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segunda-feira, 28 de maio de 2012

ONU convoca reunião de crise sobre Guiné-Bissau.

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Navi Pillay, Alta Comissária dos Direitos Humanos da ONU


Comissária dos Direitos Humanos, Navi Pillay (foto), está preocupada com instabilidade e abusos de direitos humanos desde golpe de Estado (12.04). Representantes internacionais querem unir forças para estabilizar país.
Um encontro sobre a crise na Guiné-Bissau, convocada pelo representante especial do secretário-geral da ONU no país, Joseph Mutaboba, reuniu nesta sexta-feira (25.05) representantes da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), ONU, União Africana (UA), União Europeia (UE) e Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), disse à Lusa fonte da Comunidade de Países de Língua Portuguesa. 

A reunião acontece nas instalações do gabinete de manutenção de paz das Nações Unidas (Uniogbis) em Bissau. Segundo a fonte da CPLP citada pela Lusa, que leu convocatória para o encontro, o objetivo da reunião é compartilhar diferentes perspectivas dos principais parceiros para reforçar a cooperação "com vista à harmonização e manutenção dos esforços em curso para apoiar a Guiné-Bissau".

Já na terça-feira (22.05), o secretário executivo da CPLP, Domingos Simões Pereira, anunciara que em breve surgiriam "novos canais de contacto" na questão do conflito na Guiné-Bissau, garantindo que a comunidade lusófona mantém "coordenação com várias instâncias a nível internacional".

ONU preocupada com instabilidade

A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, pediu nesta sexta-feira (25.03) governo de transição na Guiné-Bissau que respeite "completamente" os direitos humanos e garanta a liberdade de movimentos dos cidadãos.
ONU está preocupada com instabilidade recorrente e abusos de direitos humanos desde golpe
ONU está preocupada com instabilidade recorrente e abusos de direitos humanos desde golpe
Pillay mostrou-se preocupada com a contínua instabilidade no país e com as violações de direitos humanos cometidas desde o golpe de Estado de 12.04. "O governo de transição tem a clara missão de assegurar que todos os direitos humanos sejam respeitados e protegidos completamente, incluindo o direito à segurança daqueles que precisam de regressar às suas casas", disse a Alta Comissária.

Segundo a agência Lusa, Navi Pillay ainda deseja que, com o novo governo, a liberdade de movimentos seja garantida e pediu às novas autoridades a anulação da lista de 57 nomes de pessoas que estão proibidas de sair do país. Segundo Pillay, esta medida poderá constituir uma violação ao Pacto Internacional sobre Direitos Políticos e Civis que a Guiné-Bissau ratificou em 2010 e que estabelece que o direito a uma pessoa abandonar um país só pode restringir-se a circunstâncias muito específicas.

Novo governo

De lembrar que as novas autoridades da Guiné-Bissau receberam na terça-feira (22.05) o poder dos militares que protagonizaram o golpe de Estado de 12.04. O golpe ocorreu numa altura em que o país preparava a segunda volta das eleições presidenciais – na sequência da morte, em janeiro, do antigo presidente Malam Bacai Sanhá – e levou ao afastamento do presidente da República interino Raimundo Pereira e do primeiro-ministro e candidato presidencial Carlos Gomes Júnior, que se encontram atualmente em Portugal.

Após o golpe, um governo de transição foi nomeado com o apoio da CEDEAO e deverá promover a realização de eleições no prazo de um ano. Mas o governo não é reconhecido pelo restante da comunidade internacional.
 
Soldados no aeroporto internacional de Bissau; porta-voz do PAIGC disse que formação não vai "obedecer a dirigentes impostos" por CEDEAO"
Soldados no aeroporto internacional de Bissau; porta-voz do PAIGC disse que formação não vai "obedecer a dirigentes impostos" por CEDEAO"
Regime "tropacrático"

Também nesta sexta-feira, segundo notícia divulgada pela agência Lusa, o porta-voz do PAIGC, partido no poder na Guiné-Bissau até o golpe de Estado militar de 12.04, denunciou hoje o "regime tropacrático" que controla todas as instituições do Estado guineense.

"O PAIGC não reconhece este regime 'tropacrático', da tropa, que manda no Presidente, no governo e em todas as instituições da República", disse Fernando Mendonça.
Reunião da CEDEAO em abril decidiu enviar cerca de 600 policiais e soldados à Guiné-Bissau
Reunião da CEDEAO em abril decidiu enviar cerca de 600 policiais e soldados à Guiné-Bissau
"Hoje estamos no dia 25 de maio, dia da liberdade para África, mas infelizmente estamos num dia de opressão na Guiné-Bissau. Vivemos momentos difíceis mas que não nos fazem baixar os braços", declarou o porta-voz do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC). Fernando Mendonça acredita também que os autores do golpe de Estado vão acabar por sair mais cedo ou mais tarde, cedendo "à pressão do povo".

Iancuba Indjai, líder da Frenagolpe (coligação de partidos e associações que contestam o golpe de Estado) admitiu que o golpe militar se consumou mas avisou que começa agora a desobediência civil do povo guineense aos dirigentes "impostos pela CEDEAO". "Não temos nada a ver com estes dirigentes impostos pela CEDEAO, por isso não lhes vamos obedecer", frisou Iancuba Indjai, que disse ser um alívio o fato de os militares terem anunciado que vão regressar às casernas deixando a gestão do país para os políticos.

