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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Quais são os efeitos da migração no processo de democratização em África?

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Ana Magdalena Figueroa, doutoranda da Universidade de São Paulo, Brasil.

Este ano Ana Magdalena Figueroa, doutoranda da Universidade de São Paulo, Brasil, foi convidada pelo cientista político Dr. Issau Agostinho, a fim de contribuir para um livro que ele e outros académicos africanos estão a escrever sobre a democratização em África.
Figueroa ficou responsável por escrever sobre os efeitos da migração no processo de democratização no continente africano, desde que a população de cada país tenha pelo menos 500 mil habitantes.
Depois de montar uma base de dados com 50 países, ela fez uma análise levando em consideração o movimento de pessoas de um país para o outro e o dinheiro que os migrantes enviam para os familiares nos países de origem.
Após examinar os dados, Figueroa descobriu que os migrantes aumentam de facto a probabilidade de democratização nos países de origem, além de também aumentarem a probabilidade de crescimento económico naqueles regimes que são mais autocráticos ou mais democráticos. No entanto, para os países que estão no meio da escala, a influência é bem menor.
As diásporas, imigrantes que moram fora do país por pelo menos um ano, também começam a ter um efeito positivo na probabilidade de democratização, levando-se em conta as remessas e as questões económicas, sociais e políticas.
Figueroa explica que o livro está no processo de peer reviewing e pode ficar disponível na forma impressa ou online a partir de Novembro ou Dezembro.
BIOGRAFIA - Em 2008, Ana Magdalena Figueroa obteve o diploma de bacharel em Contabilidade e Finanças na Universidade Don Bosco em El Salvador e em 2012 terminou o mestrado em Ciências Políticas e Relações Internacionais na Universidade Chosun, Coreia do Sul, onde escreveu a tese sobre "O Impacto da Globalização no Desenvolvimento Humano dos Países em Desenvolvimento".
Ela é membro da Associação Internacional de Estudantes de Ciências Políticas (IAPSS) e Editora do Journal Politikon, da mesma associação. Também é Directora da seção da América do Norte da revista online Il Geopolitico com base na Itália.
fonte: VOA

Cristiano Ronaldo pela quinta vez o melhor futebolista do mundo.

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O futebolista português Cristiano Ronaldo conquistou o prémio de melhor futebolista do ano da FIFA, agora designado 'The Best'.
Fußball Stars, deren Teams sich nicht für die WM qualifiziert haben | Ronaldo Portugal (imago/GlobalImagens/L. de Castro)
O futebolista português Cristiano Ronaldo conquistou pela quinta vez na sua carreira o prémio de melhor futebolista do ano da FIFA, agora designado 'The Best', igualando o 'penta' do argentino Lionel Messi.
Depois dos triunfos em 2008, 2013, 2015 e 2016, o 'capitão' da seleção lusa foi o eleito do prémio correspondente à temporada 2016/17, já que conta o período compreendido entre 20 de novembro de 2016 e 2 de julho de 2017.
Nestes mais de sete meses, Cristiano Ronaldo ajudou o Real Madrid a vencer o Mundial de clubes, com três golos na final, a Liga dos Campeões, com um 'bis' na final com a Juventus (4-1) e 11 tentos na prova, e a Liga espanhola.
Fußball Champions League Borussia Dortmund v Real Madrid Torjubel Ronaldo (Reuters/W. Rattay)
O '7' dos 'merengues' teve o seu melhor período precisamente na parte final da época, em que conseguiu 16 golos nos últimos 10 jogos pelo Real Madrid, incluindo cinco face ao Bayern Munique e três perante o Atlético de Madrid, na 'Champions'.
Em termos numéricos, o português, que pela seleção se ficou pelo terceiro lugar da Taça das Confederações, marcou 39 golos, em 40 jogos, precisamente o mesmo registo de Lionel Messi.
Além de Ronaldo, foram 23 candidatos ao 'The Best', entre eles  o jogador argentino do FC Barcelona Lionel Messi e o brasileiro Neymar, que, no último defeso, trocou o FC Barcelona pelo Paris Saint-Germain, pela módica quantia de 222 milhões de euros, um recorde mundial.

