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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Guiné-Bissau em crise assinala 42 anos de independência.

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A Guiné-Bissau foi a primeira colónia africana a ver a sua independência reconhecida por Portugal. Golpes de Estado, assassinatos e longos períodos de instabilidade política têm estrangulado o seu desenvolvimento.

Cerimónia realizada em Madina de Boé, depois de Portugal ter reconhecido a independência da Guiné-Bissau.

Portugal reconheceu a independência da Guiné-Bissau em 10 de setembro de 1974. Um ano antes, o movimento de libertação já tinha declarado, unilateralmente, a independência do país. Há exactamente 42 anos, João Bernardo "Nino" Vieira - que por três vezes seria Presidente do país e viria a ser brutalmente assassinado na sua residência em 2009 - proclamava nas matas densas de Boé, no sul do país, a República soberana da Guiné-Bissau.
Desde então registaram-se ciclos de assassinatos selectivos entre os camaradas do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC), que liderou a luta armada de mais de 11 anos contra o jugo colonial português.
Sucessivos golpes de Estado, a crise político-militar de 1998, o desrespeito pelas leis do país, intrigas, disputas partidárias, corrupção no aparelho de Estado, interesses pessoais acima dos de Estado, falta de diálogo e ganância levaram o país ao fundo do poço ao longo da sua existência como Estado soberano, de acordo com historiadores citados pela imprensa nacional.
Violação de direitos humanos
Augusto Mário da Silva, atual presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, afirma que os direitos humanos nunca foram respeitados nestes 42 anos de independência. "A situação em termos de direitos humanos na Guiné-Bissau é caótica e muito precária", critica. "Continuamos a assistir a violações dos direitos humanos a todos os níveis e a instabilidade política e governativa degrada ainda mais este quadro que por si já é negativo".

Protesto da diáspora em Lisboa (15.08.2015) contra a instabilidade na Guiné-Bissau
Num país onde todos os setores são prioritários, destacam-se os da saúde e da educação, por apresentarem os quadros mais nebulosos na África Ocidental. A mortalidade infantil permanece elevada: 138 crianças em cada mil morrem antes de completarem um ano e 223 em cada mil morrem antes de completar cinco anos. Malária, infecções respiratórias, diarreia e má-nutrição são as principais causas de morte entre crianças.
Os baixos níveis de educação, a falta de acesso aos meios de saúde e as condições económicas difíceis da maior parte das famílias são factores que potenciam os riscos nos cuidados infantis. Apenas 1% do Produto Interno Bruto (PIB) da Guiné-Bissau é aplicado no setor da saúde. "Muitas crianças em idade escolar ainda estão fora do sistema", lembra o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos. "E 42 depois, a Guiné-Bissau continua a assistir, de forma impotente, à morte de mulheres durante o parto", sublinha ainda Augusto Mário da Silva.
Dependente de ajuda externa
A Guiné-Bissau entrou também para a História como país que não consegue viver sem ajudas da comunidade internacional. Sempre foi dependente das ajudas externas apesar de ser independente.
Nestes 42 anos da independência, só a vida dos sucessivos ministros e homens do Estado tem melhorado. A rede de estradas é das mais fracas do mundo. Os parcos salários ainda não são pagos tempo e há falta de postos de emprego. As instituições do Estado são frágeis e praticamente não funcionam.
O fornecimento de luz eléctrica e de água canalizada estão ainda muito aquém das expectativas. Também faltam infraestruturas competentes para o ensino superior, entre vários outros setores que nunca funcionaram.
Face a esta situação, vários quadros seniores guineenses acabaram por abandonar o país em busca das melhores condições de trabalho no exterior. Para os críticos, apenas dois setores funcionaram durante os últimos 42 anos: a cultura e o desporto.
#dw.de

Peregrinação a Meca: debandada deixou pelo menos 717 mortos e 863 feridos - DEUS DEU LIVRAMENTO AOS PEREGRINOS DA GUINÉ-BISSAU! ELES NÃO FORAM PARA MECA POR CAUSA DA SITUAÇÃO POLÍTICA QUE NÃO FAVORECEU A VIAGEM, MAS O ALLAH SABE TODAS COISAS - ALLAHU AKBAR!

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Centenas de vítimas em Midina durante a peregrinação muçulmana, 24 de setembro de 2015. © AP / SIPA

Reuniram-se em Meca para realizar a hajj, um dos cinco pilares do Islã, pelo menos 717 peregrinos morreram em um tumulto nesta quinta-feira, anunciaram os serviços de defesa civil saudita. Pelo menos 863 pessoas ficaram feridas e foram transportadas para vários hospitais, de acordo com o último balanço.

A peregrinação a Meca está novamente de luto, mais de 10 dias após o colapso de um guindaste na Grande Mesquita da Meca, que ocasionou 111 mortes. Nesta quinta-feira, 24 de setembro pela manhã, o primeiro dia da festa do Adha, uma debandada ocorreu em Midina, em um cruzamento de duas ruas, deixando pelo menos 717 mortos e 863 feridos, anunciou os serviços sauditas da defesa civil. Mas os resultados são apenas temporários. O som das sirenes e helicópteros ainda ressoam e corpos ainda estão sendo descobertos, relatam vários jornalistas no local.





