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terça-feira, 25 de abril de 2017

Aprovada a data de 23 de agosto para eleições gerais em Angola.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O Conselho da República de Angola deu parecer favorável, por unanimidade, à proposta do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, para convocar eleições gerais para 23 de agosto.
José Eduardo Dos Santos (picture alliance/dpa/A.Ernesto)
José Eduardo dos Santos, Presidente de Angola
O anúncio feito em Luanda consta de um comunicado final da reunião de Conselho da República (24.04), órgão consultivo do chefe de Estado, durante a qual os membros ouviram o parecer da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) sobre as condições para a realização das eleições gerais de Angola, solicitado por José Eduardo dos Santos, bem como informação do ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, sobre os dados do registo eleitoral.
No seu parecer, a CNE considera que estão criadas para que o Presidente angolano, no quadro das suas competências constitucionais e legais possa convocar eleições gerais de 2017.
Segundo o comunicado da reunião desta segunda-feira (24.04), lido no Palácio Presidencial, em Luanda, pelo Procurador-Geral da República de Angola, João Maria de Sousa, o Conselho da República considerou que estão criadas todas as condições humanas, técnicas, materiais, logísticas e financeiras para a realização das eleições.
Angola Registrierung Wahlen (DW/J.Adalberto)
Registo eleitoral (Huambo - 2017)
Nesse sentido, foi aprovada por unanimidade a proposta do chefe de Estado angolano para que as eleições gerais sejam convocadas para o dia 23 de agosto, sendo esta data declarada tolerância de ponto em todo o país.
De acordo com a Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais, a convocação e marcação das eleições são feitas por decreto presidencial, tendo os partidos e coligações concorrentes que apresentar as listas candidatas "até ao 20.º dia" após essa convocatória, que ainda não foi oficializada.
O Conselho da República é um órgão consultivo do Presidente da República, que o convocou pela última vez a 10 de fevereiro de 2015, na altura para debater as consequências da forte queda nas receitas com a exportação de petróleo.
Todas condições”praticamente criadas”
Na abertura da 32.ª reunião do Conselho da República, o Presidente angolano José Eduardo dos Santos anunciou que "todas as condições de natureza política, legislativa, financeira e logística e de segurança e de ordem pública, estão praticamente criadas, para que as eleições gerais decorram de forma transparente e sem quaisquer constrangimentos sobre os seus principais protagonistas. Por forma a que sejam consideradas pela opinião pública nacional e internacional como livres, justas e credíveis", disse José Eduardo dos Santos. 
Angola Jose Eduardo dos Santos (Getty Images/AFP/A. Jocard)
O Conselho da República integra o vice-Presidente, Manuel Vicente, o presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, o presidente do Tribunal Constitucional, Rui Ferreira, e o procurador-geral da República, João Maria de Sousa. 
Estão ainda representados o vice-presidente do MPLA, João Lourenço (empossado hoje) e os presidentes da UNITA, Isaías Samakuva, da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, do PRS, Eduardo Kuangana, e da FNLA, Lucas Ngonda, os cinco partidos com representação parlamentar. 
Apelo à participação
"O momento do voto constitui um dos pontos altos da democracia, de que nenhum cidadão, consciente dos seus deveres, se deve eximir de participar. Por essa razão, aproveito a oportunidade de estar na presença dos líderes dos partidos políticos com assento no parlamento para apelar a que exerçam, a partir das suas organizações, influência sobre os seus militantes e simpatizantes para a sua participação plena no pleito eleitoral", exortou o chefe de Estado. 
Um "apelo" que José Eduardo dos Santos disse estender a "todas as outras entidades da sociedade civil" com representantes presentes na reunião: "Para que continuem a transmitir aos eleitores uma mensagem de paz, de tolerância e de respeito recíproco aos cidadãos de diferentes cores partidárias, mas que no fundo são todos angolanos e filhos de uma mesma pátria", disse. 
Angola 2012 Wahlen Luanda (DW)
Eleições gerais em Angola (2012)
De acordo com o artigo 3.º da Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais, compete ao Presidente da República convocar e marcar a data das eleições gerais, depois de ouvida a Comissão Nacional Eleitoral [CNE] e o Conselho da República.
Na sexta-feira (23.04), a CNE informou que estavam criadas as condições materiais, humanas, técnicas e financeiras para a realização das eleições gerais de 2017, respondendo desta forma ao pedido de informação formal do Presidente da República. 
Partidos políticos começam a reagir
Benedito Daniel, secretário-geral e presidente da bancada parlamentar do Partido de Renovação Social (PRS), disse que após o anúncio da data das eleições gerais é importante que o pleito que se avizinha decorra com a máxima lisura e transparência ao contrário das eleições anteriores. 
“Estamos de acordo com esta data, embora internamente temos algumas arestas por limar, mas achamos que é de lei, e vamos fazer tudo por tudo para que possamos nos enquadrar nesta dada para que as eleições possam ser realizadas, porque qualquer alteração que pudesse ser feita em relação ao mês acho que criaria algum sobressalto. Mas o que nos importa é que este processo venha a conhecer lisura e transparência necessária para que seja o outro processo diferente dos processos que já temos vindo a realizar”, concluiu Benedito Daniel.
Lindo Bernardo Tito, CASA-CE in Angola (DW/N.S. D'Angola)
Lindo Bernardo Tito da CASA-CE
Para o vice-presidente da CASA-CE, Lindo Bernardo Tito “pela experiência de outros países nas democracias mais avançadas normalmente o fim-de-semana é o ideal. Não sei os fatores que levam a determinação desta data ao meio da semana, mas para nós o essencial é que os angolanos tenham tempo para poderem irem às urnas e exercerem o seu direito de voto.”
Por seu turno, em declarações à imprensa, o líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Isaías Samakuva, referiu que estão criadas as condições para que o Presidente possa convocar eleições, na data sugerida e aceite pelos membros do Conselho da República.
Segundo Samakuva, as condições de forma geral estão criadas, mas foi chamada atenção, durante o encontro, para aspetos que precisam ainda ser resolvidos até ao ato eleitoral.
Recorde-se que a UNITA tem insistido na necessidade de uma auditoria independente à base de dados dos mais de 9,4 milhões de eleitores registados no processo de atualização concluído a 31 de março. 
Fonte: dw África

