banca europeia começa a diminuir radicalmente, fruto das várias denúncias junto das instituições da União Europeia levadas a cabo por um grupo de deputados do Parlamento Europeu, liderado por Ana Gomes e substantivamente baseado no trabalho desenvolvido por Rafael Marques no MakaAngola.

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                                                         Foto: forbes.com
Por Rui Verde (*)
A 16 de Dezembro de 2016, a ABE (Autoridade Bancária Europeia, organismo europeu de supervisão bancária, equivalente nessa função ao Banco Nacional de Angola, mas abarcando toda a Europa), através do seu número um, Andrea Enria, partilhou por escrito com a deputada Ana Gomes e os seus parceiros, deputados de várias nacionalidades e partidos, as suas preocupações relativamente à intervenção de Isabel dos Santos na banca europeia.
Primeiramente, a ABE reportou que durante o ano de 2016 tinha trabalhado em estreita colaboração com o Banco de Portugal, e que podia desde já informar que Isabel dos Santos não fazia parte de qualquer Conselho de Administração de nenhum banco europeu.
Alguns leitores lembrar-se-ão da celeuma ocorrida em Maio de 2016 acerca de um relatório do Banco de Portugal sobre a má gestão do BIC, o banco de Isabel dos Santos em Portugal, e de cujo Conselho de Administração esta fazia parte, em que o supervisor português (actualmente sob a alçada do supervisor europeu, recorde-se) arrasava a gestão do BIC. Na altura escrevia o Banco de Portugal que o “BIC apresenta um conjunto de fragilidades relevantes na estrutura de governo interno, nomeadamente ao nível do funcionamento dos seus órgãos sociais, do envolvimento dos mesmos na definição, discussão e acompanhamento da estratégia e da actividade corrente do banco e da adequação dos recursos alocados às funções de controlo”.
E criticava expressamente Isabel dos Santos, afirmando: “Isabel dos Santos, a maior accionista do BIC com 42,5% do capital, apenas compareceu em uma reunião realizada em 2013. Em nenhuma das reuniões do Conselho de Administração de 2014 ou de 2015 a empresária esteve presente, e em nenhuma delas se fez representar.”
O certo é que, em Junho de 2016, depois deste relatório, Isabel dos Santos, a pretexto da incompatibilidade das funções de gestora do BIC com as funções assumidas, entretanto, na Sonangol, se demitiu da administração do BIC.
Percebe-se agora que a ABE estabeleceu como objectivo afastar Isabel dos Santos da administração de qualquer banco na Europa, e anuncia aos deputados europeus a consecução desse objectivo.
Em resumo, para o supervisor europeu, Isabel dos Santos não reúne condições para fazer parte da administração de um banco.
Uma segunda preocupação da ABE era a detenção por parte de Isabel dos Santos de posições accionistas na banca europeia. A ABE reconhece que Isabel dos Santos detém posições relevantes no BPI e no BIC portugueses, e que obteve essas posições devido a deficiências portuguesas na implementação de directivas europeias, sendo que foram essas deficiências que impediram o Banco de Portugal de recorrer às variadas fontes de informação a que era obrigado, em virtude da lei europeia, para averiguar a reputação, o conhecimento e a experiência da accionista Isabel dos Santos.
