Postagem em destaque

Ucrânia: Lula se recusa a entregar munição para tanques.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... O governo brasileiro se opôs ao pedido da Alemanha de entrega de mun...

sexta-feira, 23 de maio de 2014

O Banco Mundial ajuda a Guiné-Bissau a expandir o Setor Agrícola, a criar oportunidades de Emprego para a Juventude.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



WASHINGTON, 22 de maio 2014 - A Diretoria Executiva do Banco Mundial  aprovou um montante de 8.2 milhões de dólares americanos em crédito da Associação Internacional de Desenvolvimento ( IDA) * para ajudar a Guiné-Bissau a criar empregos e combater a insegurança alimentar e a pobreza através da expansão de agronegócio e do caju do país, aumentar a oferta de produção de arroz, e apoio ao empreendedorismo em outros setores da economia.

Hoje o Crédito da IDA suporta o Sector Privado na Reabilitação e Desenvolvimento do Agronegócio, e tem como objetivo estimular o crescimento económico, reforçando simultaneamente a prosperidade compartilhada.

" A Guiné-Bissau, tem condições de abastecer os países vizinhos com arroz e ser o terceiro maior produtor de caju do mundo ", disse Vera Songwe, Diretora do Banco Mundial para a Guiné-Bissau. " Ao concentrar-se nas lacunas importantes que inibem o crescimento do agronegócio, o projeto de hoje vai ajudar a reconstruir o potencial do setor, estimular o crescimento e permitir aos pequenos agricultores para aumentar os seus rendimentos, além de criar empregos para os jovens e aumento dos rendimentos para as mulheres. "

Caju é o mais importante produto agrícola do país e é cultivado por cerca de 55 por cento de todas as famílias de agricultores. O projeto vai ajudar a expandir a indústria do caju com programas-piloto para aumentar a produtividade dos agricultores e melhorar as práticas de produção de caju, e apoiará novas instalações de armazenamento local para fortalecer o poder de negociação dos produtores de caju.

Estimular a produção de arroz com atividades tais como o fornecimento de insumos para aumentar a produção de arroz vai ajudar a diversificar o setor agrícola do país, melhorar a segurança alimentar e reduzir a pobreza.

Mais da metade - cerca de 60 por cento - da população da Guiné-Bissau tem menos de 25 anos de idade e os mais jovens estão desempregados. Para ajudar a alavancar a economia do país, o projeto de hoje visa dotar os jovens empresários na Guiné-Bissau com capital e habilidades gerenciais, a fim de lançar novas ideias em negócios sustentáveis. Esses recursos serão alocados através de um plano de negócios, uma competição que irá agregar cerca de 200 participantes com treinamento intensivo no planejamento e desenvolvimento de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) de negócios.

" As atividades visam reforçar a indústria do caju e a expandir a produção de arroz, combinado com a criação de oportunidades para os jovens empresários para aprender habilidades de negócios, obter acesso ao crédito e lançar novos negócios, vai ajudar a proteger os fazendeiro de choques externos, criar empregos e ajudar a reduzir a pobreza para muitas famílias pobres da Guiné-Bissau ", afirmou Francisco Campos, do Banco Mundial e Líder da Equipa de Trabalho para este projeto.

" Estamos ansiosos para o sucesso da implementação deste projecto, que irá percorrer um longo caminho no sentido de reduzir os riscos de instabilidade social em toda a Guiné-Bissau ", disse Aniceto Bila, do Banco Mundial que vai Liderar a Equipe de Co-Tarefa para este projeto.

# http://www.worldbank.org/

Guiné-Bissau: Nuno Nabiam aceita resultados das eleições em nome da "paz e estabilidade".

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O candidato derrotado nas eleições presidenciais da Guiné-Bissau aceita os resultados da votação de domingo, mas mantém a tese de que lhe roubaram votos. Observadores sustentam que eleições foram credíveis.


Numa declaração em crioulo na sua sede de campanha, em Bissau, Nuno Nabiam disse que houve um alegado "roubo de votos" porque os números anunciados na terça-feira (20.05) pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) não coincidem com os que foram recolhidos pela sua direção de campanha.
De acordo com os dados oficiais da CNE, José Mário Vaz, candidato do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e antigo ministro das Finanças do Governo deposto no golpe de Estado de abril de 2012, venceu as eleições presidenciais na Guiné-Bissau com 61,9 por cento dos votos.

