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quinta-feira, 9 de julho de 2020

Tigre mata cuidadora de 55 anos na frente de visitantes em zoológico.

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Segundo informações da BBC, visitantes do zoológico acionaram o alarme por volta das 13h30 e uma equipe conseguiu tirar o tigre da jaula em que estava a tratadora.

Tigre mata cuidadora de 55 anos na frente de visitantes em zoológico

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      ÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um tigre siberiano atacou e matou uma cuidadora de 55 anos, no último sábado (4), na frente de funcionários e visitantes do zoológico de Zurique, na Suíça. A mulher chegou a ser socorrida, mas não resistiu e morreu no local.
Segundo informações da BBC, visitantes do zoológico acionaram o alarme por volta das 13h30 e uma equipe conseguiu tirar o tigre da jaula em que estava a tratadora. Eles tentaram ressuscitá-la, mas sem sucesso. "Infelizmente toda a ajuda chegou tarde demais", afirmou a porta-voz do zoológico.
O tigre, chamado Irina, nasceu em um zoológico na Dinamarca, em 2015, e foi transferido para Zurique no ano passado. Uma investigação vai determinar porque a tratadora estar na jaula ao mesmo tempo que o animal. Também foi disponibilizado acompanhamento psicológico a todos que presenciaram o ataque.
Ataques de animais dentro de zoológicos e santuários são relativamente raros, mas, de acordo com a BBC, não é a primeira vez que acontece no zoológico de Zurique. Em dezembro do ano passado, um crocodilo mordeu a mão de um funcionário que fazia uma limpeza de rotina. Como ele não soltou o homem, foi morto a tiros.
fonte: noticiasaominuto.com.br

Prisão de jornalista gera protestos e temor de repressão na Rússia.

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Safronov já tinha tido problemas antes. Ele havia deixado o Kommersant num episódio nebuloso -em que previu incorretamente a queda do presidente do Senado-, mas Simakov atribui sua demissão a pressões externa.

Prisão de jornalista gera protestos e temor de repressão na Rússia


     ÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A prisão de um jornalista na Rússia levou a protestos contra o que é identificado como uma crescente onda de repressão à imprensa no país de Vladimir Putin, opondo até os EUA ao Kremlin.

Ivan Safronov, 30, é assessor do chefe da agência espacial russa, a Roscosmos, e foi detido na terça (7) sob acusação de alta traição.

Segundo investigação do FSB (Serviço Federal de Segurança, principal herdeiro da KGB soviética), desde 2012 Safronov era informante da inteligência da República Tcheca, país membro da Otan (aliança militar ocidental).

O jornalista fez carreira como especialista de assuntos militares, a maior parte passada no diário de negócios Kommersant (empresário, em russo).

"Isso é um absurdo, todos [nós] o conhecemos. Ele era bem informado e publicava reportagens que os militares não queriam ver publicadas", disse por vídeo Dmitri Simakov, seu chefe desde 2019 em outro jornal econômico, o Vedomosti (notícias).

Na quarta (8), um grupo de cerca de 20 pessoas, a maioria jornalistas, foi detido ao fazer um protesto em favor de Safronov na frente da sede do FSB, na icônica praça Lubianka, em Moscou.

O ato não era autorizado, segundo a polícia. O grupo pedia um julgamento justo e sustentava que a prisão se deveu ao trabalho anterior do jornalista.

Se for condenado, ele poderá pegar até 20 anos de cadeia. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, negou ação contra a liberdade de expressão e disse acreditar no FSB.

A prisão é o mais recente incidente envolvendo questões de liberdade de imprensa na Rússia, país que está na 149ª posição entre 180 nações avaliadas pela ONG Repórteres sem Fronteiras no quesito.

Fatores geopolíticos sempre falam alto. A porta-voz da embaixada dos EUA em Moscou manifestou no Twitter preocupação com a detenção e recebeu uma resposta direta do Ministério das Relações Exteriores russo."Cuide da sua vida", dizia o tuíte russo nesta quarta. A legislação russa garante a liberdade de expressão.


SENEGAL: Conflito em abril - Macky Sall, o verdadeiro problema (observador)

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A APR vira as costas para Moustapha Cisse Lo depois de mais de uma década de companheirismo contra um cenário de disputas políticas no partido no poder. Mas essa exclusão trará paz ao partido político liderado por Macky Sall? Babacar Dione não acredita nisso. Segundo o analista político, o partido do Presidente da República tem mil e um casos para resolver.
"Talvez fosse importante excluí-lo para simplesmente punir um funcionário que não estava em conformidade com o que está acontecendo em um partido político. Mas também acredito que outras autoridades merecem ser punidas, talvez não no mesmo nível que Moustapha Cisse Lo, mas ainda merecem ser punidas ", afirmou o analista político sobre IRadio.