O que esta parte da missiva da ABE diz, em termos burocráticos e prudentes, é que o Banco de Portugal, ao aceitar Isabel dos Santos como accionista de bancos lusos, não cumpriu a lei europeia e não procedeu à adequada due diligence. A ABE justifica a posição negligente do Banco de Portugal com alguns tecnicismos legais, mas não deixa salientar a sua posição: em condições normais, as informações existentes sobre Isabel dos Santos teriam levado a uma investigação muito mais profunda e cautelosa da sua entrada em Portugal.
Esta asserção da ABE, que se encontra na página 2, primeiro e segundo parágrafos, tem um significado muito especial, pois ao mesmo tempo que poupa o Banco de Portugal à desonra de ver instaurado um processo por violação da lei europeia no caso de Isabel dos Santos, obriga a mesma instituição a rever os seus procedimentos, e em especial a atentar à posição de Isabel dos Santos no BIC. Quanto ao BPI, a ABE considera que a venda da posição de Isabel dos Santos apaga o problema.
Fica então bastante claro, a partir de tudo o que se referiu, que a ABE vê com suspeita a participação de Isabel dos Santos como accionista de bancos na Europa. Contudo, ao contrário do que a ABE parece julgar, as participações controladas por Isabel dos Santos na banca portuguesa não se limitam ao BIC, estendem-se também ao BPI, não parecendo ainda estar assente a sua saída do capital social deste banco. Ademais, também lhe deve ser imputada, nos termos do artigo 20.º do Código dos Valores Mobiliários português, a participação no BCP detida pela Sonangol, pois é claro que a Sonangol e Isabel dos Santos actuam neste momento (e também no passado) em concerto, e que a sua vontade e a da Sonangol não são distinguíveis entre. Por isso, em Portugal temos claramente três posições accionistas, e não apenas uma, de Isabel dos Santos que devem ser analisadas e acompanhadas com especial cuidado.
Pode acontecer que, se a origem dos fundos de Isabel dos Santos não for cabalmente esclarecida, a ABE obrigue a filha do presidente de Angola a vender as participações no BIC, no BPI e eventualmente no BCP. Esta é a decorrência lógica da carta e da posição da ABE.
Além das questões concretas, i.e., de o Banco de Portugal ter falhado na sua função de garantir o cumprimento do dever legal de executar diligências reforçadas sobre quaisquer operações que envolvam Pessoas Expostas Politicamente, designadamente o dever de estabelecer a origem dos fundos de PEPs estrangeiros, de identificar como o/a PEP adquiriu a riqueza, de forma geral, ou para o negócio particular em que estão envolvidos, há que perceber que a ABE estabelece um princípio prudencial em relação à actuação de Isabel dos Santos na banca europeia: enquanto não se esclarecer devidamente a origem dos seus fundos, Isabel dos Santos não é bem-vinda na banca europeia, nem o seu dinheiro. Esse é um facto agora estabelecido e inultrapassável.
Finalmente, esta posição da ABE levanta um problema muito grave para Angola e para o Banco Nacional de Angola: como se permite que uma pessoa suspeita na Europa, ou sobre quem se exige uma vigilância reforçada, possa deter a quase totalidade dos principais bancos angolanos? É um convite para a descredibilização mundial dos bancos angolanos e para a restrição de acesso a divisas.
(*) Maka Angola
Título e foto: Folha 8

