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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Abstenção alta nas eleições no Quénia.

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Contam-se os votos no Quénia, um dia depois de novas eleições presidenciais. Apoiantes do líder da oposição Raila Odinga tentaram impedir a votação. Pelo menos quatro pessoas morreram em confrontos com a polícia.
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Estima-se que apenas um terço dos eleitores foi votar nas eleições de quinta-feira
Apenas um terço dos eleitores quenianos registados terão votado nas presidenciais de quinta-feira (26.07), avançou a Comissão Eleitoral do Quénia. A afluência às mesas de voto foi bastante inferior à das eleições de 8 de agosto, anuladas pelo Supremo Tribunal devido a "irregularidades". Na altura, a participação eleitoral rondou os 80%.
A nova votação ficou marcada por protestos violentos de apoiantes do líder da Super Aliança Nacional (NASA, na sigla em inglês), Raila Odinga. Os manifestantes montaram barricadas nos bastiões da oposição e a polícia usou gás lacrimogéneo, canhões de água e balas reais para os dispersar. Pelo menos quatro pessoas foram mortas nos confrontos; mais de 30 ficaram feridas.
"Sem reformas, não há eleições", afirmou um manifestante à DW.
Raila Odinga abandonou a corrida eleitoral a 10 de outubro acusando a Comissão Eleitoral de não querer fazer as mudanças necessárias para impedir novas irregularidades.
Kenia Wahlen - Ausschreitungen in Nairobi
Confrontos no bairro de Kibera, em Nairobi
Quatro municípios votam no sábado
A polícia reportou episódios de violência em cinco dos 47 condados do país. Em quatro municípios, devido aos protestos violentos, as eleições tiveram de ser adiadas para sábado, 28 de outubro.
"Houve problemas em algumas partes do país, por isso a Comissão Eleitoral decidiu adiar a votação nos bastiões da oposição", explicou o chefe dos observadores eleitorais da União Africana no Quénia e ex-Presidente sul-africano, Thabo Mbeki.
Noutras áreas, a votação decorreu normalmente. Leonard Kegora, apoiante do Presidente Uhuru Kenyatta, foi votar na quinta-feira e criticou os manifestantes.
"Estou aqui para escolher o meu Presidente, porque é um direito meu. Quem apoia a oposição e não veio votar tem essa escolha. Mas os que vieram votar também têm esse direito, e ninguém deve atacá-los por estarem aqui", referiu.
Segundo o jornal queniano "Daily Nation", os altos níveis de abstenção poderão minar a "legitimidade" do vencedor das presidenciais de quinta-feira.

Quénia: eleições foram adiadas em quatro municípios.

