Postagem em destaque

BAMAKO E IYAD ENGAJADOS NA MESMA LUTA CONTRA EIGS NO MALI: Cuidado com o efeito bumerangue!

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!... Há poucos dias, foi em Menaka que foi visto ao lado de notáveis ​​tu...

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

OPINIÃO: PAIGC - RENOVADO - É OUTRO PARTIDO, ACREDITE.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...


Boa sorte e bom trabalho aos seus militantes, porque finalmente terminou um “pára-arranca” na marcação das datas para o VIII Congresso, mas hoje todo o tempo que resta será seguramente de ouro e não se compatibilizará mais com qualquer "marca-passo" com intenções de atrasar o início do arranque do aparelho mental deste Partido!

O que é bom sinal para começar, todo este ensaio das bodas de ouro do Congresso do PAIGC, que não podia ser reorganizada sem discussão teórica e prática para limar arestas (afinal a falar é que nos entendemos) dos conteúdos programáticos da vida pública do Partido e seus problemas internos. 

A confusão com as datas e outras matérias políticas revelaram a existência de conflitos de natureza politica, pessoais e estatutária entre os candidatos, mas que parecem ter servido apenas como "treino" de preparação física e intelectual intenso, dos candidatos e respectivos apoiantes.

Neste momento, finalmente já decidiram sobre as datas para início dos trabalhos do Congresso, vamos ter eleições para os cargos de Presidente e de Secretário Nacional do PAIGC, pensamos que será desta, talvez, que vamos ver a Casa arrumada. 

Pois, somente uma enorme organização política de envergadura social, cultural, como o PAIGC em todo o território nacional, pôde reunir argumento de peso e centrar todos no seu Congresso (sem desmerecer outras forças politicas partidárias e os lideres da sociedade civil no País) enquanto esteve sem data marcada.
Tudo parecia indicar que o maior partido político no País, não podia ficar de fora destas eleições de 16 de Março. 

O Congresso nesta altura veio demonstrar a vitalidade deste Partido histórico na cena política do País, que afinal de "morto", pouco ou nada tem, enquanto força viva na política nacional. O PAIGC entrou na sua última sessão de “terapia” do Partido, para se confrontar frontalmente com a sua filosofia politica, método, e traçar os objectivos programáticos, orientações para o futuro do Partido, saídos deste Congresso.

Se na primeira fase dos preparativos para o Congresso percebemos que não houve unanimidade, espera-se que uma boa discussão no Congresso reencontre caminhos na pluralidade de ideias, para chegar à meta desejável.
Talvez com um digno vencedor do Congresso já eleito, falamos de um líder que seja capaz de abraçar com espírito dinâmico, os melhores conteúdos de vários projectos ou propostas, apresentados no decorrer dos trabalhos deste congresso, para fazer face aos desafios do futuro, avançando rumo a bom porto.

Como todo bom líder faz, deve cuidar bem da unidade do seu Partido, esta é uma prioridade que deve ser vista como uma constante, na observação do funcionamento do aparelho desta organização política partidária, só.

Nos vários cenários preparativos deste Congresso, assistimos a uma campanha muito viva entre os candidatos do PAIGC, uma luta política “renhida” como nunca se viu desde a independência da Guiné-Bissau.

Um sinal de que algo importante (visão) mudou os estados de espirito político dos seus militantes. Temos que admitir que o PAIGC ganhou uma luz interior com os novos militantes, os que ambicionam liderança e ou lugar de destaque para melhor influenciarem a vida do Partido e, talvez mais, como cidadão politico e Guineense no País.

Este Congresso é um facto de maior atracção, que deu lugar ao surgimento de uma amostra de seis candidatos fortes do PAIGC, que apresentaram a sua candidatura para os lugares disputados e, mais não é, do que um sinal positivo e prova de vitalidade do Partido, o que é bom, mas, que ganhe o melhor!

O futuro Presidente do Partido será um dos candidatos que gostaríamos de ver triunfar por mérito próprio, forjado no debate político, técnico, com projectos concretos para o desenvolvimento político e social do Partido, na sua adaptação progressista na sociedade moderna e Guineense.

Concluídos os trabalhos deste congresso, é expectante que haja unidade do Partido em torno dos seus novos líderes, esperando também uma boa escolha deste Partido em relação às figuras políticas dos seus dirigentes com perfil de Estado, militantes experientes, mas com dignidade reconhecida pelos bons ofícios prestados e a desempenhar num futuro próximo, para o nosso País.