ANGOLA: ...O que sua majestade quiser e o preço do crude deixar.

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A Economist Intelligence Unit (EIU) reviu em baixa a previsão de crescimento de Angola, para 2,5% este ano, acelerando para 3,5% em 2018, “principalmente devido a diferentes assunções sobre o preço do petróleo”.

“O crescimento deve recuperar entre 2017 e 2021, depois de registar uma expansão estimada em apenas 0,6% em 2016″, diz a unidade de análise económica da revista britânica The Economist.
“À medida que os preços do petróleo recuperam, uma expansão ligeiramente mais sólida no consumo privado e na despesa pública deve fazer o crescimento subir para 2,5% em 2017″, principalmente devido a diferentes assunções sobre o preço do petróleo”, diz o mais recente relatório sobre Angola, enviado hoje aos investidores.
No documento, que revê em baixa a expansão económica prevista para Angola este ano, de 3% para 2,5%, os analistas económicos da revista britânica admitem que a subida no crescimento económico angolano “pode ainda ser mais substancial se o acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo em Setembro de 2016 que limita a produção levar a um aumento maior nos preços do petróleo”.
Apesar da previsão de subida de 3,5% no Produto Interno Bruto de Angola no próximo ano, a EIU avisa que os travões à produção de petróleo não deverão ter muito efeito para além de 2018, e por isso antecipam um retrocesso para níveis de crescimento médios de 2,7% entre 2019 e 2021.
Este retrocesso é motivado “por aumentos de produção locais mais moderados, enquadrados no abrandamento económico chinês, que deverá afectar os mercados locais e levar a uma renovada moderação dos preços do petróleo em 2019”.
O petróleo é a principal matéria-prima exportada por Angola, valendo mais de 95% das vendas ao exterior, e representa mais de metade das receitas fiscais.
A forte dependência do petróleo para o equilíbrio das contas públicas angolanas levou a que a descida do preço, a partir de meados de 2014, atirasse o país para uma crise orçamental, financeira e económica.
A exportação de petróleo rendeu a Angola 7.400 milhões de euros em receitas fiscais durante o ano de 2016, ficando a mais de 1.280 milhões de euros da meta definida pelo Governo.
De acordo com um relatório do Ministério das Finanças, Angola exportou 631.652.098 barris de crude em 2016, abaixo da meta de 654,6 milhões de barris que o Governo inscreveu no Orçamento Geral do Estado (OGE), revisto em Setembro precisamente devido à quebra na cotação do petróleo.
Estas vendas renderam ao Estado mais de 1,308 biliões de kwanzas (7.418 milhões de euros), quando o OGE para 2016 previa um encaixe de 1,535 biliões de kwanzas (8.700 milhões de euros).
O resultado é um buraco, nas receitas do Estado em 2016, face ao orçamentado em Setembro, superior a 1.280 milhões de euros.
Na revisão do OGE de 2016, o Governo desceu a previsão do valor médio de cada barril exportado de 45 para 41 dólares, cortando igualmente 35 milhões de barris à produção estimada no início do ano.
Recorde-se que a OPEP reduziu em Dezembro a produção em 220.900 barris diários para cumprir o corte que acordou com outros produtores alheios ao grupo, a fim de retirar do mercado mais de 1,7 milhões de barris por dia.
No acordo ratificado em Dezembro em Viena, os 13 países da Organização de Países Exportadores de Petróleo comprometeram-se a reduzir em 1,2 milhões de barris por dia a produção nos primeiros seis meses de 2017, com a Arábia Saudita a aceitar grande parte da redução.
Outros 11 países produtores alheios ao grupo – como a Rússia, o México ou o Cazaquistão – uniram-se ao corte e acordaram tirar do mercado 558.000 barris adicionais, fazendo com que no total a produção se venha a reduzir em 1,758 milhões de barris por dia.
O relatório mensal da OPEP afirma que em Novembro os sócios da OPEP produziram em média 33,305 milhões de barris por dia e que o valor caiu para 33,085 milhões de barris por dia em Dezembro.
O objectivo da organização é produzir em média 32,5 milhões de barris por dia na primeira metade de 2017, menos 585.000 barris do que o produzido em Dezembro.
O relatório mensal da OPEP de Janeiro, elaborado com dados de Dezembro, ainda não inclui números sobre o cumprimento do pacto que entrou em vigor em 1 de Janeiro.
A Nigéria e a Arábia Saudita foram os produtores que mais reduziram a produção em Dezembro.
A OPEP calcula que o volume de barris que o mundo vai precisar dos 13 membros será de 32,6 milhões de barris por dia, um pouco superior ao nível efectivo de produção dos primeiros seis meses.
O cartel também vê indícios positivos por os produtores competidores estarem realmente a retirar do mercado os acordados 558.000 barris por dia, em grande parte assumidos pela Rússia.
O acordo para reduzir a produção impulsionou os preços do petróleo, fazendo com que a cotação do barril da OPEP subisse 20% em Dezembro e tenha sido em média de 51,67 dólares. Pelo contrário, o preço médio anual situou-se em 40,76 dólares, o mais baixo dos últimos 12 meses.
O aumento dos preços internacionais do petróleo pode ter um efeito de aumento da produção de petróleo de xisto nos EUA, que se tinha reduzido porque aquela técnica de extracção é mais cara e com preços baixos não é rentável.

Rússia: Sociedade de Investimento Focada em África mantém destaque no sector eléctrico em África.

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18.01.2017 | Fonte de informações:

Pravda.ru

 
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Sociedade de Investimento Focada em África mantém destaque no sector eléctrico em África


  • Simpósio destaca os principais factores e o potencial de crescimento do sector energético africano
  • O grupo Quantum Global examina oportunidades de investimento no sector de energia em África

17 de Janeiro de 2017, Luanda, Angola -A Quantum Global Group, sociedade de investimento focada em  África, realizou seu quarto Simpósio Consultivo, onde abordou o potencial transformador e as oportunidades de investimento em todo o sector energético africano.

O Simpósio foi inaugurado pelo recém nomeado Vice-Presidente do Conselho Consultivo e advogado de destaque suíço, Dr. Thomas Ladner, que apresentou o Dr. Cheick Diarra, Presidente da African Legal Network e ex-Primeiro-Ministro do Mali, que também se juntou recentemente ao Conselho Consultivo da Quantum Global.

