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domingo, 9 de agosto de 2015

Burundi: Os assassinos do General Nshimirimana identificados, alguns presos.

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O general Nshimirimana. © Foto Iwacu.

Os executores do ataque com foguete que matou há uma semana o General Adolphe Nshimirimana, homem forte do aparato de segurança no Burundi, foram identificados e alguns presos, disse o promotor domingo, sem dar mais detalhes sobre a sua identidade.

"Até o momento, a identidade dos autores executantes do crime é identificada pelo Ministério Público. Um certo número de executantes foram detidos. O resto dos executantes, bem como os planejadores do crime são procurados ativamente ", disse o promotor em um comunicado divulgado em redes sociais.

Nem o promotor nem o seu porta-voz não poderão estar juntos, mas o porta-voz da polícia Pierre Nkurikiye autentificou a declaração à AFP.

Alguns nomes não são mencionados neste comunicado de imprensa, publicado uma semana dia após dia do assassinato, em 2 de agosto. Não está claramente explicado se foram identificados os patrocinadores.

"Veículo utilizado pelos criminosos identificados", segundo os procuradores

Na noite do assassinato, o presidente Pierre Nkurunziza tinha dado sete dias para as forças de segurança encontrarem os autores do assassinato do General Nshimirimana, cacique do regime e considerado o seu braço direito na segurança.

"Deve-se notar que o veículo utilizado pelos criminosos (...) foi identificado e está à saída do campo [militar] Ngagara na manhã do dia do ocorrido", disse o comunicado. Ngagara é uma área do centro-norte da capital.

O procurador afirmou que os veículos, incêndio e roupas usadas pelos assaltantes foram encontrados no distrito de Musaga, alto lugar de protesto contra um terceiro mandato do presidente Pierre Nkurunziza, que é também um acampamento militar.

De acordo com testemunhas citadas pela imprensa burundesa, os assassinos do general Nshimirimana vestindo uniformes militares e os observadores apontaram que o ataque foi realizado por homens bem treinados.

No domingo, centenas de parentes e simpatizantes de Nshimirimana, todos vestidos de preto, marcharam em sua memória no seu bairro Kamenge, onde ele foi assassinado segundo a imprensa burundesa. As manifestações são, teoricamente, proibidas desde o final de abril pelas autoridades, que justificaram, assim, a repressão dos protestos contra o terceiro mandato do Presidente Nkurunziza.

O procuradores também disseram em sua declaração que um inquérito judicial havia sido aberta imediatamente após a tentativa de assassinato de Pierre-Claver Mbonimpa, defensor de renome dos direitos humanos no Burundi.

Essa tentativa de homicídio na segunda-feira, depois do ataque contra o general Nshimirimana que o Sr. Mbonimpa tem acusado muitas vezes, e publicamente de ter executado adversários, o que é amplamente visto como retaliação pelo seu assassinato.

A determinação do Presidente Nkurunziza de concorrer a um terceiro mandato, inconstitucional por seus adversários, mergulhou o Burundi em uma grave crise, violência e quebra-quebra que persistem apesar da re-eleição do Chefe de Estado em 21 de julho, no primeiro turno de uma eleição presidencial contestada.

#jeuneafrique.com

Presidente guineense falará em breve ao país.

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Domingos Simões Pereira, primeiro-minsitro,  e José Mário Vaz, presidente ga Guiné-Bissau
Domingos Simões Pereira, primeiro-minsitro, e José Mário Vaz, presidente ga Guiné-Bissau. Liliana Henriques/RFI

O chefe de Estado, José Mário Vaz, chegou hoje ao país vindo do Senegal. Numa breve declaração aos jornalistas, o presidente disse que em breve falará aos guineenses. O país atravessa actualmente um período de tensão política que está a preocupar a população e a comunidade internacional. 