Nesta última cartada do PAIGC para a corrida nas eleições Presidenciais e para primeiro-Ministro, penso que não haverá dúvidas que esta escolha vai ser menos difícil, se os Camaradas quiserem, i. é, se optarem escolher com um olhar global e crítico, com coração próximo da boca, e ainda, se escolherem um candidato com cabeça, tronco e membros no “sítio”, para ser apoiado (COMO SEU) neste combate eleitoral de 16 de Março próximo, aí sim, sairemos sem duvida, como maioria de compatriotas vencedores e a ganhar com decisões inovadoras para o progresso do Pais.

Escolher o candidato melhor posicionado para Presidente da República, não é a mesma coisa que escolher militantes, para os cargos ou funções dentro do Partido. Não, porque pode até o selecionado (numa escolha desta grandeza), vir a ser uma personalidade pública independente, ou doutra “cor” politica…, pense nisso! 

Falamos da importância feliz de escolher um Presidente da República para todos os Guineenses, só.

Queremos também um primeiro-Ministro, capaz de reunir os melhores, para formar um governo forte, capaz técnica e profissionalmente (sem olhar as camisolas d’partidos) de resgatar o País, com a colaboração e ajuda de todos os Guineenses e Amigos da Guiné-Bissau!.

Queremos provar a vanguarda da inovação das ideias, usando ferramentas actuais e mais eficazes, para desbravar novos caminhos a partir de “método” mais justo, sublinhando o valor do trabalho, o valor da competência, da meritocracia, da justiça e da igualdade de direito e deveres, na sociedade Guineense.

Queremos um Presidente que saiba pensar a Guiné-Bissau do futuro, dentro de uma dinâmica que englobe a multidisciplinaridade política, económica do mundo actual. Um Presidente que saiba dar corpo e comprometido com a Casa-grande, que tenha braços e pernas livres, para desbravar todo terreno com espírito nacionalista e patriótico, palmilhando todo o território nacional, passo a passo, olhos nos olhos, em busca da real figura do sofrimento do nosso Povo e do verdadeiro rosto deste fenómeno de atraso que afecta o País.

Sobretudo, encarar esta luta positiva pela transformação do País, a partir da nossa realidade, passar a ser realista, nas nossas escolhas e opções para um futuro melhor para o Povo.

Quero com isto sublinhar mais uma vez aqui, que a minha observação e análise se baseia na escolha transcendental a fazer em relação aos vícios políticos negativos, que ao longo de décadas sacrificaram o desenvolvimento sustentável do País. 

Hoje, lamentamos este atraso e crise politica consequente de vários governos com falso romantismo ideológico, que pouco ou nada, teve que ver com a realidade social, cultural e económica das necessidades/prioridades do Povo Guineense. 

Um Povo esquecido e mantido a migalhas, com projectos aquém do que seria obviamente um sucesso, se olhos de VER tivessem e uma consciência tranquila, revolucionária, para servir o Povo, indo de encontro à realidade/necessidade do Estado Guineense.

A primeira cartada do PAIGC no arranque do século vinte e um, começa com este Congresso de Cacheu, na Cidade Velha e Clássica da Guiné-Bissau.

Tudo indica que a tradição e influências culturais positivas da nossa sociedade Guineense, afectará tudo e todos, neste movimento global de mudança do Guineense para um novo estatuto de cidadania positiva e dinâmica.

Há sinais nesse sentido ultimamente, para uma sociedade mais interventiva no futuro do desenvolvimento sustentado do País.

Ninguém ficará indiferente como dantes, doravante, siga esta realidade política e social inovadora, um movimento de mudança sem complexos ou privações, acabando com abusos que atropelem os direitos, garantias e segurança dos cidadãos.

Há sinais de mudança positiva para uma Guiné-Bissau activa, capaz de gerir com competência os seus bens materiais, humanos e intelectuais no mundo actual.
Avançamos rumo a um modelo de sociedade livre e progressista, capaz de abraçar seus filhos, do Território Nacional à Diáspora Guineense espalhada no mundo, compreender todos sem excepção, descriminação, xenofobia, racismo, tribalismo, abuso de poder e outras formas invisíveis de maus tratos e descriminação social…

Há sinais portanto, e vários sinais de motivação, como energia acumulada nos cidadãos Guineenses jovens e adultos, que é preciso “canalizar” de melhor maneira para espaços de aplicação e rendimento no trabalho certo, para colhermos frutos deste trabalho em tempo curto, médio ou longo prazo, dependendo do que estará em causa (formação, mercado de trabalho e outros…).

Há sinais de uma convergência política nacionalista e patriótica neste momento, como denominador comum entre os maiores partidos com assento parlamentar e não só.

Percebemos o quanto a acção do Estado deve ser concertada, haver cumplicidade politica declarada publicamente se necessário, sempre que se tratar do País no seu todo e indivisível, para nunca permitirmos a divisão deste Bolo Gigante (Guiné-Bissau), que deve continuar acima de qualquer Partido politico, com toda a dignidade merecida!