Por seu lado, o candidato Nuno Nabiam recolheu 38,1 por cento, no escrutínio cuja taxa de participação foi de 78,2 por cento.
Apoiantes de Nabiam contestam resultados
Na altura do anúncio dos dados provisórios da CNE, o candidato derrotado não aceitou imediatamente os resultados, tendo mesmo anunciado que iria pedir a impugnação dos mesmos. Agora, em nome da "paz e estabilidade", Nabiam disse já ter comunicado à CNE que os resultados divulgados devem ser proclamados.

O candidato derrotado anunciou ainda que está a preparar um projeto político que dará a conhecer em breve para dar resposta à "popularidade" conquistada e para lançar as suas soluções para o país porque não vai estar de "boca calada".

Apesar de o candidato apelar à calma, vários apoiantes exaltados gritaram palavras de ordem contra os resultados eleitorais durante a conferência de imprensa. À saída da sede de campanha, houve vários empurrões provocados por alguns deles.
Jose Ramos Horta Präsident von Ost-Timor
José Ramos-Horta, felicita povo guineense pelo regresso à ordem constitucional
ONU satisfeita com processo eleitoral
Nesta quinta-feira (22.05), através de comunicado, o representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau, José Ramos-Horta, felicitou os guineenses pelo regresso à "ordem constitucional".

Horta diz-se "felicíssimo" com o encontro realizado entre o presidente de transição, Serifo Nhamadjo, o presidente eleito, José Mário Vaz, o primeiro-ministro eleito, Domingos Simões Pereira, o candidato presidencial derrotado, Nuno Gomes Nabiam, e toda a chefia militar. No comunicado, o representante da ONU felicita o vencedor, José Mário Vaz, mas elogia também o candidato derrotado, Nuno Gomes Nabiam, "pela sua conduta serena e apaziguadora durante toda a campanha eleitoral e o anúncio oficial dos resultados provisórios."
As missões internacionais de observadores consideram que a votação decorreu de forma credível e transparente e não foi anunciada qualquer reclamação face aos resultados. O processo eleitoral põe termo a um período de transição de dois anos, na sequência do golpe de Estado militar de abril de 2012, que, de acordo com organizações nacionais e estrangeiras, agravou a crise económica e social no país.


# DW.DE

Moçambique: Renamo anuncia Afonso Dhlakama como candidato.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

Afonso Dhlakama
Afonso DhlakamaFotografia © Natacha Cardoso

O secretário-geral da Renamo, principal partido da oposição em Moçambique, Manuel Bissopo, anunciou hoje que o líder do movimento, Afonso Dhlakama, será o candidato presidencial da organização às eleições gerais de 15 de outubro próximo.
Afonso Dhlakama reapareceu em público há cerca de duas semanas, na Serra da Gorongosa, centro do país, para se recensear com vista às eleições gerais (presidenciais, legislativas e assembleias), alguns meses após ter-se refugiado em local incerto, na sequência do ataque do exército, em outubro do ano passado, ao acampamento em que vivia em Sadjunjira, também no centro do país.
"Mesmo que o presidente Dhlakama não consiga sair para circulação, de forma a exercer a atividade política por motivos de segurança, vai candidatar-se", afirmou hoje o secretário-geral da Renamo (Resistência Nacional Moçambique) durante uma reunião de quadros do partido na cidade de Quelimane, capital da província da Zambézia, centro do país.
Na entrevista que concedeu aos jornalistas em Gorongosa, após recensear-se, Afonso Dhlakama afirmou que a decisão de se candidatar às eleições gerais de 15 de outubro está dependente da decisão do partido.
A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, elegeu Filipe Nyusi, como seu candidato presidencial, e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), a terceira maior força política no país, escolheu Daviz Simango, presidente do partido, para a corrida à Ponta Vermelha, a residência oficial do chefe de Estado moçambicano.
Após se recensear, cercado por membros da sua segurança, Afonso Dhlakama voltou para o local onde está refugiado, caminhando pela mata cerrada da Serra da Gorongosa.
# jn.pt





Total de visualizações de página