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sábado, 5 de dezembro de 2015

O Mundo relembra Mandela.

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O mundo comemora o segundo aniversário da morte do ícone internacional e líder revolucionário anti-apartheid Nelson Mandela neste sábado.

Nelson Mandela, primeiro presidente democrático da África do Sul, morreu no dia 05 de dezembro de 2013 com a idade de 95 anos depois de estar dentro e fora do hospital.

A notícia da sua morte atingiu a esfera internacional, criando um clima sombrio em volta do mundo.

Todos os caminhos levavam a Qunu, aldeia natal de Mandela, vários chefes internacionais de Estado e de dignitários se reuniram ali para prestar suas últimas homenagens a um homem que passou 27 anos na prisão por sua luta pela libertação contra o regime do apartheid.

Viver para sempre

Seu neto mais velho, Mandla, disse na sexta-feira que era incomum que uma alma tocasse toda a raça humana na forma como seu avô fez.

"Um legado digno de celebração e um legado digno de ser imitado. UNkosi Dalibhunga não está mais entre nós, mas seu legado viverá para sempre", disse ele.

Sr. Mandla disse que o segundo aniversário da luta e da morte do ícone foi uma ocasião para celebrar uma vida bem vivida.

A risada que atingia o coração

"Nós nos inspiramos nas muitas memórias bonitas que nós herdamos dele - o brilho nos olhos de uma criança inocente, o sorriso de encorajamento compartilhado com o envelhecimento e mãe frágil, o calor com que ele segurava as mãos calejadas de um trabalhador agrícola, a palavras de consolo para o luto e sofrimento, e a risada saudável com amigos e entes queridos ", disse ele.

A Fundação Nelson Mandela tinha alinhado alguns eventos para marcar este período de recordação.

Os eventos alinhados incluem apresentação artististica "chamado tribute",  "Cartas de Mandela" com música, dança e recitais de cartas de Madiba na noite de sábado.

Momentos mais quentes

Cartas de Mandela visa encontrar alguns dos momentos mais quentes do Mandela: o homem, o Pai, o Filho, o camarada e o Filho do solo Africano.Times da África do Sul, Chippa United jogará com Bucks Mthatha de Bush no domingo, como parte das comemorações.

Em 12 de dezembro, a Fundação em conjunto com o Departamento de Esporte, Arte, Cultura e Recreação, vão sediar o segundo aniversário da morte de Nelson Mandela fazendo Caminhada em Pretória.

Finalmente, em 15 de dezembro eles sediarão outro diálogo intitulado "Imaginando o Futuro".

#africareview.com

PRESIDENTE DE ANGOLA: Eu resolvo os problemas dos meus, a China resolve os vossos.

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O Presidente angolano afirmou, em Joanesburgo, que a China é um “parceiro imprescindível” para o desenvolvimento de África, colaboração que ainda pode ser incrementada para resolver “problemas básicos das populações”, do ensino e do combate à fome.

J osé Eduardo dos Santos, conta a Lusa, discursava na segunda cimeira dos chefes de Estado e de Governo do Fórum de Cooperação China África (FOCAC), que está a decorrer na África do Sul desde sexta-feira, durante o qual José Eduardo dos Santos já se reuniu com o homólogo chinês, Xi Jinping.
Eduardo dos Santos defendeu que a China é actualmente “um parceiro imprescindível para o desenvolvimento” africano, em função do crescimento do investimento chinês no continente.
Na base das “relações bilaterais e multilaterais”, do “diálogo permanente e da cooperação”, o líder angolano (há 36 anos no poder) afirmou que “não há dúvida que a África e a China vão realizar os objectivos fixados na estratégia conjunta”.

Contudo, apontou igualmente a necessidade de “estruturar a cooperação” em três níveis e estabelecer os respectivos instrumentos de acção: Ao nível continental através da Comissão Executiva da União Africana, ao nível de cada uma das cinco sub-regiões africanas e ao nível dos Estados-membros da União Africana através dos seus Governos.

José Eduardo dos Santos defendeu que a China ainda “poderia dar maior ajuda a todos os níveis para a resolução dos problemas básicos das populações e dos jovens”, como no combate à erradicação da fome e da pobreza ou “apoiando a agricultura familiar e a comercialização da produção conseguida”.