A sanção deve começar no topo da pirâmide aos olhos de Pathé Mobdj. O sociólogo tem como alvo o presidente Macky Sall, que deve resolver a questão espinhosa de sua sucessão para se preparar para o fim de seu último mandato.

"Hoje, o problema da APR não é Moustapha Cisse Lo, é o problema da partida de Macky Sall. Estamos a dois ou três anos da partida oficial de Macky Sall e todo mundo quer se tornar alguém depois de Macky Sall ", afirmou o sociólogo.

Moustapha Cissé Lo está no centro das notícias, mas estará no cenário político? Babacar Dione acredita que El pistolero precisa de um aparato político para existir.

"É uma personalidade de aparato que é muito importante do ponto de vista simbólico da TAEG, mas não acredito que possa drenar o mundo para conquistar coletividades territoriais ou talvez até ter ambições"

fonte: seneweb.com

ANGOLA: TRAMBOLHÃO À MODA DO MPLA

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As receitas do petróleo em Angola vão descer para menos de 50% do total da receita fiscal pela primeira vez devido aos preços das matérias-primas e ao impacto da pandemia de Covid-19, refere o Standard Bank. Será suficiente para o MPLA entender, de uma vez por todas, que é preciso fazer o que deveria ter sido feito há décadas? Talvez não. Como habitualmente a ordem será para pedir aos pobres dos países ricos para dar aos ricos dos países, supostamente, pobres.

“Os preços baixos do petróleo e o impacto da pandemia de Covid-19 baixaram a previsão de receita fiscal e pela primeira vez o Governo espera que o rácio das receitas petrolíferas face ao total caia para menos de metade (48,2%), face aos 60,7% de 2019 e aos 64,7% do orçamento original”, lê-se numa análise do departamento de estudos económicos do Standard Bank.

De acordo com o documento, enviado aos clientes, “a despesa total deverá aumentar 17,9% face ao ano passado, mas ainda assim está 8,6% abaixo do previsto no orçamento inicial, com a despesa com salários públicos a representar 29,5% do total”.

No comentário à apresentação da proposta, feita em Luanda na semana passada, o Standard Bank diz que “o Governo espera que a economia se contraia pelo quinto ano consecutivo, assumindo uma queda de 3,6% do Produto Interno Bruto face a uma expansão de 1,8% prevista anteriormente”.

Nos gráficos que acompanham a nota, o Standard Bank revela que espera que 2021 seja um novo ano de crescimento negativo, com uma recessão de 1,1%.

“O ajustamento nas estimativas nominais do PIB resultou, consequentemente, numa deterioração do rácio da dívida pública face ao PIB, que deverá aumentar para 123% este ano, face aos 113% de 2019 e aos 91% em 2018”, acrescenta-se no documento, que alerta para a pressão nesta área.

“O orçamento revisto coloca o serviço da dívida externa nos 4,5 mil milhões de dólares, quando era de 7 mil milhões inicialmente, o que parece incorporar, pelo menos parcialmente, o resultado da adesão à Iniciativa da Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI) e as negociações sobre este tema com a China”, lê-se na nota assinada pelo economista Fáusio Mussa.

Ainda assim, o rácio do serviço da dívida face às receitas deverá aumentar de 112,4% no orçamento inicial para 128,8% na revisão apresentada na semana passada.

A degradação do cenário económico implica também um desequilíbrio orçamental, com o Governo angolano a esperar agora um défice de 4%, que compara com a previsão de excedente de 1,2% do PIB. A balança de pagamentos também deverá oscilar para terreno negativo, descendo de 6,1% em 2019 para -4,2% este ano.

“A expectativa de défices gémeos é em larga parte atribuível ao panorama sombrio esperado no sector petrolífero, com o orçamento assumir um preço de 33 dólares por barril, que compara com os 55 dólares previstos anteriormente”, acrescenta-se no documento.

A proposta do Orçamento Geral do Estado 2020 revisto, apresentado pela equipa económica chefiada pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, resulta do conjunto das medidas económicas apresentadas, em Abril passado, pelo Governo para fazer face à actual crise económica e financeira agravada pela pandemia provocada pelo novo coronavírus.

“Tendo em conta que um dos efeitos desta crise foi a redução drástica que se verificou no mercado internacional de petróleo, o preço baixou, de maneira considerável, e por conseguinte as receitas do país também baixaram de forma significativa”, disse o ministro na semana passada.

Ao que parece, petróleo e Covid-19 conluiaram-se para tramar a honorabilidade governativa do MPLA e de João Lourenço. E o chato é (por maior que seja o esforço de algumas sucursais do regime, como a ERCA e a Fundação Agostinho Neto) que o Presidente não pode exonerar os preços baixos do petróleo nem o impacto do Coronavírus.