Viva a Guiné-Bissau, viva a liberdade, paz e progresso da sociedade Guineense.
Esteja onde estiver, receba um abraço Guineense…

VÍDEO: JOVEM BINHAN CANTA NA BOM CRIOL.


Djarama. Flomeno Pina.











Senegal: Aminata Toure sobre o apoio às actividades das mulheres: "As mulheres ainda são dependentes da economia informal".

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...



Um Conselho Interministerial sobre a participação das mulheres no desenvolvimento sócio-econômico foi realizado, ontem, sob a presidência da primeira-ministra Aminata Touré. Trata-se de traçar o ponto sobre a implementação do apoio efetivo para as atividades das mulheres e sobre os mecanismos de coordenação para as implementar.

As Mulheres são ativas em todos os setores de desenvolvimento, mas ainda dependem da economia informal e das precárias condições de microcrédito. Isso foi constatado, ontem, pela primeira-ministra, que presidiu um conselho Interministerial sob supervisão administrativa. " As mulheres constituem mais de 52% da população, e continuam a ser pilares da economia. Paradoxalmente, elas têm apenas 1 % da renda ", disse Aminata Touré.
A chefe do governo observou que, depois do ano 2000, a comunidade internacional adoptou a sua agenda sobre os OMD, que incluem, entre outros, a redução da pobreza até 2015. Assim, todas as nações se comprometeram a desenvolver estratégias e mecanismos para alcançar os resultados desejados. Na abordagem do balanço, a Sra. Touré requer a necessidade de concentrar-se na apropriação de ferramentas e mecanismos para a produção de riqueza e de acesso a recursos financeiros para os grupos desfavorecidos, notadamente as mulheres. Ela também enfatizou que a política geral do governo tem se concentrado em reduzir as disparidades. Em outras palavras, o engajamento do Estado tem como objetivo fortalecer a capacitação sócio-económica das mulheres e meninas, bem como suas habilidades. " A estratégia nacional para o desenvolvimento do empreendedorismo das mulheres e um plano de acção prioritária foram desenvolvidos pelo Ministério da Mulher, Família e da Criança, em conjunto com todos os setores relevantes, " Tem ela observado.

Sinergia das ações
Acredita a primeira-ministra, que a sociedade civil está empenhada em garantir a sua contribuição por meio de projetos e programas, e na defesa sustentada na mobilização de recursos. Os parceiros ao desenvolvimento, reunidos no quadro do sistema das Nações Unidas e outras instituições financeiras, como o Banco Mundial, o Banco Africano de Desenvolvimento, o Banco Islâmico, etc, apoiarão o governo no acesso aos recursos para as mulheres e meninas para a sua capacitação financeira e económica. Isso, através de várias formas.
Segundo Aminata Touré, o foco deve estar na sinergia de atores e da partilha de competências, na busca de eficiência e eficácia de estratégias e ações para apoiar as atividades de mulheres e meninas. " Uma reflexão deverá ser integrada para verificar a pertinência ou não do estabelecimento de um mecanismo de coordenação e controle, inclusivo ", disse ela recomendando. Com isso, a Sra. Touré pediu que as deficiências relacionadas com as dificuldades encontradas sejam corrigidas. Isso permitirá reforçar e dar mais eficácia multissetorial.

ANTA SARR, MINISTRO: "Mais de 5,7 bilhões de francos CFA estão disponíveis para apoiar as mulheres ".
" Nós temos, ao total, mais de 5,7 bilhões de francos CFA disponíveis para financiar as mulheres ", observou, ontem, a ministra das Mulheres. Anta Sarr disse que seu departamento vai trabalhar em sinergia com todos os departamentos, pois que as questões são transversais, notadamente agricultura, a pecuária, a pesca, o turismo e o comércio. Isso ", a fim de eliminar todas as discrepâncias que fizeram estas mulheres sujeitos vulneráveis ​​", disse ela. Para a Sra. Sarr, o grande problema no setor agrícola é o acesso à terra. " As mulheres não têm acesso a sementes. Nós vamos fazer as correções com o Ministério da Agricultura ", disse ela avançando. A ministra também argumentou que vários fundos, como a licitação, são reservadas para o empreendedorismo feminino, num total de 12,5 bilhões de francos CFA, dos quais 5 milhões de euros ( mais de 3 bilhões de FCFA) reservados a micro-finanças. Enquanto que o fundo nacional é de 835 milhões de francos CFA para este ano. Este fundo também está disponível para as instituições de micro-finanças. No entanto, Anta Sarr pediu as mulheres para fazerem um esforço para pagar os empréstimos, para que outras possam se beneficiar.