ANGOLA: Rafael Savimbi ao eleitorado: "Não tenham medo!"

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 Rafael Savimbi

O secretário-geral djunto da UNITA, Rafael Massanga Savimbi, apelou ao eleitorado para não ter medo de falar e da mudança.
O filho do fundador da UNITA falava no Sumbe, Kwanza Sul, onde participou numa reunião de apoiantes do partido
“Antes de votarmos no candidato ou no partido A, B ou C, devemos fazer um balanço dos últimos cinco anos de governação. Este balanço não deve ser uma coisa intangível. O balanço que cada cidadão deve fazer tem a ver com o dia-a-dia da sua vida, cada um deve dizer que na minha vida pessoal ou colectiva, o quê que melhorou ou piorou durante estes cinco anos”, disse Savimbi para quem “a UNITA garante segurança e bem-estar para todos os angolanos”.
Rafael Savimbi afirmou ainda que um Governo do seu partido vai recrutar os que são capazes e não “mediante a apresentação de cartão do partido”.
Por outro lado, “na nossa perspectiva o político que se mistura com os negócios não serve porque vai roubar”, concluiu o filho do fundador do partido do "galo negro".
“Não fiquem com medo”, disse o secretário-geral adjunto da UNITA que disse que a UNITA também participou para conquistar essa paz” e por isso “não pode haver medo”.
“Querem nos fazer parecer que não somos angolanos, nós também somos daqui”, disse.
“Nós somos daqui e vamos ficar aqui, trabalhar aqui, vamos morrer aqui e vamos mudar este regime porque é possível”, acrescentou afirmando ainda que os angolanos devem fazer perguntas não sobre partidos mas sobre a situação em Angola.
“O problema não é o MPLA ou a UNITA, o problema é Angola, como é que nós estamos”, afirmou.

Fonte: voaportugues.com

NO BAÚ DE UM JORNALISTA: CARLOS GOMES JR. - O RESPONSÁVEL NÚMERO UM POR 12 ASSASSINATOS.

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Este post é como o vinho do porto, estávamos em 2011, quando o Aly Silva, editor do Ditadura do consenso escreveu isto. Boa leitura.


O Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Jr., decidiu processar-me. Na próxima 2ª feira, saberei mais pormenores sobre as intenções de Cadogo Jr.

Contudo, abro aqui e agora a minha própria frente de combate. Estarei na linha da frente para enfrentar os batalhões e os canhões do senhor Cadogo Jr! Essa é que é a verdade.

Sem medos nem receios.
Sr. Primeiro-Ministro, CARLOS GOMES JR., - Doze (12!) pessoas foram assassinadas durante os seus dois mandatos:
1. - General 
Veríssimo Correia Seabra, CEMGFA em funções;
2. - Coronel 
Domingos de Barros, porta-voz do CEMGFA;
3., 4., e 5. - Três (3) 
simpatizantes do PRS;
6. - General 
Tagmé Na Waié, CEMGFA em funções;
7. - General 
João Bernardo ‘Nino’ Vieira, Presidente da República em funções;
8. - 
Baciro Dabó, ministro da Administração Territorial e candidato presidencial;
9. - 
Hélder Magno Proença, Deputado da Nação;
10., e 11. - 
Puntchu (motorista do Hélder Proença, mais um amigo deste)

Uma cascata de assassinatos, cujo responsável número um é o senhor 
Carlos Gomes Jr., precisamente por ser o Primeiro-Ministro da República da Guiné-Bissau! Sr. Primeiro-Ministro, que isto fique bem claro: o sr. terá uma luta sem quartel.