Recorde-se que já em Março a Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA, na sigla em inglês), num relatório da UNECA sobre o impacto do novo Coronavírus na actividade económica nos países da África central, previa que Angola iria enfrentar uma recessão e 10,9% na actividade económica, resultante de uma quebra de 20% nas receitas petrolíferas, assumindo um preço médio do petróleo de 30 dólares durante o ano, a que se somam uma redução no turismo e nas actividades não petrolíferas.

“A situação na África Central é ainda pior do que no resto do continente porque infelizmente a percepção sobre a evolução económica, bem como a guerra de preços no petróleo, a que se junta uma queda do preço do petróleo de 60 para 30 dólares por barril, está a acontecer num ambiente em que vários países africanos já estão sob apoio do Fundo Monetário Internacional”, disse o director do departamento da UNECA para a África Central, António Pedro.

“Os nossos Estados-membros não terão o dinheiro de que precisam para reagir à pandemia, já que enfrentam um duplo perigo: por um lado são atacados pelo vírus e pelo abrandamento do crescimento económico, e depois não têm dinheiro para responder a um agravamento da situação da pandemia”, acrescentou o responsável.

O relatório “mostra os impactos estimados nos países da África Central em percentagem do Produto Interno Bruto num cenário do petróleo a 30 dólares”, confirmou o responsável por esta região que, na divisão da ONU, engloba Angola, Burundi, Camarões, República Centro-Africana, Chade, República Democrática do Congo, República do Congo, Guiné Equatorial, Gabão, Ruanda e São Tomé e Príncipe.

A UNECA alertava, num relatório sobre o impacto da Covid-19 em África, que o crescimento económico de 3,2% previsto para o continente este ano pode reduzir-se para 1,8% devido ao abrandamento previsto na procura dos principais países importadores de matérias-primas e à redução do preço do petróleo.

“Dos milhares de casos conhecidos, cerca de 350 são em África, mas o impacto económico é desproporcional”, lê-se numa nota de análise divulgada pela UNECA em Adis Abeba, na qual alerta que “o novo Coronavírus pode fazer com que o crescimento esperado desça de 3,2% para 1,8%”.

Na apresentação do relatório sobre o impacto da pandemia no continente africano, a secretária executiva da UNECA, Vera Swonge, disse que o facto de a China estar a ser severamente afectada iria inevitavelmente impactar também o comércio em África.

“África pode perder metade do crescimento do PIB devido a um conjunto de razões, que incluem as perturbações na cadeia de fornecimento global”, disse a responsável, notando que o continente está fortemente ligado à Europa, China e Estados Unidos da América.

O continente, acrescentou, vai precisar de mais de 10 mil milhões de dólares (9,04 mil milhões de euros) em aumentos nos gastos de saúde para conter a propagação do vírus e, por outro lado, para compensar a quebra de receitas que pode levar a uma situação de dívida insustentável.

No relatório, explicava-se que “assumindo uma exportação de barris de petróleo este ano idêntica em volume à da média entre 2016 e 2018, com o preço médio de 35 dólares, a Covid-19 pode fazer as receitas de exploração caírem para 101 mil milhões de dólares [91,36 mil milhões de euros] este ano”, o que representa uma queda de 65 mil milhões de dólares (58,81 mil milhões de euros).

Entre as recomendações apontadas pela UNECA, os peritos salientavam que “os governos africanos devem rever os orçamentos para dar prioridade às medidas que possam mitigar os efeitos negativos esperados do Covid-19 nas suas economias”.

A organização considerava ainda que os governos deviam “dar incentivos aos importadores de alimentos para comprarem rapidamente quantidades suficientes que possam ser armazenadas, financiar a preparação para o impacto, a prevenção e as medidas curativas, incluindo a parte logística”.

Além disso, apontavam os técnicos, os governos africanos devem “aproveitar a crise para melhorar os sistemas de saúde, preparar pacotes de estímulos orçamentais como a garantia de salários àqueles incapazes de trabalhar devido à crise e favorecer o consumo e o investimento e manter os investimentos em infra-estruturas para proteger os empregos”.

Manter o empenho no acordo de livre comércio africano para “construir resiliência continental a longo prazo e gestão de volatilidade”, por exemplo apostando no comércio farmacêutico e de produtos alimentares básicos intra-regionais são outras das recomendações dos peritos da UNECA.

Folha 8 com Lusa


ANGOLA: (COM O MPLA) NADA DÁ CERTO PARA O… POVO

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O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) reviu (como está a ser feito por todas as entidades internacionais) em baixa as perspectivas para a economia de Angola, antecipando agora uma recessão que pode chegar a 5,3% e um aumento (inflação) de 24,3% nos preços este ano.

“Apandemia de Covid-19 e a dramática redução nos preços do petróleo minaram os esforços das reformas, exacerbando a situação macroeconómica que já era frágil, e limitando as perspectivas para uma rápida recuperação económica”, lê-se no suplemento às Perspectivas Económicas Regionais, o relatório anual do BAD sobre as economias africanas.