O painel apresentou alguns dos principais profissionais comerciais de energia de África, incluindo Agatha Nnaji, Directora da Geometric Power na Nigéria, Graham Smith, Vice-presidente para Business Development na Off - Grid Electric em Tanzânia e Mutiu Summonu, Presidente da Julius Berger e ex-presidente da Shell na Nigéria.

A sessão foi moderada pelo Professor Mthuli Ncube, Chefe de Pesquisa do Grupo, orador público especializado e cuja experiência passada como Economista Chefe e Vice-Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB) lhe permitiu examinar os principais motores e soluções para o crescimento no  sector da energia em África.

No início, os oradores definiram o tom sobre o sector energético de África antes de abordar os principais temas em discussão, que foram os Custos, Tendências e Perspectivas de Crescimento da Infra-estrutura de Energia, Governo e Apoio Institucional, bem como as Oportunidades e Desafios para os investidores.

O Sr. Smith manteve o foco no mercado energético da África Oriental. Sua empresa, a Off-Grid Electric concentra-se em fornecer, principalmente energia solar para as famílias com acesso caro, precário ou sem acesso às redes de energia. Ele mencionou que o sistema de regulação nesta região tem muitos aspectos positivos, e que países bem regulados, como a Tanzânia e Ruanda, com mercados imperfeitos e oportunidades que facilitam os investidores estrangeiros, estão se concentrando na oferta fora da rede, "off grid". O Sr. Sunmonu concordando com o Sr. Smith referiu: "os investidores devem reconhecer a significativa oportunidade para soluções fora da rede "off grid", de energia em África e deve ser incentivada mais investigação nessa área."

O painel continuou discutindo sobre a implementação governamental e institucional de regimes legais, regulatórios e políticos para o desenvolvimento de projectos de energia em África. De acordo com o Sr. Sunmonu - que falou de sua extensiva experiência no sector do petróleo e gás da Nigéria - disse que os investimentos no sector de energia requerem colaboração significativa entre o governo e os investidores porque nenhum lado tem capital suficiente para implementar soluções por atacado por conta própria. Acrescentando que : "quando um investidor vem de uma economia orientada pelo mercado para uma economia impulsionada pelo governo, deve-se investir tempo suficiente para entender a sensibilidade nacional dos mercados em que operam."

O Professor Ncube mudou a discussão para o clima de investidores em África, onde a Sra. Nnaji contribuiu com uma recomendação chave de sua experiência como investidora no sector energético da Nigéria, através da empresa de desenvolvimento de energia Geometric Power - que investiu em infra-estrutura de tecnologia de gás, geração de energia e distribuição, incluindo a geração e fornecimento de energia eléctrica para a cidade

industrial de Aba, no estado de Abia, na Nigéria (e seus arredores), através do Projecto de Energia Integrada Aba. Ela comentou que seguindo a privatização da Nigéria de activos : "investidores estrangeiros experientes são fundamentais para desbloquear os desafios energéticos da Nigéria e exigir um reforço da política nacional para criar um ambiente propício para os investidores."

A sessão concluiu com as observações finais do Professor Ncube, que reconheceu a necessidade de os governos fornecerem uma regulamentação sólida para os investidores estrangeiros atenderem à crescente demanda de energia em África. Os comentários do Professor Ncube foram combinados com as considerações de encerramento do Dr. Ladner, quem declarou: "é importante para os investidores estrangeiros, que os governos africanos criem um ambiente propício. A África tem um vasto potencial como ultimo mercado fronteira do mundo para transformar o seu sector energético através de suficientes investimentos no longo prazo. Isso, por sua vez, promoverá o desenvolvimento económico."

Sobre a Quantum Global
A Quantum Global é um grupo internacional de empresas que operam nas áreas de investimentos de capital privado, gestão de investimentos, gestão de riqueza privada, bem como na pesquisa macroeconómica e modelagem econométrica. O sector de private equity da Quantum Global gere uma família de fundos destinados ao investimento directo em África nos sectores da Agricultura, Saúde, Hotelaria, Infraestrutura, Mineração e Silvicultura, bem como um fundo de acções estruturadas. A nossa equipa combina um histórico sólido e experiência comprovada para identificar e executar oportunidades de investimentos exclusivos com o foco em África. A Quantum Global trabalha em estreita parceria com os principais stakeholders para maximizar o valor do investimento e dos retornos através de uma gestão activa e criação de valor. Para mais informação, visite www.quantumglobalgroup.com.

