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quarta-feira, 30 de julho de 2014

UE destina dois milhões de euros para luta contra o Ebola na África.

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Equipe médica prepara-se para trazer comida para os pacientes mantidos em uma área de isolamento no centro de tratamento de ebola. Desde março, mais de 1.200 pessoas foram infectadas na África Ocidental, e mais de 800 morreram   (Tommy Trenchard/Reuters)

Equipe médica prepara-se para trazer comida para os pacientes mantidos em uma área de isolamento no centro de tratamento de ebola. Desde março, mais de 1.200 pessoas foram infectadas na África Ocidental, e mais de 800 morreram..

Washington - A epidemia de Ebola na África, que desde março matou mais de 800 pessoas, continuava fazendo estragos nesta terça-feira (29/7), com um médico morto em Serra Leoa, outro médico americano "muito doente", um canadense em quarentena e a interrupção de conexões aéreas entre países do oeste africano.

Enquanto isso, representantes da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e da Organização Mundial de Saúde (OMS) se reunirão em caráter de emergência, em dia e local ainda não determinados, para avaliar como evitar a propagação da pior epidemia de Ebola da História.

Horas antes, a companhia aérea pan-africana ASKY anunciou a interrupção de suas conexões entre as capitais da Libéria e de Serra Leoa, depois da morte, na Nigéria, de um passageiro liberiano infectado com o vírus. "A suspensão dos voos com destino a Freetown e Monróvia, por parte da ASKY, ocorre no âmbito da luta contra a propagação do vírus Ebola", disse à AFP Afoussath Traoré, porta-voz da companhia com sede em Lomé, no Togo.

A decisão da companhia forçou a OACI - que é uma agência da ONU - a entrar em ação, explicou à AFP o presidente da organização de aviação civil, Raymond Benjamin. "Isso nos faz agir muito rapidamente", disse Benjamin, destacando que a OACI "fará consultas com a OMS para saber quais tipos de recomendação deve emitir" para deter a expansão da doença.

Desde março, mais de 1.200 pessoas foram infectadas na África Ocidental, e mais de 800 morreram. O vírus se concentra em Guiné, Libéria e Serra Leoa.

Ajuda da UE
Esta nova parcela de ajuda da UE se soma aos 3,9 milhões de euros que o bloco já destinou à causa entre abril e junho deste ano.

A Comissão Europeia anunciou nesta quarta-feira (30/7) uma nova ajuda de dois milhões de euros para a luta contra o Ebola nos países da África Ocidental.

"O nível de contaminação é extremamente preocupante e devemos aumentar nossa ação antes que mais vidas sejam perdidas", afirmou Kristalina Georgieva, comissária europeia de Ajuda Humanitária, citada em um comunicado.

Esta nova parcela de ajuda da UE se soma aos 3,9 milhões de euros que o bloco já destinou à causa entre abril e junho.


A Comissão disse ainda que a ajuda será canalizada através de três organizações: a Organização Mundial da Saúde (OMS), que fornece equipamento e assessoria, Médicos Sem Fronteiras (MSF), que oferece apoio clínico para isolar e conter a epidemia, e a Federação Internacional da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho, que promove a prevenção.

A epidemia, que está em curso desde o início do ano, se declarou na Guiné e depois atingiu a Libéria e Serra Leoa. Na semana passada foi confirmado o primeiro caso na Nigéria. Desde março, mais de 1.200 personas foram infectadas na África Ocidental e mais de 800 morreram.

O vírus Ebola é transmitido por contato direto com sangue, fluidos ou tecidos de pessoas ou animais infectados. A febre que provoca se manifesta com hemorragias, vômitos e diarreia. A taxa de mortalidade varia entre 25% e 90% entre os humanos e não há vacina que evite o contágio.

# correiobraziliense.com.br

Ruanda: Prisão perpétua requerido contra Joel Mutabazi, ex-membro da guarda presidencial de Paul Kagamé.

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Joel Mutabazi, lors de l'ouverture de son procès à Kigali.
Joel Mutabazi, depois da abertura de seu processo em  Kigali. © AFP


A promotoria de Kigali requeriu nesta quarta-feira a prisão contra o tenente Joel Mutabazi, um ex-membro da guarda presidencial de Ruanda, entregue em outubro de 2013 por Uganda para Ruanda, apesar de sua condição de refugiado. Ele foi acusado de terrorismo. 
A promotoria de Kigali requeriu nesta quarta-feira, 30 de Julho, a prisão perpétua, notadamente por terrorismo, contra o tenente Joel Mutabazi. Este ex-membro da guarda presidencial de Ruanda que foi deportado em outubro de 2013 para Ruanda por Uganda, apesar de sua condição de refugiado. 

Ele é julgado desde 28 de janeiro por um tribunal marcial por formação de um grupo armado contra o presidente, terrorismo, complô contra um governo estabelecido, espalhando informações falsas para criar uma hostilidade internacional contra o governo de Ruanda, posse ilegal de armas de fogo e deserção. 