O documento, que revê fortemente em baixa as estimativas apresentadas no final de Janeiro, antevê uma queda do Produto Interno Bruto em Angola entre 3,1%, no cenário base, que pode ir até 5,3% no cenário mais grave.

“A redução da receita fiscal ligada ao petróleo, que representa cerca de 60% do total da receita, vai contribuir para um défice orçamental que pode ir de 4,4% do PIB até 9,7%”, no cenário mais pessimista.

No documento, que coloca Angola em 43º lugar dos 54 países africanos e em 170º dos 195 países a nível mundial em termos de preparação do sistema de saúde (Índice Global de Segurança Sanitária), os analistas do BAD alertam que “as perspectivas sombrias de crescimento, num contexto em que o país entra no quinto ano de recessão, vão aumentar os desafios sociais num país com 32% de desemprego”.

Nas previsões originais, apresentadas no final de Janeiro, o BAD previa um crescimento de 2,8% e uma inflação de 11,2%, com um excedente orçamental de 0,1%, que agora se degradou para 4,4%.

A incompetência do MPLA

Vejamos o que a memória nos diz e que em nada abona a favor de quem nos desgoverna desde 1975, o MPLA. No dia 6 de Abril de 2016 o Ministério das Finanças de Angola justificou o pedido de ajuda externa ao Fundo Monetário Internacional (FMI) com a necessidade de aplicar políticas macroeconómicas e reformas estruturais que diversifiquem a economia e respondam às necessidades financeiras do país.

Em Fevereiro de 2015, o FMI dizia que não via necessidade de um apoio financeiro a Angola, devido à quebra na cotação do barril do petróleo, mas advertia que, para ultrapassar as dificuldades, seria necessária uma distribuição dos sacrifícios.

Por outras palavras, o FMI dizia a todos nós que o Povo deve ficar com os prejuízos e os governantes com os lucros. Nada de novo em 2015, nada de novo em 2020.

“Com o objectivo de desenhar políticas macroeconómicas e reformas que restaurem o crescimento económico forte e sustentável, de fortalecer a moldura institucional que suporta as políticas económicas, de lidar com as necessidades da balança de pagamento, e manter um nível adequado de reservas internacionais, o Governo pediu o apoio do FMI para complementar a atempada resposta ao declínio dos preços do petróleo”, lia-se num comunicado do Ministério das Finanças.

A posição de Fevereiro de 2015 foi assumida pelo chefe da missão de assistência técnica do FMI a Angola, Ricardo Velloso, na conclusão de uma semana de reuniões de trabalho com o Executivo angolano, no âmbito da supervisão financeira do país.

O economista brasileiro afirmou que um apoio financeiro do FMI a Angola, como aconteceu depois da crise petrolífera de 2009, não foi abordada. “Angola é um país muito importante para o FMI e, neste momento, o apoio, através deste diálogo e através do nosso programa de assistência técnica, está a ter efeitos muito positivos no país e não vemos, no momento, necessidade de um apoio financeiro”, disse o responsável do FMI.

Pouco mais de uno depois, o que então era verdade passou a ser mentira. Ou falhou o FMI (“através do nosso programa de assistência técnica, está a ter efeitos muito positivos no país e não vemos, no momento, necessidade de um apoio financeiro”) ou, como sempre, as autoridades angolanas estiveram-se nas tintas para as recomendações.

A visita decorreu em pleno processo de revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2015, motivado pela forte quebra na cotação internacional do barril de petróleo.

“As nossas impressões são de que Angola vai realmente passar por um ano difícil e é preciso que todos os angolanos contribuam para o ajuste fiscal que está sendo feito. É muito importante para que isso dê certo. O Governo tomou medidas importantes nesse sentido”, assumiu o chefe da missão do FMI. Referindo-se à revisão do OGE, Ricardo Velloso admitiu tratar-se de um documento “duro”, mas “positivo”. “Infelizmente são as medidas necessárias”, apontou.

Conclusão. O diagnóstico até estava certo, mas a medicação revelou-se um fracasso total. Fracasso que tem origem na atávica certeza do regime que, desde 1975, supostamente acreditava que o preço do petróleo nunca desceria e que, por isso, a diversificação da economia era uma tese de gente ignorante.

Nesse mês, Fevereiro de 2015, e a propósito da então nova estimativa do preço do barril de petróleo – utilizada para calcular as receitas fiscais potenciais -, que estava abaixo da cotação internacional (próxima dos 60 dólares por barril), Ricardo Velloso disse tratar-se de uma “medida acertada”, dada a “volatilidade” do mercado.

Garantindo (2015) que Angola “tem um futuro brilhante à sua frente”, o chefe desta delegação do FMI apontou a necessidade da “melhoria do clima de negócios” no país e a conclusão dos investimentos nas infra-estruturas do país, para que estes se tornem reprodutivos na economia.