CUBA: Ressaltam fé infinita de Fidel na vitória

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Presidiram o ato, no lugar onde se produziu a primeira vitória do Exército Rebelde, os Comandantes da Revolução e Heróis da República de Cuba, Ramiro Valdés Menéndez e Guillermo García Frías.




Photo: Eduardo Palomares
La Plata, Guamá, Santiago de Cuba.– A visão estratégica do Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz e sua fé infinita na vitória, foram postas em destaque, ao se comemorar o 60º aniversário do ataque ao quartel de La Plata, em um ato presidido pelos Comandantes da Revolução e Heróis da República de Cuba, Ramiro Valdés Menéndez e Guillermo García Frías, no lugar onde se produziu a primeira vitória do Exército Rebelde.
Como relataria Che Guevara acerca dessa ação, «constituiu a primeira e teve uma ressonância mais além da abrupta região onde teve lugar. Foi uma chamada de atenção para todos, demonstrou-se que o Exército Rebelde existia e estava disposto a lutar, e para nós a reafirmação das nossas possibilidades de triunfo final».
Uma expressão vivente das transformações que após o triunfo revolucionário lotaram estas serras de instituições de saúde, educação, lares de idosos e cultura, foi a intervenção, em nome dos jovens do território, de Adrielis Jardines Díaz, diretora da escola secundária básica da zona República Popular de Angola, a qual indicou: «Cabe-nos trabalhar com eficiência, fazer as coisas com maior racionalidade, maior disciplina, contribuir com a produção de alimentos, continuar preparando-nos para a defesa da pátria, elevar a cultura econômica e continuar a obra que muito sangue custou durante tantos anos de Revolução».
«O que teria sido deste exército sem seu líder, o que teria sido de Cuba sem Fidel?», expressou. «Um homem com uma dignidade e honra muito mais alta que o Pico Turquino, que com sua presença comoveu, transformou tudo como um furacão humano. O primeiro no Moncada, no Granma, na Serra e em Girón, seu exemplo sempre nos conduzirá para novas vitórias», expressou Lázaro Expósito Canto, membro do Comitê Central do Partido e primeiro secretário na província.
«Não defraudaremos ele jamais» — enfatizou — porque nada poderá curvar a vontade de um povo que jamais se renderá.
Das montanhas da Serra Maestra… dizemos: Cuba é Fidel e Raúl é Fidel. Este povo, firme nas suas tradições de luta, com o espírito de resistência e heroísmo que o caracteriza, como em La Plata, sairá vitorioso em cada combate».
Presidiram a comemoração o secretário geral da Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC) e membro do Bureau Político do Partido, Ulises Guilarte de Nacimiento; Beatriz Jhonson Urrutia e Ramón Velázquez, integrantes do Comitê Central, além de chefes das Forças Armadas e do Ministério do Interior.
Artistas como Raúl Torres, Eduardo Sosa, Luna Manzanares e Annié Garcés fizeram vibrar nessas montanhas a música Cabalgando con Fidel, da autoria do primeiro deles.