O apoio chinês, disse, pode igualmente passar por programas para a instalação de sistemas de produção de água potável no meio rural e na periferia das cidades, na criação de centros de formação profissional, “garantindo-se o financiamento previsível de longo prazo dos planos nacionais de educação” ou na promoção de projectos de investimentos públicos e privados, “que criem empregos e evitem a emigração dos africanos para outros continentes, ou a fuga para outros países africanos com mais oportunidades”.
“Outro domínio importante é o da produção de alimentos e da agricultura e da agro-indústria, para se garantir a segurança alimentar e o da construção de infra-estruturas, como estradas, pontes, energia eléctrica, água, telecomunicações, saúde e formação de recursos humanos que são todos elementos essenciais para a industrialização dos nossos países”, sublinhou o “querido líder” do regime angolano.

Combater a desertificação e proteger o continente das mudanças climáticas, alargar as florestas, “bem como transformar, em vez de queimar, o gás obtido da produção de petróleo” são igualmente áreas em que, para Angola, a colaboração entre África e a China pode ser reforçada.

O Presidente chinês, Xi Jinping, anunciou sexta-feira, em Joanesburgo, que a China vai conceder 60 mil milhões de dólares em assistência e empréstimos aos países africanos.

“A China decidiu providenciar um total de 60 mil milhões de dólares em fundos de apoio, que inclui cinco mil milhões em empréstimos isentos de juros e 35 mil milhões para empréstimos concessionais e crédito à exportação, com condições preferenciais”, disse Xi, no arranque da segunda cimeira do FOCAC), que termina hoje.

Sobre este novo plano de acção para a colaboração entre os países africanos e o gigante asiático, o presidente angolano afirmou que vai dar “um novo impulso à materialização dos consensos alcançados, abrindo o caminho para a entrada numa nova era de cooperação e progresso”.

#http://jornalf8.net

 

Angola: Samakuva reeleito líder.

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O actual presidente da UNITA), Isaías Samakuva, venceu hoje as eleições internas, sendo reconduzido no cargo para um novo mandato. 

A informação foi prestada por fonte oficial do partido, mas sem adiantar os totais da votação – cuja contagem já terminou -, que teve lugar no último dos três dias do XII congresso ordinário da UNITA, em Viana, nos arredores de Luanda, desde quinta-feira.
Além de Isaías N’gola Samakuva, que lidera a UNITA desde 2003, após a morte do fundador e líder histórico Jonas Savimbi, concorriam a esta eleição os também deputados do partido Lukamba Paulo ‘Gato’ e Abílio Kamalata Numa.

Samakuva foi reeleito com 949 dos votos dos delegados que participaram na votação (1.146), contra os 167 votos (14,5%) arrecadados pelo deputado Lukamba Paulo ‘Gato’ e os 25 (1,7%) obtidos pelo também deputado Abílio Kamalata Numa.
O anúncio dos resultados desta eleição para a direção do partido, o ponto mais esperado de três dias de congresso, em Luanda, foi feito ao início da noite de sábado pelo presidente da comissão eleitoral, Alcides Sakala, depois de mais quase quatro horas de votação e duas horas de contagem dos votos em urna.

Samakuva será assim o candidato do maior partido da oposição às eleições gerais a realizar em agosto de 2017, tendo em conta a decisão, tomada durante o congresso, pelos 1.165 delegados.

De acordo com o porta-voz do congresso, Anastácio Rúben Sicato, os delegados analisaram ainda alterações aos estatutos, tendo ficado definido que não há limitação de mandatos para os cargos de direcção, nomeadamente para presidente do partido, assunto que foi colocado em discussão face à recandidatura de Isaías Samakuva.

“Não há limitação de mandatos, ficou clarificado. Este era um ponto que estava omisso nos estatutos do partido, fizemos uma análise pelo mundo e praticamente não há casos de limitação de mandatos, a questão coloca-se mais no interesse dos próprios partidos e se naquele momento determinado candidato serve esses interesses ou não, do ponto de vista dos militantes”, explicou Anastácio Rúben Sicato.

A preparação deste congresso arrancou a 1 de Julho e envolveu a realização de 18 conferências provinciais de militantes da UNITA, 164 municipais, cinco assembleias de núcleos das estruturas centrais e uma conferência dos antigos combatentes.
Para Anastácio Rúben Sicato, este encontro magno do partido, a começar pelo número de candidaturas à presidência e a forma como decorreram os trabalhos, serviu para “comprovar o exercício democrático” na UNITA.

“Nós pensamos que a mensagem que estamos a enviar para os angolanos é de que somos mesmo um partido democrático”, concluiu o porta-voz do congresso ordinário, que só se repete dentro de quatro anos.

#http://jornalf8.net 


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