Depois disso o Governo assumiu (e quando MPLA assume todos sabemos que…. falha) um conjunto de repetidos compromissos políticos que passavam pelo aumento da transparência das contas públicas, maior diversificação económica e pela promessa de um reforço da aposta nas áreas da agricultura, pescas, minas, educação, serviços financeiros, água, serviços básicos e saúde.

Ou seja, reeditava tudo aquilo que há décadas é defendido pelos especialistas, mesmo alguns afectos ao regime, mas que o poder instituído mandou para as calendas, convicto de que era e é dono da verdade.

“O Governo está, assim, empenhado nos objectivos da diversificação económica expostos no Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2017 e considera que a preservação da estabilidade macroeconómica e a implementação de uma agenda de reformas estruturais ambiciosa são elementos essenciais para a estratégia de obtenção destes objectivos”, acrescentava o comunicado do Ministério das Finanças.

Com o título “Angola está empenhada na diversificação económica com o apoio do FMI”, o texto assumia que “o Governo estava consciente da forte dependência que o sector petrolífero representa para a vulnerabilidade das finanças públicas e para a economia, mais globalmente”, argumentando que os esforços para diversificar a economia começaram “há muitos anos”.

“Os esforços sustentados desde há muitos anos para promover a diversificação económica já resultaram num significativo aumento da contribuição do sector não petrolífero no PIB de 68,1% hoje, comparado com os 40% dos anos 80, mas o petróleo representa ainda mais de 95% das receitas das exportações e 52% da receita fiscal em 2015”, pode ler-se no comunicado.

O documento indicava o empenho do Governo em garantir que está comprometido com um conjunto de reformas para reforçar a estabilidade macroeconómica e financeira, bem como a transparência no sector bancário e nas finanças públicas, para além de melhorias na tributação.

“A curto prazo, os nossos esforços de diversificação vão estar focados na agricultura e pescas, minas, educação, serviços financeiros, água, saneamento básico e sectores da saúde”, lê-se no texto governamental, argumentando que “a expansão destes sectores é uma ferramenta importante na melhoria do emprego em todo o país, particularmente nas áreas rurais”.

“Estas discussões [empréstimo e do apoio institucional às políticas macroeconómicas] vão definir claramente o âmbito das medidas políticas necessárias dado os requisitos do Programa de Financiamento Ampliado [Extended Fund Facility, na expressão em inglês], com um foco forte nas reformas estruturais para lidar com as fraquezas institucionais e económicas, mantendo a estabilidade macroeconómica e financeira, libertar o potencial económico do sector privado e reduzir a dependência do sector petrolífero”.

Em Novembro de 2015, o FMI considerou que Angola só iria recuperar dos efeitos da queda do petróleo em 2017, e mesmo assim apontava riscos a esta previsão, nomeadamente uma nova descida nos preços.

Boas contas fazem todos

“Aperspectiva é para uma recuperação que vai começar em 2017, mas há riscos negativos, incluindo uma descida mais acentuada nos preços do petróleo”, considerou Ricardo Velloso, que liderou mais uma missão do FMI a Angola quando, em Agosto de 2015, o país foi avaliado ao abrigo do artigo IV, uma análise anual à economia de cada um dos 188 estados membros do FMI.

Na avaliação, os peritos consideraram que a economia de Angola “foi severamente afectada pelo forte declínio dos preços no ano passado”, mas salientam que “um nível de reservas internacionais confortável permitiu equilibrar as consequências da queda do petróleo de forma mais suave do que em 2008-2009″, quando a recessão mundial fez os preços do petróleo caírem também de forma significativa.

Para além de insistir na diversificação económica (a tal que o regime sempre disse (e diz) estar a fazer “desde há muitos anos”) para compensar a forte dependência do país do petróleo, o FMI mostrou a dimensão da crise em Angola, dizendo que “a actividade económica deve abrandar por causa do ajustamento que os sectores industrial, da construção e dos serviços têm de fazer aos cortes no investimento público e no consumo privado, num cenário de forte redução da disponibilidade de moeda estrangeira”.

Isto significa que todos os sectores em Angola são afectados, e a recuperação só pode surgir se as políticas públicas levarem em consideração vários factores ao mesmo tempo, a começar na despesa: “Será crítico trazer a factura com o sector público, medido em percentagem do PIB, para valores mais em linha com a nova realidade das receitas do orçamento”.

A política orçamental, dizia o FMI, deve privilegiar a despesa pública de qualidade, mais racional e sistematizada, o que significa que é preciso “avaliar, seleccionar e monitorizar os projectos do programa de investimentos públicos”.

As projecções feitas em Agosto de 2015 apontavam para um crescimento de 3,5% ao ano, quase o dobro daquilo que previa o Governo, e o défice das contas públicas deveria terminar o ano nos 3,5%, comparado com os 6,5% de 2014. O problema, apontava o FMI, era a dívida pública, “que deverá aumentar significativamente para cerca de 57% do PIB, dos quais 14% corresponde a dívida da Sonangol”.