GOVERNO DA GUINÉ-BISSAU ORDENA CONTINUAÇÃO DA OBRA DE CONSTRUÇÃO DE CENTRAL ELÉCTRICA NO PARQUE DE CUFADA

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GOVERNO DA GUINÉ-BISSAU ORDENA CONTINUAÇÃO DA OBRA DE CONSTRUÇÃO DE CENTRAL ELÉCTRICA NO PARQUE DE CUFADA
Continua a polémica entre os ambientalistas e o governo sobre a construção da central eléctrica no parque das lagoas de Cufada, em Buba, zona sul. No parque governo pretende construir um projecto de infra-estrutura rural de electrificação reabilitação e extensão que irá cobrir toda a região de Quinara e de Tombali
A Central começou a ser construída, naquela zona conservada, desde o ano de 2004 e está na fase de acabamento. Nas últimas semanas os ambientalistas vieram ao público denunciando o impacto negativo daquela obra para a vida dos populares e que colocaria em extinção as espécies migratórias captadas nos últimos anos naquela zona.
Segundo o Instituto Nacional da Biodiversidade das Áreas Protegidas (IBAP) a construção daquela zona irá desmatar uma área de 10 metros de largura e 30 quilómetros de cumprimento para serem colocados os postos de electrificação. O parque tem uma extensão de 89 mil hectares.
Segundo o governo esta polémica agravou-se porque ainda não feito um estudo do impacto ambiental e social e já investidos 20 milhões de francos cfa, embora isso admite a continuação dos trabalhos.
Para inteirar da situação o ministro de Estado da energia, Florentino Mendes Pereira, onde reuniu com as partes desavindas e a reunião foi inconclusiva porque o IBAP não abre a mão.
Durante a reunião que decorreu um pouco mais de duas horas foi discutido o mapeamento da zona e houve trocas de mimos entre as partes.
Numa entrevista exclusiva á Rádio Sol Mansi (RSM), o director do parque natural das lagoas de Cufada adianta que as obras fariam secar todos os poços de água doce e afastaria os animais que não suportam barrulhos.
Joãozinho Mané acusa ainda o governo de falta de vontade porque as obras colocariam em causa os compromissos da Guiné-Bissau com outros países.
“Não podemos aceitar central dentro do parque, porque não tem lógica. Somos signatários de várias convenções e temos que respeitar o princípio de engajamos. Somos nação dentro do contexto das nações. A construção da central deve ser feita perante o estudo do impacto ambiental. Estou com pena do povo”
Embora estas denúncias o Ministro da Energia garante a continuação dos trabalhos apesar de admite não haver estudo do impacto ambiental e social antes do arranque dos trabalhos.
“O que se pode constatar é que estamos perante um facto consumado porque a central já está a ser construída”, desdramatiza.
Segundo o titular pela pasta da energia, a desmatação “não tem impacto negativo como se esperava” e a deve ser defendida se “optaremos pela electrificação ou se continuaremos a defender o problema do parque”.
Para o alargamento da corrente eléctrica, as árvores devem ser cortadas a 10 metros de largura e 30 quilómetros de cumprimento.
Segundo os ambientalistas uma parte de o lençol freático pode sofrer danos com a construção da central, no entanto, o ministro diz que esta denúncia “não corresponde minimamente a verdade porque a distância onde a central está a ser construída e a lagoa de Cufada não tem nada a ver”.
“Ainda é tempo de corrigir alguns erros para podermos beneficiar a nossa população com infra-estruturas que é de extrema importância. Não podemos inibir as populações, no pleno seculo XXI, de falta da energia eléctrica”, defende.
Nos meios desta polémica a população surge em defesa a continuação dos trabalhos “porque a zona sul está em total isolamento”.
Na semana passada, ouvida pela RSM, a União Internacional para Conservação de Natureza (UICN) denuncia que na próxima semana o país vai receber uma reunião de doadores para debater o apoio aos projectos da Bio Guiné e a decisão de construção da central eléctrica dentro do parque pode travar os financiamentos.
Reportagem & Imagem: Elisangila Raisa Silva dos Santos/radiosolmansi com Conosaba do Porto

PRESIDENTE CESSANTE DA GÂMBIA DECLARA ESTADO DE EMERGÊNCIA DE 90 DIAS NO PAÍS.

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PRESIDENTE CESSANTE DA GÂMBIA DECLARA ESTADO DE EMERGÊNCIA DE 90 DIAS NO PAÍS

Banjul, Gâmbia (PANA) O Presidente cessante da Gâmbia, Yahya Jammeh, declarou um Estado de emergência de 90 dias, justificando-o por "uma atmosfera hostil que ameaça a soberania, a paz, a segurança e a estabilidade do país”.

Yahya Jammeh denunciou « a ingerência estrangeira nas eleições presidenciais de 1 de dezembro último de que aceitou os resultados, favoráveis ao seu rival, Adama Barrow.

Porém, Jammeh, contestou posteriormente, os resultados eleitorais, alegando fraudes e falta de transparência e denunciando "a ingerência estrangeira nas presidenciais de 1 de dezembro" ganhas por Adama Barrow.

Acusou « alguns atores políticos » de terem criado "um Estado de medo e confusão".

Segundo ele, a incapacidade do Tribunal Supremo de se reunir-se para estatuir sobre os seus recursos contra estes resultados deveu-se à influência de poderes estrangeiros e de seus agentes.

Durante o Estado de emergência pública, as liberdades civis devem ser totalmente respeitadas, mas todos os cidadãos e residentes na Gâmbia estão proibidos de qualquer ato de desobediência às leis do país, de incitação à violência e de atos destinados a perturbar a ordem pública e a paz, advertiu Yahya Jammeh.