Um plano de formação para diminuir a pobreza
Um projeto de luta contra a pobreza, através do apoio às crianças de rua, as que estão fora da escola ou aquelas que frequentam escola corânica, terão financiamento no valor de 7 bilhões de francos CFA. Segundo Khady Fall Ndiaye, diretora do programa de alfabetização, aprendizagem das matérias e redução da pobreza, visando integrá-las nas escolas básicas da comunidade. "Essas crianças serão coletadas, organizadas e fortalecidas tecnicamente para permitir-lhes o acesso ao financiamento produtivo ", disse ela. Assim, o objetivo continua sendo a criação de empregos, a principal preocupação do governo e do Presidente da República. "Nós havemos catalogado 3.000 jovens com idades 16 a 20, que serão formadas tecnicamente em 9 cursos como: comércios, eletricidade, carpintaria, e aquelas que são do sexo feminino, cabeleireiras", disse Ndiaye. Os jovens serão formados em oficinas de artesanato. Após 18 meses, eles serão formados para terem acesso ao financiamento e permanecerem em suas aldeias. O combate é a luta contra o êxodo rural, a imigração ilegal ... A directriz do Programa de Alfabetização tem, entre outra, avançado que mais 10.000 mulheres já foram formados em diversas áreas, destacando que finanças islâmicas não praticam uma alta taxa de juros, o que pode ser uma ferramenta importante na luta contra a pobreza. Ela também anunciou o lançamento, pela Ministra da Mulher, de 80 micro-empresas.

Por: Sheikh Dr. Coly

# lesoleil.sn

Direitos humanos em Moçambique no bom caminho, diz ONU.

NO BALUR I STA NA NO KUNCIMENTI, PA KILA, NO BALURIZA KUNCIMENTI!...

O país está a melhorar em matéria de proteção dos direitos humanos, segundo um novo relatório. Mas, apesar dos avanços, a ONU diz que Moçambique precisa de melhorar o sistema prisional e acabar com os casos de tortura.



Em Moçambique, a sociedade civil, o Governo e as Nações Unidas são unânimes: o país teve avanços significativos em matéria de proteção dos direitos humanos.
Exemplo disso, sublinham, foi a criação de uma Comissão dos Direitos Humanos. Mas não só. A representante da ONU em Moçambique, Jennifer Topping, destaca também a ratificação de acordos internacionais sobre direitos humanos. Por exemplo, o Protocolo Facultativo à Convenção da ONU contra a Tortura e a Convenção sobre os Trabalhadores Migrantes e dos Membros das Suas Famílias – algo que, segundo Topping, trouxe "mecanismos de proteção para as pessoas mais vulneráveis da sociedade."
Prisões moçambicanas, incluindo da província deCabo Delgado, foram acusadas de violarem direitos humanos de reclusos
Apesar destes avanços, o relatório das Nações Unidas, apresentado esta quinta-feira (30.01.2014) em Maputo, apresenta vários desafios. Um deles é melhorar a atuação do sistema prisional, principalmente na componente ressocialização e humanização das cadeias.
O representante da sociedade civil moçambicana, Salvador Kamate, refere que o Governo está engajado na preservação dos direitos humanos, mas há algumas recomendações que estão ainda por cumprir.
"Por exemplo, ainda são frequentes casos de torturas, execuções sumárias, bolsas de fome", diz Kamate. "Esses casos tendem a aumentar com a atual crise político-militar e a criminalidade nalgumas cidades do país."
Como proteger os direitos humanos?
O presidente da Comissão dos Direitos Humanos, Custódio Duma, defende que, em primeiro lugar, os moçambicanos devem ser informados sobre os seus direitos. Ao mesmo tempo, segundo o responsável, as instituições devem estar preparadas para defender os direitos dos cidadãos.

"Não só ao nível da preparação das pessoas a nível técnico, como também dos meios para que possam levar a cabo os seus mandatos", afirma Duma. "Não me refiro apenas à Comissão Nacional dos Direitos Humanos, mas também aos tribunais, procuradorias, esquadras de polícia e outras instituições no âmbito da administração da Justiça."
O Governo moçambicano assume que deve estar na dianteira na proteção dos direitos humanos. Porém, convida todas entidades para contribuírem nesta matéria. Aliás, o vice-ministro da Justiça, Alberto Nkutumula, diz que o atual relatório devia ser mais abrangente, incluindo também as famílias.
"Se por um lado os meus colegas esperam uma ação mais pujante por parte do Estado, nós também esperamos da parte das instituições não-governamentais a mesma força", refere Nkutumula.
# DW

Total de visualizações de página