Reavaliar os projectos e dar prioridade aos que “criam potencial de crescimento e reduzem a pobreza” são (ou eram) outras das prioridades, que o FMI considerava que já estavam vertidas no Plano de Desenvolvimento Nacional, mas salientava que ainda é preciso “uma atenção especial à melhoria do ambiente de investimento, infra-estrutura física e desenvolvimento do capital humano”.

Dívida Pública gigantesca

Em Dezembro de 2015, a agência de notação financeira Moody’s apontava Angola como o país da África subsaariana cuja dívida pública, em dólares, mais aumentara desde o início da descida do preço do petróleo, em meados de 2014.

“Angola, Gana e Zâmbia são os países mais afectados pelo aumento da dívida denominada em moeda estrangeira, que aumentou ainda mais com a emissão de dívida pública nos mercados internacionais”, lia-se num relatório especial sobre o impacto dos preços mais baixos das matérias-primas nas economias africanas.

O relatório, uma análise aprofundada sobre este sector, com o título original ‘The impact of lower commodity prices on African economies’, salientava que “apesar dos esforços para diversificar as suas economias e acumular ‘folgas orçamentais’, os exportadores de matérias-primas na África subsaariana continuavam vulneráveis aos choques de preços”.

A descida dos preços, lembravam os analistas da Moody’s, já atirou a previsão de crescimento do Fundo Monetário Internacional para valores do século passado: “o FMI estima que o crescimento do PIB real da região vá desacelerar para 3,8% este ano (2015), o valor mais baixo desde 1999″…

O impacto, diziam, tem sido “considerável”, de tal forma que esperam que a maioria dos países desta região vá desacelerar ou estagnar o crescimento económico: “O abrandamento teve um impacto desproporcional em países que tinham crescido rapidamente antes do choque dos preços das matérias-primas, nos quais esta aceleração era suportada pelo aumento das exportações”.

A diversificação económica, comummente apontada como a principal solução para cortar com a dependência das receitas petrolíferas, não está a avançar na região como um todo.

“A região é hoje menos diversificada do que era há duas décadas”, e nesta zona “a diversificação das exportações e a complexidade económica é menor nos exportadores de petróleo africanos do que nos seus pares em desenvolvimento na Ásia ou na América Latina”, diziam os analistas da Moody’s.

Assim, não surpreende que o panorama para os próximos meses deva passar por mais descidas de ‘rating’, o que torna ainda mais caro o financiamento de que os países precisam para compensar a quebra das receitas fiscais, como no caso de Angola.

“As degradações do ‘rating’ da Zâmbia, Gana e Moçambique, bem como a perspectiva de evolução negativa para Angola e para a República do Congo, reflectem o enfraquecimento da tendência de crescimento, o alargamento dos défices gémeos [orçamental e de balança comercial] e a crescente incerteza sobre a capacidade dos governos consolidarem as suas finanças públicas”, avaliava a Moody’s.

Folha 8 com Lusa


Senegal: Nomeações do Conselho de Ministros de 8 de julho de 2020.

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O Presidente da República, Sua Excelência Macky SALL, presidiu o Conselho de Ministros, por videoconferência, quarta-feira, 8 de julho de 2020, às 10 horas.

Sob medidas individuais, o Presidente da República tomou as seguintes decisões:

O Sr. Cheikh GUEYE, General do Exército (2ª seção), é nomeado Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República do Senegal para Sua Excelência Recep Tayyip Erdogan, Presidente da República da Turquia, com residência em Ancara, substituindo o Sr. Moustapha MBACKE;

O Sr. Pierre NDIAYE, economista engenheiro estatístico, é nomeado Presidente do Comitê Conjunto Público - Privado de Zonas Econômicas Especiais, em substituição ao Sr. El Hadji Ndiogou DIOUF, convocado para outras funções;

Sra. Fatimata SYLLA SAKHO, chamada Badiallo SYLLA, é nomeada Presidente do Conselho de Administração da empresa nacional "Les Chemins de Fer du Sénégal";

O Sr. Alassane BAH, folha de pagamento número 100 166 / Z, é nomeado Professor de Ciência da Computação na Escola Superior Politécnica da Universidade DIOP Cheikh Anta em Dakar, a partir de 1 de outubro de 2019;

O Sr. Chérif Sidy KANE, serviço número 104 294 / H, é nomeado para o cargo de Professor Titular de Economia do Desenvolvimento na Faculdade de Ciências Econômicas e Administração da Universidade DIOP Cheikh Anta em Dakar, a partir de 1º de outubro 2019.

Feito em Dakar, em 8 de julho de 2020
O Ministro Porta-voz do Governo
Ndèye Tické Ndiaye DIOP

fonte: seneweb.com

EUA exigem do Burkina Faso que “faça mais” contra abusos das forças de segurança.