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Confrontos entre manifestantes e polícia resultaram em, pelo menos, três mortos e mais de 30 de feridos. A afluência às mesas de voto foi inferior à das eleições de 8 de agosto.
fonte: DW África
Kenia Wahlen - Ausschreitungen in Nairobi (Reuters/G. Tomasevic)
Segunda volta das eleições presidenciais no Quénia.
Depois de alguma incerteza, as eleições presidenciais realizaram-se esta quinta-feira (26.10) no Quénia. No entanto, e como prometido, a oposição não deu tréguas. Ao longo do dia, registaram-se incidentes em várias cidades do país, principalmente naquelas onde é grande o apoio a Raila Odinga, a maior ameaça à presidência de Uhuru Kenyatta.
Em Baía de Homa, Kisumu, Migori e Siaya, cidades bastião da oposição, as eleições tiveram mesmo que ser adiadas para o próximo sábado, dia 28 de outubro. Segundo a comissão eleitoral, a segurança estava posta em causa. 
Esta foi a segunda eleição presidencial depois do ato eleitoral de 8 de agosto, que dava a vitória ao Presidente cessante Uhuru Kenyatta, ter sido invalidado pelo Supremo Tribunal devido a irregularidades. O líder da oposição pediu reformas na Comissão Eleitoral. No entanto, estas foram negadas e Raila Odinga acabou por se afastar das eleiçõese pediu aos seus apoiantes que boicotassem o processo.
Afrika - Polizei patroulliert in Kibera Slums in Neirobi Kenia (picture-alliance/AP Photo/D. Bandic)
Patrulhas da polícia, esta quinta-feira (26.10), em Kibera, Nairobi
Ao longo desta quinta-feira (26.10), foram registados vários confrontos entre os apoiantes de Odinga e a polícia. Ao final do dia, havia já registo de três mortos e mais de 30 de feridos.
Os apoiantes de Odinga ergueram barricadas nas ruas, tentaram bloquear o acesso às assembleias de voto e atiraram pedras à polícia, que lançou gás lacrimogéneo e tiros para dispersar os protestos. Os confrontos decorreram, maioritariamente, nos municípios de Baía de Homa, Kisumu, Migori e Siaya, próximas da oposição.
James Onyango vive em Kisumu e é um dos apoiantes de Raila Odinga. Respondendo ao repto do seu líder, não foi votar. "Estas eleições devem ser um fator unificador, devem unir as pessoas. No entanto, eu penso que as eleições que estão a decorrer não vão unir o Quénia de novo", afirmou.
Intimidações em dia de eleições
De acordo com Mulle Musau, responsável do Grupo de Observação de Eleições (ELOG), houve registo de pessoas que foram intimidadas em alguns pontos do país, o que, considera, "não é uma coisa muito boa em termos de transparência".
"Há grupos que realmente impedem as pessoas de participar no processo. Há relatos de pessoas que estão a ser impedidas de sair de suas casas", acrescenta.
Também Marietje Schaake, responsável dos observadores da União Europeia, descreve as eleições como "um mundo diferente" do encontrado em agosto, onde os "quenianos tinham muito mais esperança". Para esta responsável, o ato eleitoral desta quinta-feira foi "problemático" e envolto em clima de "intimidação, linguagem difícil e tensões crescentes".
Peter Anyang-Nyongo, um professor, mostra-se desapontado. A "eleição não é um dia em que se vêem polícias e militares a obrigar as pessoas a ir votar. Não. Nós acordamos pela manhã, celebramos, vamos almoçar pacientemente e vamos votar livremente", afirma.
"É hora de avançarmos", diz Kenyatta
Kenia Wahl - Präsident Uhuru Kenyatta (Reuters/S. Modola)
Caso seja reeleito, Kenyatta, o líder do Partido do Jubileu, promete promover a unidade do país e lutar contra as "políticas tribalistas”no país
Esta manhã, quando foi votar na sua terra natal, Gatundu, Kenyatta, que nas eleições de agosto arrecadou 54% dos votos, garantiu que "90% do país estava calmo".  Aos jornalistas, garantiu que a mensagem que estaria a ser passada ao povo é que fossem votar "em grande número", apelou a população a "tomar a sua decisão, escolher o líder para que o nosso país avance". "É hora de avançarmos", afirmou Kenyatta.
Na mesma ocasião, o Presidente afirmou que "a democracia no Quénia" deu provas que "amadureceu". "O Quénia provou que é capaz de passar por uma anulação da eleição presidencial, aceitá-la e dar aos quenianos outra oportunidade de voltar à votação e, mais uma vez, decidir quem deve ser o líder deles", deu conta ainda o Presidente cessante. Para Kenyatta, "este é o caminho que todos no continente africano esperam". "Acreditamos que estamos a dar o exemplo” afirmou.
Caso seja reeleito, o líder do Partido do Jubileu promete promover a unidade do país e lutar contra as "políticas tribalistas". Para Kenyatta, quem é eleito presidente tem a "responsabilidade de lidar com essas divisões, reformar o país e uni-lo". "Se, de facto, os quenianos decidirem que isso vai ser feito por mim, essa é a minha responsabilidade. É o meu dever e pretendo fazê-lo", deu conta, acrescentando que, como líder responsável, faz parte das suas tarefas dialogar com a oposição, nomeadamente com Raila Odinga.
Nos municípios onde o Presidente Uhuru Kenyatta tem apoio, as eleições decorreram normalmente. No entanto, quando comparada com as eleições de agosto, houve uma menor afluência às urnas. Ao longo desta quinta-feira (26.10), e apesar dos episódios de violência em certos municípios, vários quenianos mostraram-se satisfeitos com a organização deste ato eleitoral. Pontual, organizado e rápido foram algumas das qualidades destacadas.