Demita-se das funções de Primeiro-Ministro! Demita-se, porque não conseguiu fazer 
JUSTIÇA aos doze cidadãos guineenses assassinados durante os seus dois mandatos! Demita-se, pois, porque deixou centenas de familiares angustiados! Demita-se, pelo NEPOTISMO em que fez cair o Estado da Guiné-Bissau! Tenha vergonha e demita-se! António Aly Silva
Siga este link e leia mais http://ditaduradoconsenso.blogspot.pt/2011_03_01_archive.html

CRISE POLITICA: CEDEAO PEDE UNIÃO ENTRE GUINEENSES PARA ULTRAPASSAR A CRISE POLÍTICA.

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Bissau, 24 abr. 17 (ANG) – O Presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) instou para que haja unidade entre os responsáveis políticos do país, de forma a vislumbrar uma solução para a crise com na base no acordo de Conacri.

A saída do encontro hoje com o Primeiro-ministro, Marcel de Sousa disse que a crise institucional vivida no país contínua a persistir porque veio a converter-se em “problema pessoal entre dois campos”.

“Há um campo do presidente da república que tem como aliado o primeiro-ministro e por um outro lado o líder do PAIGC apoiado pela Assembleia Nacional Popular”, especificou de Souza.

Segundo este responsável, as partes devem caminhar-se de mãos dadas na busca de uma solução fraternal, contando para isso com o apoio da CEDEAO.

Por sua vez o ministro da presidência do Conselho de Ministros, Malal Sane afirmou que o chefe do governo está disposto a negociar a integração dos restantes partidos com assento parlamentar ainda fora do executivo.

“O primeiro-ministro esta de acordo com qualquer iniciativa que faça com que haja uma composição de um governo integrando os partidos que constituem a ANP, para assim viabilizar a abertura do parlamento e o consequente debate do programa do governo”, afirmou.

Antes de terminar a sua visita hoje a missão da CEDEAO tem agendado encontros com o Presidente da República direcções do PAIGC e PRS elementos da sociedade civil e das comunidades religiosas.

ANG/FGS/JAM

PM GUINEENSE NÃO SE DEMITE, APESAR DE EXIGÊNCIA DE PARTIDOS - PORTA-VOZ

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O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, colocou hoje fora de questão demitir-se do cargo como exigem alguns partidos, indicou o porta-voz do governo, Malal Sané.
 
Umaro Sissoco Embaló transmitiu a sua determinação de não abandonar o executivo aos emissários da CEDEAO (Comunidade Económica de Estados da Africa Ocidental) que se encontram em Bissau para ajudar os guineenses a acabarem com o impasse político.
 
"Não foi abordado a possibilidade de demissão (do primeiro-ministro), aliás, está fora de questão", disse Malal Sané, quando reportava aos jornalistas o conteúdo da conversa entre Sissoco Embaló e os emissários da CEDEAO. Sané disse que o primeiro-ministro está aberto para que "outros partidos" integrem o seu governo.
 
A organização enviou para Bissau os ministros dos Negócios Estrangeiros do Togo e da Libéria, o ministro de Estado e da presidência da Guiné-Conacri, bem como o presidente da Comissão para tentarem solucionar o impasse político na Guiné-Bissau que já dura há cerca de dois anos.
 
De concreto, os enviados da CEDEAO tentam levar as partes desavindas em Bissau a cumprirem com o chamado Acordo de Conacri, instrumento político patrocinado pela organização e com o qual se pretende criar um governo que inclua todas as forças políticas.
 
Quatro dos cinco partidos que integram o Parlamento guineense não reconhecem o atual executivo e pedem a sua demissão.
 
O presidente da comissão da CEDEAO, o beninense Marcel de Souza, defendeu que o Acordo de Conacri deve ser cumprido porque, enalteceu, "é o único caminho para o consenso" entre os atores políticos guineenses.
 
Marcel de Souza afirmou que as partes devem reconhecer que existe um conflito "entre o campo do Presidente José Mário Vaz e do primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló e do outro apoiado pelo PAIGC e o líder do Parlamento", disse.
 
"É preciso que haja a boa-fé e que deem as mãos uns aos outros", declarou o presidente da comissão da CEDEAO, que ainda assim reconheceu "alguns avanços" no país, nomeadamente o pagamento regular de salários aos funcionários públicos.
 
A missão da organização oeste africana deve encontrar-se esta tarde com o Presidente guineense, José Mário Vaz e com o líder do Parlamento, Cipriano Cassamá.

MB // EL

PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU ENCONTRO-SE HOJE COM A MISSÃO DA CEDEAO EM BISSAU.

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O nosso Presidente da República, Dr. José Mário Vaz recebeu hoje uma missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), chefiada pela ministra dos negócios Estrangeiros da Libéria, Marjon Kamara, teve como objectivo, seguimento da implementação do Acordo de Conacri.





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