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Os Estados Unidos da América (EUA) exigiram hoje que as autoridades do Burkina Faso “façam mais” para prevenir abusos pelas forças de segurança contra civis, afirmando que o apoio norte-americano “não pode continuar sem acção” daquelas.


“As autoridades do Burkina têm de fazer mais para prevenir estes abusos e responsabilizar os seus autores”, escreveu o secretário de Estado Adjunto para África, Tibor Nagy, na plataforma social Twitter, remetendo para um relatório da organização Human Rights Watch (HRW). No relatório, a HRW acusa as forças de segurança do Burkina de, alegadamente, terem executado extrajudicialmente, durante os últimos meses, cerca de 180 pessoas na região de Djibo, norte do país.

Tibor Nagy afirmou que o relatório é “muito preocupante” e ameaçou que “o apoio norte-americano à segurança [no Burkina Faso] não pode continuar sem acção” das autoridades do país. O enviado dos EUA ao Sahel, Peter Pham, reforçou a ideia e escreveu que, “sem uma acção rápida e profunda, estes abusos colocam em risco a parceria com os EUA”.

As declarações destes dois responsáveis norte-americanos surgem depois de uma publicação pela embaixada dos EUA em Ouagadougou, capital do Burkina Faso, na qual a representação diplomática expressou preocupação com “o contínuo e crescente número de alegações de abuso”.  “Os Estados Unidos estão profundamente preocupados com o contínuo e crescente número de alegações de abusos e execuções extrajudiciais pelas forças de segurança do Burkina Faso, incluindo as documentadas pela Human Rights Watch”, disse a embaixada.

A embaixada norte-americana instou o executivo do Burkina Faso a “lançar imediatamente uma investigação independente”, considerando que “é imperativo que os governos mantenham os mais altos padrões de conduta e respeitem a responsabilidade do Estado de proteger os seus cidadãos”.

Um relatório publicado hoje pela HRW refere que foram encontrados pelo menos 180 corpos em valas comuns junto a Djibo. “As evidências disponíveis sugerem o envolvimento das forças de segurança do Governo em execuções extrajudiciais em massa”, afirmou a organização de defesa dos direitos humanos, no documento, baseado em depoimentos de moradores locais.

Segundos moradores de Djibo, os mortos, todos eles homens, foram deixados em grupos entre três e 20, ao longo das principais estradas, debaixo de pontes e em campos e terras devolutas. Os testemunhos ouvidos pela organização apontam ainda que a maioria das vítimas pertencia à etnia fula, que, nos últimos anos, tem tido membros a serem recrutados por grupos ‘jihadistas’ no Burkina Faso.

Em resposta às alegações, o Governo comprometeu-se a abrir uma investigação e indicou que os assassinatos podem ter sido cometidos por grupos armados, utilizando uniformes do Exército roubados durante os ataques, refere a HRW. Djibo está localizado numa das áreas mais afectadas pelos ataques por grupos ‘jihadistas’.

Nos últimos anos, as forças de ordem têm sido repetidamente acusadas de abusos aos direitos humanos, incluindo de mortes extrajudiciais, na luta contra grupos ‘jihadistas’. Em Maio, 12 das 25 pessoas detidas por suspeito de terrorismo morreram numa esquadra em Tanwalbougou, no leste do país.

Os familiares das vítimas, incluindo um deputado, e organizações não-governamentais, apontaram que os 12 eram civis que foram apanhados durante uma patrulha e que estes foram executados com balas na cabeça, uma hipótese excluída pela procuradoria do Burkina Faso.

 O Burkina Faso é alvo regular de ataques ‘jihadistas’, por vezes entrelaçados com conflitos intercomunitários. Os conflitos mataram mais de 1.100 pessoas desde 2015 e obrigaram quase um milhão de pessoas a abandonarem as suas casas.

fonte: jornaldeangola

Umaro Embaló anuncia novas medidas na Guiné-Bissau.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, anunciou, terça-feira à tarde, que no âmbito da “nova República” muitas medidas estão a caminho, nomeadamente um referendo para a mudança da Constituição.

Entre as várias medidas anunciadas pelo Presidente guineense consta a mudança da Constituição
Fotografia: DR

O Chefe de Estado preve também a criação de um dispositivo para a monitorização das comunicações entre os cidadãos e uma nova lei geral das pescas, que vai fixar uma multa de 350 mil dólares para navios apanhados a pescar nas águas do país fora da lei ou então o confisco da embarcação.

Sissoco Embaló prometeu, ainda, dotar o país de novas cadernetas de passaportes, fechar as embaixadas da Guiné-Bissau na Indonésia e no Irão, abrir e acreditar em Bissau novas representações diplomáticas, nomeadamente na Arábia Saudita, Qatar e Turquia, entre outros países. Até ao final do ano, o Presidente guineense, disse que da sua iniciativa serão também iniciadas obras para a construção de estradas e um novo aeroporto internacional da Guiné-Bissau.