Líder da UNITA duvida das promessas de João Lourenço.

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Em conferência de imprensa em Luanda, Samakuva disse que para construir uma sociedade mais justa é preciso mais do que palavras.
fonte: DW África
Angola Isaias Samakuva Präsident der National Union for the Total Independence of Angola (Getty Images/AFP/S. de Sakutin)
Líder da UNITA, Isaías Samakuva, disse que "quer ver para crer"
Nesta segunda-feira (23), o maior partido de oposição de Angola, a União Nacional para Independência Total de Angola (UNITA), promoveu em Luanda uma conferência de imprensa para responder ao pronunciamento do Presidente João Lourenço, proferido na última semana, também na capital do país. A fala de Lourenço aconteceu por ocasião da abertura do novo ano parlamentar da IV Lesgislatura, desde o fim do regime do partido único em 1992.
Em réplica ao discurso sobre o Estado da Nação, o líder do UNITA, Isaías Samakuva, afirmou que, mais do que palavras, o novo Presidente da República deve partir para ações  concretas. Samakuva duvida que João Lourenço venha a ter força suficiente para combater os monopólios, a exclusão e a corrupção.
A grande questão
O dirigente do UNITA saudou a mensagem do chefe de Estado contra o combate à corrupção. No entanto, ele disse que prefere ser como o apostolo São Tomé: quer ver para crer. ''Angola só irá combater com êxito os monopólios, a exclusão e a corrupção se fizer primeiro a despartidarização do Estado”, afirmou. E continuou a mandar seu recado a João Lourenço, ao dizer: "A nossa pergunta é: será que esta era do ‘Partido-Estado' chegou ao fim? Será que o novo Presidente quer mesmo combater hegemonia, abrir a economia e iniciar uma nova era? Essa é a nossa grande questão. Ficamos com o benefício da dúvida”, completou.
Dramático e Complexo
Angola Jugendliche & Kinder in Luanda, Boa Vista Slum (Getty Images/AFP/S. de Sakutin)
Crianças da favela Boa Vista, em Luanda
Para Samakuva, mais do que palavras, o novo Presidente da República deve partir para políticas concretas. Ele salientou ainda que João Lourenço herda um fardo muito pesado de José Eduardo dos Santos, que permaneceu no poder por 38 anos. E declarou ainda que o Estado da Nação atualmente é dramático e complexo porque faliu. "Travamos várias guerras e assinamos vários acordos de paz militar, mas ainda não construímos a paz social. Fizemos várias transições constitucionais, mas ainda não fizemos a transição para a plena democracia e para prosperidade. Descobrimos muito petróleo e muito diamante, mas ainda temos mais de 20 milhões de pobres”, disse o chefe do UNITA.
Sobre a recuperação da economia, Samakuva considera que uma retomada só será possível se forem enfrentados um mar de desafios. Eles passam pela institucionalização da democracia e pela libertação do Estado do autoritarismo partidário. ''A nossa crise é resultado da centralização de poder num só órgão do Estado, que mal é fiscalizado. Outra razão é a concentração da riqueza nacional numa só família política”, apontou.
Possíveis Soluções
De acordo com o líder do UNITA, a solução desse problema é a descentralização política e admnistrativa. "Precisamos criar autarquias locais e recuperar os poderes fiscalizadores do Parlamento. Temos de fazer uma reforma do poder judiciário e democratizar a economia de forma efectiva. Acrescente-se a isso, a reforma da administração eleitoral”, elencou.
Samakuva  assegurou que as soluções para a construção de uma sociedade mais justa, que assegure o desenvolvimento do país, são: o diálogo para o compromisso, a aceitação da igualdade política e económica e também da diversidade cultural e do pluralismo de expressão.

«ENERGIA ELÉCTRICA» GOVERNO GUINEENSE DIZ QUE AUMENTO DE CONSUMIDORES ESTÁ NA ORIGEM DE CORTES E APAGÕES REGISTADOS EM BISSAU.