Após reunião em finais de abril, a CEDEAO também decidiu enviar cerca de 600 policiais e militares para a Guiné-Bissau para ajudar a manter a segurança no período de transição, além de apoiar a reforma das forças de Defesa e Segurança da Guiné-Bissau. Nesta sexta-feira, 44 policiais nigerianos chegaram à Guiné-Bissau.

De lembrar que ainda está prevista a saída das tropas da missão angolana (Missang), que ainda estão no país, desconhecendo-se a data de saída.

Autor: RK/Lusa
Edição: António Rocha
fonte: DW

Obama "fartou-se" de fumar marijuana.

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Obama cumprimentando um funcionário de Serviços Gerais. (foto: do blog de Sampagode)

O Presidente dos Estados Unidos foi um entusiasta consumidor de marijuana na juventude. Nova biografia de Obama revela novos detalhes sobre este período da sua vida.Foram divulgados no fim de semana algumas páginas de uma nova biografia sobre o Presidente americano intitulada 'Barack Obama: The Story', de David Maraniss, que contém revelações sobre os seus hábitos na adolescência, nomeadamente sobre o seu hábito de consumir marijuana.
Embora o livro só esteja disponível a partir de 19 de junho, desde o fim de semana era possível consultar largos extractos no Google Books.
Assim fica-se a saber que, nos seus tempos de praticante de basquetebol e estudante no Havai, Obama integrava um círculo de amigos conhecido como Choom Gang, ou seja, os fumadores de marijuana.
O atual Presidente, segundo os relatos no livro de Maraniss, era um fumador ativo, inventivo e militante. Escreve o autor: "ao contrário de Bill Clinton, que disse nunca ter inalado, o mais importante para Obama era a inalação, que ele designava como 'absorção total' até aos pulmões". Se alguém no grupo o não fizesse, era penalizado com a perda de vez ao chegar o seu momento de fumar.
Segundo um membro do Choom Gang, "perder um bom fumo não era tolerado", revela Tom Topolinski.

fonte: DN.PT



GUINÉ-BISSAU... SEMPRE A DESGRAÇA.

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Rusha, Tanzânia, 28 mai (Lusa) - Cabo Verde vai manter um crescimento económico alto e estável, mas a "fraca qualidade das suas infraestruturas" pode criar problemas nessa performance, assinala o relatório Perspetivas Económicas em África 2012, hoje divulgado em Arusha, Tanzânia.

O documento prevê um ligeiro crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) real, de 5,0 % em 2011 para 5,1% em 2012 e uma queda da inflação de 4,5 para 3,3% em igual período e elogia o país "por ser dos poucos em África que vai cumprir os oito Objetivos do Milénio".

No entanto, o documento, coproduzido pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), pela OCDE, pela Comissão Económica da ONU para a África (UNECA) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), assinala vários riscos para o arquipélago.

Angola: PIB pode crescer 8,2% e inflação baixar para 10% em 2012 -- projeções

Arusha, Tanzânia, 28 mai (Lusa) - O PIB de Angola pode crescer 8,2 por cento, empurrado pelo retorno das operações petrolíferas, segundo o relatório Perspetivas Económicas em África 2012, que projeta uma queda da inflação de 13,5 para 10 por cento.

O relatório, produzido em conjunto pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), pela OCDE, pela Comissão Económica da ONU para a África (UNECA) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), foi divulgado hoje no arranque da assembleia anual do BAD em Arusha, Tanzânia.

"Em 2011, o forte crescimento do setor não petrolífero foi contrabalançado por uma descida nas receitas do petróleo, como resultado da baixa produção e das exportações. Mas espera-se que o Produto Interno Bruto (PIB) real cresça substancialmente, quando os campos petrolíferos estão a voltar às operações e novos projetos começam a produzir", refere o relatório.

Moçambique: Crescimento "vai continuar robusto" em 2012 e 2013 - projeções

Arusha, Tanzânia, 28 mai (Lusa) - O PIB em Moçambique vai crescer de 7,2% em 2011 para 7,9% em 2013, prevê o relatório Perspetivas Económicas em África 2012, do Banco Africano para o Desenvolvimento, OCDE e ONU, hoje divulgado em Arusha, Tanzânia.

Este ano, o Produto Interno Bruto (PIB) terá uma taxa de crescimento de 7,5%, refere o documento, que associa a situação ao início das exportações de carvão e aos "fortes desempenhos nos serviços financeiros e setores de transportes, comunicações e construção".

Também a retoma do investimento direto estrangeiro, sobretudo no setor mineiro, o forte crescimento agrícola e os investimentos em infraestruturas deverão "conduzir a um forte crescimento real em 2012 e 2013", assinala o relatório.

Guiné-Bissau: Instabilidade política compromete crescimento económico -- projeções

Arusha, Tanzânia, 28 mai (Lusa) - O flagelo da contínua instabilidade política compromete o crescimento da economia na Guiné-Bissau, quase totalmente dependente do preço do caju no mercado mundial, adverte uma projeção económica sobre o país, hoje divulgada.

Além dos efeitos da instabilidade política, de que o mais recente retrato é o golpe militar de abril passado, a economia do país deverá ressentir-se da provável baixa de preços do caju no mercado mundial, em consequência da crise que atravessa a União Europeia.

"A taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) irá abrandar em 2012 e em 2013 e o défice da conta corrente irá agravar-se", prevê o relatório Perspetivas Económicas em África 2012, coproduzido pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), pela OCDE, pela Comissão Económica da ONU para a África (UNECA) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), hoje divulgado em Arusha, Tanzânia.
fonte: Pravda News
  Autor: Miguel Angel Suarez                                                                                                                     

















































































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