Segundo a Lusa, Umaro Sissoco Embaló fez o anúncio numa conferência de imprensa de balanço dos primeiros 100 dias de presidência para indicar as medidas e propostas para o país nos próximos tempos. Relativamente à medida de monitorização das comunicações entre os cidadãos, o Chefe de Estado guineense disse que o equipamento, adquirido recentemente no estrangeiro, está a ser montado e os técnicos dos Serviços da Inteligência estão a receber formação para o sistema estar operacional dentro de dez dias.

“O Estado terá a capacidade para monitorizar os insultos sob a capa de anonimato nos órgãos de comunicação ou nas redes sociais. Quem prevaricar será chamado à Justiça para responder pelos seus actos”, declarou Sissoco Embaló. Todas estas medidas, afirmou, serão tomadas na vigência do Governo do Primeiro-Ministro, Nuno Nabian, que, disse, não será demitido, sobretudo agora que o seu programa de acção foi aprovado no Parlamento. Sissoco Embaló admitiu apenas remodelar o Executivo se assim for pedido pelo Primeiro-Ministro.

Futuro de Domingos Simões

Umaro Sissoco Embaló sublinhou que se Domingos Simões Pereira, seu adversário na segunda volta das presidenciais de Dezembro, “não tivesse mudado de comportamento” era neste momento o Primeiro-Ministro. “Se Domingos Simões Pereira não tivesse mudado de comportamento era hoje o meu Primeiro-Ministro, mas ainda bem que não o nomeei, mas também não me arrependo de ter nomeado Nuno Nabian”, declarou Embaló.

O Presidente guineense lembrou que logo depois de a Comissão Nacional de Eleições (CNE) o ter declarado vencedor das presidenciais, recebeu um telefonema de Domingos Simões Pereira que o felicitou, mas que surpreendentemente viria a mudar de postura em relação à sua vitória, disse. 

Domingos Simões Pereira, líder do Partido Africano para a Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde (PAIGC), não reconheceu os resultados das presidenciais, alegando irregularidades e apresentou um recurso de contencioso eleitoral no Supremo Tribunal de Justiça, que até hoje não tomou qualquer decisão.

Umaro Sissoco Embaló disse não ter nada de pessoal contra Domingos Simões Pereira e que este também o trata “com muito cuidado, por saber” que é o Chefe de Estado eleito pelo povo guineense, notou. “Não sou homem de violência, sou, isso sim, um pacifista por natureza”, observou o Presidente guineense.

Embaló disse defender a concórdia entre os guineenses, independentemente das pretensões políticas de cada um, e sublinhou que é o Presidente de todos, mas que é pela ordem e disciplina no país. O Presidente guineense afirmou que não vai criar nenhuma Comissão de Reconciliação Nacional, como fizeram vários dos seus antecessores no cargo, que apenas irá promover valores como o respeito pela diferença entre os cidadãos e igualdade de oportunidade para todos.

Nesse aspecto, anunciou a reintrodução do Serviço Militar Obrigatório para que todos os cidadãos aptos e com o mínimo de 12º ano de escolaridade sirvam as Forças de Defesa e Segurança. O Presidente lembrou que só se alistou nas Forças Armadas quando concluiu aquele grau de escolaridade.

fonte: jornaldeangola

Morreu ontem em Abidjan Primeiro-Ministro Coulibali

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O Primeiro-Ministro da Costa do Marfim e candidato do partido no poder às eleições presidenciais de Outubro, Amadou Gon Coulibaly, morreu, ontem, aos 61 anos,numa clínica na capital económica, Abidjan, para onde tinha sido transferido após ter -se sentido mal durante a reunião do Conselho de Ministros, anunciou o secretário-geral da Presidência, Patrick Achi, à televisão pública.

“Estou profundamente triste ao anunciar que o Primeiro-Ministro Amadou Gon Coulibaly, chefe do Governo, nos deixou no início da tarde, depois de participar na reunião do Conselho de Ministros”, disse Achi, lendo um comunicado de imprensa do Presidente Alassane Ouattara.
Gon Coulibaly tinha re-gressado à Costa do Marfim no dia 2 de Julho, após quase dois meses em França, onde foi submetido a exames médicos relacionados com o coração, referiu a agência noticiosa Efe.

O Primeiro-Ministro tinha sido designado candidato do partido do Presidente Alassane Ouattara, após este ter, em Março, renunciado a disputar um terceiro mandato.
Com 61 anos, Gon Coulibaly, casado e pai de cinco filhos, foi operado ao coração há alguns anos e, em finais de Março, es-
teve em confinamento por ter estado em contacto com a sogra que testou positivo para o novo coronavírus, mas, entretanto, tinha já retomado a sua actividade.

fonte: jornaldeangola


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