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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Revista "Forbes" chegou a Angola.

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Fotografia: Dombele Bernardo

Natacha Roberto e Edna Dala

O ex-presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, afirmou ontem em Luanda que Angola apresenta um potencial geopolítico muito forte importante para a saída da crise do petróleo.

Durão Barroso discursou na abertura da Conferência “Angola nos Próximos 10 Anos – Oportunidades e Desafios”, organizada pela “Forbes Angola”, e disse que o território angolano está numa posição geo-estratégica entre a África Austral e Central que garante muitos benefícios ao país.

Para Durão Barroso, Angola tem desempenhado um papel muito importante para a estabilidade na República do Congo e República Democrática do Congo. “É extraordinário o papel que Angola tem desempenhado a nível regional garantindo aos países africanos segurança e estabilidade para as suas economias”, destacou.

Na conferência, que serviu para o lançamento da revista “Forbes Angola”, o ex-presidente da Comissão Europeia afirmou que, apesar da baixa do preço do petróleo, Angola pode continuar a registar um desenvolvimento significativo. “Há condições favoráveis para que Angola continue a diversificar a sua economia através de apostas de investimentos no tecido empresarial privado”, referiu.

Barroso lembrou que o acordo de cooperação denominado “Caminho Conjunto Angola – União Europeia” foi importante para a promoção da estabilidade da relação entre os dois lados, o que agradou aos investidores. “Quando os investidores internacionais se apercebem que há um programa estável de cooperação entre um Estado africano e a União Europeia tendem a olhar para este país com maior interesse e sentido de urgência”, referiu o diplomata português. Para Durão Barroso, Angola e a União Europeia aprofundaram o diálogo político e a cooperação bilateral em áreas de interesse comum. “É importante existir uma cooperação bilateral profícua entre os países africanos e europeus para em conjunto melhorarem o cenário de crescimento das suas economias”, sublinhou.  

O diplomata informou que, de 1960 a 2013, de acordo com o Comité de Ajuda ao Desenvolvimento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), os países da União Europeia transferiram para África cerca de 765 mil milhões de dólares, mas face às restrições orçamentais, é necessário agora mobilizar mais capitais privados, porque a margem das receitas públicas pouco satisfaz os projectos de investimentos.

Isabel dos Santos


Em mesa-redonda, a empresária Isabel dos Santos afirmou que o mercado angolano observou um crescimento do número de empresários e acredita que nos próximos 10 anos Angola vai ter um mercado competitivo. Isabel dos Santos considerou importante a abertura de instituições de ensino, mas salientou a importância da aposta na melhoria da qualidade.

No encerramento da conferência, o ministro das Finanças, Armando Manuel, falou dos progressos da economia angolana e destacou a estreia de Angola no mercado financeiro internacional com a emissão de “eurobonds” de 1,5 mil milhão de dólares, com resultados positivos por parte dos investidores externos. O ministro salientou que a estratégia aplicada pelo Executivo no primeiro semestre deste ano para fazer face à crise corrigiu o elevado grau de apreciação da taxa real de câmbio acumulada desde 2008. Armando Manuel sublinhou que sem essa actualização colocava-se em risco os resultados fiscais da balança de pagamentos, comprometendo o objectivo nacional permanente de diversificação da economia e, consequentemente, de substituição das  importações de bens que podem e precisam de ser produzidos no território nacional, garantindo a redução do desemprego e o reajuste da balança de pagamentos.

O ministro sublinhou que o Executivo viu-se na obrigação de aprovar, no âmbito da gestão das finanças públicas, medidas pontuais adequadas para fazer face aos efeitos adversos da nova crise externa, “numa perspectiva de se manter a prossecução dos objectivos nacionais permanentes para a estabilidade e o crescimento da economia”.
Entre as medidas pontuais, o ministro citou o estabelecimento de acordos com os países tradicionalmente fornecedores de linhas de crédito para Angola, nomeadamente, a China e o Brasil, visando manter a continuidade da modalidade da dívida externa de longo prazo e de baixo custo.

Pontos fortes e fracos

Noutro momento do discurso, Armando Manuel sublinhou que “nos momentos de grande crise é necessário que se avalie, em cada país atingido, os pontos fortes e as oportunidades da economia para fazer face à travessia da crise. Em Angola, acrescentou, “os pontos fortes e oportunidades são visíveis na manutenção da estabilidade macro-económica através da gestão equilibrada do OGE, da sustentabilidade da dívida pública interna e externa”, destinada, fundamentalmente, a financiar investimentos em infra-estruturas relevantes para o relançamento da actividade económica nos sectores agrícola, pecuário e indústrias, considerados como as principais fontes geradoras de emprego e rendimento para as famílias mais necessitadas .