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Bissau, 23 Oct 17 (ANG) – O governo através do ministro de Turismo, tornou público no último fim-de-semana que o aumento de número de consumidores de luz eléctrica na capital Bissau, está por detrás das cortes e apagões registados nos últimos tempos.


Em conferência de imprensa, Fernando Vaz destacou que a actual central eléctrica não tem capacidade para responder ao grande aumento de procura, facto que origina falhas no fornecimento de luz e água à capital.

O ministro de Turismo acrescentou, por outro lado, que outra razão tem a ver com a quebra de receitas do Estado, porque trata-se de um período de fraca movimentação fiscal.
Aquele governante disse que o executivo já está a accionar mecanismos para contornar a situação que tem deixado osconsumidores.

Entretanto, o governante aproveitou a ocasião para pronunciar sobre os recentes acontecimentos registados na sede de Partido Africano da Independência da Guiné-Bissau e Cabo-verde (PAIGC), os quais disse tratar-se de um acto isolado e que não tem nada a ver com o Presidente da República e muito menos com o grupo dos 15 deputados expulsos do partido.

Acrescenta que o governo está a envidar esforços para apurar a veracidade dos factos para, posteriormente, responsabilizar os presumíveis autores desse ato.

“Em nenhum momento, o executivo liderado pelo Umaro Sissoco Embalo compactua com actos do gênero. Por isso, entendeu ser um assunto interno no PAIGC e que deve ser resolvido no partido”, disse o governante.

Relativamente a polémica entre a Câmara Municipal de Bissau (CMB) e feirantes de Mercado de Bandim, Fernando Vaz garantiu que tudo será resolvido sem que as partes beligerantes voltem a entrar em conflitos, acrescentando que o assunto está a ser analisado no sentido de pôr fim ao desentendimento vigente entre as duas partes.

Em reacção as declarações do ex-Presidente da República de Cabo-Verde, Pedro Pires, o ministro de Turismo da Guiné-Bissau disse que este foi muito contraditório com as suas próprias palavras porque, antes disse que desde que saiu de poder não tem acompanhado a evolução da situação política na Guiné-Bissau e, ao mesmo tempo, vem dizer que a Constituição da República está a ser interpretada de forma pessoal, o que tem provocado a crise prolongada no país.

Para este responsável, José Mário Vaz nunca foi ditador, não entrou na política dos regimes ditatoriais e nunca fez parte de um partido ditador, salientando que o Presidente da República sempre foi um homem de paz, que zela pela promoção de unidade nacional.

“Desde que José Mário Vaz assumiu o poder, na Guiné-Bissau não foi registado nenhum caso de assassinato político, de perseguição e, muito menos, de violação de direitos humanos”, sublinhou.

No entender deste político, Pedro Pires não tem nada contra o chefe de Estado, porque é ele que desconhece a Constituição da República da Guiné-Bissau. 

Conosaba/ANG/LLA/ÂC/SG

EMBAIXADOR DE ANGOLA EM PORTUGAL ADMITE MOMENTO DE "FRIEZA" NAS RELAÇÕES BILATERAIS.

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O embaixador de Angola em Portugal disse, em Luanda, que as relações entre os dois países lusófonos "estão neste momento numa frieza", como "de resto publicamente já se fez sentir".

O embaixador de Angola em Portugal disse, em Luanda, que as relações entre os dois países lusófonos “estão neste momento numa frieza”, como “de resto publicamente já se fez sentir”.

Marcos Barrica falava à imprensa à margem da IV sessão ordinária do Comité Central do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder, do qual é membro.


Há razões que sustentam esse estado de coisas, mas há um esforço continuado entre as autoridades de um lado e do outro, para que os fatores que sustentam esta situação, que espero seja transitória, possam ser ultrapassados, para o bem dos nossos povos, dos nossos governos e dos nossos países”, disse Marcos Barrica.

O diplomata angolano apontou o caso judicial que envolve o ex-vice-Presidente angolano, Manuel Vicente, como um dos fatores de baixa nas relações entre Angola e Portugal.