A fuga de 60 estudantes afrolusófonos deu um livro.

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A fuga de 60 estudantes afrolusófonos de Portugal para França, em Junho de 1961, chega agora às livrarias francesas sob o título "Opération Angola" [“Operação Angola”]. Pedro Pires, antigo presidente de Cabo Verde e um dos participantes da evasão, contou à RFI como correu a viagem e o que ela representou para a história das independências.




O livro “Operação Angola”, que recorda a fuga de 60 estudantes afrolusófonos de Portugal para França, em Junho de 1961, vai ser lançado a 6 de Novembro, na livraria Jean Calvin, em Paris.
A fuga foi organizada pela associação francesa Cimade, uma agência de serviços ecuménicos da Federação Protestante de França, depois de um apelo de estudantes angolanos à Igreja Metodista dos Estados Unidos para ajudar a sair de Portugal os jovens preocupados com a perseguição da PIDE durante a ditadura.
Na fuga participaram jovens angolanos, moçambicanos, são-tomenses e cabo-verdianos, incluindo várias personalidades que se viriam a tornar altos responsáveis políticos nos seus países, como Joaquim Chissano, que chegaria a presidente de Moçambique e Pedro Pires, que seria presidente de Cabo Verde.
Neste programa, Pedro Pires fala-nos desta viagem secreta, cuja memória celebrou em 2011 na Cidade da Praia, pelos 50 anos da “Operação Angola: A Fuga Rumo à Luta”, começando por explicar o que motivou a evasão.
A consciência de que era preciso uma ruptura com o colonialismo e a consciência que era preciso mostrar isso e, por fim, o desejo de participar na luta de libertação nacional que então iniciava”, contou.
Pedro Pires soube da fuga através de amigos angolanos e integrou um segundo grupo de fugitivos de 41 pessoas, depois de 19 terem passado numa primeira leva, tudo numa “organização muito sigilosa”.
A sua primeira tentativa para sair de Portugal “a salto” não resultou e teve de voltar no dia seguinte, onde entrou numa barca para atravessar o rio Minho.
O bote, ou a barca, era qualquer coisa muito precária. Pequenino e não levava muita gente, três, quatro pessoas, não me lembro bem. Atravessámos e ficámos escondidos numa pequena mata ou numa casa de pastor ou algo assim do género”, recordou.
O antigo presidente de Cabo Verde atravessou, depois, a Espanha num autocarro Dodge porque os quatro motoristas americanos acabaram por se aperceber que seriam necessárias muitas idas e voltas para transportar 41 pessoas.
Em San Sebastián, na fronteira com França, o grupo foi detido e passou uma noite na prisão com a ameaça de ser enviado para Portugal “e ir para a cadeia”.
A preocupação, a angústia, o medo, tudo isso junto, mas alguma esperança. Esperança que aquilo não ia dar torto e assim aconteceu. Não esperávamos que fôssemos libertados”, relembrou.
A edição original do livro “Operação Angola”, em inglês, foi publicada em 2015, escrita por dois dos protagonistas da evasão secreta, Charles Harper e William J. Nottingham, dois dos pastores americanos que ajudaram os estudantes a sair de Portugal.
O documentário “Operação Angola – Fugir para Lutar”, da jornalista Diana Andringa, que conta a fuga de 1961, vai ser apresentado no sétimo Encontro de Escritores de Língua Portuguesa, que arranca esta quinta-feira, na Cidade da Praia, em Cabo Verde.
fonte: RFI

Guiné-Bissau: nova greve do audiovisual público.