#jeuneafrique.com


Autoridades angolanas negam violação de direitos e reivindicações.

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Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos. ARQUIVO |NATION MEDIA GROUP

As autoridades de Angola têm rejeitado as acusações de violações dos direitos humanos no país. 

O ministro da Justiça de Angola, Rui Mangueira, denominou as acusações de falsas em seu discurso aos jornalistas na capital cabo-verdiana, Praia, nesta quarta-feira. A reação ocorre duas semanas depois de o Parlamento Europeu manifestar preocupações sobre abusos de direitos em Angola. 

O Parlamento da UE instou o governo de Luanda para libertar todos os presos políticos e defensores dos direitos humanos. 

"O Parlamento Europeu solicitou à delegação da UE para ir a Luanda para reforçar o diálogo político com o governo de Angola, a fim de garantir que ele honre o seu compromisso de direitos humanos", dizia a resolução da UE. 

A resolução também instou a União Europeia a acompanhar de perto a utilização de todos os fundos europeus em Angola. 

Reunião pacífica 

Na semana passada, um ativista de direitos humanos de Angola, José Marcos Mavungo foi condenado a seis anos de prisão por se rebelar contra o governo. 

O ativista também foi acusado de exibir vários banners incitando à violência, insubordinação e ameaçando a segurança do Estado na província de Cabinda. 

Referindo-se aos 15 ativistas que foram presos em junho passado, em Luanda, por supostamente tramarem um golpe de Estado, o Sr. Mangueira disse que eles foram detidos em conformidade com a lei. 

"Eles têm acesso a seus advogados", disse o ministro. 

Liberdades de expressão, associação e reunião pacífica estão consagrados na constituição de Angola e vários tratados internacionais que o país assinou e ratificou. Mas as violações destes direitos continuam, disse a Anistia Internacional no início deste mês.

#africareview.com

O Papa e Obama unidos contra a pobreza e as alterações climáticas.

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O Papa e Obama unidos contra a pobreza e as alterações climáticas

Na Casa Branca, o argentino Francisco falou de imigração, mas evitou assuntos como o aborto ou o casamento gay. Num encontro com bispos, aludiu aos abusos sexuais na Igreja.

Chegou num Fiat 500 preto, foi saudado por Barack Obama e percorreu a passadeira vermelha estendida numa Casa Branca enfeitada com bandeiras dos Estados Unidos e do Vaticano. Foi com todas as honras que o Papa Francisco foi recebido pelo presidente americano na sua primeira visita de sempre à América. E foi no relvado sul, diante de uma assistência de 15 mil pessoas, que o chefe da Igreja Católica elogiou os esforços de Obama no que se refere ao ambiente e sublinhou: "As alterações climáticas são um problema que não pode ser deixado para as gerações futuras resolverem."
Num discurso em inglês - apesar das claras dificuldades com a língua -, o argentino Francisco garantiu que se agirmos já "ainda vamos a tempo de curar o planeta para as nossas crianças". Evitando tocar em assuntos que o separam de Obama, como os excessos do capitalismo, o aborto ou o casamento gay, o Papa preferiu centrar-se nos que unem o líder da maior potência mundial e o líder dos 1200 milhões de católicos: como o ambiente ou a luta contra as desigualdades. Aos católicos americanos "e aos restantes cidadãos deste país", Francisco agradeceu os esforços para "construir uma sociedade verdadeiramente tolerante e inclusiva".
Obama, que enfrenta a oposição dos republicanos e do setor da energia para impor o seu plano para reduzir as emissões de gases com efeito estufa, agradeceu o papel do Papa neste âmbito. Com a cimeira de Paris sobre o ambiente marcada para final do ano, Francisco apresentou uma encíclica a exigir mais ações para travar o aquecimento global. "Santo Padre, lembrou-nos que temos a obrigação sagrada de proteger o nosso planeta", afirmou o presidente americano.
Numa cerimónia na qual não faltou a banda dos Marines, Francisco abordou ainda um assunto muito sensível neste momento nos EUA: a imigração. "Como filho de imigrantes, estou feliz por ser um convidado neste país, construído em grande parte por famílias de imigrantes".
Do relvado, Obama e Francisco seguiram para a Sala Oval. Num encontro de 45 minutos, os dois terão abordado vários temas, entre os quais o papel do Papa na normalização das relações entre EUA e Cuba, de onde este viajou na terça-feira para Washington. Houve tempo ainda para a tradicional troca de presentes. Obama ofereceu ao Papa a estátua de uma pomba, símbolo da paz, e uma chave, com 206 anos, da casa de Elizabeth Ann Seton, a primeira santa nativa americana. Francisco deu ao presidente americano uma placa de bronze comemorativa do Encontro Mundial das Famílias, que vai decorrer em Filadélfia. Os dois homens já se tinham reunido pela primeira vez no Vaticano em 2014, na altura Obama levou de presente uma caixa com sementes do jardim da Casa Branca e recebeu dois medalhões e uma cópia de A Alegria do Evangelho.

#jn.pt

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