“Essa questão judicial, que impende sobre um dirigente do nosso país, é um dos [fatores] que sustenta essa situação. Vamos lá ver se isso se ultrapassa”, referiu o embaixador de Angola em Portugal.

O procurador-geral da República de Angola disse este mês que as autoridades portuguesas chegaram a equacionar o envio do processo com a investigação ao ex-vice-Presidente angolano para Luanda, mas que recuaram após a publicação de uma Lei de Amnistia.

A informação foi transmitida por João Maria de Sousa, em Luanda, referindo-se aos contactos daquela Procuradoria com as autoridades portuguesas, sobre o processo ao agora ex-vice-Presidente de Angola, acusado na Operação Fizz, em Portugal, de corrupção ativa mas que alega que não foi notificado e que continua a gozar de imunidade.


Já tivemos várias abordagens. Numa primeira fase, o processo esteve quase a ser transmitido para as autoridades angolanas, as autoridades portuguesas depois fizeram um recuo, quando souberam que tinha sido publicada uma Lei da Amnistia em Angola. Daí para cá tem havido contactos, não só ao nível do Ministério Público, mas também ao nível do Estado, através do ministro da Justiça e dos Direitos Humanos”, explicou o procurador, questionado pela Lusa.

Sob proposta do então chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, o parlamento angolano aprovou em 2016 uma Lei da Amnistia, que entrou em vigor a 12 de agosto do mesmo ano, abrangendo todos os crimes comuns puníveis com pena de prisão até 12 anos cometidos por cidadãos nacionais ou estrangeiros até 11 de novembro de 2015, excetuando os de sangue.

Entretanto, José Eduardo dos Santos e Manuel Vicente cessaram funções a 26 de setembro, com a posse de João Lourenço e Bornito de Sousa, respetivamente como Presidente e vice-Presidente da República.

Contudo, o novo estatuto dos antigos Presidentes da República, que se aplica igualmente aos vice-presidentes, mantém a imunidade, sendo que no caso de Manuel Vicente, após cessar funções assumiu, a 28 de setembro, o cargo de deputado à Assembleia Nacional.

As autoridades angolanas chegaram a pedir um parecer ao Tribunal Constitucional, sobre o levantamento da imunidade a Manuel Vicente, mas, perante a indignação do Governo angolano, a justiça portuguesa avançou com o processo para julgamento.

Este processo tem motivado um agravamento da tensão nas relações entre os dois países, com críticas por parte das autoridades angolanas.

“Não pode deixar de ser sensível. Estamos perante um vice-Presidente da República que, na altura, podia até substituir o Presidente da República, não só nas situações de ausência ou de impedimento, mas até em situação de vacatura tem competência para levar o mandato de Presidente da República até ao final”, explicou o procurador-geral angolano.

Viúva de soldado morto no Níger diz que telefonema de Trump a fez chorar.

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Myeshia Johnson, esposa de La David Johnson

Myeshia Johnson revelou que Presidente não soube dizer nome do esposo
A viúva de um dos quatro soldados americanos mortos no Níger no início do mês disse nesta segunda-feira, 23, que o pedido de condolências do Presidente Donald Trump fê-la chorar quando sequer conseguia lembrar-se do nome do seu esposo.

Myeshia Johnson disse no programa "Good Morning America", da cadeia televisiva ABC, ter ficado chocada com o facto de o Presidente do seu país não se ter lembrado do nome de alguém que estava a defender os Estados Unidos.
Duas horas mais tarde, Trump escreveu no Twitter: "Tive uma conversa muito respeitosa com a viúva do sargento La David Johnson e mencionei seu nome desde o início, sem hesitar!"
Johnson confirmou também a versão de uma congressista democrata, na altura desmentida por Trump e o seu Chefe de Gabinete.
A congressista democrata Frederica Wilson, que estava ao lado da família do sargento morto durante o telefonema de Trump, disse na semana passada que o Presidente tinha dito que o militar "sabia no que tinha se metido".
A viúva reiterou que o Presidente disse-lhe que o seu marido sabia ao que estava exposto quando se alistou no exército.
fonte: VOA

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