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Na Guiné-Bissau começou hoje uma nova greve de cinco dias dos funcionários do audiovisual público, que está totalmente paralisado desde as 00h01' desta quinta-feira.


O audiovisual público cuja última paralisação ocorreu entre 18,19 e 20 de Outubro está de novo em greve desde as zero horas desta quinta-feira (26/10) e durante cinco dias, com as mesmas reivindicações do movimento anterior referentes a meios logísticos, acrescidas de quatro novos pontos.
Francisco Indequecoordenador do espaço de concertação dos funcionários grevistas, enumera as reivindicações dos grevistas: um autocarro para transporte de pessoal para a Televisão da Guiné-Bissau e outro para a Rádiodifusão Nacional, computadores e linha internet para a Agência de Notícias da Guiné e o jornal Nô Pintcha.
Quanto aos novos pontos são eles : a efectivaçao do pessoal com mais de dois anos de serviço, a publicaçao no Boletim Oficial das respectivas nomeações e efectivações, o aumento de subsídios de comodidade para os funcionários da TVGB e o reajuste de salários dos que recebem abaixo das suas categorias.
Está agendado para hoje (26/10) um encontro com o governo, mas Francisco Indeque desconhece com que ministro, tendo até agora apenas visto os directores gerais da Rádio e Televisão, que pediram a suspensão da greve, garantindo que a "questão das viaturas, linha internet e computadores será concretizada dentro de tempo" mas os trabalhadores exigem o cumprimento da totalidade do caderno reivindicativo.
fonte: RFI

RCA: Guterres lança apelo a grupos armados.

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Secretário-geral da ONU, António Guterres cumprimenta deslocados muçulmanos num campo de Bangassou, sudeste da RCA, a 26 de Outubro de 2017.AFP
António Guterres, o secretário-geral da ONU, apelou  aos grupos armados da República Centro-Africana para que aceitem participar na via política para resolver a crise político-militar no país.



António Guterres fez este apelo numa conferência de imprensa conjunta com o presidente da RCA, Faustin-Archange Touadéra, após uma reunião de trabalho na presidência centro-africana, em Bangui, onde se encontra de visita oficial até esta sexta-feira.
O antigo primeiro-ministro português chegou a 24 de Outubro à RCA para expressar a sua solidariedade para com o povo centro-africano.
Guterres prestou também homenagem aos capacetes-azuis da organização, com 12 deles que perderam a vida em serviço neste país do continente negro.
Ao microfone de Pierre Pinto o número um da ONU fez um balanço ainda assim positivo da Minusca.
António Guterres, secretário geral da ONU, em entrevista a Pierre Pinto
fonte: RFI

GOVERNO DA GUINÉ-BISSAU OPTIMISTA EM ACABAR COM SUCESSIVAS GREVES.

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A Secretaria de Estado do Ensino Básico, Secundário e Profissionalizante disse, esta quinta-feira (26), que a continuação de sucessivas ondas de greve no sector educativo guineense tem a ver com as pessoas que os seus documentos estão incompletos

A governante falava à imprensa depois da abertura do encontro que juntou, em Bissau, diferentes autores que trabalham ligados ao sector educativo para a apresentação da campanha 6-6 cujo objectivo é promover a inscrição das crianças, na idade certa, seis anos, na escola, sua permanência durante seis anos consecutivos e a conclusão com sucesso do sexto ano do Ensino Básico.

Apesar destas constante ondas de greve Iracema do Rosário mostrou-se confiante que paulatinamente chegaram a fim das greves nas escolas públicas.