#bambaramdipadida.blogspot.com

«RAPA TCHIGA DJA TOTÍS!» PRIMEIRO CONTINGENTE DE SOLDADOS NIGERIANOS PARA INTERVIR MILITARMENTE NA GÂMBIA CHEGOU AO SENEGAL .

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Face à crise na Gâmbia, e a probabilidade de uma intervenção militar dos países da CEDEAO, presidida pela Nigéria, chegou esta quarta-feira ao Senegal o primeiro contingente militar nigeriano.

A Nigéria prevê empenhar uma força de 800 homens, e no seu contingente estão incluídos “pilotos, técnicos e pessoal de apoio” à força aérea, que perspetiva uma intervenção militar com meios terrestre e aéreos.

No caso de intervenção militar na Gâmbia, cabe ao exército senegalês dirigir as operações da força da CEDEAO.

Entretanto Yahya Jammeh permanece inflexível. Enquanto os seus ministros vão pedindo a demissão, esta terça-feira declarou estado de emergência e quando faltam 24 horas para a tomada de posse do presidente eleito Adama Barrow, o parlamento gambiano aprovou a prorrogação do mandato Jammeh por mais três meses.

Perante o risco de um intervenção militar, e do encerramento do aeroporto internacional de Banjul, agência de turismo Thomas Cook já anunciou o repatriamento de 850 turistas britânicos e 2.500 clientes da agência foram aconselhados a antecipar o regresso à Grã-Bretanha. Também, 1.600 holandeses vão ser repatriados nos próximos dias.

No entanto Marrocos ainda acredita que pode evitar o pior e está a tentar mediar a partida de Yahya Jammeh. Com esta missão Rabat enviou a Banjul o seu ministro delegado dos Negócios Estrangeiros, Nasser Bourita, assim como o chefe do serviço de informações exteriores marroquino, Yassine Mansouri.

Marrocos conseguindo encontrar uma saída para a crise sem recurso à força, irá reforçar a sua posição na próxima cimeira da União Africana, a 30 de janeiro, e garantir os votos necessários para a readmissão do reino na organização.

Conosaba/© e-Global

Botche Candé: “QUERO DIZER AO PAIGC QUE O PARTIDO NÃO É PAU, O PARTIDO É AS PESSOAS” .

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Botche Candé, um dos 11 (onze) dirigentes suspensos do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), advertiu ontem, 17 de janeiro 2017, à direção do partido [PAIGC] que o “partido não é pau, partido é as pessoas”.

O Coordenador do partido na província leste do país (Região de Bafatá e Gabú) e igualmente ministro do Estado e do Interior, respondia assim à uma pergunta da imprensa sobre a sua suspensão do partido libertador com mais dez altos dirigentes. Candé falava à imprensa sobre os trabalhos da comissão que organizou a receção do Presidente José Mário Vaz, vindo do Gabão.
“Quero dizer ao PAIGC neste momento que o partido não é pau, o partido é as pessoas. Quero terminar a minha reação hoje sobre essa situação neste ponto, mas ainda há outras coisas sobre os quais poderemos vir a falar noutro dia”, advertiu.
Solicitado a esclarecer a advertência feita à direção do partido, Candé respondeu o seguinte: “Quando falar desse assunto no momento oportuno, todo o mundo saberá o que quero dizer”.
Botche Candé é deputado e membro do Bureau Político e do Comité Central do PAIGC. Candé e mais 10 dirigentes do partido foram recentemente sancionados pelo Conselho de Jurisdição por violarem os estatutos do PAIGC ao integrarem o governo liderado por Úmaro Cissoco Embaló.
Por: Assana Sambú

PRESIDENTE BISSAU-GUINEENSE VISITA CONGO.

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PRESIDENTE BISSAU-GUINEENSE VISITA CONGO
Leia em Francês: Congo-Guinée Bissau : Le président José Mario VAZ a visité les usines de Maloukou 

Brazzaville, Congo (PANA) - Em visita de trabalho desde domingo no Congo, o Presidente bissau-guineense, José Mario Vaz, rumou segunda-feira para o complexo industrial de Maloukou, a mais de 50 quilómetros norte da capital congolesa, na companhia do primeiro-ministro congolês, Clément Mouamba, revelou terça-feira a imprensa local.

Este complexo é um conjunto de 15 fábricas algumas das quais são dedicadas ao fabrico de materiais de construção e empregam mais de 200 agentes.