 "Processo de terror" em Ruanda: Mutabazi, o ex-guarda-costas de Kagame perante os tribunais" 
"Todos esses chefes cometeram uma série de crimes e para isso nós apelamos pena de prisão em vista contra o tenente Mutabazi e também sua desgraduação", disse o promotor militar, tenente Faustin Nzakamwita, que também exigiu uma sentença de prisão perpétua contra um dos co-acusados, a 37 anos de prisão contra os outros nove, 20 anos contra dois outros, sete anos contra o irmão mais novo de Joel Mutabazi e sentenças de cinco anos contra o seu tio e cunhada. Estes três próximos a tenente Mutabazi produziram depoimento em carga contra o acusado durante o julgamento. 

Acusações fabricadas 
"Todas essas acusações contra mim são inventadas, eu sou inocente, e peço ao juiz para decretar a minha libertação imediata", disse, entretanto, Joel Mutabazi, que assegura a si mesmo, a sua própria defesa. O advogado dele Antoinette Mukamusoni se retirou do processo em afirmação de que seu cliente não respeita a linha de defesa adotada. Os argumentos da defesa continuam no final da tarde, desta quarta-feira. 

"Kagame se escapou de uma tentativa de assassinato em 2010?" 
Mutabazi Joel e seus 15 co-acusados são, de acordo com o Ministério Público, implicados em diferentes graus, envolvidos em ataques com granadas perpetrados em Ruanda em 2010 e atribuídos por Kigali, ao Congresso Nacional Ruandense (RNC) - partido de oposição no exílio - e Forças Democráticas para a Libertação do Ruanda (FDLR). A promotoria afirma ter descoberto ligações entre o FDLR e RNC, cujos líderes estão exilados, os dissidentes da Frente Patriótica Ruandesa (RPF), o partido do presidente Paul Kagame.
Joel Mutabazi, que rejeitou a abertura de seu processo, as acusações voltaram contra ele, se recusou a comentar, apenas descreveu o procedimento como ilegal e alegou ter sido sequestrado de Uganda, onde ele tinha o estatuto de refugiado e  estava sob a proteção da ONU.

Violação do direito dos refugiados?
O governo de Uganda reconheceu no final de outubro que o tenente Mutabazi tinha infiltrado clandestinamente  em Uganda, depois de um erro no julgamento pela polícia de Uganda que tinha-o entregue a representantes das autoridades ruandesas. O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) denunciou uma violação grave do dever essencial de proteger os refugiados da parte das  forças da ordem de Uganda.

Joel Mutabazi fugiu para Uganda em 2011, depois, de acordo com suas declarações, ele foi preso e detido por vários meses devido a suas supostas ligações com desertores do regime, que passaram para oposição no exílio.

# jeuneafrique.com (Com AFP)

Guiné-Bissau com défice de 35 milhões em 2014.

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JOSÉ MÁRIO VAZ - Presidente da Guiné-Bissau


O Estado da Guiné-Bissau enfrenta um défice de 35 milhões de euros entre a previsão de receitas e despesas até final do ano, anunciou o ministro das Finanças, Geraldo Martins, que prevê "cobrir" o buraco orçamental até dezembro.

"O 'gap' [brecha] fiscal é de 23 mil milhões de francos CFA [35 milhões de euros] entre a previsão de receitas de todo o ano de 2014 e as despesas previstas", disse o ministro, referindo que estão a ser mobilizados vários mecanismos para lidar com a situação.
Por um lado, foi feita na última semana uma emissão de dívida com 22,8 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro a mereceram a confiança da banca privada regional.
Estão também a ser programadas "ações para melhorar a arrecadação fiscal", "há apoios em vista", nomeadamente da União Europeia e Timor-Leste, e é esperada a liquidação de "fundos de compensação de pescas ainda durante este ano", referiu.
"Se tudo correr bem, podemos fechar este `gap` até dezembro", sublinhou Geraldo Martins.
No entanto, boa parte do dinheiro só deve entrar nos cofres do Estado "entre novembro e dezembro" e até lá é preciso encontrar soluções que "permitam ter os fundos necessários para o funcionamento do Governo", acrescentou.
A necessidade de liquidez está a ser tratada com parceiros da Guiné-Bissau e com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que na terça-feira terminou uma visita de sete dias ao país, e poderá implicar a criação de "um comité de tesouraria".
Uma das missões desse comité passará por "verificar como fazer uma boa gestão daquilo que existe tendo em conta a situação real em termos de receitas", referiu Geraldo Martins.
De acordo com o ministro das Finanças e Economia, o mais tardar em setembro será apresentado à Assembleia Nacional Popular (ANP) um "orçamento equilibrado" para o que resta de 2014.
Neste e no próximo ano as prioridades passam por definir os orçamentos gerais do Estado, equilibrar as contas públicas e aumentar a arrecadação fiscal, nomeadamente junto dos serviços de alfândegas e de contribuições e impostos.
"Só a partir daí podemos pensar em medidas estruturais como aumentar os funcionários públicos", concluiu.
# www.rtp.pt/noticias

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