Falando da revista “Forbes Angola”, Armando Manuel fez questão de referir que a revista, especializada em economia e finanças, “vai contribuir para trazer para o país o padrão do debate macro-económico” necessário para se conduzir a economia nacional para os “caminhos desafiadores da conjuntura internacional”.

A revista “Forbes Angola”, que vai ser comercializada a 800 kwanzas, tem uma tiragem de 7.500 exemplares, com uma periodicidade mensal, tratando de matérias sobre o investimento, as empresas e o comércio, de uma maneira geral.  
A revista é também publicada em formato digital, com uma aplicação para “smartphone” e “iPad”.


#jornaldeangola.sapo.ao
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Operação policial em Saint-Denis contabilizou ao menos 2 mortos e 8 presos.

Segundo o jornal americano Washington Post, o mentor dos atentados, Abdelhamid Abaaoud, estaria entre os mortos.

Membro da polícia judiciária francesa inspeciona o apartamento invadido pelas forças especiais em Saint-Denis, durante operação para capturar fugitivos dos ataques da última sexta-feira (13) - 18/11/2015
Policial inspeciona apartamento invadido pelas forças especiais em Saint-Denis, durante operação para capturar terroristas (13) - 18/11/2015(Gonzalo Fuentes/Reuters) 

A operação policial realizada na manhã desta quarta-feira no distrito de Saint-Denis, ao norte de Paris, deixou dois mortos, oito presos, além de cinco policiais e um pedestre feridos. A ação da polícia, que invadiu um apartamento onde estariam militantes que planejavam realizar um ataque ao distrito financeiro parisiense de La Défense, começou às 4h30 (horário local) e terminou no final da manhã. 

De acordo com o promotor público de Paris, François Molins, um suspeito foi morto por tiros ou uma granada jogada pelos policiais e uma mulher explodiu um cinto de explosivos dentro do apartamento. Segundo o promotor, a explosão foi tão forte que o edifício corre o risco de desabar. Como ainda há pedaços de corpos nos escombros, é possível que um terceiro suspeito tenha morrido na explosão. 

Embora o promotor não tenha informado a identidade dos mortos, oficiais da inteligência europeia afirmaram ao jornal americano Washington Post que Abdelhamid Abaaoud, belga de 27 anos identificado como o mentor dos ataques terroristas em Paris na semana passada, morreu na operação policial em Saint-Denis. Policiais disseram à imprensa local que a mulher suicida foi identificada como Hasna Aitboulahcen, que seria prima de Abaaoud. 

"Uma quarta célula terrorista foi neutralizada", disse Molins, em referência às três equipes que promoveram os atentados do dia 13 de novembro em Paris. "Tudo leva a concluir que eles estavam prontos para agir". 

Além dos seis presos no edifício, o dono do apartamento, Jawad Bendaoud, e uma amiga, foram detidos na rua. No momento da prisão, ele disse aos repórteres que um colega pediu que ele emprestasse o imóvel a dois amigos por alguns dias. "Eu não sabia que eram terroristas". A mulher disse que os 'novos moradores' chegaram há dois dias ao apartamento. 

O alvo da operação era Abdelhamid Abaaoud, mas, segundo Molins, nem Abaaoud nem Salah Abdeslam, outro terrorista foragido, não estão entre os mortos e presos na operação desta quarta-feira. Abdeslam teria participado ativamente nos atentados que mataram 129 de deixaram mais de 350 feridos em Paris. 

Segundo Molins, mais de 5.000 tiros foram disparados durante as sete horas da operação em Saint-Denis, que envolveu mais de cem policiais. Um cachorro da polícia morreu durante a operação.


#veja.com


Senegal: Detenção de um associado do diretor do gabinete de Ali Bongo em Paris - Senegal espirrado.

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Abdoulaye Salli Sall, conselheiro do presidente Macky Sall


O Homem de negócios maliano Seydou Kane, diretor associado da firma de Ali Bongo, foi preso na quarta-feira, 18 de novembro, em Paris, na sua chegada no aeroporto de Roissy-Charles-de-Gaulle. Ele era titular de passaportes diplomáticos do Gabão, Mali e Senegal e era esperado no aeroporto pelo chefe de protocolo da Embaixada do Senegal em Paris. Ele foi colocado sob custódia em Nanterre pelos policiais de Serviço de luta contra a corrupção e crimes fiscais e financeiros, como parte de um inquérito iniciado em julho de 2007.

Segundo o "Le Monde", seu nome aparece no que se tornou o caso Marck / Accrombessi, o que causou um pequeno incidente diplomático entre a França e o Gabão com a detenção, em 03 de agosto, em Paris, de Accrombessi Maixent, chefe de gabinete e amigo do presidente gabonês Ali Bongo. A organização da luta contra o branqueamento de capitais, TRACFIN, investigando uma transferência de mais de 300 000 euros emitidos em 7 de junho de 2006 para a conta de monégasque uma empresa de Seydou Kane, Marck, uma empresa francesa especializada na venda de uniformes militares e equipamento anti-motim. Uma investigação foi aberta e confiada ao juiz Roger Le Loire, que também preside a investigação dos chamados "ganhos ilícitos" para muitos líderes africanos.