“A continuação das ondas de greve são as pessoas que tinham os documentos que não estão completo e qua a função pública e finanças estão a exigir, as vezes dizem que é a questão do governo, mas não é, e acho que estas ondas paulatinamente vão terminar porque se não os nossos filhos e netos é que vão sofrer”

No que refere a campanha 6-6 cujo objectivo é promover a inscrição das crianças, na idade certa, seis anos na escola, Iracema lembra que a campanha é “muito forte” para todos os guineenses para que as crianças comecem as aulas “muito cedo” e concluir cedo para ter a oportunidade de conseguir as bolsas do estudo “mesmo se fosse interno mas que ela tenha a qualidade”.

Questionado pela Rádio Sol Mansi (RSM) sobre vantagem de ir as aulas cedo, Iracema diz que permite as crianças assimilares melhor.

“Muitas das vezes dizem os mitos de que a crianças não deve começar as aulas cedo isso não corresponde a verdade, a criança deve começar as aulas com a idade compreendida para melhor assemelhar”, enfatiza. 

A mesma ideia foi defendida pelo coordenador da campanha 6-6, Armando Mola Indique, e segundo ele é importante também matricular as meninas com esta idade.

“Quem colocar o seu filho na pré-escolar a tendência é para aquela criança ter mais proveito em relação a aquelas que não frequentou a pré-escolar e segundo objectivo é para fazer que as pessoas começam a matricular os seus filhos na escola com 6 anos de idade e, é idade certa para matricular uma criança na escola, porque a lei base da educação de 2010 permite matricular as crianças na escola com esta idade e uma outra coisa que queremos aproveitar com esta campanha é para os pais e encarregados da educação reforcem em matricular as meninas na escola com esta idade”, explica. 

O encontro que termina amanhã (quinta-feira, 29) está a decorrer na sala da reunião do Instituto Nacional do Desenvolvimento e da Educação INDE.

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Siga/radiosolmansi com Conosaba

LÍDER DO PAIGC DIZ QUE CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA CONSTITUI TAPETE AO PRESIDENTE VAZ.

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O presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC), partido vencedor das últimas eleições legislativas afirmou que a Constituição da República virou letra morta, “não merecendo a consideração e respeito do presidente da República”.

Domingos Simões Pereira que falava esta quarta-feira durante o encontro do colectivo dos partidos políticos democráticos disse igualmente que a cega vontade de José Mário Vaz de instaurar a ditadura levou-o a conhecer o maior nível de fragilidade.

«A Constituição da Republica virou letra morta, não merecendo a consideração nem o respeito do primeiro magistrado da Nação e as escolhas livremente feitas por cidadãos guineenses durante o ultimo pleito eleitoral, em 2014, deixaram de o obrigar minimamente. A cega vontade de instaurar a ditadura e o totalitarismo levaram a que, os 3 anos e 3 meses de mandato registassem o maior nível de fragilidade institucional jamais conhecida na Guiné-Bissau, seja nos órgãos públicos, seja no sector privado seja nos partidos políticos e na própria sociedade civil», aponta.

De acordo com RSM, líder do PAIGC sublinhou que depois de José Mário Vaz ter provocado descredito às decisões do Supremo Tribunal de Justiça e paralisar o funcionamento da Assembleia Nacional Popular com a sua evocação de maioria não resultante do voto popular “ promoveu internacionalização da crise ao solicitar a intervenção e mediação da CEDEAO, mas logo de seguida se afirmou isento e não abrangido pelo acordo alcançado em Conacri.

Não quer aplicar o acordo de Conacri, não respeita a Constituição e quer viciar as próximas eleições para assegurar a sua vitoria e a dos seus associados e acólitos”, enfatiza.
Por outro lado, indicou que as razoes para o assalto à sede do seu partido são mais que óbvias e bem conhecidas. “ Implantar evidências de crime (armas e outros) na sede do PAIGC para acusar o partido e o seu presidente”.

De referir que durante o encontro que juntou os militantes de todos os partidos pertencentes ao colectivo, foi anunciado para o próximo dia 27 de Outubro ao 5 de Novembro comícios populares em todos os círculos eleitorais.

Conosaba/Notabanca

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