A chegada de José Mário Vaz já esteve marcada para sábado e para vários momentos do dia de hoje, mas o presidente acabou por chegar ao final do dia a Bissau. No aeroporto o presidente disse aos jornalistas que em breve fará uma declaração ao país sobre a actual situação política.
As últimas semanas têm sido marcadas pela tensão com as trocas de acusações entre os dirigentes políticos. O primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, acusou o chefe de Estado, José Mário Vaz, de querer demitir o executivo. Em causa estariam as dificuldades de relacionamento com o chefe do executivo e descontentamento com algumas medidas do governo.
Afirmações desmentidas num comunicado emitido pela presidência da República onde classificam como "calunioso e ofensivo" o teor da declaração do primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, em que este acusou o Presidente, José Mário Vaz, de pretender derrubar o Governo.
Uma reunião do Conselho de Estado foi interrompida na sexta-feira quando José Mário Vaz, foi convidado a reunir-se com os chefes de Estado do Senegal, Macky Sall, e Guiné-Conacri, Alpha Condé.
Os líderes dos países vizinhos foram mandatados pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) para evitar um novo episódio de instabilidade política na Guiné-Bissau.
Entretanto o PAIGC, partido no poder, ameaçou liderar um processo de destituição do presidente do país, se este mantiver "as repetidas atitudes de desrespeito" pelos símbolos nacionais. A decisão foi tomada no ´bureau´ político do Partido que esteve reunido na sexta-feira e sábado para analisar a situação politica no país.

#rfi.fr

Costa do Marfim: O líder do Partido de Gbagbo quer vencer o Presidente Ouattara liderando a oposição.

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Presidentielle

Abidjan - Pascal Affi N'Guessan, chefe do partido do ex-presidente marfinense Laurent Gbagbo, investiu-se neste sábado como candidato presidencial de 25 de outubro ", pretende " vencer o presidente Alassane Ouattara, ele se considera o grande favorito na segunda rodada,  "reunindo" toda a oposição.

"Eu não vejo um candidato que possa ganhar a próxima eleição no primeiro turno. Se tivermos um segundo turno, temos a oportunidade de reunir toda a oposição em torno do melhor candidato para vencer o candidato cessante", disse a AFP o chefe da Frente Popular Marfinense (FPI).

Alassane Ouattara, o chefe de Estado cessante, com um bom histórico econômico, marcado por um crescimento anual de 9%, mas criticado pela lentidão da justiça durante o seu mandato, é o favorito nas eleições de outubro , descrito como crucial para a estabilização do país.

"Nosso objetivo é bater o Sr. Ouattara na primeira rodada, se possível, e em qualquer caso, no segundo turno, reunindo toda a oposição" e toda a "decepção" de seu lado, insistiu o Sr. Affi, denunciando o balanço do presidente cessante.

Alassane Ouattara "não conseguiu resolver o problema da reconciliação nacional. (...) Todos os marfinenses reclamam. Ele não concretizou a paz. Em última análise, seu balanço é negativo em todos os pontos de vista", disse Affi, que também está enfrentando uma revolta dentro do FPI.

Sr. Ouattara, quanto a sua visão, é vitória na primeira rodada.

Sua aliança com o Partido Democrático da Costa do Marfim (PDCI) de Sr Bedie já provou em 2010: o segundo turno das eleições presidenciais, Bedie - ele ficou em terceiro lugar no primeiro turno - foi convidado a votar no Sr. Ouattara, permitindo-lhe ganhar contra Laurent Gbagbo, que estava no poder há 10 anos.

Mas desta vez, três membros do PDCI decidiram entregar suas candidaturas para presidencial de outubro.

É em uma atmosfera festiva que o Sr. Affi foi investido como candidato do FPI para presidencial face a várias centenas de militantes de uniforme com sua imagem, sob o lema "Mudar agora".

A Costa do Marfim viverá em outubro uma eleição, para estabilizar o país após a crise pós-eleitoral em 2010-2011, o epílogo de uma década de crise política e militar.

A recusa do Sr. Gbagbo de reconhecer a vitória de Ouattara na eleição presidencial de novembro de 2010, gerou a crise aberta entre os dois lados e provocou a  morte de mais de 3.000 pessoas, segundo a ONU.

eak / dom

#abidjan.net

Sérgio Moro, o juiz de Curitiba que tem o futuro do Brasil nas mãos.

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O juiz federal do Paraná responsável pela investigação judicial ao esquema de corrupção em torno da Petrobras conhecida como Lava Jato já tem grupos de fãs mas insiste em manter-se discreto. E determinado.

Para muitos brasileiros, Sérgio Moro é visto como um verdadeiro herói

Ano e meio depois de ter saltado para a ribalta mediática, enquanto principal responsável pela investigação judicial ao esquema de corrupção em torno da Petrobras conhecida como Lava Jato, o juiz federal do Paraná, Sérgio Moro, já se acostumou às manifestações espontâneas de apoio e incentivo. Moro é frequentemente aplaudido na rua, quando vai a restaurantes, no supermercado e em salas de embarque de aeroportos. “Só quero agradecer-lhe tudo o que tem feito e mostrar-lhe que estou com ele, contra tudo isso que está acontecendo”, explicava aos jornalistas a dentista de 50 anos Cristiane Polo, depois de abordar o juiz numa livraria de São Paulo. 