Acolhida pelos ministros Jean-Jacques Bouya e Alain Akouala Atipault, respetivamente do Ordenamento do Território  e da Delegação das Grandes Construções (DGGT) e Zonas Económicas Especiais (ZES), a delegação guineense acompanhou uma breve apresentação das 15 fábricas por um técnico da empresa brasileira Asperbra.

Trata-se, entre outros, das fábricas de cabos elétrico de média tensão, de azulejos metálicos e de azulejos metálicos galvanizados, num complexo que produz também tubos e canos de esgoto, lajes de betão prefabricado e tijolos cerâmicos.

O chefe de Estado bissau-guineense, que apreciou o esforço de desenvolvimento realizado pelo Congo através deste projeto, declarou-se satisfeito pela sua visita. Para ele, este projeto constitui o futuro não só do Congo mas também da África Central e de toda África.

Mario Vaz afirmou nomeadamente o facto de que este complexo contribui para o crescimento económico e o emprego dos jovens. "Pessoalmente, posso aplicar este exemplo no meu país", afirmou.

#bambaramdipadida.blogspot.com

BUBA: MINISTRO DA ENERGIA GARANTE CONTINUIDADE DA CONSTRUÇÃO DA CENTRAL ELÉTRICA LOCAL .

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Bissau 18 Jan 17 (ANG) – O ministro de Estado da Energia e Indústria garantiu  terça-feira em Buba sul do país, que as obras da construção da central elétrica no recinto do Parque Natural da Lagoas de Cufada vai mesmo prosseguir apesar das contestações dos ambientalistas, em defesa das áreas protegidas.

Florentino Mendes Pereira
Florentino Mendes Pereira falava aos jornalistas depois da visita que efectuou àquela localidade , disse que o está-se perante um facto consumado uma vez que a central elétrica já esta feita e as obras estão na sua fase de conclusão.

“Por isso o que se deve fazer é pensar como é que podemos minimizar o efeito ambiental que os nossos colegas do ambiente estão a precaver”, disse o governante.

Mendes Pereira acrescenta que relativamente a instalação de postes de iluminação de média e baixa tensão a preocupação dos ambientalistas tem a ver com a desmatação, acrescentando que, aquilo que constataram no terreno não tem um impacto negativo que se esperava.

O titular da pasta da energia salientou que visitou a localidade com a preocupação de tentar minimizar os efeitos ambientais, se é que existem de facto, frisando que não corresponde a verdade o impacto negativo que os ambientalistas dizem ter sido provocado pela construção da central sobre o lençol freático na zona.

“Digo isso porque o lugar onde a central elétrica foi construída e a distância da  Lagoa de Cufada  não tem nada a ver. Portanto, isso foi simplesmente um mau aproveitamento do que se está a passar no terreno, por isso o correcto seria as  pessoas virem constatar antes de produzir qualquer declaração para confundir a opinião pública”, lamentou.

Florentino Mendes Pereira afirmou que as declarações que ouviram na imprensa em relação aos danos ambientais, não têm nada a ver com o que se passa no terreno.

Vista da obra da central eléctrica
O governante considera  contudo que ainda é tempo de corrigir certos erros para poder beneficiar a população do sul concretamente os sectores que fazem parte das regiões de Tombali e Quinara, tendo salientado que fazer deslocar a referida central para  outro local acarreta elevados custos ao Estado.

Quanto a essa polêmica, o  Inspetor-geral do Ministério do Ambiente disse que  sugeriram duas opções: a transferência da  central elétrica para  outro local ou a construção de uma outra  fotovoltaica com energia limpa.

Guilherme Costa defendeu que segundo as leis do ambiente não é admissível a implantação de nenhuma infraestruturas desse tipo no interior de uma área protegida , *a não que essa implantação fosse feita à  margem da lei*.

*Qualquer empreendimento que se faça, primeiro deve-se fazer um estudo do impacto ambiental e social, o que não foi o caso. Apesar dos investimentos já feitos as obras de construção da central elétrica pode mudar para um local fora do Parque*, sustentou.

Guilherme Costa garante que apesar dessa situação os trabalhos técnicos   vão continuar entre as partes com vista a encontrar uma melhor solução para o problema.

A construção da referida central elétrica tem a duração de um ano e foi financiada por um grupo indiano denominado “ SEFTECH INDIA”, no montante de 20 milhões de euros.

ANG/MSC/ÂC/SG

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