Segundo fontes, Seydou Kane, de 52 anos, nascido em Nioro-du-Sahel, no Mali, é um amigo do Assessor Especial do Presidente da República, Abdoulaye Sall Salli. É também com ajuda deste último que teriam dado a ele um passaporte diplomático. E se Seydou Kane aventurou-se a vir para a França, é porque, diz "The World", um funcionário do consulado do Senegal em Paris havia dado a ele garantias da imunidade diplomática quando visitar a França.

Lembramos que na segunda-feira, 2 de novembro, um avião da Força Aérea Fokker 27 que transportava 10 pessoas, notadamente cinco membros da tripulação, no sentido de Bamako-Dakar tinha evitado um acidente na sequência de um incidente. O capitão e sua tripulação foram capazes de fazer um pouso de emergência em uma área aberta na localidade de Koussana, a 65 km a nordeste da cidade de Kayes, evitando um acidente e perda de vidas.

Nessa data, é o mesmo Assessor Especial do Chefe de Estado, Abdoulaye Sall Salli, que também é prefeito de Nabadji Civol, foi quem alugou o avião para Mali para recuperar o "homem de negócios maliano." Acontece que a aeronave havia decolado de Nioro du Sahel, uma cidade na fronteira mauritano na região de Kayes, cidade natal de Seydou Kane. O que fazer da conexão?

#seneweb.com

Boeing russo: Jihadistas explicam operação.

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#euronews.pt



Presidente Hollande quer "grande coalizão" para combater o Estado Islâmico.

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Presidente da França voltou a falar que o país está em guerra. Discurso foi feito após operação policial que resultou na morte de dois suspeitos de atentados em Paris.
Presidente francês François Hollande faz pronunciamento após sequência de atentados terroristas no país - 13/11/2015
O presidente francês François Hollande pediu coalizão internacional para combater radicais do EI(VEJA.com/Reprodução) 

O presidente da França, Fançois Hollande, voltou a afirmar nesta quarta-feira que o país "está em guerra" contra o Estado Islâmico (EI), grupo terrorista que assumiu a autoria pelos ataques terroristas a Paris em 13 de novembro. Ele ainda fez um apelo pela formação de uma "grande coalizão" mundial para combater os radicais, que "ameaçam o mundo todo e cometem massacres no Oriente Médio". 

Desde sexta-feira, a França vem intensificando os ataques aéreos na Síria. Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), os bombardeios franceses em Raqqa, reduto dos jihadistas no país, mataram 33 militantes do EI nos últimos três dias. Na próxima semana, Hollande viajará para Estados Unidos e Rússia a fim de garantir o apoio do presidente norte-americano, Barack Obama, e do russo, Vladimir Putin, para a formação dessa coalizão contra os extremistas. 

O discurso de Hollande foi feito após o término de uma operação policial no distrito de Saint-Denis, ao Norte de Paris, que tinha como alvo o jihadista Abdelhamid Abaaoud, apontado pela polícia como o mentor dos atentados de sexta-feira. A ação durou sete horas e resultou na prisão de sete pessoas e na morte de dois suspeitos, entre eles uma mulher-bomba de detonou explosivos junto ao corpo ao perceber o cerco policial. As autoridades de segurança da França não confirmaram se Abaaoud estava no apartamento cercado pelos policiais. 

Hollande disse que "vários" policiais ficaram feridos na ação de hoje. Segundo ele, a polícia não esperava uma resistência tão violenta, mas a operação conseguiu neutralizar terroristas ligados aos ataques de sexta-feira. Uma fonte ligada às investigações afirmou à agência de notícias Reuters que os militantes presentes no apartamento planejavam realizar um ataque ao distrito financeiro parisiense de La Defense. Para o presidente, os acontecimentos desta quarta-feira "confirmam mais uma vez que estamos em guerra, uma guerra contra o terrorismo, que decidiu fazer guerra contra nós". 

Hollande também pediu que a população de seu país não revide e nem ceda ao medo. Ele descartou a relação entre a crise dos refugiados e as atentados a Paris, afirmando que a França receberá 30.000 desabrigados nos próximos dois anos. "Essas pessoas do Iraque e da Síria vivem em áreas controladas pelo Estado Islâmico e são mortas por aqueles que nos atacam", disse. 

Atentados - O governo francês informou que todas as 129 pessoas mortas nos ataques em Paris foram identificadas. Pelo menos 350 pessoas ficaram feridas nessas ações na capital francesa e algumas delas ainda estão em estado grave.

#veja.com

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