Aos 42 anos de idade, Sérgio Fernando Moro, um dos maiores especialistas em crimes financeiros e de colarinho branco no sistema judicial do país, está transformado, aos olhos da opinião pública brasileira, no rosto do combate à corrupção, uma espécie de cruzado, um herói improvável da mesma casta do juiz britânico William Erle, o procurador norte-americano Eliot Ness ou o italiano Francesco Saverio Borrelli, entre outros personagens da galeria de famosos intocáveis e insubornáveis que não se amedrontam perante o crime organizado, o dinheiro ou o poder. A sua acção, interpretam os analistas, oferece uma réstia de esperança a uma população desconfiada e desiludida com as suas instituições, mas que não quer desistir nem deixar de acreditar no slogan do Brasil do futuro. 

Segundo escrevia na sua edição de 4 de Julho a revista Época, Sérgio Moro, um juiz de primeira instância, é actualmente o homem mais poderoso – e seguramente o mais temido – do país. “Nenhum gabinete concentra tanto poder neste momento no Brasil quanto aquele no 2º andar da Avenida Garibaldi, 888. É de lá que despacha Sérgio Moro, o cérebro e centro moral da Lava Jato. A operação, na verdade, envolve dezenas de procuradores da República, delegados e agentes da Polícia Federal, equipes na Procuradoria-Geral da República, em Brasília, além do juiz do Supremo Teori Zavascki. Todos têm poder para definir, em alguma medida, os rumos das centenas – isso, centenas – de casos de corrupção investigados na Lava Jato. Alguns casos tramitam em Brasília, aqueles que envolvem políticos com foro no Supremo. Mas a maioria fica em Curitiba e de lá não sai”, assinala a revista. 

Como líder máximo da investigação, cabe a Sérgio Moro definir a estratégia e tomar as decisões mais relevantes para conduzir o processo até ao chamado “bom termo”. A investigação inicial, que arrancou em Março de 2014 com a vigilância da actividade suspeita de uma bomba de gasolina detida por um “doleiro” (alguém que se encarrega de transferir divisas sem registo ao fisco) do Paraná, revelou um esquema de corrupção horizontal em torno da petrolífera estatal, e que se “alimentava” de dirigentes políticos, funcionários públicos, grandes empresários e diversos agentes, uma multidão de corruptores e corruptos que só da Petrobras desviaram mais de cinco mil milhões de euros. 

Moro e a sua equipa continuam a desenrolar um novelo aparentemente interminável de crimes, ilegalidades e cumplicidades ilícitas, num escândalo que abala os fundamentos do sistema político e económico do Brasil. As acusações e as suspeitas recaem sobre algumas das figuras mais proeminentes do Partido dos Trabalhadores e outros integrantes da base aliada do Governo, os administradores das maiores empresas públicas e de dezenas de construtoras de projecção internacional. Do tronco da Lava Jato surgiram entretanto ramificações, dezenas de “desdobramentos” que surgiram dos depoimentos dos mais de 20 delatores oficiais que estão a colaborar com as autoridades na produção de prova, em troca de uma redução de pena. 

Moro possui “virtudes raríssimas” para liderar a investigação, continua aÉpoca: “Preparo jurídico, pensamento estratégico, inflexibilidade de princípios, coragem moral e disciplina de trabalho. Entra cedo, sai tarde e prossegue na lida mesmo de casa”, garante a revista. A IstoÉ, que o elegeu Brasileiro do Ano de 2014, destaca o seu “estilo reservado e hábitos simples”. “Moro faz parte de uma rara safra de juízes que encaram a magistratura como profissão de fé”. 

Outras virtudes e traços distintivos de carácter que vêm assinalados em todos os perfis escritos sobre o juiz federal desde que assumiu o protagonismo na operação que está a deixar o Brasil em polvorosa: a humildade e até uma certa timidez, que sustentam a sua aversão à exposição pública e a sua quase obsessiva reserva da vida privada; o entusiasmo, energia e invulgar capacidade de trabalho que o distinguem ou ainda a total independência e ausência de aspirações políticas, que o terão levado a recusar uma promoção a desembargador.
#publico.pt

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